Questões de Concurso Sobre direito internacional público
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Após percuciente análise, Joana concluiu corretamente que o referido representante diplomático deve
Na compreensão dessas relações, são as principais fontes do DIP:
Sobre o tema, é correto afirmar que:
Em relação ao cenário mundial contemporâneo, julgue o item.
O Unicef é o fundo das Nações Unidas voltado para o
amparo da infância, sobretudo nas áreas mais carentes.
No que se refere ao cenário atual do Brasil e do mundo, julgue o item.
O Brasil é membro fundador do bloco de países do Cone
sul-americano, conhecido pela sigla Mercosul.
No que se refere ao cenário atual do Brasil e do mundo, julgue o item.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas foi extinto
por sua histórica incapacidade de resolver os conflitos
armados.
I As imunidades e isenções diplomáticas decorrem de norma costumeira amplamente aceita pelos membros da Organização das Nações Unidas, razão por que ainda não foram codificadas.
II Os direitos e emolumentos que a missão perceba em razão da prática de atos oficiais estarão isentos de todos os impostos ou taxas.
III Os impostos indiretos e as tarifas relativas a serviços que o beneficiário do privilégio diplomático tenha efetivamente utilizado são exceções à imunidade diplomática tributária.
IV O próprio beneficiário da isenção e da imunidade diplomática assim como o respectivo Estado acreditante dispõem do direito de renunciar a esses privilégios, devendo a renúncia ser expressa.
Estão certos apenas os itens
Em relação ao tema, é correto afirmar que
DENTRE OS ENUNCIADOS ABAIXO, SOMENTE ESTÃO CORRETOS:
I. O controle de convencionalidade de matriz internacional é aquele realizado por órgão internacional, o qual analisa a compatibilidade entre norma ou decisão nacional em face de normas internacionais.
II. A proteção diplomática consiste em instituto de Direito Internacional pelo qual o Estado cujo nacional sofreu dano por conduta imputada a outro Estado, considera tal dano como dano próprio e pleiteia reparação ao Estado responsável pelo ato lesivo.
III. Os atos do Poder Judiciário não concretizam a responsabilidade internacional do Estado, uma vez que, em face da separação dos poderes, é impossível ao Poder Executivo (ente que representa o Estado nas relações internacionais) interferir nas decisões judiciais.
IV. As recomendações desenvolvidas por entidades como o Grupo de Ação Financeira (GAFI) e pelo Grupo de Ação Financeira da América do Sul (GAFISUD) devem ser utilizadas como diretrizes pelos Estados contratantes da Convenção Interamericana contra o Terrorismo (Convenção de Barbados).