Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa em pedagogia
Foram encontradas 1.636 questões
Uma professora observou que os estudantes demonstravam dificuldades para interpretar textos, argumentar oralmente e produzir registros escritos coerentes em diferentes situações de aprendizagem. Durante o planejamento coletivo, a equipe pedagógica discutiu estratégias voltadas à ampliação das práticas de linguagem desenvolvidas no cotidiano escolar.
Diante da situação apresentada, qual encaminhamento pedagógico é correto?
Após reestruturação do planejamento pedagógico em uma turma de 2º ano do ensino fundamental, foram incluídas atividades com listas, convites, bilhetes, histórias em quadrinhos e pequenos anúncios presentes no cotidiano das crianças.
Considerando os pressupostos relacionados à alfabetização e ao letramento, é CORRETO afirmar que a prática desenvolvida pela professora:
A criminalização do abuso sexual a partir do Código Penal e do ECA
O Código Penal, assim como o Estatuto da Criança e do Adolescente, criminaliza diversas condutas cometidas contra a criança e adolescente. O delito de abuso está tipificado no artigo 217-A do Código Penal e diz que: – Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos: Pena — reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos, este crime qualifica Estupro de Vulnerável. Já o artigo 213 – Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Pena – reclusão, de 6 (seis) a 10 (dez) anos. E o artigo 218 – Induzir alguém menor de 14 (catorze) anos a satisfazer a lascívia de outrem: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. (BRASIL. Código Penal Brasileiro/1940).
Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/a-criminalizacao-do-abusosexual-a-partir-do-codigo-penal-e-do-eca/1872493559. Acesso em: 10 jan. 2026.
Do ponto de vista do discurso legal, o texto jurídico deve seguir padrões organizacionais, tais como
É enorme o progresso que tem sido feito nos últimos cinquenta anos e hoje sabemos muito mais sobre o que as crianças fazem quando adquirem uma língua. Temos hoje formas cada vez mais sofisticadas de testar o conhecimento linguístico e não linguístico disponível às crianças desde a mais tenra idade.
QUADROS, Ronice Müller de; FINGER, Ingrid. As teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2013.
Costuma-se acreditar que aquisição e aprendizagem são dois processos distintos. Enquanto o primeiro seria um processo natural, espontâneo, o segundo dependeria de uma intervenção planejada, com base em métodos específicos. Assim, o professor assume o papel de um transmissor de conteúdos pré-selecionados e organizados.
SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Aquisição de linguagem e ensino de língua materna: um lugar para a subjetividade. Disponível em: Uniletras, Ponta Grossa, v. 30, n. 1, p. 157-172, jan./jun. 2008. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/article/view/192/190. Acesso em: 28 nov. 2025.
Os documentos oficiais para o ensino de língua portuguesa estão assentados em uma perspectiva de língua/linguagem que é diametralmente oposta à concepção que coloca o professor como transmissor da língua a ser aprendida pelo aluno. Embora rechaçada pelas modernas teorias linguísticas, a perspectiva aquisicional da linguagem que ainda se faz presente nas salas de aula voltada para o ensino de língua é
As pesquisas em leitura, principalmente na área da psicologia e da psicolinguística, são unânimes em afirmar que, na leitura proficiente, as palavras são lidas não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas como um todo não analisado, isto é, por reconhecimento instantâneo e não por processamento analítico-sintético.
KATO, Mary. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Leitura é uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza com base na relação entre o conhecimento que o leitor traz armazenado na memória e as informações veiculadas no texto.
KOCH, I. V.; ELIAS, V. Escrever e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
Acerca da atividade de leitura, os textos concebem que a leitura proficiente é dada pela combinação do reconhecimento holístico da palavra com a interação entre texto e leitor. Dentre as diversas estratégias a serem mobilizadas para aumentar a competência leitora dos alunos, o professor de língua portuguesa pode priorizar
Texto 03

(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
Texto 03

(MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. p. 136).
No âmbito da alfabetização na perspectiva do letramento, a organização do trabalho pedagógico demanda a articulação entre práticas e sistematizações acerca do funcionamento do sistema alfabético. Considerando essa abordagem, observe as etapas a seguir:
1.Proposição de situações em que a escrita emerge como necessidade em práticas sociais significativas.
2.Problematização das hipóteses elaboradas pelos estudantes sobre o sistema de escrita.
3.Inserção dos estudantes em atividades de leitura e produção textual com diferentes finalidades comunicativas.
4.Sistematização das regularidades do sistema alfabético-ortográfico a partir das produções dos estudantes.
A sequência que expressa uma proposta pedagógica coerente com essa perspectiva é: