Questões de Concurso Sobre a didática e o processo de ensino e aprendizagem em pedagogia

Foram encontradas 7.623 questões

Q4164830 Pedagogia
De acordo com Moran (2018), analise a sentença abaixo:
Há apenas duas maneiras de aprender: por coerção e por tentativa e acerto (1ª parte). Aprendizagem é ação: atividade e experimentação sobre o mundo, mediada pelo outro, pelo contexto social (2ª parte). Por meio de um complexo e progressivo processo de interiorização, a ação, a atividade sobre o mundo se forma como conceito e como pensamento (3ª parte).
Quais partes estão corretas? 
Alternativas
Q4164829 Pedagogia
De acordo com Moran (2018), os processos de aprendizagem são, EXCETO: 
Alternativas
Q4164172 Pedagogia
Um professor mediador deve, EXCETO: 
Alternativas
Q4164168 Pedagogia

De acordo com Moran (2018), no contexto pedagógico, a ________________ vincula-se a aspectos relacionados ao ensinar e ao aprender, uma vez que ensino e aprendizagem encabeçam o processo educativo.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q4164166 Pedagogia
Sobre um determinado modelo de ensino, analise a característica abaixo:
Primeiro, o aluno faz a internalização dos conceitos essenciais antes da aula e, depois, junto à turma, discute os conhecimentos adquiridos e tira possíveis dúvidas de conteúdo com a ajuda e orientação do professor.
Qual é o modelo de ensino trabalhado com os alunos no trecho acima? 
Alternativas
Q4158627 Pedagogia
“Mesmo redefinindo alguns parâmetros para o ensino da Língua Portuguesa, acredita-se que uma das principais tarefas do professor é a de instrumentalizar seus alunos para o trabalho com o texto. É essencial relacionar a língua escrita com a fala, pois esse pode ser um caminho para a apropriação dos elementos que são ensinados.” (PC/SJ, p. 238)

Diante desse enunciado, é CORRETO afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q4158626 Pedagogia

Dentre os conhecimentos necessários ao processo de alfabetização, é preciso que os estudantes conheçam a “mecânica” da escrita, desde conhecer o alfabeto do Português Brasileiro (grafado nos diferentes formatos) até construir um conjunto de conhecimentos sobre o funcionamento fonológico da língua, estabelecendo relações entre os fonemas e grafemas da língua e desenvolvendo habilidades de consciência fonológica (principalmente percebendo os sons da língua e como eles se organizam para formar palavras) (BNCC, 2017). Pesquisas sobre a construção da língua escrita pela criança mostram que, nesse processo, é preciso:


I. Diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos).


II. Desenvolver a capacidade de reconhecimento global de palavras, que será depois responsável pela fluência na leitura.


III. Construir o conhecimento do alfabeto da língua em questão.


IV. Perceber quais sons se deve representar na escrita e como.


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4158406 Pedagogia

São funções do auxiliar de creche:



I. Atender crianças enquanto na creche e nos equipamentos, dispensando-lhes cuidados, sob orientação e supervisão do responsável, para propiciar-lhes o bem estar físico e emocional, desenvolvendo trabalho pedagógico a nível pré escolar;


II. Prestar cuidados diretos e simples às crianças, auxiliando-as em sua higiene pessoal, em sua movimentação e atividades e na alimentação, para proporcionar-lhes conforto e bem-estar;


III. Seguir instruções para execução de outras atividades de apoio, como a arrumação e manutenção da ordem e limpeza no ambiente de trabalho, seguindo processos rotineiros, para facilitar as tarefas dos demais membros da equipe.


IV. Executar atividade extraclasse e atividades recreativas.



São corretas as afirmativas: 

Alternativas
Q4157762 Pedagogia
Sobre independência e autonomia da criança, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4157699 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular sobre História, julgue as seguintes afirmativas:

I. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino-aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
II. A história não emerge como um dado ou um acidente que tudo explica: ela é a correlação de forças, de enfrentamentos e da batalha para a produção de sentidos e significados, que são constantemente reinterpretados por diferentes grupos sociais e suas demandas – o que, consequentemente, suscita outras questões e discussões.
III. A utilização de objetos materiais pode auxiliar o professor e os alunos a colocar em questão o significado das coisas do mundo, estimulando a produção do conhecimento histórico em âmbito escolar.

São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q4156167 Pedagogia
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Competências e habilidades de leitura

    Ler envolve diversos procedimentos e capacidades (perceptuais, motoras, cognitivas, afetivas, sociais, discursivas, linguísticas), todas dependentes da situação e das finalidades de leitura. [...]
    O conhecimento sobre o conjunto de capacidades de todas as ordens que são requeridas nas diversas práticas de leitura vem crescendo acentuadamente com o desenvolvimento das pesquisas e teorias sobre leitura que tiveram lugar da segunda metade do século passado até hoje. Acumulou-se, nos últimos cinquenta anos, muita informação a respeito. E essas informações dependem dos focos dessas pesquisas e teorias.
    Podemos dizer que, no início da segunda metade do século XX, ler era visto – de maneira simplista – apenas como um processo perceptual e associativo de decodificação de grafemas (escrita) em fonemas (fala), para se acessar o significado do texto. Nesta perspectiva, aprender a ler encontrava-se altamente equacionado à alfabetização. [..]
   Uma vez construídas essas associações, uma vez alfabetizado, o indivíduo poderia chegar da letra à sílaba e à palavra, e delas, à frase, ao período, ao parágrafo e ao texto, acessando assim, linear e sucessivamente, seus significados. É o que se denominou na escola fluência de leitura. Nessa teoria, as capacidades focadas eram as de decodificação do texto, portal importante para o acesso à leitura, mas que absolutamente não esgotam as capacidades envolvidas no ato de ler. [...]
    No desenvolvimento das pesquisas e estudos sobre o ato de ler, ao longo desses cinquenta anos, muitas outras capacidades nele envolvidas foram sendo apontadas e desveladas: capacidades de ativação, reconhecimento e resgate de conhecimento armazenado na memória, capacidades lógicas de interação social etc. A leitura passa, primeiro, a ser enfocada não apenas como um ato de decodificação, de transposição de um código (escrito) a outro (oral), mas como um ato de cognição, de compreensão, que envolve conhecimento de mundo, conhecimento de práticas sociais e conhecimentos linguísticos, muito além dos fonemas e grafemas.
    Num primeiro momento, tratou-se da compreensão do texto, do que nele estava posto, ou pressuposto. Nessa abordagem, cujo foco estava no texto e no leitor, na extração de informações do texto, descobriram-se muitas capacidades mentais de leitura, que foram denominadas estratégias (cognitivas, metacognitivas) do leitor.
     Posteriormente, passou-se a ver o ato de ler como uma interação entre o leitor e o autor. O texto deixava pistas da intenção e dos significados do autor e era um mediador desta parceria interacional. Para captar estas intenções e sentidos, conhecimentos sobre práticas e regras sociais eram requeridos.
    Mais recentemente, a partir dos anos 1990, a leitura tem sido vista como um ato de se colocar em relação um discurso (texto) com outros discursos anteriores a ele, emaranhados nele e posteriores a ele, como possibilidades infinitas de réplica, gerando novos discursos/textos.
    Nenhuma dessas teorias invalida os resultados anteriores. O que acontece é que fomos conhecendo cada vez mais a respeito dos procedimentos e capacidades envolvidos no ato de ler. No entanto, a leitura escolar parece ter parado no início da segunda metade do século passado.
    Se perguntarmos a nossos alunos o que é ler na escola, eles possivelmente responderão que é ler em voz alta, sozinho ou em jogral (para avaliação de fluência entendida como compreensão) e, em seguida, responder um questionário onde se deve localizar e copiar informações do texto (para avaliação e compreensão). Ou seja, somente poucas e as mais básicas das capacidades leitoras têm sido ensinadas, avaliadas e cobradas pela escola. Todas as outras são quase ignoradas. Isso é o que mostram os resultados de leitura de nossos alunos em diversos exames, como o ENEM, SAEB e PISA, tidos como altamente insuficientes para a leitura cidadã numa sociedade urbana e globalizada, altamente letrada, como a atual.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 75-79. (Adaptado).


Texto 2 





Texto 3 

O Texto 3 consiste de uma atividade de interpretação para o 5º ano do Ensino Fundamental. Uma análise global das questões apresentadas no Texto 3 revela que o elaborador da atividade preocupa-se com a 
Alternativas
Q4156166 Pedagogia
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Competências e habilidades de leitura

    Ler envolve diversos procedimentos e capacidades (perceptuais, motoras, cognitivas, afetivas, sociais, discursivas, linguísticas), todas dependentes da situação e das finalidades de leitura. [...]
    O conhecimento sobre o conjunto de capacidades de todas as ordens que são requeridas nas diversas práticas de leitura vem crescendo acentuadamente com o desenvolvimento das pesquisas e teorias sobre leitura que tiveram lugar da segunda metade do século passado até hoje. Acumulou-se, nos últimos cinquenta anos, muita informação a respeito. E essas informações dependem dos focos dessas pesquisas e teorias.
    Podemos dizer que, no início da segunda metade do século XX, ler era visto – de maneira simplista – apenas como um processo perceptual e associativo de decodificação de grafemas (escrita) em fonemas (fala), para se acessar o significado do texto. Nesta perspectiva, aprender a ler encontrava-se altamente equacionado à alfabetização. [..]
   Uma vez construídas essas associações, uma vez alfabetizado, o indivíduo poderia chegar da letra à sílaba e à palavra, e delas, à frase, ao período, ao parágrafo e ao texto, acessando assim, linear e sucessivamente, seus significados. É o que se denominou na escola fluência de leitura. Nessa teoria, as capacidades focadas eram as de decodificação do texto, portal importante para o acesso à leitura, mas que absolutamente não esgotam as capacidades envolvidas no ato de ler. [...]
    No desenvolvimento das pesquisas e estudos sobre o ato de ler, ao longo desses cinquenta anos, muitas outras capacidades nele envolvidas foram sendo apontadas e desveladas: capacidades de ativação, reconhecimento e resgate de conhecimento armazenado na memória, capacidades lógicas de interação social etc. A leitura passa, primeiro, a ser enfocada não apenas como um ato de decodificação, de transposição de um código (escrito) a outro (oral), mas como um ato de cognição, de compreensão, que envolve conhecimento de mundo, conhecimento de práticas sociais e conhecimentos linguísticos, muito além dos fonemas e grafemas.
    Num primeiro momento, tratou-se da compreensão do texto, do que nele estava posto, ou pressuposto. Nessa abordagem, cujo foco estava no texto e no leitor, na extração de informações do texto, descobriram-se muitas capacidades mentais de leitura, que foram denominadas estratégias (cognitivas, metacognitivas) do leitor.
     Posteriormente, passou-se a ver o ato de ler como uma interação entre o leitor e o autor. O texto deixava pistas da intenção e dos significados do autor e era um mediador desta parceria interacional. Para captar estas intenções e sentidos, conhecimentos sobre práticas e regras sociais eram requeridos.
    Mais recentemente, a partir dos anos 1990, a leitura tem sido vista como um ato de se colocar em relação um discurso (texto) com outros discursos anteriores a ele, emaranhados nele e posteriores a ele, como possibilidades infinitas de réplica, gerando novos discursos/textos.
    Nenhuma dessas teorias invalida os resultados anteriores. O que acontece é que fomos conhecendo cada vez mais a respeito dos procedimentos e capacidades envolvidos no ato de ler. No entanto, a leitura escolar parece ter parado no início da segunda metade do século passado.
    Se perguntarmos a nossos alunos o que é ler na escola, eles possivelmente responderão que é ler em voz alta, sozinho ou em jogral (para avaliação de fluência entendida como compreensão) e, em seguida, responder um questionário onde se deve localizar e copiar informações do texto (para avaliação e compreensão). Ou seja, somente poucas e as mais básicas das capacidades leitoras têm sido ensinadas, avaliadas e cobradas pela escola. Todas as outras são quase ignoradas. Isso é o que mostram os resultados de leitura de nossos alunos em diversos exames, como o ENEM, SAEB e PISA, tidos como altamente insuficientes para a leitura cidadã numa sociedade urbana e globalizada, altamente letrada, como a atual.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 75-79. (Adaptado).


Texto 2 





Texto 3 

O Texto 2 consiste de uma atividade de interpretação para o 5º ano do Ensino Fundamental. Considerando que o propósito das questões do Texto 2 é desenvolver no aluno a capacidade de “prever fatos a partir de imagens e frases”, com qual das seguintes considerações do Texto 1 esse propósito é compatível?
Alternativas
Q4155878 Pedagogia
O trabalho pedagógico com os alunos com surdez nas escolas comuns deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue, ou seja, em um espaço em que se utilize a Língua de Sinais e a Língua Portuguesa. Um período adicional de horas diárias de estudo é indicado para a execução do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Esse atendimento abrange: 
Alternativas
Q4154754 Pedagogia
O sucesso do processo de construção do conhecimento na Educação Básica está associado à concepção que o docente tem de aula e os encaminhamentos que ele realiza para sua concretização. Como concepções dessa, assentadas em perspectivas críticas de ensino, tem-se a valorização 
Alternativas
Q4154748 Pedagogia
Uma das contribuições importantes apresentadas pelas pedagogias críticas no âmbito da educação física diz respeito à implementação de processos de tematização e problematização do ensino. Essa metodologia objetiva levar o aluno a estabelecer ligações efetivas do saber escolar com o conhecimento social, o que possibilita ao professor
Alternativas
Q4142067 Pedagogia
Sobre a formação docente para o Ensino Superior, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, determina que “a preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pósgraduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado” (BRASIL, 1996). Para Pimenta e Anastasiou (2014), a docência nesse nível da educação como preparação e não como processo de formação, implica situações complexas ainda agravadas por um consenso social, segundo o qual a docência no ensino superior não requer formação na área do ensino. Contudo, a capacidade autodidata dos professores no ensino superior é insuficiente para o exercício profissional e, embora o corpo docente tenha experiência em suas áreas do conhecimento, seja por meio da pesquisa ou das práticas, o que predomina é a atuação docente desvinculada de processos formativos acerca do que seja ensino e aprendizagem. Em face do que expõem a LDB e os citados autores, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4141558 Pedagogia

Conforme Fava (2014), analise a sentença abaixo:


A tecnologia da informação e comunicação não modifica o que aprendemos, mas altera o modo como aprendemos (1ª parte). O processo de ensino-aprendizagem tornou-se coletivo, para tanto, devemos usufruir da enorme inteligência coletiva presente em qualquer instituição de ensino (2ª parte). É possível utilizá-la para escolha, organização, disponibilização de conteúdos, para o planejamento e elaboração das atividades de aprendizagem efetivas, para a busca de ferramentas digitais para o ensino, para interação das velhas com as novas metodologias de ensino-aprendizagem (3ª parte).


Quais partes estão corretas?

Alternativas
Q4139680 Pedagogia
O estudante atual tem a necessidade de informações em um curto espaço de tempo e, por muitas vezes, se dispersa com facilidade em contextos de aulas exclusivamente tradicionais e expositivas. Qual é a informação inadequada sobre o atual contexto educacional e o perfil do aluno? 
Alternativas
Q4139193 Pedagogia
Criticando alguns dos valores totalitários da chamada “globalização” e ressaltando a importância da comunicação no processo de aprendizagem, Barros (2000) afirma: “A comunicação coloca-se, assim, no espaço da educação informal, que ocorre nas dinâmicas sociais do dia à dia onde o indivíduo se vê em interação com seus pares e com as manifestações culturais e informativas com que se depara”. Assim, considera-se que a comunicação pedagógica deve 
Alternativas
Respostas
4161: D
4162: C
4163: B
4164: C
4165: A
4166: A
4167: D
4168: D
4169: C
4170: D
4171: C
4172: A
4173: D
4174: B
4175: B
4176: C
4177: A
4178: E
4179: A
4180: D