Questões de Concurso Sobre geriatria em medicina

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Q196603 Medicina
Depósitos granulares, pigmentados, na córnea, conhecidos como anel de Kayser-Fleischer, indicam o diagnóstico de
Alternativas
Q183516 Medicina
Na fila de espera de um posto de saúde, conversava-se sobre o calendário de vacinação do adulto e do idoso do Ministério da Saúde. Um dos que esperavam apresentou uma informação INCORRETA ao dizer que
Alternativas
Q107250 Medicina
Um senhor com 62 anos de idade, obeso, hipertenso e portador de fibrilação atrial crônica, apresentou subitamente diminuição da força nos membros superior e inferior esquerdos, com desvio de rima à direita, há 2 horas. O exame físico revelou pressão arterial de 172 mmHg × 94 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm e ritmo cardíaco irregular. O paciente está consciente e orientado no tempo e espaço, com hemiparesia esquerda completa proporcionada, com redução da força muscular e desvio de rima à direita. Os demais dados do exame físico e neurológico não apresentam alterações significativas. O resultado da glicemia capilar foi de 103 mg/dL. Ao término da avaliação clínica, o paciente apresentou um episódio de crise convulsiva generalizada.

Com base nesse caso clínico, julgue os próximos itens.

Indica-se a administração de fenitoína endovenosa como medicamento de escolha para controle imediato da crise convulsiva generalizada apresentada pelo paciente.
Alternativas
Q107249 Medicina
Um senhor com 62 anos de idade, obeso, hipertenso e portador de fibrilação atrial crônica, apresentou subitamente diminuição da força nos membros superior e inferior esquerdos, com desvio de rima à direita, há 2 horas. O exame físico revelou pressão arterial de 172 mmHg × 94 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm e ritmo cardíaco irregular. O paciente está consciente e orientado no tempo e espaço, com hemiparesia esquerda completa proporcionada, com redução da força muscular e desvio de rima à direita. Os demais dados do exame físico e neurológico não apresentam alterações significativas. O resultado da glicemia capilar foi de 103 mg/dL. Ao término da avaliação clínica, o paciente apresentou um episódio de crise convulsiva generalizada.

Com base nesse caso clínico, julgue os próximos itens.

Visando à prevenção de hipoglicemia e ao aumento da área funcionalmente comprometida do parênquima cerebral, o paciente em questão deve receber intensa hidratação com solução glicosada intravenosa a 5%.
Alternativas
Q91616 Medicina
André, servidor público aposentado, com 70 anos de idade,
procurou o serviço de pronto-socorro de um hospital relatando que
há 2 horas estava apresentando dispneia, naúseas, vômitos e
agitação psicomotora. Seus familiares acompanhantes informaram
que, desde os 20 anos de idade, André era etilista e fumante
inveterado. Exames laboratoriais de emergência foram realizados.
A gasometria arterial (realizada em ar ambiente) mostrou os
seguintes valores: pH = 7,2; pressão parcial de oxigênio (PaO2) =
53 mmHg; pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) = 11 mmHg;
bicarbonato = 10 mEq/L; excesso de bases (BE) = – 20 mEq/L;
saturação de O2
= 80%. Dosagens séricas de sódio = 138 mEq/L; de
potássio = 6,1 mEq/L e de cloretos = 111 mEq/L.

Com base nesses exames laboratoriais, julgue os itens que se
seguem.

Os níveis de saturação de O2 e da PaO2 indicam a necessidade do emprego de oxigênio suplementar.
Alternativas
Q91615 Medicina
André, servidor público aposentado, com 70 anos de idade,
procurou o serviço de pronto-socorro de um hospital relatando que
há 2 horas estava apresentando dispneia, naúseas, vômitos e
agitação psicomotora. Seus familiares acompanhantes informaram
que, desde os 20 anos de idade, André era etilista e fumante
inveterado. Exames laboratoriais de emergência foram realizados.
A gasometria arterial (realizada em ar ambiente) mostrou os
seguintes valores: pH = 7,2; pressão parcial de oxigênio (PaO2) =
53 mmHg; pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) = 11 mmHg;
bicarbonato = 10 mEq/L; excesso de bases (BE) = – 20 mEq/L;
saturação de O2
= 80%. Dosagens séricas de sódio = 138 mEq/L; de
potássio = 6,1 mEq/L e de cloretos = 111 mEq/L.

Com base nesses exames laboratoriais, julgue os itens que se
seguem.

Acidose respiratória é o distúrbio metabólico primário.
Alternativas
Q91614 Medicina
André, servidor público aposentado, com 70 anos de idade,
procurou o serviço de pronto-socorro de um hospital relatando que
há 2 horas estava apresentando dispneia, naúseas, vômitos e
agitação psicomotora. Seus familiares acompanhantes informaram
que, desde os 20 anos de idade, André era etilista e fumante
inveterado. Exames laboratoriais de emergência foram realizados.
A gasometria arterial (realizada em ar ambiente) mostrou os
seguintes valores: pH = 7,2; pressão parcial de oxigênio (PaO2) =
53 mmHg; pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) = 11 mmHg;
bicarbonato = 10 mEq/L; excesso de bases (BE) = – 20 mEq/L;
saturação de O2
= 80%. Dosagens séricas de sódio = 138 mEq/L; de
potássio = 6,1 mEq/L e de cloretos = 111 mEq/L.

Com base nesses exames laboratoriais, julgue os itens que se
seguem.

Indica-se imediata reposição de bicarbonato de sódio via parental.
Alternativas
Q91595 Medicina
João, com 62 anos de idade, hipertenso há mais de 5 anos
e que não realizava tratamento regular, procurou atendimento
médico referindo que, há 5 anos, apresentava dispneia aos esforços
maiores que habituais, tais como subir escadas ou andar
ligeiramente em subidas, e que, há 6 meses, apresentava dispneia
aos médios e pequenos esforços, como em caminhadas curtas em
superfícies planas, de modo que, desde então, reiniciou a
terapêutica anti-hipertensiva com nifedipina, obtendo melhora
discreta do quadro. Relatou, ainda, que há 3 meses, foi atendido em
uma unidade básica de saúde, onde a nifedipina foi substituída pelo
captopril, em razão de edema nos membros inferiores, imputado ao
uso da nifedipina. Relatou, por fim, que, há um mês, suspendeu o
uso do inibidor da enzima conversora de angiontensina (IECA), em
razão de tosse, substituindo-o por hidroclorotiazida, e que, nos
últimos dias, apresentou ortopnéia e edema bilateral de membros
inferiores. Negou dor precordial. Ao exame físico, apresentou-se
normocorado, com FC de 108 bpm, PA de 160 mmHg ×
100 mmHg, turgência jugular com cabeceira do leito elevada a 45º,
ictus cordis propulsivo no sexto espaço intercostal esquerdo — na
linha axilar anterior esquerda —, ritmo cardíaco irregular em três
tempos (à custa de B3), sopro holossistólico em foco mitral com
irradiação para axila esquerda, grau 3 de Levine (3+/6+), edema de
membros inferiores 3+/6+, extremidades quentes e ausculta
pulmonar com estertores creptantes bibasais. No exame de
eletrocardiograma, revelou-se ritmo de fibrilação atrial e bloqueio
completo pelo ramo esquerdo do feixe de His.


Com base no quadro clínico acima, julgue os itens que se seguem.

A evolução de quadros clínicos para uma situação como a de João tem diminuído progressivamente no Brasil, em razão da prática de terapia de reperfusão no infarto do miocárdio, de tratamento de revascularização miocárdica na doença arterial coronária e de estratégias de prevenção primária.
Alternativas
Q91594 Medicina
João, com 62 anos de idade, hipertenso há mais de 5 anos
e que não realizava tratamento regular, procurou atendimento
médico referindo que, há 5 anos, apresentava dispneia aos esforços
maiores que habituais, tais como subir escadas ou andar
ligeiramente em subidas, e que, há 6 meses, apresentava dispneia
aos médios e pequenos esforços, como em caminhadas curtas em
superfícies planas, de modo que, desde então, reiniciou a
terapêutica anti-hipertensiva com nifedipina, obtendo melhora
discreta do quadro. Relatou, ainda, que há 3 meses, foi atendido em
uma unidade básica de saúde, onde a nifedipina foi substituída pelo
captopril, em razão de edema nos membros inferiores, imputado ao
uso da nifedipina. Relatou, por fim, que, há um mês, suspendeu o
uso do inibidor da enzima conversora de angiontensina (IECA), em
razão de tosse, substituindo-o por hidroclorotiazida, e que, nos
últimos dias, apresentou ortopnéia e edema bilateral de membros
inferiores. Negou dor precordial. Ao exame físico, apresentou-se
normocorado, com FC de 108 bpm, PA de 160 mmHg ×
100 mmHg, turgência jugular com cabeceira do leito elevada a 45º,
ictus cordis propulsivo no sexto espaço intercostal esquerdo — na
linha axilar anterior esquerda —, ritmo cardíaco irregular em três
tempos (à custa de B3), sopro holossistólico em foco mitral com
irradiação para axila esquerda, grau 3 de Levine (3+/6+), edema de
membros inferiores 3+/6+, extremidades quentes e ausculta
pulmonar com estertores creptantes bibasais. No exame de
eletrocardiograma, revelou-se ritmo de fibrilação atrial e bloqueio
completo pelo ramo esquerdo do feixe de His.


Com base no quadro clínico acima, julgue os itens que se seguem.

Com o objetivo de reduzir a morbi-mortalidade, deve-se indicar a João o uso de bloqueadores dos receptores de angiotensina II e de espironolactona e, após resolução da congestão sistêmica e pulmonar, o uso de carvedilol.
Alternativas
Q91593 Medicina
João, com 62 anos de idade, hipertenso há mais de 5 anos
e que não realizava tratamento regular, procurou atendimento
médico referindo que, há 5 anos, apresentava dispneia aos esforços
maiores que habituais, tais como subir escadas ou andar
ligeiramente em subidas, e que, há 6 meses, apresentava dispneia
aos médios e pequenos esforços, como em caminhadas curtas em
superfícies planas, de modo que, desde então, reiniciou a
terapêutica anti-hipertensiva com nifedipina, obtendo melhora
discreta do quadro. Relatou, ainda, que há 3 meses, foi atendido em
uma unidade básica de saúde, onde a nifedipina foi substituída pelo
captopril, em razão de edema nos membros inferiores, imputado ao
uso da nifedipina. Relatou, por fim, que, há um mês, suspendeu o
uso do inibidor da enzima conversora de angiontensina (IECA), em
razão de tosse, substituindo-o por hidroclorotiazida, e que, nos
últimos dias, apresentou ortopnéia e edema bilateral de membros
inferiores. Negou dor precordial. Ao exame físico, apresentou-se
normocorado, com FC de 108 bpm, PA de 160 mmHg ×
100 mmHg, turgência jugular com cabeceira do leito elevada a 45º,
ictus cordis propulsivo no sexto espaço intercostal esquerdo — na
linha axilar anterior esquerda —, ritmo cardíaco irregular em três
tempos (à custa de B3), sopro holossistólico em foco mitral com
irradiação para axila esquerda, grau 3 de Levine (3+/6+), edema de
membros inferiores 3+/6+, extremidades quentes e ausculta
pulmonar com estertores creptantes bibasais. No exame de
eletrocardiograma, revelou-se ritmo de fibrilação atrial e bloqueio
completo pelo ramo esquerdo do feixe de His.


Com base no quadro clínico acima, julgue os itens que se seguem.

Em relação ao quadro clínico de João, deve-se prescrever, na ausência de hiponatremia, a restrição da ingestão de sódio, de 2 a 3 g/dia, e a restrição hídrica, de 1.000 mL a 1.500 mL, e, logo após a estabilização do quadro, João deve receber alta hospitalar, ser instruído a verificar, diariamente, seu peso e observar a existência de aumento repentino e inesperado de peso, de 2 ou mais quilos, em curto período (3 dias), visto que esse sintoma pode indicar retenção hídrica.
Alternativas
Q91573 Medicina
Com relação aos cuidados gerais dispensados aos pacientes, julgue
os itens a seguir.

O rastreamento do sedentarismo em adultos, no nível de atenção básica, pode ser realizado por meio da anamnese ou de questionários validados em estudos científicos; em ambos os instrumentos de avaliação, as atividades executadas durante o trabalho profissional e as atividades domésticas não devem constar dessa avaliação, por não trazerem benefício à saúde.
Alternativas
Q89523 Medicina
Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

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Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.

Uso de agonistas beta-adrenérgicos, disfunção autonômica cardíaca, níveis elevados de catecolaminas devido a hipoxemia e acidose respiratória são exemplos de fatores que podem contribuir para a ocorrência da alteração observada no traçado eletrocardiográfico mostrado.
Alternativas
Q89522 Medicina
Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Imagem 004.jpg

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

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Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.

O traçado eletrocardiográfico permite o diagnóstico de fibrilação atrial.
Alternativas
Q89521 Medicina
Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Imagem 004.jpg

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

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Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.

A situação clínica descrita, em associação com a alteração eletrocardiográfica observada na tira de ECG mostrada, requer que seja realizada imediata cardioversão elétrica sincronizada.
Alternativas
Q89520 Medicina
Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Imagem 004.jpg

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

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Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.

Há evidências eletrocardiográficas de corrente de lesão subepicárdica na parede do septo alto do ventrículo esquerdo.

Alternativas
Q89519 Medicina
Caso clínico para os itens de 50 a 60

Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Tendo por base as informações clínicas e a radiografia de tórax apresentadas, julgue os itens a seguir.

Aumento dos espaços intercostais e da translucidez pulmonar, retificação das cúpulas diafragmáticas, dilatação do tronco da artéria pulmonar e cardiomegalia moderada (especialmente à custa do átrio direito) são anormalidades que podem ser vistas no radiograma torácico mostrado.
Alternativas
Q89518 Medicina
Caso clínico para os itens de 50 a 60

Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Tendo por base as informações clínicas e a radiografia de tórax apresentadas, julgue os itens a seguir.

Caso a principal hipótese diagnóstica seja confirmada, então a gasometria arterial (de amostra colhida sob ar ambiente) da referida paciente deve mostrar hipoxemia e hipercapnia moderadas, pois essas alterações estão obrigatoriamente presentes em todas as fases evolutivas dessa doença.
Alternativas
Q89517 Medicina
Caso clínico para os itens de 50 a 60

Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Tendo por base as informações clínicas e a radiografia de tórax apresentadas, julgue os itens a seguir.

Nesse caso, o processo inflamatório da árvore brônquica está associado a linfócitos T do tipo CD4+ , a eosinófilos e ao aumento de interleucinas 4 e 5.
Alternativas
Q89516 Medicina
Caso clínico para os itens de 50 a 60

Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Tendo por base as informações clínicas e a radiografia de tórax apresentadas, julgue os itens a seguir.

Nessa paciente, a hipofonese de bulhas cardíacas à ausculta cardíaca e a hipersonoridade à percussão do tórax compartilham a mesma base fisiopatológica.
Alternativas
Q89515 Medicina
Caso clínico para os itens de 50 a 60

Uma mulher com 68 anos de idade foi atendida no ambulatório de um posto de saúde, com relato de tosse produtiva com
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

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Tendo por base as informações clínicas e a radiografia de tórax apresentadas, julgue os itens a seguir.

Os achados clínicos apresentados pela paciente em tela, em associação com a radiografia de tórax mostrada, são suficientes para confirmação da principal hipótese diagnóstica.
Alternativas
Respostas
2041: C
2042: E
2043: E
2044: E
2045: C
2046: E
2047: E
2048: E
2049: C
2050: C
2051: E
2052: C
2053: E
2054: E
2055: E
2056: E
2057: E
2058: E
2059: C
2060: E