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I. A participação da família nas decisões escolares restringe-se à presença em reuniões formais, e pouco interfere na construção de sentidos que o aluno atribui ao aprender.
II. Alinhamentos entre o que a escola comunica sobre o progresso do estudante e o que a família reforça em casa contribuem para maior clareza de metas e de critérios de acompanhamento.
III. Conversas em que escola e família relatam episódios do cotidiano, escutam pontos de vista e analisam juntos encaminhamentos reduzem mal-entendidos e fortalecem corresponsabilidade pelo processo de aprendizagem.
IV. Quando surgem dificuldades, espaços de diálogo que acolhem dúvidas da família e devolutivas que valorizam avanços, mesmo que discretos, ajudam a construir confiança mútua.
V. A relação família/escola ganha em qualidade quando a instituição concentra seus recados em lembretes burocráticos e em listas de exigências, evitando debates sobre o projeto pedagógico.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I. Mudanças nas funções executivas, como planejamento e controle de impulsos, repercutem na forma como a criança organiza estratégias de estudo e administra o tempo diante de tarefas escolares.
II. Aspectos psicomotores, como equilíbrio, coordenação e lateralidade, influenciam o modo de segurar o lápis, de acompanhar linhas no caderno e de se orientar no espaço da página.
III. Vivências afetivas ligadas a elogios, críticas e experiências de fracasso contribuem para a formação da imagem que o aluno constrói de si como alguém capaz ou incapaz de aprender.
IV. Relações com colegas, professores e familiares participam da constituição da personalidade e marcam a maneira como o estudante reage a desafios, mudanças de rotina e situações de cooperação.
V. Fatores ligados ao desenvolvimento neurológico explicam de forma isolada as dificuldades de aprendizagem e dispensam análises sobre história escolar ou contexto social do aluno.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
I. A linguagem oral cumpre função acessória frente à escrita e exerce influência pequena na construção de noções de número, série e classificação.
II. Situações em que a criança justifica respostas, descreve procedimentos e ouve perguntas que a convidam a comparar quantidades favorecem coordenação entre linguagem e estruturação lógica.
III. Dificuldades para compreender instruções verbais mais complexas podem se ligar à forma como a criança organiza relações de ordem, inclusão e correspondência, o que impacta atividades de Matemática.
IV. Aspectos sonoros da fala apresentam vínculo reduzido com a aprendizagem de sistema de numeração, por isso a contagem oral ocupa papel secundário na construção de conceitos numéricos.
V. Na avaliação psicopedagógica, observações sobre vocabulário, narrativa e capacidade de formular perguntas ajudam a compreender o modo como a criança raciocina diante de situações que envolvem medidas e quantias.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
(__) - O mecanismo de defesa específico da perversão é a denegação. Ele pode ser compreendido por meio do exibicionismo;
(__) - Freud coloca que muitos indivíduos que faziam análise com ele apresentavam fetiches como algo que os traria apenas prazer, algo até mesmo louvável;
(__) - Os pacientes de Freud, como ele notou, sempre o procuravam para falar da aversão ao Eu e nunca para falar de outros assuntos de fato relevantes. Aparentemente apreciavam apenas descobertas subsidiárias.
(__) - Assim se dá a denegação na Psicanálise: a recusa em reconhecer um fato, um problema, um sintoma, uma dor.
Levando -se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência CORRETA das proposições acima é:
I - Internalização cultural: através da socialização, o indivíduo aprende as normas e valores de sua cultura, o que molda seu caráter e sua visão de mundo. A cultura define o que é moralmente aceitável ou desejável, influenciando diretamente a personalidade;
II - Adaptação e identidade: o indivíduo se adapta às condições sociais e políticas em que vive, usando os papéis e status disponíveis para construir sua identidade. O processo de adquirir novos papéis, como a passagem para a idade adulta, não exige que o indivíduo desenvolva novas habilidades ou abandone antigos comportamentos;
III - Construção e mudança: os conceitos de status e papel não são fixos. A cultura pode criar e, consequentemente, demolir e reconstruir esses elementos ao longo do tempo. O indivíduo não é um receptor passivo; ele pode inovar e contribuir para a evolução das normas sociais, alterando o que a cultura valoriza.
Dos itens acima:
I - Status: refere-se à posição social que um indivíduo ocupa na hierarquia de uma sociedade, o que pode ser atribuído (como gênero ou classe de nascimento) ou adquirido (como ser um médico ou professor). O status confere poder, prestígio e reconhecimento;
II - Papel: cada status está ligado a um conjunto de comportamentos, deveres e expectativas que a sociedade espera que o indivíduo assuma;
III - Dependência: status e papel são separáveis e a cultura não molda a forma como ambos são definidos e percebidos. A forma como um indivíduo desempenha seu papel social não contribui para a manutenção ou modificação do seu status.
Dos itens acima:
A definição acima corresponde a: