Questões de Concurso Sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa  em pedagogia

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Q4107851 Pedagogia

Considere o texto a seguir para responder à questão.


Texto 1

Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo

[...]

Por Sérgio Rodrigues 


    Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?


    Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?


    O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?


    Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?


    O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?


    Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.

Considere o excerto a seguir e a situação descrita adiante:
“Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?”.
Em uma turma do ensino médio com diversidade de perfis de aprendizagem, você percebe que parte dos alunos apresenta dificuldade em relacionar a linguagem metafórica com suas experiências midiáticas cotidianas. Considerando a Competência Específica 1 da BNCC de Língua Portuguesa, que prevê o uso crítico de diferentes linguagens para interpretação da realidade, avalie a seguinte proposta de intervenção pedagógica:
Sequência didática proposta:
1. etapa de sensibilização: exibição de memes e posts de redes sociais que utilizam cores como metáforas de sentimentos (ex.: “azul da melancolia”, “verde da inveja”);
2. etapa de produção: divisão da turma em grupos para criar artes para diferentes plataformas de mídias sociais, explorando como as metáforas expressam questões cotidianas. Tais artes devem mesclar: linguagem verbal, linguagem visual, linguagem sonora;
3. etapa de socialização: exibição das artes seguida de debate sobre como a adaptação para outras mídias altera a recepção do texto original. Multiletramentos mobilizados:
• digital: produção audiovisual e análise de mídias;
• artístico: uso de cores, música e composição visual;
• verbo-textual: interpretação do texto e roteiro das artes.  
No trabalho de leitura e produção de texto, mais especificamente no trabalho com os multiletramentos (ROJO, R. (Org.). Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola, 2013.), a proposta apresentada é eficaz para desenvolver a Competência 1 da BNCC porque
Alternativas
Q3983198 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), implementada em 2020 nas escolas, é necessário compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.
Assinale a alternativa correta quanto à perspectiva enunciativo-discursiva da linguagem. 
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Q3983194 Pedagogia
Não é improvável que as lembranças das aulas de Língua Portuguesa sejam de muitas aulas de gramática e que, quando o assunto era redação, você tenha ouvido falar da estrutura da narração – situação inicial, conflito e desfecho – ou das partes da dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Como o ensino de Língua Portuguesa era baseado antes da década de 1990?
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3810206 Pedagogia

"Ou se tem chuva e não se tem sol,

Ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,

Ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,

Quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa estar

Ao mesmo tempo nos dois lugares!

[...]

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...

E vivo escolhendo o dia inteiro!"

(Fonte: Ou isto ou aquilo − Cecília Meireles.)

Com base no texto e nas orientações da BNCC sobre o trabalho com literatura e gêneros textuais nos anos iniciais, analise as afirmativas a seguir:


I.O texto citado é do gênero textual poético e possui função social de expressar sentimentos, emoções e reflexões sobre o mundo. 


II.O trabalho com poemas em sala de aula contribui para o desenvolvimento da competência leitora, ampliando o repertório cultural da criança.


III.A principal finalidade pedagógica da leitura desse poema é a identificação de substantivos e adjetivos, focando na linguagem e na sensibilidade cognitiva. 


É correto o que se afirma em:

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Q3810114 Pedagogia
A escolha do que será lido com os estudantes é determinante para a formação de sujeitos leitores. Ainda que haja um programa e prescrições oficiais, escolher os títulos e os autores é função do(a) professor(a). A respeito da leitura literária em sala de aula, analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O(A) professor(a) é um sujeito leitor, portanto, tem sua própria leitura do texto. No contexto da sala de aula, cabe a ele(a) antecipar as dificuldades dos estudantes, mediar o compartilhamento das diversas leituras dos estudantes, incentivá-los a levantar hipóteses e a chegar a interpretações aceitáveis e coerentes, mas sem renunciar a particularidades de sua leitura pessoal, que deverá prevalecer na conclusão dos trabalhos.
(__) Na escolha das obras literárias, são reflexões importantes a serem feitas pelo(a) professor(a): a diversidade genérica das obras, transitando desde gêneros mais clássicos a gêneros mais novos; a diversidade histórica, escolhendo desde obras canônicas e clássicas da literatura até obras contemporâneas; a diversidade geográfica, oportunizando que os estudantes leiam obras nacionais e estrangeiras já consagradas, como também de autores locais, regionais, negros, indígenas, etc., e a diversidade temática.
(__) O contexto de leitura é importante para a formação de sujeitos leitores. Pensando no contexto da sala de aula, são mobilizados tanto domínios cognitivos quanto afetivos, logo, um ambiente acolhedor, em que há confiança, respeito e escuta mútuos, é crucial na formação leitora e humana desses sujeitos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3808572 Pedagogia
"Entendo aqui por humanização (já que tenho falado tanto nela) o processo que confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção a complexidade do mundo e dos seres, o cultivo do humor. A literatura desenvolve em nós a quota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos para a natureza, a sociedade, o semelhante."
(Antonio Candido, O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011, p. 180.)
"[...] Minha mãe diz que comecei a ler aos dois anos de idade, embora eu ache que quatro deva estar mais próximo da verdade. Eu me tornei leitora cedo, e o que lia eram livros infantis britânicos e americanos.
Também me tornei escritora cedo. Quando comecei a escrever, lá pelos sete anos de idade — textos escritos a lápis com ilustrações feitas com giz de cera que minha pobre mãe era obrigada a ler —, escrevi exatamente o tipo de história que lia: todos os meus personagens eram brancos de olhos azuis, brincavam na neve, comiam maçãs e falavam muito sobre o tempo e sobre como era bom o sol ter saído.
Escrevia sobre isso apesar de eu morar na Nigéria. Eu nunca tinha saído do meu país. Lá, não tinha neve, comíamos mangas e nunca falávamos do tempo, porque não havia necessidade. Meus personagens também bebiam muita cerveja de gengibre, porque os personagens dos livros britânicos que eu lia bebiam cerveja de gengibre. Não importava que eu não fizesse ideia do que fosse cerveja de gengibre. [...]
Como eu só tinha lido livros nos quais os personagens eram estrangeiros, tinha ficado convencida de que os livros, por sua própria natureza, precisavam ter estrangeiros e ser sobre coisas com as quais eu não podia me identificar. Mas tudo mudou quando descobri os livros africanos. [...] Percebi que pessoas como eu, meninas com pele cor de chocolate, cujo cabelo crespo não formava um rabo de cavalo, também podiam existir na literatura. [...]
Eu amava aqueles livros americanos e britânicos que lia. Eles despertaram minha imaginação. Abriram mundos novos para mim, mas a consequência não prevista foi que eu não sabia que pessoas iguais a mim podiam existir na literatura. O que a descoberta de escritores africanos fez por mim foi isto: salvou-me de ter uma história única sobre o que são os livros. [...]
É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem parar, e é isso que esse povo se torna."
(Chimamanda Ngozi Adichie, O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)
A partir da leitura dos excertos e de seus conhecimentos a respeito de letramentos literários, do ensino de literatura e das legislações e documentos que estruturam a educação básica no Brasil, analise as sentenças a seguir:
I.O ensino de literatura deve organizar-se a partir das obras canônicas, uma vez que há, no cânone, uma presença diversa de autores contemplando a diversidade étnico-racial que compõe o país. Desse modo, tem-se representatividade na literatura afro-brasileira a partir de escritores consagrados, como Machado de Assis, Lima Barreto e o poeta catarinense Cruz e Souza.
II.O ensino de literatura tem papel relevante dentro do contexto multicultural que forma o Brasil. A experiência literária nos permite saber da vida por meio da experiência, do olhar e da cultura do outro, assim como vivenciar essa experiência, ou seja, por meio da literatura é possível encontrar olhares diversos sobre a sociedade, a cultura e o próprio indivíduo representado, corroborando a construção de uma sociedade organizada horizontalmente em valores que abrangem todas as camadas sociais culturais.
III.Enquanto objeto de estudo das aulas de literatura, é importante que a diversidade cultural seja vista sob uma ótica teórico-crítica, reconhecendo-a como um objeto de valor e não como uma produção excêntrica. Portanto, é preciso sair das produções sobre os negros e indígenas para uma produção dos negros e dos indígena.
 É correto o que se afirma em:
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Q3808564 Pedagogia
No processo ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, a partir da concepção enunciativo-discursiva e com foco no caráter dialógico da linguagem e de sua natureza sócio-histórica e ideológica, há quatro eixos de integração das práticas de linguagem, a saber: a leitura, a produção de textos, a oralidade e a prática de análise linguística/semiótica. Nesse sentido, o trabalho com a compreensão e a produção textual são centrais. Tendo isso como ponto de partida, analise as sentenças a seguir:
I.A leitura e a escuta precisam considerar as dimensões social e verbal dos gêneros do discurso, contemplando questões contextuais, em sentido mais amplo, tanto quanto aspectos referentes à materialidade textual, uma vez que a atenção do sujeito leitor para os recursos linguísticos empregados pelo autor do texto é fundamental na ampliação das vivências com o ato de ler. Isso reflete um movimento de autoria nos processos de compreensão.
II.Na produção textual, vinculada tanto à oralidade quanto à escrita, deve-se criar condições para que os sujeitos revelem aquilo que têm a dizer, a partir da sua realidade, projetando a relação entre o local e o global e possibilitando que assumam a posição de autores de seus próprios textos; são oportunidades, entre outras, de "dar voz", de os alunos assumirem posições, de ampliarem a atuação social, tendo em vista que isso potencializa uma inserção mais efetiva deles na diversidade de espaços sociais em que as práticas de linguagem têm papel central.
III.Tanto na compreensão quanto na produção, a oralidade deve ocupar um lugar secundário, ainda que seja uma prática que contribua efetivamente para a inserção dos estudantes nas diferentes interações sociais. Isso se deve ao fato de que, no ambiente escolar, há "diferentes vozes", mas nem todos os estudantes estão aptos ou confortáveis a se expor oralmente, produzindo textos de gêneros típicos da oralidade. Forçá-los não favorece sua constituição como sujeitos da cidadania.
É correto o que se afirma em: 
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Q3808082 Pedagogia
O ensino de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Arte compartilha o objetivo de desenvolver competências expressivas e interpretativas que favoreçam:
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Q3808080 Pedagogia
O trabalho pedagógico com a área de Linguagens deve articular diferentes modos de expressão para promover compreensão crítica do mundo. Nesse contexto, a integração entre palavra, imagem e som contribui para:
Alternativas
Q3808078 Pedagogia
Os gêneros textuais e artísticos, no ensino de Linguagens, devem:
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Q3807308 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular classifica a “Língua Portuguesa” como:
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Q3801444 Pedagogia
A oralidade e a escrita, embora sejam modalidades distintas da linguagem, relacionam-se de forma complexa e não hierárquica. O ensino de ambas deve considerar seus usos sociais e suas especificidades, promovendo a transposição de saberes entre elas. A valorização da oralidade em sala de aula, por exemplo, através de debates e apresentações, contribui para o desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos, mas não possui impacto significativo na melhoria da produção escrita, visto que as regras e convenções da escrita são intrinsecamente diferentes das da fala e devem ser aprendidas de forma autônoma.
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Q3791594 Pedagogia
Quando trabalhado de modo reflexivo, o estudo da gramática normativa torna-se um recurso para ampliar a competência comunicativa, fortalecendo a autonomia e a clareza na produção e interpretação de textos.
O trabalho com gramática normativa em sala de aula revela-se mais coerente com princípios formativos quando:
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Q3768245 Pedagogia
Tradicionalmente, a sintaxe é a parte da gramática que
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Q3768243 Pedagogia
Em relação à multissemiose dos textos, a análise linguística levará em conta a(s) 
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Q3767287 Pedagogia
Os campos de atuação constituem uma categoria organizadora do currículo do ensino de Língua Portuguesa e se articulam com as práticas de linguagem. Considerando esses campos, assinale com V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir.

( ) Os campos de atuação contemplam dimensões formativas importantes de uso da linguagem na escola e fora dela, e criam condições para uma formação para a atuação em atividades do dia a dia.

( ) Alguns gêneros incluídos em um determinado campo estão também referenciados a outros, existindo trânsito entre esses campos. Práticas de leitura e produção escrita ou oral do campo jornalísticomidiático se conectam com as de atuação na vida pública.

( ) A divisão por campos de atuação tem, também, no componente Língua Portuguesa, uma função didática de possibilitar a compreensão de que os textos circulam dinamicamente na semiose social e na vida comunitária.

( ) Os campos de atuação permitem considerar as práticas de linguagem, leitura e produção de textos orais e escritos, em uma perspectiva em que o conhecimento metalinguístico pode ser revertido para situações de contexto e desencadeamento.

A sequência correta, de cima para baixo, é: 
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Q3764958 Pedagogia
Sobre o ensino da gramática, marque a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente:

“Saber o que é substantivo, adjetivo, verbo, artigo, preposição, sujeito, predicado etc. não significa ser capaz de ___________________, empregando bem esses conhecimentos.”
Alternativas
Q3761780 Pedagogia
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
A prática dos multiletramentos prepara os estudantes para atuar de modo eficaz em diversas situações comunicativas da sociedade atual, caraterizada pela veiculação de diversas linguagens e culturas.
Alternativas
Q3761779 Pedagogia
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
No ensino médio, a área de linguagens e suas tecnologias tem como foco consolidar e ampliar as habilidades de uso e de reflexão acerca das linguagens, tomadas isoladamente em cada componente curricular como meio para que os alunos reconheçam a diversidade de linguagens.
Alternativas
Q3761778 Pedagogia
Considerando as diretrizes e os documentos curriculares que norteiam o ensino de língua portuguesa, julgue o item a seguir.
No Currículo em Movimento do Distrito Federal, os objetivos de aprendizagem em língua portuguesa para o ensino médio aparecem organizados em diferentes contextos, o que mostra uma visão da língua portuguesa para além do espaço escolar. 
Alternativas
Respostas
81: C
82: D
83: B
84: B
85: A
86: B
87: B
88: E
89: E
90: E
91: B
92: E
93: A
94: D
95: D
96: B
97: A
98: C
99: E
100: C