Questões de Concurso Para patologia clínica

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Q3331589 Técnicas em Laboratório
São antígenos relacionados à imaturidade celular e expressos comumente em células blásticas:
Alternativas
Q3331588 Técnicas em Laboratório
Dos antígenos abaixo relacionados, a leucemia linfoblástica aguda T cortical apresenta a seguinte expressão:
Alternativas
Q3331587 Técnicas em Laboratório
Sobre a pesquisa de doença residual mensurável (DRM) por citometria de fluxo é correto afirmar que é útil como monitoramento de doença residual durante tratamento:
Alternativas
Q3331586 Técnicas em Laboratório
Os antígenos CD3, CD19 e CD33 são expressos respectivamente nas células:
Alternativas
Q3331585 Técnicas em Laboratório
Paciente de 7 anos apresenta-se com febre, dor óssea, petéquias e equimoses em abdome e membros inferiores, Hb 8g/dL, leucócitos 25.000/mm³, segmentados 5%, monócitos 5%, células imaturas 85%, plaquetas 35.000/ mm³. Na análise imunofenotípica apresentava expressão antigênica de CD10, CD19 forte intensidade, CD22, CD34, CD45 moderada intensidade, ausência de expressão de antígenos mieloides. De acordo com os dados clínicos e laboratoriais citados, o diagnóstico mais provável é leucemia:
Alternativas
Q3331584 Técnicas em Laboratório
Na leucemia mieloide aguda é encontrada a seguinte expressão antigênica:
Alternativas
Q3331583 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente de 70 anos, hemoglobina 14 g/dL, leucócitos 65.000/mm3, linfócitos 60%, segmentados 35%, monócitos 5%, plaquetas 250.000/mm3. Na análise do sangue periférico por citometria de fluxo foram identificadas 59,0% de células linfoides B de aspecto maduro e cromatina condensada em blocos, com a seguinte marcação antigênica: CD5, CD19, CD20 fraca intensidade, CD23, CD43, CD45, CD79b fraca intensidade, monoclonalidade de cadeia leve Kappa. O diagnóstico mais provável é leucemia:
Alternativas
Q3331582 Técnicas em Laboratório
São aplicações clínicas da citometria de fluxo o diagnóstico:
Alternativas
Q3331497 Técnicas em Laboratório
Em relação à infraestrutura necessária à pesquisa biotecnológica, o nível de biossegurança requerido para o laboratório vai depender da Classificação de Risco do microrganismo patogênico manipulado. A elaboração e a atualização da classificação dos agentes biológicos com potencial risco à saúde humana é uma atribuição da Comissão de Biossegurança em Saúde (CBS), do Ministério da Saúde. A classificação de risco dos agentes biológicos oficial foi aprovada por meio da publicação da Portaria GM/ MS n° 3.398, de 07 de dezembro de 2021, no Diário Oficial da União, e classifica os microrganismos em classes de 1 a 4, sendo a classe 1 a de menor risco e a classe 4 a de maior risco. Em relação a Classificação de Risco, supracitada, avalie as afirmativas abaixo:

I. Classe de risco 1: risco individual e para a comunidade é baixo, ou seja, são microrganismos que têm baixa probabilidade de provocar infecções no homem ou em animais, como por exemplo o Bacillus subtilis.

II. Classe de risco 2: risco individual é moderado e para a comunidade é limitado. São microrganismos que podem provocar infecções, porém, dispõe-se de medidas terapêuticas e profiláticas eficientes, sendo o risco de propagação limitado, como por exemplo Vírus da Febre Amarela e Schistosoma mansoni.

III. Classe de risco 3: risco individual é alto e para a comunidade é moderado. O patógeno pode provocar infecções no homem e nos animais graves, podendo se propagar de indivíduo para indivíduo, porém existem medidas terapêuticas e de profilaxia, como por exemplo o vírus Marburg.

IV. Classe de risco 4: risco individual e para a comunidade é alto. São microrganismos que representam sério risco para o homem e para os animais, sendo altamente patogênicos, de fácil propagação, não existindo medidas profiláticas ou terapêuticas, como por exemplos o Vírus da Encefalite Equina Venezuelana e Mycobacterium tuberculosis. 

Sobre as afirmativas é correto afirmar que são corretas, apenas:
Alternativas
Q3331485 Técnicas em Laboratório
O vírus da dengue, com seus quatro sorotipos, pode causar manifestações clínicas graves como a Dengue Hemorrágica. A vacina QDENGA, da empresa TAKEDA PHARMA, é uma vacina tetravalente licenciada que utiliza uma abordagem inovadora. Este imunizante se baseia no vírus da Dengue sorotipo 2 atenuado e, por meio de modificações genéticas, incorpora sequências dos sorotipos 1, 3 e 4. Se um pesquisador desenvolver uma vacina similar com a inserção das sequências dos sorotipos 1, 2 e 4 no vírus da Dengue sorotipo 3 selvagem, considerando a Classificação de Risco dos Agentes Biológicos do Ministério da Saúde, os vírus recombinantes resultantes serão da Classe de Risco:
Alternativas
Q3331483 Técnicas em Laboratório
A Biotecnologia desempenha um papel crucial no desenvolvimento de métodos diagnósticos, vacinas e fármacos para enfrentar doenças emergentes, contribuindo significativamente para a melhoria da Saúde Pública. O uso de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) vem se tornando essencial para o desenvolvimento de kits de diagnóstico, vacinas e fármacos nas Instituições de Ciência e Tecnologia, e precisa ser regulado tanto pela Comissão Interna de Biossegurança (CIBio), como pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Abaixo são descritas algumas etapas, fundamentais, de acordo com o arcabouço legal vigente no Brasil para o início das atividades envolvendo OGMs:

I. Solicitação e obtenção do Certificado de Qualidade de Biossegurança (CQB) institucional.
II. Constituição da CIBio na Instituição.
III. Início das atividades de pesquisa com manipulação de OGMs.
IV. Submissão e aprovação de projeto OGM junto a CIBio e/ou CNTBio.

Considerando que uma Instituição se prepara para iniciar atividades com OGM, pela primeira vez, a alternativa que indica a sequência correta de atividades a serem realizadas é: 
Alternativas
Q3331471 Técnicas em Laboratório
As cabines de segurança biológica (CSB) são equipamentos de proteção coletiva essenciais ao trabalho em laboratório clínico e de pesquisa, que realizam manipulação de microrganismos. Durante a pandemia de COVID-19 foram fundamentais para realização de pesquisas com manipulação de SARS-CoV-2 para avaliar, por exemplo, a eficácia de imunizantes contra este vírus. As CSB são classificadas de acordo com o seu funcionamento e utilização. A classificação de uma CSB que funciona hermeticamente fechada e que apresenta 100% exaustão é: 
Alternativas
Q3331265 Técnicas em Laboratório
A medida da absorbância é comumente usada para caracterizar interações proteína-proteína. Quando associada a métodos baseados em placas, fornece uma abordagem de alto rendimento para triagem de múltiplas interações simultaneamente. Entre os itens abaixo, o único com métodos que utilizam medidas de absorbância a partir de amostras em placas é:
Alternativas
Q3331262 Técnicas em Laboratório
A espectroscopia de fluorescência em estado estacionário permite o monitoramento do espectro de emissão de proteínas em função do tempo, o qual pode revelar mudanças de intensidade de fluorescência. Tal técnica é útil para o estudo de mudanças conformacionais ou da cinética de ligação. A intensidade de fluorescência (I) está relacionada à concentração do fluoróforo (C) e à absortividade molar (ε), pela equação I = ε.C.L, conforme descrito pela lei de Lambert-Beer. Já o brilho de emissão (B) é dado por B = Ф.ε, onde Ф é o rendimento quântico. Entre as afirmativas abaixo é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3331257 Técnicas em Laboratório
As figuras abaixo, (adaptadas de Jerabek-Willemsen et. al., J. Mol. Struct. 1077: 101-113, 2014), representam as etapas de um ensaio de termoforese em microescala (Figura A) e a curva dose-resposta como resultado do experimento (Figura B).

Imagem associada para resolução da questão
Imagem associada para resolução da questão



Baseado nas figuras acima apresentadas, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3331254 Técnicas em Laboratório
Diferentes tipos de biosensores têm sido desenvolvidos para o estudo de interações entre macromoléculas biológicas. Experimentos de interação em superfícies ,tipicamente, envolvem a imobilização de uma molécula (ligante) em uma superfície e o monitoramento da interação dessa com uma segunda molécula (analito) em solução. Neste sentido, o aumento da concentração do analito na superfície do biosensor leva à mudança do índice de refração próximo à superfície. Dois principais tipos de instrumentos foram desenvolvidos para medir essa mudança com alta sensibilidade: interferômetros e equipamentos de ressonância plasmônica de superfície (do inglês surface plasmon resonance – SPR). Sobre este último, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3331253 Técnicas em Laboratório
A técnica de espectroscopia de dicroísmo circular (do inglês circular dichroism – CD) é um método rápido para avaliar a estrutura secundária, o enovelamento e as propriedades de interação de uma biomolécula. Sobre esta técnica, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3331252 Técnicas em Laboratório
O cristalino é composto principalmente por proteínas solúveis em água (do inglês water soluble – WS) altamente ordenadas e denominadas cristalinas. A agregação e a perda de solubilidade destas proteínas ocasionam desde a opacificação progressiva do cristalino até o surgimento de catarata. Embora esta seja uma doença bem conhecida, o mecanismo de agregação das proteínas WS no cristalino não é bem compreendido. Uma das causas reconhecidas de modificação de proteínas está relacionada à exposição à luz UV (ultravioleta). Por esta razão, o grupo de pesquisa liderado por Claudia Honisch (Institute of Biomolecular Chemistry, Padova, Itália) decidiu avaliar as propriedades espectroscópicas das proteínas WS e a sua estabilidade frente à irradiação UV por espectroscopia de dicroísmo circular. Para tanto, proteínas WS de origem animal foram utilizadas para a medição do espectro far-UV de dicroísmo circular antes (linha preta) e após (linha vermelha) exposição à luz UV-C (254 nm, nanômetros) durante 45 minutos, conforme figura abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Legenda: Espectro de dicroísmo circular (far-UV) de proteínas WS isoladas do cristalino de porcos antes (preto) e após (vermelho) exposição à luz UV-C. Proteínas WS foram diluídas à concentração de 0,09 mg/mL em 10 mM tampão fosfato, pH 7,2. Espectro adquirido em equipamento Jasco J-1500. Condições do experimento: resposta de 1 s, data pitch de 0,5 nm, largura de banda (bandwidth) de 1,0 nm, e cubeta com caminho ótico de 0,1 cm (200 μL). Adaptado de Honisch et al. Application of Circular Dichroism and Fluorescence Spectroscopies To Assess Photostability of Water-Soluble Porcine Lens Proteins. ACS Omega. 2020. 5 (8), 4293-4301. DOI: 10.1021/acsomega.9b04234.
Com base nos dados obtidos por Dr. Honisch, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3331250 Técnicas em Laboratório
Sobre o método de Bradford para mensuração da concentração de uma solução contendo proteína, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3331249 Técnicas em Laboratório
A mensuração da concentração de uma determinada solução contendo proteína é frequentemente realizada por espectrofotometria de luz UV (ultravioleta) visível. Neste sentido, a absorção de luz UV é associada às transições eletrônicas nas quais os elétrons de determinadas moléculas absorvem energia em forma de luz e transitam para seus estados eletrônicos excitados (de maior energia). Neste contexto, o grupo de átomos em uma determinada molécula que compreende os orbitais envolvidos nas transições eletrônicas constituem os cromóforos. Dentre os cromóforos mais utilizados para mensuração da concentração de proteínas está o triptofano, cujo grupo indol (presente em seu anel aromático) absorve luz UV em torno de 280 nm (nanômetros) e sofre transição eletrônica neste comprimento de onda. Diante da necessidade de medir a concentração de determinada solução contendo uma proteína que não possua em sua sequência primária nenhum resíduo de triptofano, o aminoácido e o respectivo comprimento de onda de absorção de luz UV que deverá ser utilizado corresponde a: 
Alternativas
Respostas
3921: E
3922: X
3923: X
3924: D
3925: X
3926: X
3927: X
3928: X
3929: D
3930: B
3931: C
3932: E
3933: B
3934: A
3935: C
3936: D
3937: D
3938: A
3939: A
3940: A