Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 57.631 questões
I- Comprei um livro que fez sucesso – O pronome relativo “que” exerce função sintática de sujeito;
II- Sou o homem que você vai amar - O pronome relativo “que” exerce função sintática de adjunto adnominal;
III- Assisti a um filme do qual você vai gostar - O pronome relativo “do qual” exerce função sintática de objeto indireto;
IV- Retornei a um lugar ao qual tinha aversão - O pronome relativo “ao qual” exerce função sintática de complemento nominal.
Após análise das afirmativas e das classificações correspondentes, conclui-se que as afirmativas corretas são:
I- A palavra “discretamente” foi formada pelo processo de derivação parassintética;
II- No que diz respeito à classe de palavras, podese dizer que “discretamente”, nesse contexto, trata-se de um advérbio;
III- As vírgulas presentes no período em destaque foram utilizadas para intercalar as orações que estão entre o sujeito “o pai” e o verbo “aborda”;
IV- A oração “que discretamente retirou do bolso” classifica-se como oração subordinada adjetiva explicativa.
Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
No período “Além da psilocibina, outra substância bastante estudada atualmente é o MDMA (ecstasy)”, encontramos um uso adequado da concordância com o termo “bastante”, o que também acontece em:
Texto 3
Luz no fim do túnel?
As substâncias psicodélicas vêm sendo cada vez mais estudadas pela ciência nas últimas décadas. Em 2022, por exemplo, uma pesquisa publicada no periódico JAMA Psychiatry concluiu que cápsulas de psilocibina (presente nos famosos cogumelos mágicos), em combinação com tratamento psicológico, reduziram em 83% a dependência de álcool entre os pacientes, todos alcoólatras diagnosticados. “Além da psilocibina, outra substância bastante estudada atualmente é o MDMA (ecstasy). A teoria mais aceita atualmente é que os psicodélicos agem diretamente nos receptores de serotonina, aumentando a janela de aprendizado do cérebro e auxiliando a pessoa a enfrentar melhor os pensamentos ruminantes que levam ao vício, fortalecendo a neuroplasticidade”, explica a psicoterapeuta e nutricionista Pollyanna Esteves, que defende o uso de psicodélicos em contextos medicinais.
Segundo a especialista, ao utilizar o psicodélico com supervisão médica e direcionado para o tratamento, o paciente pode acessar traumas e questões de forma mais profunda, facilitando a luta contra o vício “Muitos pacientes descrevem o tratamento como um retorno para casa após muito tempo. Durante a sessão, a pessoa é capaz de vivenciar experiências que a ajudam a compreender as raízes do vício. A partir daí, desenvolve-se um senso de amor próprio, essencial para aceitar que aquele comportamento nocivo e viciado não tem mais lugar em sua vida.”
Revista Mente Afiada: curiosidades. Ano 2, nº 14 – março de 2025
Assinale a única alternativa em que encontramos a correta análise sintática do primeiro período do texto 3: “As substâncias psicodélicas vêm sendo cada vez mais estudadas pela ciência nas últimas décadas”.

Assinale a alternativa que melhor explica o uso insólito desse operador no contexto do enunciado, considerando o mês de publicação da notícia, março de 2025.

“O documento estabelece 18 estratégias intersetoriais e 219 iniciativas voltadas à segurança alimentar e nutricional e considera desafios como aumento dos preços de alimentos, fome em territórios específicos (Amazônia, povos indígenas e população em situação de rua) e impactos das mudanças do clima.”.
Assinale a alternativa que melhor descreve a função do termo entre parênteses no enunciado apresentado.



Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho
Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.
Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal.
O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.
O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.
A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.
Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.
Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.
As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.
No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.
Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.
Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G
Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho
Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.
Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal.
O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.
O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.
A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.
Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.
Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.
As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.
No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.
Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.
Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:
(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:
(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.
A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A primeira charge mostra um diálogo entre um motorista alcoolizado e um policial. Analise a seguinte reescrita da fala do policial:
“Sim, na gasolina e não no sangue."
A alternativa em que a reescrita apresenta erro de concordância verbal ou nominal é: