Questões de Concurso Sobre português
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Indique a frase CORRETA em que o “se” funciona como índice de indeterminação do sujeito.
“Virgília é que já se não lembrava da meia dobra; toda ela estava concentrada em mim, nos meus olhos, na minha vida, no meu pensamento; — era o que dizia, e era verdade.
Há umas plantas que nascem e crescem depressa; outras são tardias e pecas. O nosso amor era daquelas; brotou com tal ímpeto e tanta seiva, que, dentro em pouco, era a mais vasta, folhuda e exuberante criatura dos bosques.”
Fonte: Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.
No fragmento da obra, o pronome demonstrativo “daquelas” exerce a função de elemento de coesão referencial pois:
“Quando isso acontece, é comum o pequeno ficar maior ainda, o que torna o grande ainda menor. O ex-pequeno , logo promovido a grande, pode se vingar do ex-grande, se o seu sofrimento tiver boa memória.”
Observando-se os períodos e as orações do trecho acima, pode-se afirmar que a cronista escreveu:
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta sobre este fragmento de texto:
Então, temos que pensar duas coisas: se a mulher corre risco de morte, ela não pode ter só a porta da delegacia para pedir ajuda. Ela precisa de uma proteção imediata. E essa proteção imediata não virá da polícia. Ela precisa ter é um centro de referência aberto 24 horas para atendê-la, uma casa-abrigo ou de passagem, para onde ela possa ser encaminhada rapidamente e sair do contexto da violência.
Fonte: https://jc.uol.com.br (com destaques)
Considere este fragmento de texto para a questão.
JORNAL DO COMMERCIO – Por que os números de feminicídios continuam tão altos no Brasil? Onde estamos falhando no enfrentamento do crime de gênero?
WÂNIA PASINATO - Uma falha que eu vejo nesse processo histórico de visibilização da violência contra a mulher é uma aposta muito grande que se faz nas respostas através da criminalização da violência, [1] em detrimento de caminhos que priorizem a prevenção. Nós não trabalhamos com a educação da mesma forma que atuamos na repressão. Toda vez que nós identificamos uma nova forma de violência contra a mulher, [2] a primeira resposta que a sociedade demanda é a adoção de uma lei ainda mais punitiva. Mas a gente não pensa de forma preventiva, [3] que priorize o enfrentamento da causa dessa violência e não, [4] suas consequências. As iniciativas de prevenção ainda são muito tímidas.
Fonte: https://jc.uol.com.br (com destaques)
Considere este fragmento de texto para a questão.
JORNAL DO COMMERCIO – Por que os números de feminicídios continuam tão altos no Brasil? Onde estamos falhando no enfrentamento do crime de gênero?
WÂNIA PASINATO - Uma falha que eu vejo nesse processo histórico de visibilização da violência contra a mulher é uma aposta muito grande que se faz nas respostas através da criminalização da violência, [1] em detrimento de caminhos que priorizem a prevenção. Nós não trabalhamos com a educação da mesma forma que atuamos na repressão. Toda vez que nós identificamos uma nova forma de violência contra a mulher, [2] a primeira resposta que a sociedade demanda é a adoção de uma lei ainda mais punitiva. Mas a gente não pensa de forma preventiva, [3] que priorize o enfrentamento da causa dessa violência e não, [4] suas consequências. As iniciativas de prevenção ainda são muito tímidas.
Fonte: https://jc.uol.com.br (com destaques)
Considere este fragmento de texto para a questão.
JORNAL DO COMMERCIO – Por que os números de feminicídios continuam tão altos no Brasil? Onde estamos falhando no enfrentamento do crime de gênero?
WÂNIA PASINATO - Uma falha que eu vejo nesse processo histórico de visibilização da violência contra a mulher é uma aposta muito grande que se faz nas respostas através da criminalização da violência, [1] em detrimento de caminhos que priorizem a prevenção. Nós não trabalhamos com a educação da mesma forma que atuamos na repressão. Toda vez que nós identificamos uma nova forma de violência contra a mulher, [2] a primeira resposta que a sociedade demanda é a adoção de uma lei ainda mais punitiva. Mas a gente não pensa de forma preventiva, [3] que priorize o enfrentamento da causa dessa violência e não, [4] suas consequências. As iniciativas de prevenção ainda são muito tímidas.
Fonte: https://jc.uol.com.br (com destaques)
“A leitura frequente contribui para o desenvolvimento do vocabulário e da capacidade crítica. Ao entrar em contato com diferentes estilos e perspectivas, o leitor amplia sua visão de mundo e torna-se capaz de analisar informações de forma mais aprofundada.”
Com base no texto, conclui-se que:
“No ambiente de trabalho, a comunicação clara é essencial. Não basta transmitir informações; é preciso garantir que elas sejam compreendidas. Quando há falhas na comunicação, surgem conflitos, retrabalhos e desperdício de tempo.”
Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta a ideia central do autor.
Leia o texto a seguir e responda à questão abaixo:
“...Passados 136 anos da extinção de um sistema estruturado sobre a escravização dos africanos da diáspora e seus descendentes, ainda é urgente denunciarmos os traços, os aspectos da colonialidade que delineam as possibilidades de estar no mundo.
A realidade aguda que vivenciamos com a discriminação racial diante o preconceito de cor é herança da dificuldade de rompimento e superação à ordem social escravocrata e suas configurações. O racismo enquanto estrutural e estruturante dita o lugar dos negros e das negras, de modo a fixá-los no subemprego e no desemprego, e, por resultante, restringir a mobilidade social vertical do negro. Por consequência, a população negra compõe as camadas mais baixas da pirâmide social (em condições de pobreza e extrema pobreza), e a parcela expressiva em situação de rua no Brasil, conforme dados apresentados na introdução deste ensaio.
O histórico colonial escravista do Brasil conforma o território da rua como um território negro - um território de descarte de corpos negros, por isso o fenômeno da população em situação de rua é um fenômeno racializado.
Em relação à garantia dos direitos, mesmo que tenhamos avançado no arcabouço legislativo, vide a Constituição Federal de 1988, reconhecida por ampliar os direitos assegurados da população residente em território nacional, e que se verifique a implantação de políticas públicas, com vistas a garantir o gozo dos direitos instituídos - ainda assim a população negra, em sua maioria, segue alijada de direitos face às dificuldades de superação da lógica de extermínio presente nos quase quatro séculos de escravidão.”(https://doi.org/10.1590/S0104-12902025240622pt).