Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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(__) O saco gestacional (SG) é a primeira estrutura visível, e a presença do sinal da "dupla decídua" (interface ecogênica entre a decídua capsular e a parietal) confirma sua localização intrauterina.
(__) A vesícula vitelínica (VV) é a primeira estrutura a ser identificada dentro do saco gestacional, geralmente quando o diâmetro médio do SG atinge 8-10 mm por via transvaginal.
(__) A atividade cardíaca embrionária deve ser obrigatoriamente visualizada por via transvaginal assim que o embrião (Comprimento Cabeça-Nádega - CCN) mede 2 mm.
(__) O sinal do "anel tubário" (sinal do "bagel") é um achado específico de uma gestação intrauterina tópica e viável.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I. Redução do glicogênio local.
II. Aumento do pH vaginal.
III. Aumento da população de lactobacilos.
Quais estão corretas?
I. Imaturidade do eixo hipotálamo-hipófise-ovário, endocrinopatias e endometrite são causas não estruturais de SUA.
II. A investigação inicial do SUA em mulheres no menacme deve incluir hemograma e teste de gravidez.
III. Em mulheres no menacme e com mais de 45 anos de idade, a biópsia de endométrio deve ser realizada como primeira linha de investigação nas pacientes com SUA e, em qualquer idade, na presença de fatores de risco para câncer de endométrio.
Quais estão corretas?
I. Hepatite B.
II. Herpes genital.
III. Infecção pelo estreptococo do grupo B.
IV. Infecção pelo HTLV I/II.
Quais estão corretas?
I. Sangramento vaginal presente ou ausente.
II. Instabilidade hemodinâmica.
III. Batimentos cardiofetais (BCF) presentes ou não ao sonar Doppler. A ausência de BCF ao sonar nem sempre indica feto morto nessa situação.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Sulfato de dehidroepiandrosterona (SDHEA) elevado.
2. Hormônio antimulleriano elevado.
3. FSH e LH reduzidos.
4. 17(OH) progesterona elevada.
Coluna 2
( ) Síndrome dos ovários policísticos.
( ) Hiperplasia suprarrenal congênita forma não clássica.
( ) Hiperprolactinemia.
( ) Tumor de suprarrenal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A determinação precisa da idade gestacional e da data provável do parto (DPP) é um dos pilares do pré-natal, pois influencia o momento de realização de exames, a interpretação do crescimento fetal, a conduta em gestações prolongadas e a prevenção de prematuridade. Em relação às recomendações atuais, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A ultrassonografia realizada até 13 6/7 semanas, utilizando a medida da distância crânio-caudal (CRL), é o método mais preciso para estabelecer ou confirmar a idade gestacional, com margem de erro de ±5–7 dias.
II. Em gestações concebidas por fertilização in vitro (FIV), a DPP deve ser calculada exclusivamente a partir da data da última menstruação (DUM) da paciente, pois é mais confiável que a idade embrionária conhecida.
III. Quando há discrepância maior que 7 dias entre a idade gestacional pela DUM e pela ultrassonografia realizada antes de 14 0/7 semanas, a DPP deve ser alterada para corresponder à ultrassonografia.
IV. Uma gestação sem ultrassonografia que confirme ou revise a DPP antes de 22 0/7 semanas é considerada suboptimamente datada.
V. A ultrassonografia realizada no terceiro trimestre (±21–30 dias de precisão) pode ser usada rotineiramente para mudar a DPP estabelecida no primeiro trimestre, mesmo quando o feto apresenta crescimento adequado.
VI. Para fins de pesquisa e vigilância epidemiológica, a melhor estimativa obstétrica (e não apenas a baseada na DUM) deve ser utilizada como idade gestacional oficial no registro de nascimento.
I. O diagnóstico de hipogonadismo hipergonadotrófico em casos de amenorreia primária, caracterizado por níveis elevados de FSH e LH, indica uma falência gonadal, sendo a Síndrome de Turner (45,X) a etiologia mais comum.
II. A presença de um corno uterino rudimentar não comunicante em um útero unicorno causa amenorreia primária global e ausência total de fluxo menstrual.
III. Causas obstrutivas, como o hímen imperfurado e o septo vaginal transverso, manifestam-se frequentemente com dor pélvica cíclica e abaulamento no hipogástrio devido ao acúmulo de sangue (criptomenorreia), apesar de a paciente possuir eixos hormonais íntegros.
IV. Na insensibilidade androgênica, o indivíduo possui testículos que produzem o Hormônio Antimülleriano (AMH), o que causa a regressão das estruturas müllerianas; portanto, o útero e as trompas estão ausentes.
I. A TH é o tratamento mais efetivo para o alívio dos sintomas vasomotores (fogachos) em mulheres abaixo de 60 anos ou com menos de dez anos de menopausa.
II. A realização periódica de ultrassonografia transvaginal é obrigatória em todas as mulheres assintomáticas usuárias de TH para o rastreamento do câncer de endométrio.
III. Em pacientes hipertensas controladas, a via transdérmica é preferível à via oral, pois evita a primeira passagem hepática e não interfere no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
IV. Após a interrupção da TH, o efeito protetor sobre a densidade mineral óssea é mantido por pelo menos dez anos devido à memória biológica do tecido ósseo.
A. Útero didelfo. B. Útero septado. C. Útero unicorno. D. Agenesia uterina.
( ) Falha total ou parcial no desenvolvimento de apenas um dos ductos paramesonéfricos.
( ) Aplasia ou interrupção do desenvolvimento dos ductos de Müller.
( ) Falha completa na fusão dos ductos paramesonéfricos.
( ) Falha no processo de reabsorção do septo medial após a fusão normal dos ductos paramesonéfricos.