Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3504108 Pedagogia
Considere o texto a seguir.

Os anos de 1990 foram marcados por reformas educacionais ancoradas nas induções de políticas neoliberais, ao mesmo tempo em que o regime democrático trouxe perspectivas mais amplas e participativas para a organização e gestão da educação. Pesquisa coordenada por Paro (2015), mostra que quando se analisa a interferência e influência da iniciativa privada na escola pública, em particular no que se refere à figura, ao papel e atuação do diretor, geralmente predomina a ideia de que o seu trabalho se restringe ao “[...] mero preposto do Estado na escola, trabalhando para o cumprimento da lei e da ordem ou da vontade do governo no poder”

PARO, V. H. Diretor escolar: educador ou gerente? São Paulo: Cortez, 2015.

Conforme explicita o autor, numa perspectiva democrática, a direção escolar, em contraponto à lógica gerencial, deve superar a visão de que a gestão da escola é
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Q3504088 Pedagogia
A Reforma do Estado Brasileiro, a partir da década de 1990, reordenou a Gestão da Educação. Destaca-se, entre as causas mais importantes para as reformas educacionais nesse período, a
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Q3503888 Pedagogia
Com base nos princípios e diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino de História, e considerando os debates sobre identidade, pluralidade e formação cidadã, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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Q3503865 Pedagogia
O ensino de história e cultura afro-brasileira e africana na educação básica do Brasil é garantido por lei. Diante desse cenário, é correto afirmar que a Educação Física na escola deve
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Q3503863 Pedagogia
A Educação Física escolar deve propiciar práticas pedagógicas reflexivas e inclusivas ancoradas em documentos oficiais, como as leis de inclusão da pessoa com deficiência. Com base nesse contexto, a abordagem pedagógica inclusiva no ensino do esporte adaptado ocorre, adequadamente, quando
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Q3503856 Pedagogia
Ao trabalhar os conhecimentos sobre o corpo nas aulas de Educação Física no ensino médio, o professor pode propiciar aos estudantes a compreensão das múltiplas significações dessa temática. Nesse contexto, o professor deve
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Q3503851 Pedagogia
Considere o excerto a seguir, que traz o recorte de uma pesquisa de uma professora de Educação Física, com reflexões sobre o corpo negro na escola.

A mulher negra ainda é vista como alvo de cobiça, satisfação de prazeres e prestadora de serviços domésticos, o homem negro ainda é relacionado ao corpo forte do trabalho braçal, do biotipo ideal para determinadas práticas esportivas, bem como detentor de talento para algumas atividades artísticas e culturais. Precisamos desmistificar os estereótipos de que os negros só servem para o samba e para o futebol, as oportunidades têm de ser igualitárias para todos, principalmente o acesso à educação de qualidade. Acredito que a educação é responsável por promover ações que possam descolonizar essa forma de pensar e de ser no mundo.

Fonte: Aquino, Maria Elizabete Sobral de. O corpo negro na escola: trilhas de uma educação do sentir para pensar as relações étnico-raciais, 2023, p. 35. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/handle/1044/2557. Acesso em: 28 mai. 2025.

Com base nas ideias do excerto e refletindo sobre a atualização dos debates que vêm ocorrendo na Educação Física brasileira acerca do corpo, da cultura de movimento e dos aspectos étnicos-raciais, analise as afirmativas e assinale a opção correta. 
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Q3503844 Pedagogia
Durante sua trajetória histórica, a Educação Física ancorou-se em diversas abordagens pedagógicas para fundamentar suas práticas na escola. Dentre essas abordagens, destaca-se a perspectiva crític-oemancipatória, que visa a autonomia dos estudantes por meio da reflexão crítica. Essa abordagem é sintetizada, corretamente, pelas competências 
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Q3503839 Pedagogia
Considere o fragmento textual a seguir como base para a questão.

[...] constituiu-se após a Revolução Industrial e implantou-se nos chamados sistemas nacionais de ensino, configurando amplas redes oficiais, criadas a partir de meados do século XIX, no momento em que, consolidado o poder burguês, aciona-se a escola redentora da humanidade, universal, gratuita e obrigatória como um instrumento de consolidação da ordem democrática.

SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 40ª ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. p.35- (Coleção educação contemporânea).

As relações entre educação e política, assim como entre educação e poder, manifestam-se nas diferentes tendências pedagógicas que configuram o modelo educacional de uma dada época. Com base no texto de Saviani (2008), a tendência pedagógica em tela refere-se à
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Q3503838 Pedagogia
A tendência pedagógica denominada Pedagogia Histórico-Crítica apresenta, em suas bases teórico-metodológicas,
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Q3503831 Pedagogia
Numa abordagem mais aprofundada das teorias do currículo, o multiculturalismo aparece como um elemento essencial, sobretudo, em um contexto plural como o que compõe a realidade brasileira. Nessa perspectiva, o multiculturalismo se constitui como
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Q3503829 Pedagogia
Considere o fragmento que segue como base para a questão.

Um currículo comprometido com a formação de jovens e adultos trabalhadores com autonomia intelectual, ética e política exige assumir contornos de uma educação sólida e de uma qualificação profissional que conduza esses sujeitos à compreensão das relações sociais, à leitura de mundo e à efetiva participação nos processos sociais (Silva, 2019, p. 177).

(Fonte: SILVA, José. A Educação de Jovens e Adultos integrada à Educação Profissional no Brasil: 13 anos depois. Cadernos de Pesquisa. v. 26. n. 4. out./dez., 2019).

A afirmação de Silva (2019) aponta que a educação de jovens e adultos integrada à formação profissional e tecnológica apresenta a necessidade de 
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Q3503827 Pedagogia
Considere as definições apresentadas a seguir como base para a questão.

1. Propicia o acesso aos conhecimentos teóricos e práticos específicos da profissão, bem como aos princípios e normas que constituem o fazer profissional.
2. Possibilita uma ampliação dos conhecimentos profissionais tendo como base as demandas, reflexões e especificidades oriundas da prática.

Essas definições retratam, respectivamente, a formação 
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Q3503824 Pedagogia
Considere o excerto a seguir como base para a questão.

Por razões pedagógicas e técnico-administrativas, inerentes ao compromisso da escola com a educação e o ensino, são reforçados hoje a necessidade e o desafio de cada escola construir e administrar seu próprio projeto político-pedagógico (Bussmann, 2009, p. 37).

(Fonte: BUSSMANN, Antônia. Projeto político-pedagógico e a gestão da escola. In: VEIGA, Ilma. (org.). Projeto políticopedagógico da escola: uma construção possível. 26 ed. Campinas: Papirus, 2009)

A ênfase dada por Bussmann (2009) sobre a importância da escola construir seu próprio projeto político-pedagógico tem como fundamento
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Q3503823 Pedagogia
Considere o fragmento textual a seguir como base para a questão.

Postula uma reestruturação do sistema educacional, ou seja, uma mudança na estruturação do ensino regular, com a finalidade de que a escola se torne um espaço democrático e capaz de trabalhar com todos os educandos, sem distinção de raça, classe, gênero ou características pessoais, tendo como referência o princípio de que a diversidade deve não só ser aceita como desejada (Brasil, 2001).

O conteúdo abordado refere-se à
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Q3503820 Pedagogia
Considere o fragmento textual a seguir como base para a questão.

Pode ser definido como um processo socializador e sistemático que consiste na aquisição de características e capacidades específicas da profissão. Fundamenta-se na prática e na mobilização/atualização de conhecimentos especializados, além do aperfeiçoamento das capacidades necessárias à ação profissional (Imbernón, 2009).

Esse fragmento diz respeito à conceitualização de
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Q3503819 Pedagogia
O projeto político-pedagógico preza pela organização do trabalho pedagógico tanto da escola quanto da sala de aula, incluindo a relação desta com o contexto social imediato. Ou seja, ele visa à organização do trabalho pedagógico da escola na sua globalidade, definindo autonomia à instituição e responsabilidade de todos os segmentos que a constituem (Veiga, 2009). Essa afirmação indica que o projeto político-pedagógico, quando construído coletivamente
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Q3503732 Pedagogia
No cenário contemporâneo, transformações nas práticas de leitura, escrita e comunicação no contexto digital se somam à diversidade de gêneros digitais e à ampliação dos espaços virtuais, exigindo do ensino de Língua Portuguesa uma reconfiguração curricular que contemple práticas multimodais e colaborativas. 

Considerando as implicações dessas mudanças, analise as afirmativas a seguir, sobre o conceito de letramento digital e seu impacto no ensino de Língua Portuguesa, e assinale a opção correta.
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Q3503731 Pedagogia
O TEXTO A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A QUESTÃO.


TEXTO 2


Recomendações para práticas pedagógicas inovadoras no ensino de Língua Portuguesa [...]


  Uma das principais recomendações é o incentivo à criação de ambientes de aprendizagem colaborativos que utilizem tecnologias digitais para promover a interação e a construção coletiva do conhecimento. Este enfoque colaborativo não apenas enriquece a experiência de aprendizagem mas também prepara os alunos para um mundo cada vez mais interconectado.

  Outra recomendação relevante é a utilização de recursos multimídia e plataformas digitais para diversificar os métodos de ensino e oferecer aos alunos diferentes formas de acesso ao conhecimento. A variedade de recursos disponíveis permite aos professores adaptar o conteúdo às diferentes preferências de aprendizagem dos alunos, tornando o ensino mais personalizado e eficaz. Além disso, é fundamental que os professores recebam formação continuada que os habilite a integrar novas tecnologias em suas práticas pedagógicas de forma crítica e reflexiva.

 Finalmente, é imprescindível que haja um esforço conjunto entre os sistemas de ensino, os educadores e a comunidade para garantir que todos os alunos tenham acesso equitativo às tecnologias educacionais. A questão da equidade no acesso é crítica para assegurar que as inovações pedagógicas beneficiem todos os alunos, independentemente de seu contexto socioeconômico.


[...]


MALTA, Daniela Paula de Lima Nunes et al. O papel do professor na era digital: integrando tecnologia ao ensino de Língua Portuguesa. IOSR Journal Of Humanities And Social Science (IOSR-JHSS), v. 29, 5. ed., 8 série, maio 2024, p. 37-45. e-ISSN: 2279-0837, p-ISSN: 2279-0845. Disponível em: https://www.iosrjournals.org/iosr-jhss/papers/Vol.29-Issue5/Ser-8/F2905083745.pdf. Acesso em: 19 mar. 2025. [Excerto adaptado] 
A partir das recomendações apresentadas no TEXTO 2, infere-se que
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Q3503724 Pedagogia
TEXTO 1


Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários

Por Gina Vieira Ponte


A função social da escola é garantir a todas(os) que passam pelos seus portões o acesso ao conhecimento científico poderoso que nos conecta com o que a humanidade foi construindo como saber, como experiência, como conhecimento, como marco civilizatório, ao longo do seu processo evolutivo. Falar de uma educação que se comprometa em olhar para todas as dimensões que constituem as(os) estudantes, falar de uma educação que se ocupe de educá-las(os) para que construam o pensamento crítico e incidam na sociedade buscando transformá-la é, portanto, falar de uma educação que as(os) olhe por inteiro, as(os) perceba em sua inteireza, como sujeitos sócio-históricos que são.

Entendendo que a concepção de Educação Integral deve orientar a organização do trabalho pedagógico em todas as etapas e modalidades e no ensino de todos os componentes curriculares, como incorporar às aulas de Língua Portuguesa os princípios, os pressupostos teóricos e as concepções da Educação Integral? Antes de tudo, é necessário destacar que a base histórica do ensino de Língua Portuguesa no Brasil apoia-se na ideia de transformar as diferenças em deficiências. Por muitos anos, o país construiu uma proposta pedagógica de ensino de Língua Portuguesa muito mais sustentada na ideia de confirmar às(aos) estudantes das camadas populares a sua suposta incompetência em relação a falar e utilizar a própria língua de forma escrita do que para fortalecer, de fato, os seus saberes e conhecimentos sobre ela (Soares, 2002).

A concepção de sociedade, a partir da qual esse ensino de língua foi proposto, anunciava a condição de subordinação das classes populares às classes dominantes. Parte desta proposta pedagógica envolvia estigmatizar as(os) estudantes das camadas mais populares, desqualificando os seus dialetos, os seus registros linguísticos, e apresentando o Português como uma língua dominada apenas por um grupo seleto. Também é importante relacionar essa concepção de ensino de língua com a nossa herança colonial. Sendo o Brasil um país de base histórica escravocrata e racista, muitas das teorias produzidas para pensar a educação brasileira, bem como o ensino de línguas, eram reproduções de ideias europeias que partiam da compreensão de que os grupos sociais miscigenados eram considerados incapazes (Patto, 2015).

A nossa riqueza cultural, a nossa diversidade como país está, em grande medida, materializada na diversidade linguística que nos constitui. Uma vez que a linguagem é o principal produto da cultura e o principal elemento para a sua transmissão, ignorar a diversidade linguística que nos constitui é restringir e aligeirar o trabalho realizado no ensino de línguas [...].

Uma postura de genuíno respeito ao saber linguístico da(o) aluna(o) deve estar intrinsecamente ligada ao compromisso ético de garantir que a(o) estudante compreenda a diversidade linguística que nos constitui, e tenha a oportunidade de ter um ensino de língua de qualidade teórica, pedagógica e humana. Isso significa criar as condições adequadas para que ela(ele) possa pensar, de forma sistematizada, a gramática da própria língua, os gêneros textuais/discursivos, as suas convenções e regras de funcionamento, e possa conhecer, apropriar-se e fazer uso do que alguns autores convencionaram chamar de dialeto-padrão, não como um dialeto superior ao seu, mas como o dialeto necessário ao exercício da cidadania, necessário para que essa(esse) estudante conquiste melhores e mais amplas condições de participação social, política e cultural. Este é um imperativo ético de uma Educação Integral que estabelece um compromisso inegociável com a garantia das aprendizagens (Guedes, 1997; Soares, 2002).

Para garantir esse direito, as(os) profissionais da educação precisam ainda se compreender como intelectuais orgânicas(os) (Giroux, 1997), precisam ter a sua autoria e autonomia respeitadas, devem ter, como elemento norteador do seu fazer pedagógico, a premissa de que “a aula de Português não faz sentido se não for dada para leitoras(es). Só a(o) leitora(or) pode ser chamada(o) a ler melhor o que leu e a escrever melhor o que escreveu” (Guedes, 1997, p.7). O sentido de ler, aqui, precisa também ser reconfigurado, porque não se restringe à concepção de leitura muitas vezes cristalizada na escola, em que se espera que a(o) aluna(o) leia apenas para aceitar ou descobrir os sentidos já constituídos como tradicionais nos textos. O que se deve buscar nessa leitura, como nos adverte o grande mestre Paulo Freire, é “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo” (Freire, 1989, p. 23).

Quanto à leitura, merece destaque também o trabalho com a literatura, a literatura brasileira como este “esforço histórico que construiu uma cultura de resistência ao colonialismo” (Guedes, 1997, p.11), a literatura como espaço de reflexão crítica sobre a realidade, sobre nós mesmos, a literatura como alimento para a imaginação. Em uma escola que se ocupa da Educação Integral, o trabalho com a literatura tem centralidade, porque ela é um dos elementos culturais mais importantes para a formação humana, ética, artística e para o desenvolvimento da capacidade de pensar de forma inteligente e profunda a realidade [...].

Na tarefa de construir a(o) leitora(or), nós, professoras e professores, precisamos estar atentas(os) também ao fato de que a curadoria que fazemos dos textos que trabalhamos em nossas aulas, no nosso compromisso de promover uma Educação Integral, não pode repercutir as exclusões históricas que deixaram fora do currículo oficial as produções de mulheres, de escritoras e escritores negras(os), indígenas, quilombolas, bem como das(os) escritoras(es) locais, aquelas(es) que escrevem sobre a realidade daquele território e daquela comunidade onde a escola está inserida [...].

Falar da interface entre ensino de Língua Portuguesa e Educação Integral é falar da promoção de uma educação genuinamente transformadora. Se a língua é o nosso instrumento mais importante de significação, representação e relação com o mundo, a forma como a escola ensina essa língua será decisiva, não só quanto a garantir ou não o direito de a(o) estudante aprender, mas ela será decisiva na maneira como essa(esse) estudante construirá relações consigo, com a sua comunidade e com o seu país [...].


PONTE, Gina Vieira. Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários. Na Ponta do Lápis, São Paulo, ed. 41, p. 7-15, set. 2024. Disponível em: https://www.cenpec.org.br/pesquisa/na-ponta-do-lapis/. Acesso em: 28 mai. 2025. [Texto adaptado]
A escolha do título Educação Integral e ensino de Língua Portuguesa: diálogos necessários antecipa a articulação entre duas dimensões formativas: a formação integral do sujeito e o trabalho com a língua/linguagem. No desenvolvimento do TEXTO 1, essa proposta se realiza por meio da
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Respostas
15861: C
15862: A
15863: A
15864: D
15865: B
15866: C
15867: C
15868: B
15869: B
15870: D
15871: D
15872: C
15873: A
15874: C
15875: D
15876: D
15877: B
15878: B
15879: C
15880: D