Questões de Concurso Para auditor

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Q3686123 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O Estatuto dos Servidores Públicos do Município, das Autarquias e das Fundações Municipais de Iturama/MG relaciona disposições gerais quanto à concessão de diárias.

Assinale a afirmativa CORRETA, segundo esses preceitos: 
Alternativas
Q3686122 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Lei Orgânica do Município de Iturama/MG consigna disposições gerais a serem observadas. Julgue os itens a seguir, conforme esses preceitos:

I. Cumpre ao Município auscultar, permanentemente, a opinião pública. Para isso, sempre que o interesse público não aconselhar o contrário, os Poderes Executivo e Legislativo divulgarão, com a devida antecedência, os projetos de lei para o recebimento de sugestões.
II. O município somente poderá dar nomes de pessoas falecidas a bens e serviços públicos de qualquer natureza. Somente poderão ser homenageadas pessoas, já falecidas, que prestaram relevantes serviços ao Município, podendo ser anexado, ao Projeto de Lei, o Curriculum Vitae do homenageado.
III. Incumbe ao Município adotar medidas para assegurar a celeridade na tramitação e na solução dos expedientes administrativos, punindo, disciplinarmente, nos termos da lei, os servidores faltosos.
IV. Cabe ao Município facilitar, no interesse educacional do povo, a difusão de jornais e outras publicações periódicas, assim como das transmissões pelo rádio e pela televisão.

Assinale a afirmativa CORRETA
Alternativas
Q3686121 Direito Sanitário
A saúde é estabelecida como direito de todos os habitantes do Município de Iturama/MG e dever do poder público.

Inerente aos direitos fundamentais decorrentes do direito à saúde, dispostos na Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, assinale a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3686120 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
No que se refere à expedição dos atos administrativos de competência do Prefeito, com obediência às normas dispostas na Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, julgue as assertivas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Expede-se Decreto, numerado em ordem cronológica, no caso de provimento dos cargos públicos na forma da lei.
( ) Expede-se Portaria para a admissão de servidores para serviços de caráter temporário, nos termos do artigo 85, IX, da Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, bem como de Empresa Técnica Especializada de notória idoneidade e capacidade.
( ) Expede-se Decreto para a abertura de sindicância e de processos administrativos visando à aplicação de penalidades e demais atos individuais de efeitos internos.
( ) Expede-se Contrato para a execução de obras e serviços municipais, nos termos da Lei.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3686119 Direito Constitucional
Dentre outras atribuições, são de competência privativa da Mesa da Câmara Municipal, EXCETO:
Alternativas
Q3686118 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
No que se refere às disposições sobre “educação”, relacionadas na Lei Orgânica do Município de Iturama/MG, julgue os itens a seguir:

I. Será assegurado o transporte gratuito para aqueles profissionais da educação que trabalharem em escolas municipais rurais.
II. É obrigatório o ensino do Hino Nacional Brasileiro nas Escolas Municipais.
III. Nas salas destinadas aos professores, nos estabelecimentos municipais de ensino, será plena a liberdade de divulgação dos materiais e temas de interesse da categoria ou da escola, o que torna desnecessária autorização específica da direção da escola para tal finalidade.
IV. A educação sexual ambiental e para o consumo constará como conteúdo facultativo das matérias escolares do ensino fundamental e médio.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3686109 Matemática
Sabe-se que na cidade Iturama existem pessoas que gostam de praticar esportes e de tomar vinho.

Para cada 60 pessoas que gostam de praticar esportes, 3 pessoas gostam de tomar vinho. Além disso, para cada 20 pessoas que gostam de tomar vinho, 2 pessoas gostam de praticar esportes.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que, em Iturama, o número de pessoas que gostam de praticar esportes é 
Alternativas
Q3686108 Raciocínio Lógico
Quatorze alunos de uma escola de Iturama venderam 100 ingressos para a festa junina que ocorreu neste ano.
Sabe-se que cada um desses alunos vendeu pelo menos um ingresso.

Como base nessas informações, é INCORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3686107 Português
Observe o par de orações:

O vento abriu a porta. / A porta abriu.

O único par que NÃO obedece ao mesmo padrão é:
Alternativas
Q3686103 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
Do texto de Marcos Bagno, pode-se depreender que 
Alternativas
Q3686102 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
A partir da leitura do texto de Marcos Bagno, analise as assertivas a seguir:

I. Muitas comunidades acreditam que língua é um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais.
II. O modelo de língua de determinadas sociedades, denominado tesouro nacional, é baseado em uma cultura arraigada na tradição escrita e literária.
III. A escrita, a literatura e a escola devem influenciar a maneira como os cidadãos de uma comunidade devem falar, determinando as regras predominantes do “bem falar”.
IV. Apesar de quase todas as sociedades do mundo serem letradas, as comunidades são muito artificiais e são excluídas da escrita e da leitura.

Estão CORRETAS apenas as assertivas
Alternativas
Q3686101 Português
Mas o que é mesmo variação linguística?

Marcos Bagno


A ilusão da língua homogênea As pessoas que vivem em sociedades com uma longa tradição escrita, com uma história literária de muitos séculos e um sistema educacional organizado se acostumaram a ter uma ideia de uma língua muito influenciada por todas essas instituições. Para elas, só merece o nome de língua um conjunto muito particular de pronúncias, de palavras e de regras gramaticais que foram cuidadosamente selecionadas para compor o que vamos chamar nesse livro aqui de norma-padrão, isto é, o modelo de língua “certa”, de “bem falar” que, nessas sociedades, constitui uma espécie de tesouro nacional, de patrimônio cultural que, assim como as florestas, os rios, a flora, a fauna e os monumentos arquitetônicos, precisaria ser preservado da ruína e da extinção...

Ora, a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, são invenções culturais, criações artificiais e muito recentes na história da humanidade ̶ as formas mais antigas de escrita têm menos de 56.000 anos, ou seja, durante 99% da história da nossa espécie ninguém escreveu nem leu nada, e até hoje uma grande parcela dos seres humanos permanece assim, excluída da escrita e da leitura! 

Portanto, o que se convencionou chamar de “língua” nas sociedades letradas é, na verdade, um produto social, artificial, que não corresponde àquilo que a língua realmente é. Mas será que a gente pode mesmo pensar nesse modelo de língua como um produto, semelhante ao iogurte, ao vinho, à borracha, ao papel, ao azeite e a tantas outras invenções humanas? Pode, mas com uma diferença: essa “língua” é um produto de um tipo diferente, um produto sociocultural, elaborado ao longo de muito tempo, pelo esforço de muita gente ̶ por isso ela é uma abstração ou, como se diz hoje em dia, um patrimônio imaterial.

Bom, então, se o que nós chamamos de “língua” é só uma aparência, uma ilusão nascida dos nossos hábitos culturais e das nossas relações sociais, como é a língua, de fato?


A realidade heterogênea das línguas

Ao contrário da norma-padrão, que é tradicionalmente concebida como um produto homogêneo, como um jogo de armar em que todas as peças se encaixam perfeitamente umas nas outras, sem faltar nenhuma, a língua, na concepção dos sociolinguistas, é intrinsecamente heterogênea, múltipla, variável, instável e está sempre em desconstrução e reconstrução. Ao contrário de um produto pronto e acabado, de um monumento histórico feito de pedra e cimento, a língua é um processo, um fazer-se permanente e nunca concluído. A língua é uma atividade social, um trabalho coletivo, empreendido por todos os seus falantes, cada vez que eles se põem a interagir por meio da fala ou da escrita.

Justamente pelo caráter heterogêneo, instável e mutante das línguas humanas, a grande maioria das pessoas acha muito mais confortável e tranquilizador pensar na língua como algo que já terminou de se construir, como uma ponte firme e sólida, por onde a gente pode caminhar sem medo de cair e de se afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. Mas essa ponte não é feita de concreto, é feita de abstrato... O real estado da língua é o das águas de um rio, que nunca param de correr e de se agitar, que sobem e descem conforme o regime das chuvas, sujeitas a se precipitar por cachoeiras, a se estreitar entre as montanhas e a se alargar pelas planícies...

Também ao contrário do que muita gente acredita, a língua não está registrada por inteiro nos dicionários, nem suas regras de funcionamento são exatamente (nem somente) aquelas que aparecem nos livros chamados gramáticas. É mais ilusão social acreditar que é possível encerrar num único livro a verdade definitiva e eterna sobre uma língua.

Com tudo isso, a gente está querendo dizer que, na contramão das crenças mais difundidas, a variação e a mudança linguísticas é que são o “estado natural” das línguas, o seu jeito próprio de ser. Se a língua é falada por seres humanos que vivem em sociedades, se esses seres humanos e essas sociedades são sempre, em qualquer lugar e em qualquer época, heterogêneos, diversificados, instáveis, sujeitos a conflitos e a transformações, o estranho, o paradoxal, o impensável seria justamente que as línguas permanecessem estáveis e homogêneas!

Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso. São Paulo: Parábola Editorial, 2007, p. 35-37.
Atente para os excertos, em que foram destacados alguns vocábulos e propostos sinônimos para eles:

I. ... a escrita, a literatura e a escola são instituições eminentemente sociais, ... > ... a escrita, a literatura e a escola são instituições urgentemente sociais, ...
II. A realidade heterogênea das línguas > A realidade variada das línguas
III. ... um produto homogêneo ... > ... um produto complicado ...
IV. ... afogar na correnteza vertiginosa que corre lá embaixo. > ... afogar na correnteza descontrolada que corre lá embaixo.

Estão CORRETOS apenas os sinônimos apresentados em
Alternativas
Q3686099 Português
Tens Problemas?

A solução está em suas mãos. Caro leitor, estás desiludido, desanimado, desorientado, tens caso íntimo à resolver, muita inveja, mal olhado no amor, nos negócios, no seu trabalho, tens amor não correspondido ou rompido, fazer voltar alguém à sua companhia ou qualquer assunto lhe preocupe. Pode ser um mal espiritual e você não sabe. Tire um tempo para você mesmo, faça agora mesmo uma consulta com a PROFª BEATRIZ (a mais célebre da América do Sul), em apenas uma consulta de poucos minutos a PROFª BEATRIZ, através de Búzios e Tarô (cientista em grafologia e astrologia) ela, lhe dará a solução dos seus problemas, e depois você verá a vida de outra maneira porque a vida é boa, mas às vezes pessoas atrapalham a nossa vida.
Joga-se Búzios e Tarô

PROFª BEATRIZ atende diariamente em sua residência das 8:00h da manhã às 9:00 da noite, todos os dias. Inclusive Sábados, Domingos e Feriados.
Fonte: Folheto distribuído em via pública.
No texto anterior, há alguns problemas de redação. A seguir, há algumas correções. Analise-as como sendo adequadas ou não.

I) à resolver > a resolver
II) você não sabe > tu não sabes
III) Tire um tempo para você > Tira um tempo para ti
IV) Joga-se Búzios e Tarô > Jogam-se búzios e tarô.

Estão CORRETAS as propostas 
Alternativas
Q3656624 Odontologia

Quanto às relações entre profissionais e operadoras de planos odontológicos, julgue o item seguinte.

O cirurgião‑dentista que solicitar o desligamento voluntário de vínculo com uma operadora de plano de saúde deve, obrigatoriamente, comunicar seu desligamento num prazo de 30 dias ao Conselho Regional de Odontologia e a todos os seus pacientes, além de entregar‑lhes os dados clínicos em seu poder, a fim de garantir‑lhes a continuidade do tratamento odontológico.

Alternativas
Q3656623 Odontologia

Quanto às relações entre profissionais e operadoras de planos odontológicos, julgue o item seguinte.

O contrato firmado entre o cirurgião‑dentista e a operadora de plano de saúde não é considerado contrato de adesão, uma vez que as suas cláusulas podem ser discutidas e estabelecidas de comum acordo entre as partes, sendo recomendável que o profissional analise e negocie os termos antes da assinatura.

Alternativas
Q3656622 Odontologia

Acerca das denúncias no âmbito odontologia, conforme disposto no Código de Processo Ético Odontológico (Resolução CFO‑59/2004, com alterações da Resolução CFO‑201/2019), julgue o item a seguir.

A ausência do denunciante ou dos seus representantes legais na audiência de conciliação e instrução poderá resultar no arquivamento da denúncia, conforme avaliação da comissão de ética ou da câmara de instrução.

Alternativas
Q3656621 Odontologia

Acerca das denúncias no âmbito odontologia, conforme disposto no Código de Processo Ético Odontológico (Resolução CFO‑59/2004, com alterações da Resolução CFO‑201/2019), julgue o item a seguir.

Se a denúncia for manifestamente improcedente, como na hipótese de o fato narrado na denúncia não constituir infração ética de competência do Conselho de Odontologia, ela deverá ser arquivada ad referendum pelo plenário do Conselho Regional.

Alternativas
Q3656620 Odontologia

Acerca das denúncias no âmbito odontologia, conforme disposto no Código de Processo Ético Odontológico (Resolução CFO‑59/2004, com alterações da Resolução CFO‑201/2019), julgue o item a seguir.

A qualificação do denunciante constitui requisito expresso para a admissibilidade da denúncia no processo ético odontológico, sendo, portanto, discricionário ao presidente do Conselho indeferi‑la quando se tratar de denúncia apócrifa.

Alternativas
Q3656619 Medicina Legal

 A respeito da odontologia legal, julgue o item seguinte. 

A marca de Jellinek caracteriza‑se como uma queimadura de formato elíptico ou circular, que reproduz com precisão o contorno do ponto de contato do condutor elétrico, com profundidade variada, indolor, asséptica e fundo de coloração amarelada.

Alternativas
Q3656618 Medicina Legal

 A respeito da odontologia legal, julgue o item seguinte. 

Em processos cíveis, o juiz poderá determinar a realização de prova pericial e, nesses casos, as partes, se assim desejarem, poderão indicar assistentes técnicos, os quais, embora possam apresentar pareceres divergentes do laudo do perito judicial, estarão sujeitos ao mesmo grau de imparcialidade, responsabilidade técnica e deveres processuais atribuídos ao perito nomeado pelo juízo.

Alternativas
Respostas
801: A
802: B
803: C
804: C
805: D
806: A
807: C
808: C
809: A
810: B
811: A
812: C
813: D
814: E
815: C
816: C
817: E
818: C
819: C
820: E