Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Considerando a investigação inicial da síndrome demencial nesta paciente, a conduta mais adequada ao caso é
Exame neurológico: sem alterações significativas.
MiniExame do Estado Mental: 27 pontos.
Teste de fluência verbal: normal.
Ressonância magnética de crânio: sem alterações relevantes.
Exames laboratoriais (VDRL, HIV, vitamina B12, ácido fólico, TSH e T4 livre): dentro da normalidade.
Diante do caso descrito, o diagnóstico mais provável é
Helena, mulher cis, 56 anos, é levada ao pronto atendimento devido a episódio de fraqueza súbita em membro inferior direito, que dificultou a marcha, há cerca de 6 horas, evoluindo com crises convulsivas. O acompanhante informa que a paciente é acompanhada em UBS por hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes mellitus, com antecedente de AVE isquêmico há 8 anos, do qual se recuperou sem déficits. Ao exame neurológico, apresenta Glasgow 14, déficit neurológico focal restrito a membro inferior direito, preservando força nos demais membros, sem alteração de fala, com reflexos pupilares normais, sem desvio de rima labial e ausência de sinais de irritação meníngea. Sinais vitais estáveis, exceto temperatura axilar de 37,7°C. Teste rápido para HIV na admissão foi reagente. Realizada RM de crânio abaixo.

O diagnóstico mais provável para este caso é
Mulher de 67 anos chega a uma unidade básica de saúde (UBS) acompanhada pelo filho. Ele relata que a mãe, há cerca de 30 minutos, passou a apresentar intensa dor de cabeça e dificuldade para falar. A paciente é hipertensa, faz uso de anti-hipertensivos, estatina e antiagregante plaquetário em dose profilática. Há 6 anos, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) sem sequelas. Durante o exame físico, pontuou 14 na Escala de Coma de Glasgow e apresentou seguintes sinais vitais:

Nessa situação, qual é a conduta adequada a ser adotada pelo médico da UBS?
Qual é o tipo de cefaleia dessa paciente, e qual exame seria útil na sua investigação preliminar, respectivamente?
Paciente do sexo masculino, 23 anos, foi vítima de acidente automobilístico no qual o veículo em que estava colidiu com caminhão. Usava cinto de segurança e foi retirado consciente do carro pela equipe de resgate. Apresentava amnésia anterógrada. Após atendimento pré-hospitalar, o paciente foi levado ao pronto-socorro, sem déficits motores ou sensitivos. No hospital, o médico pede uma tomografia computadorizada de crânio para avaliação. Alguns minutos depois, a equipe de enfermagem solicita avaliação de emergência para o paciente, com necessidade de intubação orotraqueal por rebaixamento do nível de consciência e anisocoria com pupila esquerda dilatada. Tomografia computadorizada de crânio sem contraste

Ao considerar a situação clínica do paciente e a imagem tomográfica apresentada, o médico diagnosticou
O médico da unidade explica ao acompanhante que, apesar dos potenciais benefícios da terapia trombolítica em pacientes com acidente vascular encefálico isquêmico, o paciente apresenta contraindicação em função de
O tratamento medicamentoso inicial recomendado para o caso clínico será
Quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta mais adequada?
Considerando a idade, os achados clínicos, radiológicos e a biologia tumoral típica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
No exame físico:
Macrocefalia evidente (circunferência cefálica > 98º percentil).
Fontanela anterior tensa, pulsátil.
Sinais de irritabilidade e sono agitado, mas sem déficit motor focal.
Reflexos tendinosos normais, sem hipertonia.
Olhos com desvio para baixo (sinal de "sunset").
A ultrassonografia transfontanelar evidencia dilatação simétrica dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo, com quarto ventrículo de tamanho normal. A RM confirma os achados e não mostra massa expansiva nem hemorragia intraventricular.
Com base na apresentação clínica, achados de neuroimagem e fisiopatologia, qual é a forma de hidrocefalia mais provável neste caso?
Qual hipótese diagnóstica é mais compatível com esse conjunto de achados?
Considerando a apresentação clínica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada?
Parada súbita da atividade durante a escola, com olhar fixo por 5−10 segundos.
Retorno espontâneo à atividade sem confusão pós-ictal.
Frequência diária, variando de 10 a 20 episódios.
Nenhum relato de crises tônico-clônicas.
O exame neurológico e o desenvolvimento psicomotor estão normais.
O EEG mostra:
Descargas generalizadas de ondas lentas de 3 Hz associadas a espículas, evocadas ou espontâneas, especialmente com hiperventilação.
A ressonância magnética de crânio é normal.
Com base nos critérios da International League Against Epilepsy (ILAE), qual é o diagnóstico mais apropriado?
Considerando os transtornos do sono em neurologia pediátrica e seus diagnósticos diferenciais com epilepsia noturna, qual é a hipótese mais consistente, e qual conduta é mais apropriada?
Exame físico:
Criança letárgica, reativa apenas a estímulos dolorosos.
Reflexos tendinosos normais, sem déficit motor focal.
Sinais meníngeos negativos.
Temperatura: 38,5°C.
Laboratórios iniciais:
Hemograma e eletrólitos dentro da normalidade.
Glicemia normal.
Função hepática levemente elevada (AST/ALT <2x).
O EEG mostra atividade difusa lenta, sem descargas epiléptiformes.
A RM de encéfalo apresenta hipersinal difuso bilateral em substância branca e núcleos da base em T2/FLAIR, sem lesão focal.
O líquor mostra leve pleocitose e proteína discretamente aumentada, sem alterações de glicose.
Considerando os achados clínicos, laboratoriais e de neuroimagem, qual é o diagnóstico mais provável?
Disartria espástica, reflexo de gag exaltado e labilidade emocional.
Fasciculações em língua e atrofia discreta de musculatura intrínseca lingual.
Hiperreflexia generalizada, sem fraqueza significativa nos membros.
Sem alterações sensitivas e sem distúrbios esfincterianos.
A EMG revela:
Sinais de desnervação ativa e crônica em região bulbar e em membros superiores, com unidades motoras de padrão neuropático.
Ausência de bloqueio de condução, sem potenciais sensitivos anormais.
A RM de encéfalo e crânio não mostra alterações estruturais. Sorologias e exames metabólicos são normais. Critérios mimetizadores (miastenia gravis bulbar, neuropatia motora, miopatias e lesões infiltrativas do tronco encefálico) foram excluídos.
Considerando os critérios diagnósticos e os fenótipos clínicos da ELA, qual é a classificação diagnóstica MAIS adequada para este caso?
Confusão mental com desatenção importante.
Oftalmoparesia com abdução limitada à direita.
Ataxia de tronco com marcha impossível sem apoio.
Temperatura normal; sem rigidez de nuca.
Laboratório mostra deficiência nutricional marcada, sem hipoglicemia. A RM ponderada em FLAIR e T2 revela hipersinal simétrico nos corpos mamilares e na região periaquedutal, sem realce anormal.
O paciente recebe tiamina intravenosa de maneira tardia (apenas após 18 horas do início dos sintomas), com melhora parcial da confusão, mas persistência de grave incapacidade de fixar novas memórias, além de fabricação de relatos falsos com convicção.
Com base no quadro e no curso clínico, qual achado abaixo é o MAIS característico da fase Korsakoff dentro do espectro Wernicke−Korsakoff?