Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

Foram encontradas 60.334 questões

Q3497042 Pedagogia
O planejamento escolar é atividade fundamental para que a escola possa avançar em seus objetivos e planos. O supervisor escolar é ator importante neste processo pelo fato de ser responsável pela articulação e debates coletivos neste espaço. Um dos desafios mais importantes para que este profissional atue nesta atividade de planejar é: 
Alternativas
Q3497040 Pedagogia
Analisando o contexto histórico do surgimento da função de supervisão escolar é possível afirmar que ela está associada ao período da industrialização com o intuito de melhorar quantitativa e qualitativamente a produção (RANGEL, 2001). Neste período este profissional também foi chamado a atuar nas escolas, sendo designado pelo termo:
Alternativas
Q3497039 Pedagogia
A formação inicial e continuada dos profissionais do magistério da educação básica tem suas orientações definidas pelas diretrizes nacionais específicas. Há necessidade que esta ação considere importantes aspectos locais para que se tenha os efeitos desejados. Desta forma, a organização desta formação deve contemplar, inicialmente:
Alternativas
Q3497029 Pedagogia
O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valores ponderados à boa conduta profissional, estabelecendo diretrizes para o exercício da Psicopedagogia e para os relacionamentos internos e externos à ABPp – Associação Brasileira de Psicopedagogia. De acordo com o Art. 16º, cabe ao psicopedagogo cumprir este Código de Ética. Assinale a alternativa que não constitui infração ética: 
Alternativas
Q3497016 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) propõe um modelo de escolarização que rompe com a lógica da segregação e redefine o papel da Educação Especial no sistema educacional brasileiro. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa corretamente os princípios dessa política à luz das diretrizes legais e pedagógicas da inclusão:
Alternativas
Q3496952 Pedagogia
As dificuldades de aprendizagem podem surgir ao longo da vida escolar do estudante e tem causas multifatoriais que vão desde aspectos genéticos até sociais. Assim, considerando um caso hipotético de um estudante com dificuldades no estudo e a atividade terapêutica do orientador educacional, a ação deste profissional deve ser de: 
Alternativas
Q3496950 Pedagogia
De acordo com Pletsch (2020), nas últimas três décadas no Brasil, as políticas públicas vinculadas à educação especial vêm sofrendo mudanças conceituais importantes. Essas mudanças estão relacionadas a transição do modelo médico para o modelo social sobre a compreensão da deficiência. Considerando as ideias do modelo social, analise as assertivas abaixo

I- A partir da visão deste modelo a deficiência deixa de ser apenas uma questão médica para ser uma questão econômica, política e social. Ele situa a deficiência no contexto geral da variação corporal e parte do ciclo de vida.
II- Representado pelo movimento social das pessoas com deficiência este modelo diferencia lesão e deficiência, reconhecendo que esta última é uma experiência construída a partir das barreiras sociais.
III- Com a aplicação deste modelo no contexto escolar o foco pedagógico é direcionado para as potencialidades do estudante e não para os impedimentos advindos da deficiência.
IV- Este modelo defende que a pessoa com deficiência precisa se adaptar à sua realidade para viver em sociedade, cabendo ao Estado criar as condições necessárias para sua reabilitação.

É correto o que se afirma apena em:
Alternativas
Q3496949 Pedagogia
Um dos grandes desafios contemporâneos para orientador educacional lidar na escola é a ocorrência do fenômeno do bullying que pode impactar a vida das crianças e dos adolescentes, gerando dificuldades de ordem social, psicológico, acadêmica, etc. A reiterada ação de um estudante em apelidar frequentemente um colega de classe com o intuito de feri-lo pode ser denominada de bullying:
Alternativas
Q3496947 Pedagogia
O trabalho de todos os profissionais da escola deve ser embasado no princípio ético das informações de natureza psicológica sobre os (as) alunos (as) e, em especial, o orientador educacional. Quando isto é negligenciado o Efeito Rosenthal pode acontecer e, este efeito, significa que: 
Alternativas
Q3496946 Pedagogia
A escola é um espaço importante e reflete os aspectos sociais e políticos da sociedade onde ela está inserida. A partir deste entendimento o Projeto Político Pedagógico é um instrumento fundamental que deve ser construído de forma coletiva escutando a comunidade escolar com a participação do orientador educacional. Considerando suas características analise as assertivas abaixo.

I- O projeto político-pedagógico tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: como organização da escola como um todo e como organização da sala de aula, incluindo sua relação com o contexto social imediato, procurando preservar a visão de totalidade.
II- A principal possibilidade de construção do projeto político-pedagógico passa pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade. Isto significa resgatar a escola como espaço público, lugar de debate, do diálogo, fundado na reflexão coletiva. 
III- Para que a construção do projeto políticopedagógico seja possível é necessário convencer os professores, a equipe escolar e os funcionários a trabalhar mais, ou mobilizá-los de forma espontânea, para propiciar situações que lhes permitam aprender a pensar e a realizar o fazer pedagógico de forma coerente.
IV- O projeto político-pedagógico construído a várias mãos dará indicações necessárias à organização do trabalho pedagógico no contexto escolar, que inclui o trabalho do professor na dinâmica interna da sala de aula.

É correto o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3494490 Pedagogia
Considerando os princípios da gestão democrática no ambiente escolar, assinale a alternativa que melhor expressa esse conceito.
Alternativas
Q3494488 Pedagogia
Em uma escola pública, o professor de matemática percebeu que seus alunos tinham dificuldades para compreender os conceitos matemáticos e decidiu promover rodas de conversa, incentivando a discussão sobre a aplicação dos conhecimentos matemáticos no cotidiano. Nesse contexto, a postura do professor evidencia:
Alternativas
Q3494487 Pedagogia
A equipe pedagógica de uma escola implementou rodas de conversa, projetos de empatia e mediação de conflitos para enfrentar situações recorrentes de exclusão e apelidos ofensivos entre alunos. Trata-se de uma ação voltada para:
Alternativas
Q3494483 Pedagogia
As afirmações abaixo tratam das relações interpessoais no ambiente escolar e seu impacto no desenvolvimento de todo o processo que tem como finalidade principal a aprendizagem do estudante. Classifique cada uma delas como verdadeira (V) ou falsa (F) e responda a pergunta a seguir.

(__)A intolerância e a violência no ambiente escolar comprometem os direitos humanos e dificultam os processos de inclusão social pela educação.
(__)Existem experiências concretas que demonstram a possibilidade de melhorar as relações interpessoais na escola, promovendo a convivência e o respeito à diversidade.
(__)Problemas de relacionamento na escola são exclusivamente causados por conflitos pessoais entre alunos e professores, sem relação com a estrutura social.
(__)As relações interpessoais não influenciam diretamente o desenvolvimento local, pois estão restritas ao ambiente interno da escola.

Qual é a ordem correta da classificação, de cima para baixo? 
Alternativas
Q3494480 Pedagogia
Durante a preparação para a Semana da Ciência na escola, os professores decidiram propor um projeto interdisciplinar envolvendo Biologia, Matemática e Geografia, com atividades práticas, pesquisa de campo e uso de plataformas digitais. Essa iniciativa reflete: 
Alternativas
Q3494408 Pedagogia
A participação em reuniões com pais e equipe em ambiente escolar é fundamental para o sucesso dos alunos e para fortalecer a parceria entre escola e família. Pensando no bom desempenho dessa forma de comunicação, associe corretamente as ações de boas práticas na organização de reuniões escolares (Coluna A) aos seus respectivos objetivos (Coluna B), segundo o texto:
Coluna A 1.Planejar previamente a reunião. 2.Organizar um ambiente acolhedor. 3.Convocar os responsáveis com antecedência. 4.Garantir espaço para todos.
Coluna B
(__)Permitir que todos os participantes se sintam confortáveis e bem recebidos.
(__)Assegurar que os pais estejam presentes e preparados para o encontro.
(__)Definir os temas, os objetivos e a condução da reunião.
(__)Proporcionar participação ampla, evitando exclusões.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3494406 Pedagogia
Os materiais e recursos didáticos têm grande relevância no processo de ensino-aprendizagem, eles enriquecem, pois estimulam o trabalho com os educandos. Sobre a utilização de recursos e materiais didáticos no ambiente escolar, analise as sentenças abaixo:
I.O material didático é um recurso secundário, que não interfere diretamente no processo ensino-aprendizagem.
II.A escolha dos recursos didáticos deve ser coerente com o planejamento pedagógico, pois são instrumentos que auxiliam na sistematização do conhecimento.
III.Qualquer objeto presente em sala de aula pode ser considerado material didático, mesmo que não tenha relação direta com os conteúdos a serem ensinados.
IV.O material didático tem a função exclusiva de ser utilizado como avaliação dos estudantes.

Está correta a alternativa: 
Alternativas
Q3494292 Pedagogia
A public school decides to involve parents, students, teachers, and community members in the decision-making process for the next school year's priorities. Which educational principle is being applied in this scenario?
Alternativas
Q3494291 Pedagogia
A teacher witnesses a colleague humiliating a student in front of the class. According to ethical principles and public service responsibility, what is the most appropriate action?
Alternativas
Q3494286 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


How World War Two changed how France eats


By June 1940, German forces had blitzed through France in just six weeks, leading more than half of the country to be occupied. As a result, French staples like cheese, bread and meat were soon rationed, and by 1942 some citizens were living on as few as 1,110 calories per day. Even after World War Two ended in 1945, access to food in France would continue to be regulated by the government until 1949.


Such austerity certainly had an impact on how the French ate during and just after the war. Yet, more than 80 years after Allied forces landed in Normandy to begin liberating the nation on D-Day (6 June 1944), few visitors realise that France's wartime occupation still echoes across the nation's culinary landscape.


In the decades following WW2, the French abandoned the staples that had got them through the tough times of occupation; familiar ingredients like root vegetables and even hearty pain de campagne (country bread) were so eschewed they were nearly forgotten. But as wartime associations have slowly faded from memory, a bevy of younger chefs and tastemakers are reviving the foods that once kept the French alive.


There aren't many French residents old enough to vividly recall life in wartime France today, and fewer still would deign to discuss it. Author Kitty Morse only discovered her great-grandparents' "Occupation diary and recipe book" after her own mother's death. Morse released them in 2022 in her book Bitter Sweet: A Wartime Journal and Heirloom Recipes from Occupied France.


"My mother never said any of this to me," she said.


Aline Pla was just nine years old in 1945 but, raised by small-town grocers in the south of France, she remembers more than others might. "You were only allowed a few grams of bread a day," she recalled. "Some [people] stopped smoking − especially those with kids. They preferred trading for food."


Such widespread lack gave rise to ersatz replacements: saccharine stood in for sugar; butter was supplanted by lard or margarine; and instead of coffee, people brewed roots or grains, like acorns, chickpeas or the barley Pla recalls villagers roasting at home. While many of these wartime brews faded from fashion, chicory coffee remained a staple, at least in northern France. Ricoré − a blend of chicory and instant coffee − has been on supermarket shelves since the 1950s. More recently, brands like Cherico are reimagining it for a new generation, marketing it as a climate-conscious, healthful alternative traditional coffee.


According to Patrick Rambourg, French culinary historian and author of Histoire de la Cuisine et de la Gastronomie Françaises, if chicory never wholly disappeared in France, it's in large part thanks to its flavour. "Chicory tastes good," he explained. "It doesn't necessarily make you think of periods of austerity."


Other products did, however, such as swedes and Jerusalem artichokes, which WW2 historian Fabrice Grenard asserted "were more reserved for animals before the war." The French were nevertheless forced to rely heavily on them once potato rationing began in November 1940, and after the war, these vegetables became almost "taboo", according to Rambourg. "My mother never cooked a swede in her life," added Morse.


Two generations later, however, Jerusalem artichokes, in particular, have surged to near-omnipresence in Paris, from the trendy small plates at Belleville wine bar Paloma to the classic chalkboard menu at bistro Le Bon Georges. Alongside parsnips, turnips and swedes, they're often self-awarely called "les legumes oubliés"("the forgotten vegetables") and, according to Léo Giorgis, chef-owner of L'Almanach Montmartre, French chefs have been remembering them for about 15 years.


"Now you see Jerusalem artichokes everywhere, [as well as] swedes [and] golden turnips," he said. As a chef dedicated to seasonal produce, Giorgis finds their return inspiring, especially in winter. "Without them, we're kind of stuck with cabbages and butternut squah."


According to Apollonia Poilâne, the third generation of her family to run the eponymous bakery Poilâne, founded in 1932, a similar shift took place with French bread. Before the war, she explained, white baguettes, which weren't subject to the same imposed prices as sourdough, surged to popularity on a marketplace rife with competition. But in August 1940, bread was one of the first products to be rationed, and soon, white bread was supplanted by darker-crumbed iterations bulked out with bran, chestnut, potato or buckwheat. The sale of fresh bread was forbidden by law, which some say was implemented specifically to reduce bread's palatability.


"I never knew white bread!" said Pla. When one went to eat at a friend's home during wartime, she recalled, "You brought your bread − your bread ration. Your own piece of bread."


Hunger for white bread surged post-war − so much so that while Poilâne's founder, Pierre Poilâne, persisted in producing the sourdoughs he so loved, his refusal to bake more modern loaves saw him ejected from bakery syndicates, according to his granddaughter, Apollonia. These days, however, the trend has come full circle: Baguette consumption fell 25% from 2015 to 2025, but the popularity of so-called "special" breads made with whole or heirloom grains is on the rise. "It's not bad that we're getting back to breads that are a bit less white," said Pla.


For Grenard, however, the most lasting impact the war left on French food culture was a no-waste mindset. "What remains after the war is more of a state of mind than culinary practices," he said. Rambourg agreed: "You know the value of food when you don't have any."


The French were forced to get creative with what they had. In France's south-eastern Ardèche department, Clément Faugier rebranded its sweetened chestnut paste as Génovitine, a name whose medical consonance made it easier to market as a fortifier and even prescribe. In the coastal Camargue region, local samphire suddenly stood in for green beans. Morse's great-grandfather foraged for wild mushrooms in the nearby Vosges mountains, and in cities, those with balconies planted their window boxes with carrots or leeks. Paris' public Jardin des Tuileries was even transformed into collective kitchen gardens.


According to Rambourg, this subsistence mindset "would affect the entire generation that lived through the war, and our parents, because they were the children of our grandparents, who knew the war."


As the need for these subsistence methods dissipated, French cuisine underwent another period of change. In 1963, the country welcomed its first Carrefour hypermarket, and large-scale supermarkets soon supplanted small shops. According to Grenard, this was partly due to "suspicion" following corruption during the German occupation, when some grocers inflated prices far past the norm, just because they could . "At the end of the war, consumers held real rancour against small shopkeepers," said Grenard. "In a supermarket, the prices are fixed."


Fast-forward eight decades, and some locals, now motivated by climate change are turning back to small, local grocers, such as the locavore Terroir d'Avenir shops dotting Paris. Others are reaching into the nation's past to resuscitate techniques like canning, preserving and foraging that saved many French residents during the war, according to Grenard. "The people that got by the best were the ones who had reserves."


Today, filling the larder with foraged food has become popular once again. In Kaysersberg, Alsace, chef Jérôme Jaegle of Alchémille puts this ancestral knowledge centre-stage by offering wild harvesting workshops culminating in a multi-course meal. And in Milly-la-Forêt, just outside Paris, François Thévenon highlights the foraging techniques he learned from his grandmother with classes teaching others how to seek out these edible plants themselves.


"After the war", he explained, "people wanted to reassure themselves that they wouldn't lack anything anymore." They turned, he said, to overconsumption, specifically of meat, which even his foraging grandmother ate every day, at every meal.


"You often hear when you ask older folk why they no longer eat wild plants, that it's because they don't have to," Thévenon said, who forages for wild plants because he believes it's good for his health and that of the planet.


According to Apollonia, the war didn't only change how France eats. "It probably changed the way the world eats," she asserted. Today, the techniques and philosophies that helped the French survive are slowly coming back to life.



https://www.bbc.com/travel/article/20250605-how-world-war-two-chang ed-the-french-diet  

 


The text presents different regional practices (e.g., Alsace, Camargue, Ardèche) and intergenerational memories. What concept from multicultural education does this best illustrate?
Alternativas
Respostas
15941: B
15942: B
15943: A
15944: E
15945: D
15946: E
15947: A
15948: C
15949: D
15950: C
15951: C
15952: C
15953: A
15954: D
15955: B
15956: C
15957: A
15958: D
15959: D
15960: C