Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4070942 Português

                                                            


LAERTE. Polêmica!. São Paulo: Folha de S.Paulo, s.d. Tirinha.

A crítica presente na tirinha está relacionada:
Alternativas
Q4070937 Português
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, batizada de Butantan-Chik.
Com isso, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). É indicado para população de 18 a 59 anos de idade exposta ao vírus. A partir da autorização, o Instituto Butantan também passa a ser oficializado como local de fabricação.
A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva. Agora, a vacina será produzida (formulada e envasada) no Brasil com a mesma qualidade, segurança e eficácia, segundo o governo do Estado de São Paulo.
A vacina Butantan-Chik é indicada para: 
Alternativas
Q4070936 Português
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina contra a chikungunya, batizada de Butantan-Chik.
Com isso, o imunizante poderá ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). É indicado para população de 18 a 59 anos de idade exposta ao vírus. A partir da autorização, o Instituto Butantan também passa a ser oficializado como local de fabricação.
A vacina foi aprovada pela agência reguladora em abril de 2025, porém os locais de produção registrados eram as fábricas da farmacêutica franco-austríaca Valneva. Agora, a vacina será produzida (formulada e envasada) no Brasil com a mesma qualidade, segurança e eficácia, segundo o governo do Estado de São Paulo.
Segundo o texto, a autorização concedida pela Anvisa ao Instituto Butantan permite que: 
Alternativas
Q4070919 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo


Na charge, há um contraste entre as falas dos personagens Considerando a união entre a imagem e o texto, qual e a intenção comunicativa principal dessa charge?
Alternativas
Q4070918 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo


Para que um texto tenha sentido, as palavras devem se relacionar de forma logica. Na fala do homem, o termo PRA é uma redução informal da preposição para. Nesse processo de subordinação entre a vinda dos animais e a ação de ver a fogueira, a preposição expressa uma ideia ou relação de:
Alternativas
Q4070917 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo


Em um balão de fala dos animais, utilizou-se o ponto de exclamação no final da frase. No contexto de fuga e de fumaça retratado na imagem, o ponto de exclamação tem o objetivo central de expressar:
Alternativas
Q4070881 Português

Leia e analise a charge a seguir para responder à questão.


Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-noticiario-2/

A partir da charge apresentada, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q4070878 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


As universidades e o desafio da desigualdade social


Cesar Martins

Vice-reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista)


    Desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos, a desigualdade tem sido uma marca das sociedades. Embora hoje esteja entre as prioridades de ação de muitos governos, ela persiste como um paradoxo que alimenta a concentração de riquezas. Poucas nações encontraram caminhos capazes de construir sociedades mais igualitárias e com baixa vulnerabilidade socioeconômica.


    Atualmente, a desigualdade é tema de debate em universidades de várias partes do mundo. No entanto, durante boa parte de sua história, essas instituições atenderam a um segmento específico da população, a elite econômica, contribuindo para a estratificação social. No Brasil, não foi diferente. As universidades chegaram tardiamente ao país. A primeira faculdade criada, a Escola de Cirurgia da Bahia, surgiu em 1808, e o acesso ao ensino superior permaneceu, por muito tempo, restrito às elites.


     Embora tardio, o Brasil adotou relativamente cedo o modelo de universidades públicas, em princípio abertas a todos. Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população. Até meados do século 21, as universidades públicas eram poucas, e os cursos noturnos, quase inexistentes, dificultavam o acesso de pessoas de baixa renda que precisavam trabalhar.


    Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu. Foi apenas a partir da primeira década do século 21, com políticas como Sisu, Prouni, Fies e a Lei de Cotas, que houve ampliação do acesso de estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e egressos de escolas públicas, especialmente nas universidades públicas.


    Essas políticas alteraram o perfil do estudante universitário brasileiro. Hoje, a maioria das universidades públicas conta com programas de inclusão, apoio estudantil e permanência, tornando esse espaço historicamente elitista mais diverso e representativo da sociedade brasileira.


    Apesar dos avanços, persistem barreiras importantes: a menor presença de estudantes socialmente vulneráveis nos cursos mais concorridos, como medicina, direito e engenharias; a limitação de recursos para políticas de permanência, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos; e as dificuldades adicionais de acesso e permanência em universidades de maior prestígio.


    Embora ainda haja muito a avançar, as universidades públicas brasileiras têm sido referência, em escala global, na democratização do ensino superior e do conhecimento científico. Ainda assim, é momento de olhar com mais atenção para a estrutura acadêmica. Cursos e disciplinas precisam ser revistos e reinventados em diálogo com as políticas públicas, as novas tecnologias, a sustentabilidade e, sobretudo, a equidade social.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/as-

universidades-e-o-desafio-da-desigualdade-social.shtml. 

Considerando o trecho: “Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu.”, é correto afirmar que a expressão destacada pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, pela expressão:
Alternativas
Q4070866 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


As universidades e o desafio da desigualdade social


Cesar Martins

Vice-reitor da Unesp (Universidade Estadual Paulista)


    Desde o surgimento dos primeiros agrupamentos humanos, a desigualdade tem sido uma marca das sociedades. Embora hoje esteja entre as prioridades de ação de muitos governos, ela persiste como um paradoxo que alimenta a concentração de riquezas. Poucas nações encontraram caminhos capazes de construir sociedades mais igualitárias e com baixa vulnerabilidade socioeconômica.


    Atualmente, a desigualdade é tema de debate em universidades de várias partes do mundo. No entanto, durante boa parte de sua história, essas instituições atenderam a um segmento específico da população, a elite econômica, contribuindo para a estratificação social. No Brasil, não foi diferente. As universidades chegaram tardiamente ao país. A primeira faculdade criada, a Escola de Cirurgia da Bahia, surgiu em 1808, e o acesso ao ensino superior permaneceu, por muito tempo, restrito às elites.


     Embora tardio, o Brasil adotou relativamente cedo o modelo de universidades públicas, em princípio abertas a todos. Na prática, porém, essas instituições continuaram acessíveis a uma parcela reduzida da sociedade, formada por jovens com boa escolarização básica, o que não correspondia à realidade da maior parte da população. Até meados do século 21, as universidades públicas eram poucas, e os cursos noturnos, quase inexistentes, dificultavam o acesso de pessoas de baixa renda que precisavam trabalhar.


    Embora o sistema público de ensino superior tenha crescido na segunda metade do século 20, o padrão elitizado permaneceu. Foi apenas a partir da primeira década do século 21, com políticas como Sisu, Prouni, Fies e a Lei de Cotas, que houve ampliação do acesso de estudantes de baixa renda, pretos, pardos, indígenas e egressos de escolas públicas, especialmente nas universidades públicas.


    Essas políticas alteraram o perfil do estudante universitário brasileiro. Hoje, a maioria das universidades públicas conta com programas de inclusão, apoio estudantil e permanência, tornando esse espaço historicamente elitista mais diverso e representativo da sociedade brasileira.


    Apesar dos avanços, persistem barreiras importantes: a menor presença de estudantes socialmente vulneráveis nos cursos mais concorridos, como medicina, direito e engenharias; a limitação de recursos para políticas de permanência, como moradia, alimentação, transporte e materiais acadêmicos; e as dificuldades adicionais de acesso e permanência em universidades de maior prestígio.


    Embora ainda haja muito a avançar, as universidades públicas brasileiras têm sido referência, em escala global, na democratização do ensino superior e do conhecimento científico. Ainda assim, é momento de olhar com mais atenção para a estrutura acadêmica. Cursos e disciplinas precisam ser revistos e reinventados em diálogo com as políticas públicas, as novas tecnologias, a sustentabilidade e, sobretudo, a equidade social.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/as-

universidades-e-o-desafio-da-desigualdade-social.shtml. 

O texto foca na importância das universidades na promoção da equidade social, ampliando o acesso e reduzindo desigualdades. Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
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Q4070748 Português

TEXTO II


Em períodos de paz, a possibilidade de afundamento de um navio de médio e grande porte é de 1 em 68 mil; assim, considerando que hoje navegam os mares e oceanos aproximadamente 120 mil navios com essas caraterísticas, incluindo mercantes, passageiros e militares e excluindo aqueles menores que um ferry de curta trajetória, podem-se esperar dois afundamentos anuais. 


Na Segunda Guerra Mundial, foram enviados ao fundo dos mares e oceanos por volta de 20 mil embarcações, entre as três categorias descritas: média de 9,4 navios diários, que totalizavam mais de 50 milhões de toneladas, provocando a morte de 600 mil marinheiros (incluindo algumas tripulações devoradas por tubarões nesses naufrágios).


Aliás, a palavra “naufrágio” em muitas fontes e estatísticas foi eliminada, porque bastantes embarcações não afundaram totalmente, sendo substituída por “desastre marítimo” se houve, pelo menos, 100 mortos.


(AVENTURAS NA HISTÓRIA. Durante 2ª Guerra, nove navios foram afundados por dia em seis anos. Disponível em: Acessar matéria. Acesso em: 4 de abril de 2026.) 

O texto apresenta dados estatísticos para:
Alternativas
Q4070747 Português

Texto I


                                                        Captura_de tela 2026-05-25 112814.png (352×257)

A frase “Sinto muito, mas não trocamos mercadorias danificadas pelo mau uso do produto” pode ser reescrita, sem alteração de sentido, como: 
Alternativas
Q4070746 Português

Texto I


                                                        Captura_de tela 2026-05-25 112814.png (352×257)

A charge apresenta uma crítica social por meio do contraste entre o desejo do personagem e a resposta recebida. Esse contraste revela que: 
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Q4070628 Português

TEXTO 2 


“Minha irmã encontrou a faca escondida na mala de nossa avó. Brincávamos de cortar folhas, talos, fingindo cozinhar como vimos fazer. Não sabíamos que aquele gesto inocente mudaria tudo. Foi num instante, um descuido, e o sangue tomou conta do silêncio da casa.

Quando arrancaram a língua de minha irmã, foi como se arrancassem também a nossa história. Ficamos presas a um silêncio que não era apenas ausência de palavras, mas um peso que carregávamos no corpo e na memória.” VIERA JUNIOR, Itamar. Torto Arado. Salvador: Editora Todavia, 2019.

No trecho “Não sabíamos que aquele gesto inocente mudaria tudo”, a palavra “inocente” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4070566 Português

TEXTO III 



                                                                             


(TIRONAS. Ser ou não ser... eis a questão (tirinha). Disponível em: tironas.blogspot.com. Acesso em: 23/04/ 2026.) 

A construção de sentido da tirinha baseia-se em um processo de intertextualidade, pois: 
Alternativas
Q4070559 Português
TEXTO 2

“Minha irmã encontrou a faca escondida na mala de nossa avó. Brincávamos de cortar folhas, talos, fingindo cozinhar como víamos fazer. Não sabíamos que aquele gesto inocente mudaria tudo. Foi num instante, um descuido, e o sangue tomou conta do silêncio da casa. 
Quando arrancaram a língua de minha irmã, foi como se arrancassem também a nossa história. Ficamos presas a um silêncio que não era apenas ausência de palavras, mas um peso que carregávamos no corpo e na memória.” VIEIRA JUNIOR, Itamar. Torto Arado. Salvador: Editora Todavia, 2019. 
Considerando o trecho “o sangue tomou conta do silêncio da casa”, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4070556 Português

TEXTO 1


“Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve notícia da aventura, tratou de me afastar dela; mas eu resisti quanto pude. Embora estivesse já cansado daquela vida, continuava preso ao encanto que ela exercia sobre mim. No entanto, a razão começava a insinuar-se, e eu já não via com os mesmos olhos o que antes me parecia irresistível” (Adaptado de ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas) 

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho destacado mantém o mesmo sentido e a correção gramatical: 
Alternativas
Q4069420 Português

Leia o poema de Mário Quintana e responda à questão seguinte


LIBERDADE


É se sentir livre

É não mentir e poder sempre dizer a verdade

É fazer tudo quando der vontade

É poder sorrir sempre


Liberdade é ter sempre

Um grande poder de serenidade

De forma que possamos ter uma identidade

Que está dentro de nós e se descobre


Liberdade é não ter medo

Mas ter, sim, o respeito

Respeito esse que possamos compartilhar com o mundo


Liberdade é um sentimento de contentamento

Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado

Para poder mostrar o valor da força do pensamento. 

No poema, observa-se a repetição de uma mesma estrutura no início de versos consecutivos, especial mente no primeiro conjunto de versos. Esse recurso estilístico denomina-se: 
Alternativas
Q4069419 Português

Leia o poema de Mário Quintana e responda à questão seguinte


LIBERDADE


É se sentir livre

É não mentir e poder sempre dizer a verdade

É fazer tudo quando der vontade

É poder sorrir sempre


Liberdade é ter sempre

Um grande poder de serenidade

De forma que possamos ter uma identidade

Que está dentro de nós e se descobre


Liberdade é não ter medo

Mas ter, sim, o respeito

Respeito esse que possamos compartilhar com o mundo


Liberdade é um sentimento de contentamento

Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado

Para poder mostrar o valor da força do pensamento. 

A partir da leitura analítica do poema, assinale a alternativa que traduz a concepção de liberdade construída pelo eu lírico. 
Alternativas
Q4069418 Português

O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS


Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026. 

Na perspectiva da Semiótica e da Linguística, há operadores argumentativos responsáveis por destacar o argumento de maior força, orientando o interlocutor para uma determinada conclusão. No texto, um operador argumentativo que tem essa finalidade é  
Alternativas
Q4069416 Português

O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS


Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026. 

De acordo com o texto, o juridiquês atrapalha o entendimento, principalmente do cidadão que não tem vivência com esses termos no dia a dia. Nesse sentido, compreende-se que:
Alternativas
Respostas
5761: B
5762: D
5763: B
5764: C
5765: D
5766: D
5767: D
5768: D
5769: C
5770: C
5771: B
5772: B
5773: E
5774: B
5775: D
5776: B
5777: A
5778: B
5779: A
5780: D