Questões de Concurso Sobre medicina intensiva em medicina

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Q3608636 Medicina
Um paciente de 32 anos de idade sofreu um trauma abdominal grave em um acidente de moto. Foi submetido à cirurgia de controle de danos, porém, no primeiro dia de pós-operatório, ele apresenta sinais de distensão abdominal, dor intensa, diminuição da diurese e aumento da pressão arterial. Ao realizar a mensuração da pressão intraabdominal, constatou-se um valor de 28 mmHg. Com base nesses achados, qual é o possível diagnóstico e tratamento adequado?
Alternativas
Q3608591 Medicina
A respeito da Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) em crianças, assinale a alternativa que exemplifica um caso clínico com conduta adequada.
Alternativas
Q3608174 Medicina

Caso clínico para responder à questão.



Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.

Tendo em vista a história clínica mencionada, assinale a alternativa que apresenta uma possível causa da sua parada do paciente.
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Q3608171 Medicina

Caso clínico para responder à questão.



Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.

Considerando que o paciente foi intubado após dois minutos de reanimação, seguindo-se o ACLS, sua ventilação deve ter sido
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Q3608170 Medicina

Caso clínico para responder à questão.



Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.

Pelas orientações do ACLS, as compressões torácicas foram realizadas com
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Q3608164 Medicina

Caso clínico para responder à questão.



Uma paciente de 73 anos de idade, com diagnósticos prévios de osteoporose, hipertensão arterial sistêmica e fibrilação atrial, reside sozinha e suspendeu por conta própria as medicações de uso contínuo após confundi-las algumas vezes. Certo dia, então, ela foi encontrada pela diarista, que a auxilia duas vezes na semana, caída no banheiro, chorando por dor intensa em membro inferior direito. Diante disso, encaminharam-na ao pronto-socorro, ela foi diagnosticada com fratura patológica em fêmur e indicado tratamento cirúrgico.

No segundo dia pós-operatório, a paciente apresentou quadro de dispneia súbita, dessaturação, piora da taquicardia e hemoptise. Ela foi, então, encaminhada da enfermaria para a unidade de terapia intensiva com suspeita de tromboembolismo pulmonar. À admissão, estava modinamicamente instável, com PA = 70 mmHg x 45 mmHg, com rebaixamento da consciência. A melhor propedêutica para essa paciente é
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Q3607946 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 66 anos de idade, obeso, tabagista, com doença renal crônica estágio IV, histórico de ruptura de tendão de aquiles e com necessidade de cirurgia e imobilização há 1 semana, foi admitido no pronto-socorro com dor súbita e intensa no hemitórax esquerdo, dispneia e taquicardia. Ao exame físico, apresentou FC = 120 bpm (taquicardia), FR = 32 irpm (taquipneia), PA = 140 mmHg x 90 mmHg e na ausculta respiratória diminuída em base pulmonar esquerda. O eletrocardiograma de entrada demonstrou taquicardia sinusal, sem outras alterações.
No exame físico mais minucioso desse paciente, qual achado poderia demonstrar a maior probabilidade de evolução catastrófica, com choque circulatório?
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Q3607941 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um homem de 30 anos de idade, previamente hígido, apresentou-se ao pronto-socorro com dor torácica pleurítica há 24 horas. Ele também relatou febre, fadiga e mialgia no período. Ao exame físico apresentou FC = 110 bpm (taquicardia), FR = 30 irpm (taquipneia), SatO2 = 94% e estertores pulmonares bilaterais à ausculta pulmonar. O ECG mostrou ritmo sinusal, alterações inespecíficas do segmento ST e da onda T. O ecocardiograma mostrou hipertrofia ventricular esquerda leve e disfunção sistólica global leve.
Caso o paciente não responda ao tratamento inicial e evolua com deterioração hemodinâmica e necessidade de vasopressores, qual é a melhor conduta a ser instituída?
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Q3607875 Medicina
Uma paciente com 65 anos de idade é internada na UTI com diagnóstico de insuficiência respiratória pós tratamento por 24h para uma pneumonia comunitária. Após ser intubada, verificou-se o pronto reestabelecimento da saturação de oxigênio, mas sua pressão arterial media 80 x 50 mm de Hg. Marque a opção que explica a provável causa dos níveis pressóricos vistos nesta paciente:  
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Q3607859 Medicina
Trata-se de circunstância clínica observada na síndrome de desconforto respiratório agudo, a hipoxemia com:  
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Q3604501 Medicina
Caso e exame para responder à questão.


Durante a assistência a um paciente em parada cardiorrespiratória no ambiente hospitalar, foi realizada a checagem de ritmo, com o traçado apresentado.
No decorrer do manejo da parada cardiorrespiratória nesse ritmo, são indicados o uso de
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Q3604440 Medicina
Em relação à dose de diálise para pacientes em suporte renal artificial agudo, assinale a alternativa correta.
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Q3604438 Medicina
Um paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de injúria renal aguda KDIGO 2, secundária à sepse em unidade de terapia intensiva.

Com base nesse caso e considerando as orientações e justificativas recebidas pelo paciente, assinale a alternativa correta.
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Q3604429 Medicina
Entre as vantagens da utilização de ultrassonografia à beira do leito, a possibilidade de punção vascular ecoguiada aumenta as taxas de sucesso na primeira tentativa, reduz o risco de complicações, permite a avaliação do posicionamento dos cateteres implantados para hemodiálise, além do monitoramento de possíveis complicações relacionadas ao acesso. Quanto à escolha do transdutor para punção vascular ecoguiada, assinale a alternativa correta. 
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Q3602677 Medicina
Uma paciente de 56 anos de idade, na menopausa há 5 anos, nega quaisquer sintomas prévios, interna por IAMSST. Durante a internação na UTI coronariana, foi submetida a cateterismo vesical de demora e coleta de culturas na admissão. Na urocultura foi isolado Klebsiella pneumoniae multissensível. No momento, paciente está estável hemodinamicamente, já em perspectiva de alta da UTI. Diante desse cenário, qual é a conduta adequada?
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Q3602653 Medicina
Paciente de 34 anos de idade, vítima de PAF em região abdominal, foi submetido a laparotomia exploradora, na qual foi necessário realização de enteroanastomoses, além de rafia de lesão jejunal esplenectomia. Após procedimento foi mantido em ventilação mecânica, com cateter venoso central em veia jugular interna direita e necessidade de droga vasoativa em dose baixa e nutrição parenteral total. Cinco dias após procedimento, evoluiu com picos febris, a despeito da terapia antimicrobiana de largo espectro utilizada, aumento da necessidade de droga vasoativa. Nesse momento foram coletadass culturas de aspirado traqueal, hemo e uroculturas. Os resultados de hemoculturas evidenciaram crescimento de Candida sp. em duas amostras coletados em sítios distintos. Urocultura e cultura de aspirado traqueal negativos. Diante do exposto, assinale a opção que inclui a conduta mais assertiva, considerando gravidade de paciente.
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Q3602640 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 37 anos de idade, paraplégico após trauma raquimedular há dois anos, com diurese por cateterismo vesical intermitente, foi levado pela esposa ao pronto-socorro com relato de febre, sonolência, diminuição do volume urinário com alteração da coloração e odor. À avaliação clínica, apresentava-se hipotenso, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, preenchendo critérios de sepse.
No caso clínico apresentado, em razão da necessidade de vasopressores contínuos, sugere-se também o uso de
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Q3602638 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 37 anos de idade, paraplégico após trauma raquimedular há dois anos, com diurese por cateterismo vesical intermitente, foi levado pela esposa ao pronto-socorro com relato de febre, sonolência, diminuição do volume urinário com alteração da coloração e odor. À avaliação clínica, apresentava-se hipotenso, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, preenchendo critérios de sepse.
Caso a expansão volêmica não seja efetiva, qual droga vasoativa deve ser iniciada?
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Q3602622 Medicina
Caso clínico para responder à questão.

Um paciente de 67 anos de idade, com diagnósticos prévios de diabetes, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e gota, ficou confuso com as próprias medicações e acabou suspendendo todas elas. Após dois meses sem as medicações ele procurou o pronto-socorro com queixa de edema em membros inferiores e dispneia progressiva, piorada nos últimos dois dias, associada a expectoração rósea. À avaliação clínica, apresentava-se taquidispneico, com crepitação em todos os campos pulmonares à ausculta. Quanto aos sinais vitais: PA = 195 mmHg x 100 mmHg, FC = 102 bpm, FR = 28 irpm, SatO2 = 80% em ar ambiente. Foi passada sonda vesical de demora, sem débito urinário. Os exames laboratoriais indicaram valor de creatinina = 6,5 mg/dL, ureia = 204 mg/dL, gasometria arterial com pH = 7,23, pO2 = 61 mmHg, pCO2 = 56mmHg, HCO3 = 26mEq/L, SatO2 = 79% e K = 6,2 mEq/L. 
Quanto ao quadro respiratório do paciente, assinale a alternativa que corresponde à medida indicada nesse caso.
Alternativas
Q3596790 Medicina
No Brasil, de acordo com a diretriz sobre Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia, as taxas de sobrevida de parada cardiorrespiratória (PCR) extra-hospitalar, quando abordada dentro dos primeiros 5 minutos com desfibrilação precoce, variam entre 50% e 70%. Por outro lado, no ambiente intra-hospitalar, paradoxalmente, as taxas de sobrevida são inferiores a 20%, provavelmente devido às condições clínicas associadas e à maior gravidade dos pacientes, que fazem da assistolia e da atividade elétrica sem pulso os ritmos mais prevalentes.
Em relação à ressuscitação cardiopulmonar para caso suspeito ou confirmado de COVID-19 é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
2021: A
2022: D
2023: D
2024: D
2025: B
2026: D
2027: D
2028: D
2029: C
2030: D
2031: D
2032: A
2033: D
2034: C
2035: C
2036: D
2037: C
2038: D
2039: C
2040: B