Questões de Concurso
Sobre direito à privacidade em direito constitucional
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Julgue o item seguinte, relativos à inviolabilidade de domicílio na Constituição Federal de 1988 (CF).
O ingresso em domicílio por autoridade policial, no
período noturno, em razão de flagrante delito exige
justificativa prévia e autorização do superior imediato.
Julgue o item seguinte, relativos à inviolabilidade de domicílio na Constituição Federal de 1988 (CF).
Não pratica crime de desobediência aquele que reage de
forma a impedir a entrada em domicílio de autoridade
policial que atue fora das exceções constitucionais.
“A proteção constitucional consagrada no inciso X do art. 5° refere-se tanto a pessoas físicas quanto a pessoas jurídicas, abrangendo, inclusive, à necessária proteção à própria imagem frente aos meios de comunicação em massa (televisão, rádio, jornais, revistas etc.).”
(MORAES. 2014, p. 54)
O excerto acima se refere a qual garantia individual?
Augusto Silva, candidato a vereador pelo Partido Ômega, ingressou na justiça para impedir a veiculação de matéria, em jornal de grande circulação, que relembra as acusações de desvio de verbas que lhe foram imputadas. O fato lhe rendeu um processo criminal, do qual foi inocentado por falta de provas, há mais de seis meses.
O candidato alega que, com o trânsito em julgado da sentença, não há mais interesse na divulgação da informação e que a matéria pode prejudicar sua campanha.
Sobre a hipótese narrada, assinale a afirmativa correta.
I A interceptação de comunicações telefônicas, submetida a cláusula constitucional de reserva de jurisdição, é admitida, na forma da lei, para fins de investigação criminal e apuração de ato de improbidade administrativa.
II Não viola o direito à intimidade a requisição, pelo Ministério Público, de informações bancárias de titularidade de órgão e entidades públicas, a fim de proteger o patrimônio público.
III Mesmo em caso de flagrante delito, o ingresso forçado de autoridade policial em domicílio, independentemente de autorização judicial, é condicionado à demonstração de fundada suspeita de ocorrência de crime no local.
IV A inviolabilidade domiciliar não afasta a possibilidade de agentes da administração tributária, no exercício da autoexecutoriedade, ingressarem em estabelecimento comercial ou industrial, independentemente de consentimento do proprietário ou de autorização judicial.
Estão certos apenas os itens
Com base nas disposições constitucionais acerca de princípios, direitos e garantias fundamentais, julgue o item a seguir.
Policiais têm a prerrogativa de adentrar na casa de qualquer pessoa durante o período noturno, desde que portem determinação judicial ou o morador consinta.
No que concerne ao direito à intimidade e à privacidade, julgue o item subsequente.
As comissões parlamentares de inquérito têm o poder
de, válida e constitucionalmente, requerer a quebra de
sigilo fiscal de quaisquer pessoas, independentemente
de motivação.
No que concerne ao direito à intimidade e à privacidade, julgue o item subsequente.
O direito à intimidade protege os servidores públicos
contra a divulgação de seus nomes de forma associada à
remuneração que recebem em razão do serviço público
que prestam.
No que concerne ao direito à intimidade e à privacidade, julgue o item subsequente.
O direito ao esquecimento, corolário da intimidade,
socorre o indivíduo que haja, no passado, cometido
crime com grave clamor popular e que queira, tendo
cumprido a pena, se reintegrar anonimamente à
sociedade.
No que concerne ao direito à intimidade e à privacidade, julgue o item subsequente.
A pessoa pública não abre mão de sua intimidade em
razão do fato de ter escolhido atividade que implique
exposição. Se é certo que sua privacidade pode ser em
alguma medida devassada naquilo em que puder
repercutir para o interesse público, é também verdade
que certas informações, que não possuam relação nem
sequer remota com seu ofício, devem ser preservadas.
No que concerne ao direito à intimidade e à privacidade, julgue o item subsequente.
Não viola a intimidade do indivíduo a captação de sua
imagem, sem fins comerciais, em local público,
inferindo-se um consentimento tácito de sua parte a
respeito da veiculação de sua figura.