Questões de Concurso Comentadas sobre pedagogia
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Explorar e analisar fontes e materiais sonoros em práticas de composição/criação, execução e apreciação musical, reconhecendo timbres e características de instrumentos musicais diversos.
No intuito de avaliar a aprendizagem dos estudantes, ela promove um encontro que se caracteriza pelos momentos apresentados a seguir.
Explorando e escolhendo sons.
1. A professora explora com os alunos os sons dos instrumentos e os materiais sonoros em sala de aula.
Criação musical individual.
2. Os estudantes escolhem uma ou duas fontes sonoras e compõem uma frase musical com, no máximo, 8 compassos.
Apresentações.
3. Cada estudante apresenta sua criação, apontando as características e motivos das suas decisões musicais, como escolha das fontes sonoras, e da estrutura das frases musicais;
4. Cada estudante compartilha suas impressões sobre a apresentação de um colega, dizendo o que observou a respeito da música e em relação a como os instrumentos foram utilizados.
Devolutivas.
5. A professora dá devolutivas construtivas acerca das composições do estudante ouvido.
Nesse contexto, assinale a opção que descreve a forma de avaliação utilizada por essa professora.
Diante dessa situação, assinale a opção que apresenta ações didáticas do professor que contribuam para que a prática da banda seja democrática e significativa, de modo que todos os alunos consigam aprender e tocar nessa banda marcial escolar.
1. Dispositivo de adaptação instrumental: adaptação de instrumentos musicais ou para instrumentos musicais, a fim de possibilitar a execução por pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.
2. Adaptação pedagógica: adaptação e/ou flexibilização de conteúdo ou do currículo.
3. Adaptação do conteúdo musical: alteração de partituras e arranjos, para que todos possam participar do fazer musical.
4. Alteração técnico musical: alteração das técnicas para executar alguma atividade musical ou tocar um instrumento.
Disponível em : https://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/13520. Acesso em: 23 jun. 2024 (adaptado).
Um professor de Música, ao realizar seu planejamento para uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, decidiu elaborar uma avaliação adaptada às necessidades de um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa avaliação deveria ser formativa e considerar uma das categorias de TA mencionadas acima.
Nessa situação, assinale a opção que apresenta uma avaliação formativa que contempla uma das categorias de TA e que seja apropriada no contexto em foco.
A partir da utilização das TDIC para a promoção da autonomia discente no estudo continuado, assinale a opção em que a ação pedagógica atende a uma turma do Ensino Médio na qual há um aluno com deficiência visual (DV).
Nessa situação, para favorecer a autonomia discente em suas aulas, por meio de uma ação inclusiva, uma estratégia adequada seria o professor
De acordo com Willems, ao fazer isso, a professora aborda a educação auditiva no aspecto
LOURO, V. Ensino musical e autismo: relato de uma experiência a partir de uma pesquisa de doutorado em neurociências. Per Musi, n. 41, p.10, 2021 (adaptado).
Considerando o texto apresentado, assinale a opção que indica uma atividade para a avaliação do conhecimento musical de uma estudante com TEA grau leve/moderado, sem patologia associada, em um contexto inclusivo de educação musical.
Nesse contexto, considere o seguinte trecho que a professora indicou no seu plano de aula: “Ainda nesta aula, os grupos deverão apresentar as composições aos colegas”.
Tal trecho deve compor a parte do plano de aula denominada
Com base na situação apresentada, o professor propôs uma metodologia ativa de educação musical baseada nas abordagens de
Nessa situação, com vistas a prevenir e combater a homofobia nesse ambiente e considerando a necessidade de abordar a história das relações de gênero e a formação para a cidadania no contexto democrático, o professor de História poderá propor uma intervenção pedagógica envolvendo
Levando-se em consideração a situação exposta, a avaliação adequada para esses alunos é a
PEREIRA L. L. C. Nos arquivos da Polícia Política. Reflexões sobre uma experiência de pesquisa no DOPS do Rio de Janeiro. Acervo, Rio de Janeiro, v. 27, n. 1, p. 254-267, jan./jun. 2014.
Desde 2015, os arquivos da Comissão Nacional da Verdade, que investigou as violações de direitos humanos no Brasil entre 1946 e 1988, estão disponíveis para consulta online no site do Arquivo Nacional. Os documentos foram extraídos de arquivos produzidos pelo Estado brasileiro e por órgãos militares de inteligência e espionagem, entretanto, dadas suas condições de produção, eles revelam mais sobre a polícia da época e sobre a violação de direitos humanos do que sobre as pessoas investigadas e os crimes a elas imputados. Por isso, o seu uso escolar demanda uma abordagem sensível, respeitosa e que encoraje a reflexão crítica sobre “o que” era documentado e sobre “como” foi documentado.
Nesse caso, a maneira adequada de promover a autonomia dos estudantes no trabalho com as fontes documentais desse tipo de acervo é orientá-los a
LONG, N. As estruturas agrárias da América Latina, 1930-1990. In: BETHELL, L. História da América Latina a América Latina após 1930: economia e sociedade. São Paulo: EdUSP, 2005. p. 437 (adaptado).
Tendo como referência as ideias do texto de Norman Long sobre a reversão da reforma agrária no Chile após o golpe de 1973, assinale a opção que apresenta a abordagem pedagógica que favorece a produção de conhecimentos e a autonomia discente em um plano de aula sobre as mudanças nas estruturas agrárias na América Latina.
Considerando a perspectiva de construção de uma abordagem de História Ambiental, que dialogue com outras disciplinas das humanidades, assinale a opção que apresenta corretamente a relação entre as categorias trabalhadas pelo professor e os objetivos e desenvolvimento de habilidades da área de História.
No século XIX, intelectuais se reuniram no Rio de Janeiro formando um grupo que, entre as décadas de 1830 e 1860, especializou-se na criação e disseminação de falsificações documentais. Seus principais alvos eram políticos e figuras públicas da época. As notícias falsas criadas por eles muitas vezes eram republicadas em outros jornais e revistas, sendo aceitas como verdadeiras pelo público.
VEIGA, E. A “fábrica de fake news” que funcionou no Rio no século 19. DW, 14 de out. de 2020. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/. Acesso em:15 abr. 2024 (adaptado).
TEXTO 2
Atualmente, a manipulação de informações ganhou novas ferramentas, que afetam diretamente a escola, com o advento da tecnologia de inteligência artificial (IA). Nos Estados Unidos, foi reportado o uso de aplicativos de IA por estudantes para criar imagens pornográficas falsas de suas colegas, fenômeno conhecido como “deepnudes”. No Brasil, casos semelhantes já foram registrados e preocupam autoridades. Especialistas alertam para os severos impactos dessas ações na saúde mental, reputação e segurança das vítimas.
SINGER, N. Deepnudes: uso de imagens pornográficas criadas por IA vira epidemia nas escolas dos EUA. O Globo. 10 de abr. de 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/. Acesso em: 15 abr. 2024 (adaptado).
Nesse contexto, em uma aula de História que explore a manipulação da informação desde o século XIX até a era digital, para desenvolver nos estudantes uma postura crítica e investigativa sobre essas informações, é recomendável ao professor
Nesse caso, a avaliação formativa é significativa, pois permite ao professor
Nesse sentido, a fim de atender às demandas do presente por um ensino de História mais inclusivo, plural e decolonial, o uso de mapas em sala de aula é indicado, pois, por meio deles, é possível observar
Com base nessa situação, assinale a opção que apresenta o objetivo pedagógico da atividade realizada.
Nesse caso, assinale a opção que apresenta o critério a ser utilizado pela professora para avaliar os projetos elaborados pelos estudantes.
Para construir a relação desse problema com a questão indígena no Brasil, propôs a elaboração conjunta de um mapa mental com o tema “a luta dos indígenas por direito à terra”. A professora dividiu a turma em grupos, ficando cada um responsável por reunir e apresentar informações sobre a relação dos povos indígenas com a terra em diferentes temporalidades. Deveriam buscar informações em obras historiográficas, no livro didático e em sites confiáveis da Internet, esclarecendo os interesses dos grupos econômicos e as consequências socioambientais da eventual aprovação do Marco Temporal e trazê-las para montar o mapa mental com palavras-chaves e esquema explicativo. A culminância dessa atividade foi a construção de um mural no pátio da escola com uma exposição intitulada “O direito dos indígenas à terra é originário e atemporal”.
Nesse caso, a atividade desenvolvida, com base na articulação entre o passado e o presente, insere-se