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Q1352074 Português
Assinale a opção que apresenta um sujeito composto.
Alternativas
Q1352072 Português

Analise as afirmativas abaixo, em relação ao uso correto do pronome “mim".


I- Aquele trabalho é típico para mim fazer.

II- O que for para mim falar, eu falo.

III- Para mim, é difícil aceitar essa proposta.

IV- Aquele ingresso é para mim.

V- Sempre há discussões entre mim e ti.


Assinale a opção correta.

Alternativas
Q1352068 Português
Assinale a opção correta quanto à regência verbal, de acordo com a norma culta. 
Alternativas
Q1352067 Português
Assinale a opção que NÃO estabelece a relação correta entre o uso da palavra “se” e sua classificação.
Alternativas
Q1352066 Português
Nos versos: "Eu, Marfiia. não fui nenhum vaqueiro / Fui honrado pastor da tua aldeia...” (Gonzaga, Tomás Antônio. Marília de Dirceu.), o termo sublinhado vem entre vírgulas por tratar-se de um:
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Q1352065 Português
Assinale a opção que apresenta um caso de sujeito indeterminado.
Alternativas
Q1352064 Português
Na frase: “Saia para fora!” , tem-se um exemplo de:
Alternativas
Q1352063 Português
As palavras “acento” e "assento” apresentam uma relação de:
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Q1352062 Português
Com relação à separação silábica, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1352061 Português

Assinale a opção que completa correta e respectivamente as lacunas abaixo.


I - _____seis horas da manhã, já estava de pé.


II - Sempre faz referência ____obra de Machado de Assis.


III - Não vejo minha irmã ___muitos anos.


IV - Estou me referindo___qualquer peça.

Alternativas
Q1352060 Português
Assinale a opção em que a frase está de acordo com a norma culta em relação à concordância verbal.
Alternativas
Q1352059 Português
Assinale a opção em que o plural está escrito corretamente de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q1352056 Português

TEXTO 01 


Pastel de beira de estrada


     Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura (um inacreditável evento em que milhares de pessoas se reúnem para ouvir escritores, tratá-los como artistas de cinema e mandá-los de volta em caravanas, porque seus egos têm que ir em carros separados). O Augusto Boal, a Lúcia e eu. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.

    Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista reveiou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local... Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada, à altura da cidade de Lajeado.

    Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia muito bem se chamar "PasteLs” , ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade. Nem a visão do Augusto Boal comendo um pastel o ajudaria. O Augusto Boal viaja muito.

    Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência arcondicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.

Veríssimo, L. A mesa voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Em “quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel.” (§2°), o sentido da frase é construído por meio de:
Alternativas
Q1352055 Português

TEXTO 01 


Pastel de beira de estrada


     Nós estávamos indo de carro de Porto Alegre para Passo Fundo, onde se realizava mais uma Jornada de Literatura (um inacreditável evento em que milhares de pessoas se reúnem para ouvir escritores, tratá-los como artistas de cinema e mandá-los de volta em caravanas, porque seus egos têm que ir em carros separados). O Augusto Boal, a Lúcia e eu. Seria uma viagem de quatro horas e tínhamos combinado que na metade do caminho pararíamos para comer pastéis.

    Como se sabe, um dos 17 prazeres universais do homem é pastel de beira de estrada. Existe mesmo uma tese segundo a qual, quanto pior a aparência do restaurante rodoviário, melhor o pastel. Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, pastelmente falando. Foi quando o motorista reveiou que conhecia um bom pastel. Nós talvez só não aprovássemos o local... Destemidos, aceitamos sua sugestão, antecipando o grau de sordidez do lugar e a correspondente categoria do pastel. E o motorista parou num shopping center que tem na estrada, à altura da cidade de Lajeado.

    Não me lembro se a loja de pastéis tinha nome em inglês. Podia muito bem se chamar "PasteLs” , ou coisa parecida. A loja do lado provavelmente era da Benetton e o shopping center podia ser em qualquer lugar do mundo. Alguém que se materializasse ao nosso lado e olhasse em volta não saberia em que país estava, muito menos em que estado ou cidade. Nem a visão do Augusto Boal comendo um pastel o ajudaria. O Augusto Boal viaja muito.

    Estávamos, na verdade, no grande e prático Estados Unidos que se espalhou pelo mundo, e substituiu as ruas e as estradas dos nossos hábitos pela conveniência arcondicionada. E nada disto doeria tanto se não fosse por um fato terrível: o pastel estava ótimo. Estamos perdidos.

Veríssimo, L. A mesa voadora. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

O termo destacado em ''Mas já estávamos no meio do caminho e nenhum dos lugares avistados nos parecera promissor, (...)” (§2°) expressa uma ideia de: 
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Q1348693 Legislação da Justiça Militar
Na Marinha do Brasil, como se denomina o documento que tem por propósito especificar e classificar as contravenções disciplinares e estabelecer normas relativas à amplitude e à aplicação das penas disciplinares?
Alternativas
Q1348665 Português
Assinale a opção que substitui a conjunção sublinhada na frase “Quando se está lá no alto é bom saber que há alguém esperando, lá embaixo." {13° parágrafo), sem prejuízo de sentido.
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Q1348664 Português
Na frase "(...) olhou para baixo e viu, lá no quintal, uma flor." (5º parágrafo), qual é o sujeito do verbo sublinhado?
Alternativas
Q1348663 Português
Em "Eram os olhos...” (5º parágrafo), o uso das reticências indica uma:
Alternativas
Q1348662 Português
Assinale a opção que apresenta um discurso direto.
Alternativas
Q1348661 Português
Em "O menino que a fez estava alegre, (...)” (2º parágrafo), o pronome sublinhado refere-se á:
Alternativas
Respostas
4181: B
4182: D
4183: B
4184: B
4185: C
4186: D
4187: D
4188: E
4189: C
4190: E
4191: D
4192: B
4193: B
4194: D
4195: C
4196: B
4197: B
4198: C
4199: C
4200: B