Questões de Concurso Para profissional de apoio escolar

Foram encontradas 1.150 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4325207 Noções de Informática
No Excel 2024 em português do Brasil, uma comissão organizou os resultados de um concurso em uma tabela denominada Tabela1, contendo, nessa ordem, as colunas Servidor, Lotação, Nota e Situação. A comissão deseja produzir, em área externa à tabela, uma relação dinâmica com as duas primeiras colunas dos candidatos cuja nota seja igual ou superior a 80 e cuja situação seja “Habilitado”. A relação deve expandir-se automaticamente para as células vizinhas e apresentar a mensagem “Sem resultados” quando nenhum registro satisfizer simultaneamente os critérios. Considere o comportamento das matrizes dinâmicas e das referências estruturadas disponíveis no programa. A fórmula que atende corretamente ao objetivo proposto é: 
Alternativas
Q4325206 Sistemas Operacionais
Em um computador com Windows, as pastas C:\SetorA e C:\SetorB pertencem ao mesmo volume formatado em NTFS, enquanto D:\Arquivo está em outro volume NTFS.
Um documento armazenado em C:\SetorA possui permissões próprias, diferentes das permissões herdáveis configuradas nas demais pastas. O administrador pretende mover o documento para C:\SetorB e, posteriormente, copiar outro documento para D:\Arquivo.
Admita que as operações sejam realizadas pelo Explorador de Arquivos, no mesmo computador, e que o usuário possua as autorizações necessárias para concluí-las.
À luz do comportamento padrão do Windows e do NTFS, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4325205 Segurança da Informação
Uma autarquia mantém seus documentos administrativos em um servidor de arquivos. Diariamente, os arquivos são sincronizados com um serviço de nuvem, e, semanalmente, uma cópia é gravada em unidade externa que permanece conectada ao servidor.
Após um ataque de ransomware, a criptografia dos arquivos locais foi propagada para a pasta sincronizada, enquanto a unidade externa também foi alcançada pelo código malicioso. Diante do incidente, a equipe passou a discutir a estratégia 3-2-1, bem como as diferenças entre cópias completas, incrementais, diferenciais e sincronização. A respeito dessas tecnologias, analise as afirmativas:

I. Na estratégia 3-2-1, devem existir três cópias dos dados, consideradas a original e duas cópias de segurança, armazenadas em dois tipos de mídia, com uma cópia mantida fora do ambiente principal.
II. O backup incremental copia os dados modificados desde a última cópia completa, produzindo conjuntos progressivamente maiores até que uma nova cópia completa seja executada.
III. O backup diferencial copia os dados alterados desde a última cópia completa, razão pela qual sua restauração normalmente depende da cópia completa e do diferencial selecionado.
IV. A sincronização pode propagar alterações e exclusões para o destino, de modo que sua adoção não substitui uma política de backup com versionamento e isolamento adequado.

Estão corretas:
Alternativas
Q4325204 Arquitetura de Computadores
Durante a modernização dos computadores de uma instituição, a equipe técnica substituiu discos rígidos SATA por unidades SSD NVMe conectadas ao barramento PCI Express.
Em testes de desempenho, constatou-se redução expressiva no tempo de inicialização do sistema e na abertura de arquivos, embora o processador e a quantidade de memória RAM tenham permanecido inalterados.
Um candidato afirmou que o ganho ocorreu porque o SSD NVMe passou a executar parte das instruções destinadas à CPU.
Outro sustentou que o dispositivo utiliza memória não volátil e pode transferir dados por meio do subsistema de entrada e saída, com participação de controladores e mecanismos como DMA e interrupções.
Considerando a arquitetura básica dos computadores modernos, é correto afirmar:
Alternativas
Q4325203 Raciocínio Lógico
Em uma auditoria de tramitação administrativa, as proposições são tratadas como enunciados binários, e as regras abaixo devem ser interpretadas como implicações materiais, não como equivalências. Considere: C: a aplicação está completa; T: a aplicação foi encaminhada à análise técnica; N: a aplicação recebeu número de protocolo; F: a aplicação entrou na fila de processamento; e D: a aplicação foi rejeitada por defeito formal. O regulamento estabelece as seguintes relações: C → T; T → N; N → F; e F → ¬D. Durante a auditoria, verificou-se que determinada aplicação não possui número de protocolo. A conclusão logicamente necessária é que: 
Alternativas
Q4325202 Matemática
Em um projeto de requalificação urbana, uma praça retangular terá 40 metros de comprimento e 30 metros de largura. Uma diagonal será sinalizada para orientar o fluxo de pedestres entre vértices opostos, e uma faixa correspondente a 15% da área total será reservada à drenagem e à manutenção das áreas permeáveis. O restante da superfície poderá receber pavimentação e mobiliário urbano. Considerando as dimensões fornecidas e o Teorema de Pitágoras, assinale a alternativa que indica corretamente o comprimento da diagonal e a área disponível para uso urbano.
Alternativas
Q4325201 Matemática
A controladoria de uma rede de laboratórios consolidou os resultados de quatro meses de auditoria interna. A taxa de conformidade é definida pela razão entre o número de análises sem retrabalho e o total de análises realizadas no mês. A direção pretende comparar a média aritmética simples das taxas mensais com a taxa global do quadrimestre, calculada a partir dos totais acumulados. Observe a tabela e julgue as afirmativas a seguir. 

I. A média aritmética simples das quatro taxas mensais é superior à taxa global do quadrimestre.
II. As taxas de conformidade de fevereiro e abril são iguais.
III. A taxa de conformidade de março supera a de abril em 5/6 de ponto percentual.
IV. O número absoluto de análises sem retrabalho aumentou em cada mês do período.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q4325200 Matemática Financeira
Um fundo de pesquisa recebe R$ 70.000,00 em uma aplicação que rende juros simples de 2% ao mês durante oito meses. Paralelamente, R$ 130.000,00 são aplicados a juros compostos de 1,5% ao mês pelo mesmo período. Ao final, incide tributo de 10% calculado somente sobre os juros produzidos pela segunda aplicação, além de taxa administrativa de 2% sobre o montante bruto das duas aplicações. Considere que todos os cálculos sejam efetuados sem arredondamento intermediário e que o resultado final seja arredondado para centavos. Nessas condições, o valor líquido resgatável será de aproximadamente:
Alternativas
Q4325199 Matemática
Uma autarquia compara duas propostas para a manutenção preventiva de seus equipamentos. Para determinado número inteiro de lotes contratados, a diferença entre os custos totais das propostas, expressa em centenas de reais, é modelada pela função D(x) = x² − 10x + 21. O ponto de equilíbrio entre as propostas ocorre quando essa diferença é nula. Em contratação complementar, a equipe dispõe de preço de referência de R$ 3.600,00 para um conjunto de serviços e negocia desconto de 10% sobre esse valor. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4325198 Português



Disponível em https://www.estadao.com.br/cultura/quadri nhos/ acesso em 01 de setembro de 2026. 

Na tirinha, a expressão “pelo menos por enquanto”, associada à seção “Ficção científica”, produz o efeito de
Alternativas
Q4325197 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
TODOS OS ELEMENTOS COESIVOS SEQUENCIAIS FORMAIS MARCADOS apresentam a função coesiva anafórica e, além disso, exercem também, uma função sintática na oração em que se inserem, EXCETO:
Alternativas
Q4325196 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Estão analisados corretamente, conforme a Sintaxe da Língua Portuguesa, os termos da alternativa: 
Alternativas
Q4325195 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
No excerto: “Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.” O recurso argumentativo, empregado formalmente, conforme a morfologia da língua, baseia-se numa relação semântica de
Alternativas
Q4325194 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Julgue os itens a seguir:


I. “Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?” – Nesse período, o uso da vírgula é obrigatório, pois separa uma oração que apresenta função sintática de adjunto adverbial.

II. “Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.”. A oração subordinada apresenta um conectivo formal “ainda assim” cuja relação semântica indica um valor concessivo.
III. “O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas o volume investido, mas o critério da decisão.” - O elemento coesivo formal é uma conjunção adversativa, nesse contexto introduz uma oração coordenativa sindética adversativa.
IV. “Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?” o período composto apresenta três orações subordinadas.

Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Q4325193 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.

No período “Proponho o termo ‘filantropia recreativa’: um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores”, os doispontos introduzem um segmento que

Alternativas
Q4325192 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
Ao recorrer a exemplos da saúde, da educação e da assistência social, o autor
Alternativas
Q4325191 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
No trecho “Proponho o termo ‘filantropia recreativa’”, a primeira pessoa produz o efeito de
Alternativas
Q4325190 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
A referência aos dados do IBGE fortalece a argumentação porque
Alternativas
Q4325189 Português
Filantropia sem critério distribui privilégios, não
oportunidades


        Agosto, o mês da filantropia negra, convida o Brasil a responder a uma pergunta central para qualquer estratégia de investimento social: afinal, para que serve a filantropia? A resposta parece simples: a filantropia existe para reduzir desigualdades.

     Seu papel é ampliar oportunidades onde foram historicamente negadas, fortalecer organizações de transformação social e financiar soluções que nem Estado, nem mercado alcançam sozinhos. Se esse é o propósito, a lógica dita que, quanto maior for a desigualdade, maior é a prioridade do investimento.

   Na prática, a realidade é outra. Decisões de financiamento nascem de afinidades, interesses institucionais ou estratégias de reputação. Embora apoiar causas relevantes seja válido, o problema surge quando critérios subjetivos substituem a pergunta fundamental: onde este recurso produzirá maior impacto na redução das desigualdades?

     Nenhuma política pública séria ignora indicadores. A saúde baseia-se em dados epidemiológicos; a educação acompanha índices de aprendizagem que melhoram as condições de vida, a assistência social identifica vulnerabilidades. Se essas áreas pautam decisões em evidências, por que a filantropia opera de forma distinta?

       Proponho o termo "filantropia recreativa": um modelo que prioriza preferências de quem financia em vez de indicadores. Gera iniciativas importantes, mas frequentemente conforta consciências antes de enfrentar estruturas.

       O Brasil é exemplo dessa contradição. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), negros representam 56% da população e concentram os piores índices de pobreza, desemprego, insegurança alimentar e violência. Ainda assim, esses marcadores raramente ocupam o centro da definição de prioridades no investimento social.

      Ao escolher quem apoiar, definimos quais problemas serão enfrentados e quais ficarão à espera. O mês da filantropia negra deve ampliar esse debate, questionando não apenas que volume investido, mas o critério da decisão.

    Enquanto as preferências dos financiadores pesarem mais do que os indicadores produzidos pela sociedade, continuaremos praticando uma filantropia recreativa: generosa nas intenções, mas insuficiente para as desigualdades que justificam sua existência.


Guibson Trindade (adaptado). Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/
2026/09/ - acesso em 01de setembro de 2026.
A concepção de filantropia defendida no texto pressupõe 
Alternativas
Q4302733 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Atualmente, compreendendo a necessidade de garantir a permanência dos estudantes com deficiência, é discutida a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de tecnologia assistiva. Essa concepção é conhecida como: 
Alternativas
Respostas
21: D
22: D
23: B
24: A
25: A
26: E
27: B
28: D
29: C
30: C
31: D
32: A
33: D
34: C
35: A
36: E
37: D
38: B
39: C
40: D