Questões de Concurso
Comentadas sobre nefrologia em medicina
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Sobre as infecções urinárias na infância, assinale a alternativa CORRETA:
O parênquima renal pode ser envolvido em uma variedade de doenças sindrômicas multissistêmicas. As características de envolvimento renal e extrarrenal na doença renal policística do adulto são:
A.S.S., do sexo feminino, de 64 anos, tem história de diabetes mellitus tipo 1 desde os 16 anos e desenvolveu insuficiência renal estágio final por doença renal do diabetes aos 40 anos. Seu marido era compatível e ela recebeu transplante renal de doador vivo na ocasião. Apesar da estrita adesão ao regime imunossupressor, ela desenvolveu disfunção crônica do enxerto devido a complicações infecciosas e por toxicidade do inibidor de calcineurina. Tem um histórico de carcinoma de células renais em rim nativo há sete anos, curado após nefrectomia nativa. Ela atualmente tem uma taxa de filtração glomerular (TFG) estimada de 15 mL/min/1,73 m2, ainda possui fistula arteriovenosa funcionante, não tem nenhum sintoma urêmico ou sinais de hipervolemia. Seu nefrologista começou a planejar nova terapia renal substitutiva. Dada a sua experiência positiva com o transplante e alta qualidade de vida durante os últimos 20 anos, a paciente deseja ser considerada para repetir o transplante renal.
Nesse caso, qual é o melhor plano de tratamento?
M.E.R., do sexo feminino, em diálise peritoneal automatizada há sete anos, com boa adequação dialítica, apresenta há cerca de dois meses mudança do hábito intestinal com tendência a constipação, perda de apetite, ascite e perda ponderal de 4 kg no período. O rastreio para neoplasia foi negativo. A tomografia de abdome revela ascite moderada, espessamento significativo da membrana peritoneal com áreas de calcificação e múltiplas aderências ao mesentério. A hipótese diagnóstica da equipe assistente foi de peritonite esclerosante encapsulante.
Apesar de tratar-se de uma condição rara, alguns fatores de risco já foram identificados; dentre eles, o mais relevante é:
F.A.S., do sexo feminino, de 25 anos, previamente hígida, apresentou proteinúria de início recente, de até 7g na urina de 24 horas e hipertensão no momento do parto, compatível com pré-eclâmpsia. No pós-parto, a proteinúria persistiu e, seis meses após o parto, a excreção urinária de proteína ainda era de 2 g em 24 horas. Os níveis séricos de albumina e perfil lipídico estavam dentro da normalidade, sorologias negativas, índice de massa corporal normal, não fumante. Foi realizada biópsia renal.
Nesse caso, qual a lesão renal mais comumente associada a uma história de pré-eclâmpsia?