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Questões de Concurso Sobre psicofarmacologia em psiquiatria

Foram encontradas 1.940 questões

Q4172849 Psiquiatria
Paciente feminina de 32 anos foi internada em enfermaria psiquiátrica devido a sintomas psicóticos agudos, compostos de alucinações auditivas com vozes de comando para agredir outras pessoas, delírios persecutórios e agitação psicomotora. Foi iniciada terapêutica com olanzapina 30 mg ao dia. Após vários dias, ela se torna mais calma, com movimentos lentificados e se mantém isolada dos demais. Ao ser avaliada pelo técnico de enfermagem no início do plantão, é encontrada deitada com os olhos abertos, porém sem reatividade. Observa-se sudorese profusa e ela resiste a ser deslocada. Os sinais vitais mostram temperatura de 38,8 ºC, pressão arterial de 185/97 mmHg, pulso de 115 batimentos por minuto (bpm) e frequência respiratória de 22 respirações por minuto. O diagnóstico mais provável é
Alternativas
Q4172844 Psiquiatria
A melhor conduta terapêutica para o paciente da questão 31 é
Alternativas
Q4172841 Psiquiatria
Uma mulher de 57 anos se queixa de ficar tonta quando levanta de manhã e quando fica em pé. Na revisão de sistemas, não apresenta alterações significativas, e os exames laboratoriais de rotina estão dentro de parâmetros normais. Relata que há um mês iniciou tratamento para depressão e está em uso de amitriptilina 75 mg à noite. A causa mais provável de seus sintomas é 
Alternativas
Q4172840 Psiquiatria
Um homem de 35 anos, que às vezes ''ouve vozes'' e faz tratamento psiquiátrico desde os 17 anos de idade, com uso regular de medicação psiquiátrica, vai ao pronto atendimento e queixa-se de febre e calafrios. Sua temperatura é de 38,9 ºC sem constatação de infecção. Sua contagem de leucócitos é de 800 células/mm3. O medicamento que tem maior probabilidade de ser responsável pelos sintomas é 
Alternativas
Q4172839 Psiquiatria
De acordo com o CANMAT, 2016 (KENNEDY, Sidney H. et al. Canadian Network for Mood and Anxiety Treatments (CANMAT) 2016 clinical guidelines for the management of adults with major depressive disorder: section 3. Pharmacological treatments. The Canadian Journal of Psychiatry, v. 61, n. 9, p. 540-560, 2016.), é considerado antidepressivo de 1ª linha no tratamento das depressões: 
Alternativas
Q4172838 Psiquiatria
Ao ser administrado um fármaco Inibidor Seletivo da Recaptação de Serotonina (ISRS) na fase aguda do tratamento (duas a três semanas), serão esperados, em nível dos neurônios serotonérgicos, os seguintes eventos:
Alternativas
Q4172834 Psiquiatria
Embora todos os antipsicóticos atípicos compartilhem uma advertência como classe por causarem ganho de peso e risco de obesidade, dislipidemia, diabetes, doença cardiovascular acelerada e, até mesmo, morte prematura, há, na verdade, um espectro de riscos entre os diversos fármacos dessa classe. O antipsicótico atípico que teria um risco metabólico considerado baixo é
Alternativas
Q4172833 Psiquiatria
Na década de 1970, era amplamente reconhecido que a propriedade farmacológica essencial de todos os “neurolépticos” com propriedades antipsicóticas era sua capacidade de bloquear os receptores de dopamina D2. Essa ação demonstrou ser responsável não apenas pela eficácia antipsicótica dos antipsicóticos convencionais, mas também pela maioria de seus efeitos colaterais indesejáveis. Quanto ao assunto, analise as afirmativas seguintes.

(1) As ações terapêuticas dos antipsicóticos convencionais devem-se ao bloqueio dos receptores D2, especificamente na via dopaminérgica mesolímbica. Esse bloqueio tem o efeito de reduzir a hiperatividade dessa via, que se acredita ser a causa dos sintomas positivos da psicose.
(2) Todos os antipsicóticos convencionais reduzem os sintomas psicóticos positivos de modo aproximadamente igual nos pacientes com esquizofrenia estudados em ensaios clínicos multicêntricos de grande porte, quando administrados em doses que bloqueiam uma quantidade substancial de receptores D2 na via dopaminérgica mesolímbica.
(3) Para bloquear uma quantidade adequada de receptores D2 na via dopaminérgica mesolímbica com o objetivo de eliminar os sintomas positivos, é preciso bloquear simultaneamente a mesma quantidade de receptores D2 em todo o cérebro, e isso provoca efeitos colaterais indesejáveis.
(4) A quase paralisação da via dopaminérgica mesolímbica necessária para melhorar os sintomas positivos da psicose pode contribuir para o agravamento da anedonia, da apatia e dos sintomas negativos, o que pode explicar, em parte, a elevada incidência de tabagismo e uso abusivo de drogas ilícitas na esquizofrenia.

Estão corretas
Alternativas
Q4160899 Psiquiatria
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), as drogas são classificadas como sendo perturbadoras, depressoras ou estimulantes do Sistema Nervoso Central. São exemplos de drogas perturbadoras:
Alternativas
Q4160893 Psiquiatria
Os psicofármacos são um recurso entre outros para o tratamento em Saúde Mental, entretanto, o seu uso só faz sentido quando dentro de um contexto de vínculo e de escuta. No uso de medicamentos psicofármacos como possibilidade terapêutica dentro de um Projeto Terapêutico Singular, deve-se considerar que 
Alternativas
Q4154699 Psiquiatria
Leia o texto a seguir.

O paciente com esquizofrenia pode apresentar dificuldade de se comunicar e de cooperar durante o tratamento odontológico. Efeitos colaterais importantes do medicamento em uso são comumente encontrados, podendo ocorrer interação entre os medicamentos psiquiátricos e os de uso odontológico.

O atendimento odontológico ambulatorial do paciente com esquizofrenia deverá seguir algumas recomendações, entre as quais destaca-se
Alternativas
Q4154290 Psiquiatria
Leia o caso clínico a seguir.

Uma pessoa que, há um dia, passou por grave situação de violência sexual mediante ameaça à sua vida chega ao pronto atendimento. Apresenta-se insone, ansiosa, aos prantos, hipervigil, taquicárdica e com resposta de sobressalto quando abordada por terceiros.

O medicamento que pode facilitar a consolidação da memória traumática, aumentando o risco de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático nessa paciente, é o seguinte:
Alternativas
Q4154288 Psiquiatria
Uma das grandes novidades no arsenal terapêutico da psiquiatria é o lançamento da escetamina inalatória, aprovada nos Estados Unidos e no Brasil. A escetamina é: 
Alternativas
Q4154287 Psiquiatria
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo feminino, de 22 anos, queixa-se de insônia inicial. Apresenta há mais de um ano quadro em que sente intenso mal-estar nas pernas, descrito como uma “agonia” e necessidade de ficar movimentando repetidamente para obter alívio. O sintoma é muito leve durante o dia e se intensifica muito à noite, sobretudo quando se deita. Por isso, acaba tendo dificuldade de iniciar o sono. Nega edema, câimbras ou dores. Apresenta ferritina e ferro sérico em níveis abaixo do normal.

Sabe-se que há medicamentos que pioram e outros que melhoram esse quadro como, por exemplo:
Alternativas
Q4154284 Psiquiatria
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo masculino, de 16 anos, estudante do ensino médio, vive com os pais. Aos sete anos, começou a apresentar pensamentos intrusivos e repetitivos de contaminação, simetria e dúvidas. Apresenta comportamento de lavar as mãos várias vezes ao dia e checagens ritualísticas que levam a importante perda de tempo e sofrimento. Ao exame, nota-se tiques motores (piscar os olhos, fazer caretas) e vocálicos (grunhidos e pigarro). A mãe relatou que esses últimos ocorrem desde a infância e resultam em sofrimento e prática de bullying pelos colegas.

Nesse caso, a opção terapêutica indicada para o quadro do paciente é: 
Alternativas
Q4154282 Psiquiatria
Leia o caso clínico a seguir.

Paciente do sexo feminino, de 15 anos, apresenta preocupação mórbida com a imagem corporal e compulsão alimentar seguida de métodos compensatórios (vômitos, uso de laxantes e diuréticos).

Apresenta-se com sobrepeso. Nesse caso, está formalmente contraindicada a prescrição de
Alternativas
Q4154280 Psiquiatria
Os transtornos alimentares são bastante prevalentes na população de adolescentes do sexo feminino, sendo uma importante causa de morbidade nesse meio. Sobre o tratamento dessas condições, sabe-se que: 
Alternativas
Q4154279 Psiquiatria
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em 2018, a Sociedade Internacional de Transtorno Bipolar e a Rede Canadense de Tratamento para Humor e Ansiedade (CANMAT) lançaram novas diretrizes para o tratamento dos transtornos bipolares com base nas melhores evidências científicas até então (Yatham L.N. et al, 2018). 
A olanzapina deixou de ser considerada um tratamento de 1ª linha para o episódio maníaco, seja em monoterapia, seja em combinação com lítio ou divalproato. O motivo para tal decisão é o seguinte:
Alternativas
Q4154278 Psiquiatria
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Em 2018, a Sociedade Internacional de Transtorno Bipolar e a Rede Canadense de Tratamento para Humor e Ansiedade (CANMAT) lançaram novas diretrizes para o tratamento dos transtornos bipolares com base nas melhores evidências científicas até então (Yatham L.N. et al, 2018). 
Dentre as opções de tratamento de primeira linha para o episódio depressivo no transtorno bipolar tipo I, tem-se: 
Alternativas
Q4154277 Psiquiatria
Ao tratar o quadro depressivo de uma pessoa com câncer de mama que está em uso de tamoxifeno, a prescrição mais adequada, por não aumentar o risco de recidiva do câncer, é a
Alternativas
Respostas
1121: A
1122: B
1123: A
1124: B
1125: C
1126: A
1127: C
1128: E
1129: C
1130: A
1131: B
1132: C
1133: D
1134: A
1135: D
1136: D
1137: A
1138: C
1139: D
1140: A