Questões de Concurso Sobre português
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I. O pronome relativo “que” em “a Instrução Normativa nº 28, de 26 de julho de 2018, que estabelece as listas de constituintes autorizados” retoma o nome anterior (“Instrução Normativa nº 28”) e introduz uma oração subordinada adjetiva de caráter restritivo, delimitando a informação.
II. A locução conjuntiva “Apesar disso” na linha 11 introduz uma ideia de ressalva ou oposição ao parágrafo anterior ao reconhecer a eficiência do marketing de vendas a despeito da crítica a sua base científica e ética.
III. O conectivo “ou mesmo” em “problemas de saúde, ou mesmo questões cotidianas como indisposição, estresse e queda de cabelo” estabelece uma coordenação alternativa, indicando que os problemas de saúde e as questões cotidianas são mutuamente excludentes.
Quais estão corretas?
I. O termo “anuência” (l. 04) significa “aprovação” ou “consentimento”; portanto, poderia ser substituído, sem alteração de sentido no contexto, por “discordância” ou “oposição”.
II. A crítica do autor sobre o conteúdo das matérias e posts, descritos como “rasos” no trecho (l. 04), sugere que o conteúdo é superficial e sem profundidade. Se o autor buscasse descrever o oposto, um antônimo adequado para a palavra seria “profundos”.
III. Na frase “Apesar da literatura cientifica sobre o tema ainda ser escassa”, presente no texto, o termo destacado tem o sentido de “limitada” ou “insuficiente”.
Quais estão corretas?
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
Analise o seguinte trecho do texto:
“Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi ? – redondo, completo.
Observando-se os períodos e as orações no trecho acima, pode-se afirmar que a cronista escreveu:
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
Analise a frase: “Infelizmente, não chego a tanto.” Marque a alternativa que apresenta o processo de formação da palavra “Infelizmente”:
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO II
INAUGURAL
Gostaria de estrear neste espaço, em que escrevem tantas pessoas talentosas, com um texto que fosse um primor. Um texto – como direi? – redondo, completo. Que tocasse o jornaleiro, primeiro a carregar o jornal pelas ruas, tocasse a dona de casa, os jovens, os velhos, os pobres, os ricos ( mas homens sérios, distantes e duros, que só discutem dinheiro, eu não sei se ia conseguir tocar). E que todos dissessem depois, aos quatro ventos: “Que texto bom! Música para os meus ouvidos! Era isso mesmo o que eu queria dizer”.
Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
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Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
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Infelizmente, não chego a tanto. Estamos em maio, o verde começa a secar, estridentes e violentos são os barulhos que vêm do mundo, vivemos dias ensandecidos. Além disso, bem pouco sei. Não possuo aquele cabedal de conhecimentos que elevam o espírito e enchem de orgulho a nação. Tampouco costumo escrever coisas edificantes, com lições de moral e instruções sobre o correto proceder.
Tentarei, no entanto, dar o melhor “de si”, como diriam alguns. Labutarei em cada linha, em cada palavra para ser digna dessa tarefa e à altura dos que a dividem comigo. Não fugirei ao dever de comentar com certa amenidade os acontecimentos cotidianos; não serei jamais tão pessimista que traga desconsolo aos leitores, nem tão jubilosa que pareça falsa. Meus escritos se pautarão pelo bom senso, essa instância da sabedoria que o tempo nos traz. Direi muitas coisas, algumas talvez certas e outras que não terão a menor importância. Não me lamentarei, não correrão lágrimas pelo teclado do computador. E, mesmo assim, pretendo ser verdadeira, sabendo que, se não o for todos perceberão. “Sê fiel a ti mesmo”, já dizia Polonius.
(BUFAIÇAL.Maria Lúcia Félix. Um olhar goiano refletido em 48 crônicas selecionadas. Goiânia: ed. O Popular. sd. e-book. (https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F13223%- 2F1618233179e-book_cronicas_v_find_2.pdf)
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
TEXTO I

(blogdoaftm.com.br.manual da (nova) politica.
Acesso em: 4.set.2025).
I. Na passagem “Foi só com a Constituição que nasceu o SUS - o sistema publico que transformou a saúde em um direito universal”, o travessão foi utilizado para isolar um aposto explicativo.
II. Seria gramaticalmente incorreta a inserção de uma vírgula após o sujeito em “O SUS garante pré-natal, exames e parto gratuitos”, pois a regra básica de pontuação proíbe a separação do sujeito de seu predicado.
III. O uso da vírgula na frase “Hoje, o SUS está em cada detalhe da vida de quem vive no Brasil” é obrigatório, pois o adjunto adverbial de tempo está deslocado e possui longa extensão, o que impõe sua separação do restante da oração.
Quais estão corretas?

