Questões de Concurso Sobre português

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Q3616172 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
O ponto principal desse texto é:
Alternativas
Q3616171 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
No texto, a expressão “riscos irreversíveis” significa uma:
Alternativas
Q3616170 Português
Leia o texto a seguir:


Penteados apertados demais podem causar alopecia: entenda


A utilização, com muita frequência, de penteados que envolvam o ato de puxar o cabelo com força podem causar riscos irreversíveis para sua saúde capilar


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), cerca de 5% das mulheres lidam com algum tipo de alopecia, muitos desses casos, por tração.


Viralizaram na internet vídeos de internautas fazendo diversas reclamações e compartilhando suas experiências após passar por quadros de alopecia ou o início dela. Kananda Eller, química e mestra pela USP, compartilhou um vídeo em sua rede social, explicando de forma dinâmica e de fácil compreensão a causa e os impactos que a alopecia podem causar.


Segundo a especialista, os fios nascem, crescem, caem e depois são substituídos por um novo folículo. Quando os fios param de crescer, um dos motivos pode ser o início de uma alopecia, causada por puxar demais os fios, a ponto de interromper o crescimento.


E a situação pode se agravar mais em casos mais específicos. Uma pesquisa feita por estudantes do Centro Universitário UNA avaliou 30 voluntárias negras que faziam a utilização de implante capilar artificial em cabelos relaxados a base de hidróxido alcalino há mais de 12 meses. Eles concluíram que, devido à tração realizada pelo implante artificial capilar, em muitas delas, houve um comprometimento do couro cabeludo ocasionando a calvície permanente em algumas regiões do couro cabeludo.


Fonte: https://extra.globo.com/blogs/inventando-moda/post/2025/07/penteadosapertados-demais-podem-causar-alopecia-entenda.ghtml. Acesso em 11/07/2025.
De acordo com o texto, sobre a relação entre práticas capilares e ocorrência de alopecia, é possível inferir que: 
Alternativas
Q3616087 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
A palavra “segundo” pode exercer diferentes funções na Língua Portuguesa, variando conforme o contexto. No trecho “Segundo os autores da pesquisa”, o termo classifica-se como _________, e poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por _________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3616086 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
Os tempos verbais permitem situar a ação em diferentes momentos no tempo. Qual alternativa apresenta a reescrita do período “o estudo tem limitações” no pretérito mais-queperfeito do indicativo? 
Alternativas
Q3616085 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
Os numerais podem indicar ordem, quantidade, multiplicação ou divisão. No trecho “Para isso, selecionaram 25 adultos jovens”, o numeral sublinhado é classificado como: 
Alternativas
Q3616084 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
A identificação do sujeito possibilita compreender a estrutura sintática da oração. No trecho “os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro”, o sujeito da oração é classificado como:
Alternativas
Q3616083 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
A análise morfológica permite identificar a função das palavras dentro do enunciado. No trecho “Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono”, o termo sublinhado classifica-se como:
Alternativas
Q3616082 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
O texto apresenta descobertas iniciais e ressalta os cuidados necessários ao interpretar os resultados. Sobre isso. assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3616081 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
O estudo relaciona a dependência tecnológica a mecanismos semelhantes aos do uso de substâncias psicoativas. Nesse sentido, é correto afirmar que:
I. As áreas cerebrais ativadas após o período de restrição são as mesmas analisadas em dependência de drogas, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens.
II. O estudo conclui de forma definitiva que o uso do celular provoca dependência igual à do cigarro ou da cocaína.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3616080 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Passar três dias longe do celular pode mudar seu cérebro, sugere estudo

        Reduzir o uso do celular por apenas três dias provoca alterações químicas no cérebro em regiões relacionadas a mecanismos de recompensa e vício, sugere um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, publicado no periódico científico Computers in Human Behavior.
    
        Segundo os autores da pesquisa, o uso excessivo de smartphones tem sido comparado a certos transtornos aditivos, já que evidências sugerem que isso pode levar a uma série de efeitos psicossociais e somáticos. Mas ainda faltam dados sobre os mecanismos cerebrais envolvidos nesse comportamento.
    
        Os pesquisadores decidiram testar o que acontece quando se limita o uso do aparelho por 72 horas. Para isso, selecionaram 25 adultos jovens entre 18 e 30 anos, que foram orientados a utilizá-lo apenas para tarefas essenciais nesse período, como comunicação com familiares.
   
        Para avaliar as mudanças no cérebro, todos passaram por exames de ressonância magnética no início e no final do teste. O exame foi feito enquanto os voluntários observavam três imagens: cenas neutras, como paisagens, e fotos de celulares ligados e desligados. Além disso, eles preencheram questionários sobre estados de humor e hábitos de uso.
   
        Após três dias de restrição do celular, os voluntários apresentaram mudanças em áreas do cérebro ligadas ao sistema de recompensa. Quando expostos a imagens de smartphones, houve ativação de regiões associadas ao desejo mais intenso, como o giro cingulado anterior e o núcleo accumbens, estudadas em quadros de dependência de substâncias, como cigarro e drogas. “Isso pode sugerir uma demonstração de um desejo mais intenso pelo uso do celular”, avalia o psiquiatra Gabriel Garcia Okuda, do Einstein Hospital Israelita.
   
        Também houve ativação em vias de dopamina e serotonina, neurotransmissores relacionados a regulação do humor e dependência. “Isso pode indicar uma associação, já que essas vias foram estimuladas a ver imagens do celular após o período de abstinência”, observa Okuda. Os resultados também sugerem uma melhora na qualidade do sono e do humor dos voluntários após três dias menos conectados.
   
        No entanto, o estudo tem limitações — entre elas, o número pequeno da amostra, a ausência de um grupo controle para comparar as respostas e a falta de monitoramento para saber se efetivamente os voluntários ficaram abstinentes.

        Outro problema é que a avaliação do uso e dos estados de humor foi feita de forma subjetiva, a partir do relato dos próprios pacientes. Também faltam dados sobre a presença de outras comorbidades ou uso de substâncias. “Por isso, o estudo não ‘bate o martelo’ para nada”, comenta Okuda. “Mas, ainda assim, ajuda a começar a pensar a respeito.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/passar-tres-dias-longe-docelular-pode-mudar-seu-cerebro-sugere-estudo/ (adaptado). 
O texto apresenta resultados de um estudo científico e ressalta tanto descobertas quanto limitações metodológicas. Nesse sentido, analise as assertivas:
I. A pesquisa identificou que a restrição do uso do celular por três dias alterou áreas do cérebro ligadas a mecanismos de recompensa.
II. O estudo foi conduzido com uma amostra ampla e representativa de adultos jovens, o que reforça a validade de suas conclusões.
III. A ativação de regiões como o núcleo accumbens foi comparada a quadros de dependência de substâncias.
IV. As limitações apontadas incluem ausência de grupo controle e dependência de relatos subjetivos dos voluntários.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3615984 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo”, a palavra rasuras é um _______, enquanto para é um(a) ______.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q3615983 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas”, a palavra jamais classifica-se, gramaticalmente, como: 
Alternativas
Q3615982 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras”, o verbo enganamos está conjugado no:
Alternativas
Q3615981 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O vocábulo “imperfeita”, presente no título, resulta de processo de formação de palavras. Trata-se de: 
Alternativas
Q3615980 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
No trecho “o encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar”, o termo encanto pode ser entendido como sinônimo de: 
Alternativas
Q3615979 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto trabalha a metáfora da escrita para falar sobre amadurecimento e escolhas de vida. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3615978 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto utiliza metáforas ligadas à escrita para refletir sobre a experiência humana. Analise as assertivas:
I. A metáfora do caderno com rasuras simboliza a vida marcada por erros, mas também por aprendizados e superações.
II. O texto valoriza a perfeição absoluta como ideal de existência, rejeitando os erros como parte da caminhada.
III. A presença de borrões e falhas é descrita como elemento essencial para dar sentido e autenticidade à vida.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3615977 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia

        Entre um pensamento e outro, os sentimentos se movimentam serenamente... O que sentimos nos preenche, ao ponto de termos que ser seletivos... Viver é ser capaz de não perder de vista o ideal... Traçamos metas e formulamos objetivos: nossos sonhos querem alcançar a realidade... Feliz dia!

        A vida merece ser escrita. Viver é construir uma história de vida. Os registros são muitos e diversificados. Entre altos e baixos, vamos tecendo a nossa teia existencial. É claro que algumas rasuras vão aparecer. O importante é encontrar-se com a superação. Olha só: um caderno cheio de páginas em branco jamais terá o mesmo valor que aquele que já carrega marcas, borrões e correções. Somos feitos dessa escrita imperfeita que se renova a cada dia.
    
        Há momentos em que nos enganamos na escolha das palavras, em que os caminhos se mostram precipitados e em que o arrependimento deixa suas marcas como riscos em uma folha. Mas até mesmo esses sinais de falha são preciosos, porque revelam nossa coragem de tentar. Viver é lidar com o que não deu certo sem deixar que isso roube nossa capacidade de continuar escrevendo.
 
        Entre rasuras e recomeços, vamos descobrindo que não precisamos apagar tudo para começar de novo; basta escolher sublinhar o que ainda é belo, o que ainda nos dá força. O encanto não surge de uma narrativa perfeita, mas da decisão de enxergar beleza mesmo quando a linha não ficou reta, mesmo quando a frase não saiu como planejado. Encantar-se, nesse sentido, é mais do que um estado de espírito: é um exercício de fé.
   
        É a confiança de que, mesmo em meio a páginas manchadas, ainda há espaço para frases luminosas. O lamento pode até fazer parte do texto, mas não deve ocupar o título da história. É preciso coragem para riscar o que não serve mais, desprender-se da dor que insiste em ocupar espaço e dar protagonismo ao que nos faz acreditar de novo. O encanto é essa força discreta que sustenta, que dá cor às páginas e que nos devolve a certeza de que vale a pena continuar.
    
        Se cada dia é uma nova oportunidade de reescrever, também é um convite para amadurecer, para aceitar que a perfeição não existe e que a beleza mora justamente na imperfeição. No fim, não será a quantidade de lamentos que contará, mas os encantos que escolhemos sublinhar ao longo do caminho.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado). 
O texto associa imperfeição e encanto em uma perspectiva existencial. Nesse sentido, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3615839 Português

Noutro trecho da cena do julgamento, quando João Grilo procura recorrer a mais uma esperteza, para livrar-se da acusação do diabo, Cristo o adverte: “Deixe de chicana, João. Você pensa que isto aqui é o Palácio da Justiça?”. Era a emoção irresistível de sentir o Cristo do seu lado, pois a Justiça, infelizmente como é praticada, sufocada por formalismos e complicações que possibilitam a deturpação de seus verdadeiros objetivos, é antes uma ameaça do que uma garantia aos olhos do povo.


(SUASSUNA, Ariano. O Auto da Compadecida. 35 ed. Rio de Janeiro: Agir, 2005. p. 12.)


O “Auto da Compadecida” é uma obra conhecida por misturar elementos do teatro popular nordestino com críticas sociais. Uma das principais características da obra é:

Alternativas
Respostas
35401: B
35402: C
35403: D
35404: B
35405: A
35406: B
35407: D
35408: D
35409: C
35410: C
35411: A
35412: D
35413: D
35414: A
35415: B
35416: B
35417: D
35418: C
35419: A
35420: C