Questões de Concurso Para secretário de escola

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Q3851497 Sistemas Operacionais
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a área de trabalho no sistema operacional Windows: 
Alternativas
Q3851496 Matemática
Rejane decidiu preparar waffles para um café da manhã especial. Ela se lembrou da receita que viu em um programa de culinária, onde o chef explicou que, para fazer 120 waffles, eram necessários 2 litros de leite e 1,2 kg de farinha. Ao verificar sua despensa, Lívia percebeu que tinha apenas 800 mL de leite e 600 g de farinha.
Mantendo a proporção da receita original, qual é o maior número de waffles que Lívia conseguirá preparar com os ingredientes disponíveis?
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3851494 Raciocínio Lógico
Durante as apresentações dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) do curso de Gestão de Negócios da Universidade Alfa, o professor responsável organizou os grupos em ciclos regulares, cada um em uma sala diferente. O grupo A apresenta seu projeto a cada 15 minutos, o grupo B a cada 30 minutos e o grupo C a cada 60 minutos. Todos iniciaram suas apresentações simultaneamente às 9h da manhã.
Assinale a alternativa que indica o horário em que os três grupos voltarão a se apresentar ao mesmo tempo pela primeira vez: 
Alternativas
Q3851493 Matemática
Considere a tabela abaixo, que apresenta alguns pares ordenados de uma função:
12.jpg (302×168)
Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente a função que corresponde à tabela acima: 
Alternativas
Q3851492 Matemática
Garcia fez uma pesquisa recentemente e identificou que o preço de um determinado produto sofreu um aumento de 15% e, em um intervalo de uma semana, passou por um novo aumento, no qual seu valor triplicou em relação ao valor inicial.
Nesse contexto, qual é o valor final (após o segundo aumento) expresso em porcentagem do valor após o primeiro aumento?
Assinale a alternativa que indica a resposta correta.
Alternativas
Q3851491 Português
Assinale a frase em que há erro ortográfico.
Alternativas
Q3851490 Português
Assinale a alternativa que indica o emprego correto de crase.
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Q3851489 Português
Leia o trecho a seguir:
“O contador consultado ___________ as contas da empresa apresentou um relatório muito completo.”
Em relação à regência nominal do termo “consultado”, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. 
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Q3851488 Português
Assinale a afirmativa em que o termo em destaque é um pronome possessivo.
Alternativas
Q3851487 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo “a” em destaque NÃO exerce a função de artigo. 
Alternativas
Q3851486 Português
Assinale a alternativa que contém a frase correta em relação à pontuação.
Alternativas
Q3851485 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da concordância no seguinte parágrafo do texto:
“Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.”
Alternativas
Q3851484 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa que contém um sinônimo do termo “vetado” destacado no trecho do texto a seguir:
“Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.”
Alternativas
Q3851483 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Releia o trecho do texto:
“Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.”
Assinale a alternativa que contém um termo ou expressão utilizado em sentido figurado no trecho acima:
Alternativas
Q3851482 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

O que podemos depreender do trecho “Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava”
Alternativas
Q3967620 Legislação Municipal
A Resolução CME n.° 36, de 30 de maio de 2017, do Município de Caxias do Sul, estabelece diretrizes para o Atendimento Temporário (AT), destinado a estudantes impossibilitados de frequentar a escola por motivos diversos, incluindo a gestação. Considerando o que dispõe a referida norma, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a responsabilidade da escola no caso de uma estudante gestante, a partir do oitavo mês de gravidez.
Alternativas
Q3967619 Atendimento ao Público
Sobre as boas práticas de atendimento ao público no contexto da atuação do secretário escolar, analise as assertivas a seguir:

1. O atendimento ao público realizado pelo secretário escolar deve prezar pela cordialidade, clareza nas informações e respeito à diversidade, assegurando um ambiente acolhedor e ético no espaço escolar.

II. Em situações de conflito com pais ou responsáveis, o secretário deve manter uma postura rígida e autoritária para garantir respeito e controle da situação.

III. No atendimento presencial ou por telefone, o uso da linguagem formal e adequada contribui para a imagem institucional da escola e para a credibilidade das informações prestadas.

IV. A escuta ativa é uma habilidade essencial ao bom atendimento, pois permite ao secretário compreender as demandas do público antes de oferecer respostas ou encaminhamentos.


Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
Alternativas
Q3967618 Secretariado
Sobre as boas práticas na organização de reuniões institucionais em ambientes escolares, analise:

1. A definição da pauta previamente à reunião permite foco nos assuntos essenciais, evita dispersões e contribui para a economia de tempo dos participantes.

II. A ausência de coordenação na condução da reunião pode favorecer uma maior participação democrática e espontânea, ainda que com perda de foco.

III. A avaliação do tempo despendido em reuniões anteriores é irrelevante, pois cada encontro possui características únicas e imprevisíveis.

IV. A elaboração e leitura da ata ao final da reunião são estratégias eficazes para garantir o alinhamento dos participantes quanto às decisões tomadas e aos encaminhamentos definidos.


Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:
Alternativas
Respostas
181: E
182: A
183: D
184: D
185: B
186: B
187: E
188: B
189: E
190: D
191: A
192: E
193: B
194: E
195: E
196: C
197: D
198: C
199: D
200: C