Questões de Concurso
Sobre cirurgia geral em medicina
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Refere: dor em flanco esquerdo intermitente; piora após grande ingestão hídrica; episódios ocasionais de náuseas; ausência de hematúria macroscópica.
Antecedentes: sem cirurgias urológicas prévias; sem histórico de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 122/76 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: sem massas palpáveis; dor discreta em flanco esquerdo durante crise dolorosa.
Exames Complementares: creatinina: 0,9 mg/dL; Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de dilatação ureteral; Urotomografia: dilatação pielocalicial esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar cruzando anteriormente a junção; Cintilografia renal com MAG3: rim esquerdo com 43% da função renal diferencial; curva compatível com obstrução significativa.
A melhor conduta é
Refere: crises súbitas de hipertensão; taquicardia; tremores; ansiedade intensa durante os episódios; episódios com duração de 20 a 40 minutos.
Antecedentes: hipertensão arterial de difícil controle; uso de três anti-hipertensivos; sem diabetes mellitus.
Exame Físico: PA: 168/102 mmHg; FC: 104 bpm; temperatura: 36,5°C.
Exames Complementares: metanefrinas plasmáticas: elevadas (> 4 vezes o limite superior da normalidade).
Catecolaminas urinárias de 24 horas: elevadas.
Tomografia Computadorizada de Abdome: massa adrenal direita; 4,5 cm; heterogênea; sem invasão local.
Cintilografia com MIBG: captação exclusiva na adrenal direita.
A melhor estratégia terapêutica pré-operatória é
Refere: dor intensa no flanco esquerdo; hematúria macroscópica desde o acidente; náuseas sem vômitos; nega perda de consciência.
Exame Físico: estado geral: consciente e orientado.
Sinais vitais: PA: 124/78 mmHg; FC: 92 bpm; FR: 18 irpm; SatO2: 98%.
Exame abdominal: dor à palpação do flanco esquerdo; equimose lombar esquerda; sem sinais de peritonite.
Exames Laboratoriais: hemoglobina: 12,4 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Tomografia Computadorizada com Contraste: laceração renal esquerda profunda atingindo sistema coletor; extravasamento urinário limitado; pequeno hematoma perirrenal; ausência de lesão vascular hilar; ausência de sangramento ativo significativo.
Classificação: trauma Renal Grau IV (AAST).
Evolução nas primeiras 12 horas: estabilidade hemodinâmica mantida; hemoglobina estável; sem necessidade transfusional.
A melhor conduta é
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 104 bpm; FR: 20 irpm; SatO2: 98%.
Achados: dor importante no flanco esquerdo; equimose lombar esquerda; Glasgow 15.
Exames: hemoglobina: 12,8 g/dL; creatinina: 1,0 mg/dL.
Tomografia com contraste:
laceração renal profunda; atinge sistema coletor; extravasamento urinário perirrenal; hematoma perirrenal contido; sem sangramento arterial ativo.
Classificação: trauma renal grau IV (AAST).
A melhor conduta inicial é
Nega febre, disúria ou sintomas urinários prévios.
Ao exame físico: temperatura: 36,8 oC; frequência cardíaca: 92 bpm; pressão arterial: 124/78 mmHg.
Exame genital: hemiescroto direito aumentado de volume; equimose escrotal extensa; dor intensa à palpação; dificuldade de identificação dos contornos testiculares; testículo esquerdo sem alterações.
Ultrassonografia Doppler escrotal demonstra: hematocele moderada; heterogeneidade do parênquima testicular; descontinuidade da túnica albugínea; fluxo vascular intratesticular parcialmente preservado.
Considerando o quadro clínico e os exames complementares, a melhor conduta é
Ao exame físico observa-se testículo esquerdo elevado, em posição horizontalizada, reflexo cremastérico ausente e dor intensa à palpação. Não há febre ou sintomas urinários.
O paciente não refere trauma local e não apresenta secreção uretral.
A melhor conduta é
A conduta mais apropriada para o controle da dor nesse paciente é
A conduta cirúrgica mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
O paciente permanece durante toda a avaliação: consciente; PA: 112/68 m mHg; frequência cardíaca: 92 bpm; boa perfusão periférica; sem sinais de irritação peritoneal.
Durante a discussão do caso, um residente afirma que a presença de múltiplas lesões de órgãos sólidos indica laparotomia obrigatória.
A melhor conduta é
O tratamento cirúrgico atualmente recomendado é
A conduta inicial mais apropriada é
O mecanismo mais provável da obstrução intestinal é
A conduta mais apropriada é
A primeira etapa da reconstrução cirúrgica após a exposição adequada da lesão é
A conduta mais aceita atualmente é
Ao exame físico: FC: 128 bpm, PA: 94 × 58 mmHg, Temperatura: 37,5 °C, abdome moderadamente distendido, ruídos hidroaéreos metálicos. Dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Toque retal sem alterações. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 13,5 g/dL, Leucócitos: 17.600/mm³, Lactato: 1,8 mmol/L. A radiografia abdominal demonstra múltiplos níveis hidroaéreos centrais. A tomografia computadorizada evidencia: alças de delgado dilatadas até 4 cm; ponto único de transição na fossa ilíaca direita; discreto edema mesentérico; ausência de pneumoperitônio; ausência de pneumatose intestinal; realce parietal preservado.
Após hidratação vigorosa e descompressão por sonda nasogástrica durante seis horas, o paciente mantém dor importante, débito elevado pela sonda e ausência de eliminação de gases.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais adequada é