Foram encontradas 16.475 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3893325 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
"O herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas quanto naquelas" que não apresentaram a doença durante a vida que morreram com Alzheimer.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3893324 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
A classificação dos textos em tipologias e gêneros permite compreender a intenção comunicativa predominante e os traços formais e temáticos que os caracterizam (BAKHTIN, 2011).
Assinale a alternativa que identifica corretamente a tipologia predominante e o gênero textual representado no texto base.
Alternativas
Q3893323 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3893322 Português
Seriam vírus os gatilhos da demência?

Entre as décadas de 1980 e 90, a professora Ruth Itzhaki, professora emérita da Divisão de Neurociências da Universidade de Manchester, no Reino Unido, fez os primeiros trabalhos que detectaram o material genético do herpes simples tipo 1 — um vírus extremamente comum, que afeta ao redor de 70% da população — no cérebro humano.

"Nós já sabíamos que esse vírus pode causar uma encefalite, uma inflamação do sistema nervoso, um quadro bem raro, mas muito grave", descreve ela.

"Começamos a especular, então, se a reativação do herpes ao longo da vida não poderia desencadear uma série de eventos que culminariam em danos às células do sistema nervoso, que eventualmente levassem à morte dessas células."

Esses trabalhos pioneiros foram os primeiros a encontrar agentes infecciosos no cérebro. Até então, havia um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.

Algo que chamou a atenção dos pesquisadores à época era que o herpes marcava presença tanto na cabeça de pessoas diagnosticadas que morreram com Alzheimer quanto naquelas que não apresentaram a doença durante a vida.

Segundo os pesquisadores, deveriam existir alguns outros fatores, como a genética, que pudessem explicar por que alguns indivíduos infectados desenvolviam a demência e outros não.

Nos anos 1990, o time liderado por Itzhaki fez outra descoberta relevante: eles observaram em cobaias de laboratório que o herpes simples costuma se concentrar em regiões do cérebro que apresentam uma grande deposição da beta-amiloide.

Isso gerou uma nova teoria: será que essa proteína é produzida pelo sistema nervoso como uma defesa, com o objetivo de capturar o vírus e inativá-lo?

Sabe-se que essas moléculas têm um aspecto grudento e poderiam agarrar o patógeno para dificultar a sua replicação antes que uma resposta imune mais elaborada fosse iniciada.

A grande questão aqui é que o herpes tem aquela característica de ficar escondido e se reativar de tempos em tempos ao longo da vida.

No cérebro, isso causaria uma inflamação repetida e geraria a fabricação da beta-amiloide com uma certa frequência.

Com o passar do tempo, o que antes funcionava como um mecanismo de proteção se transforma em um problema: o acúmulo da proteína faz mal aos próprios neurônios e, eventualmente, provoca suas mortes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqx4zx5nvqxo.adaptado.
Até então, "havia" um consenso de que o sistema nervoso central era uma região protegida da ação dos vírus.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3812698 Veterinária

À luz da Portaria CRMV/GO nº 107/2023, julgue o item seguinte.


O fiscal, no desempenho de suas atividades, está sujeito aos princípios da ética profissional, que devem ser rigorosamente observados, deverá agir com cortesia e urbanidade, manter conduta moderada, demonstrar disponibilidade e atenção, e respeitar a capacidade e as limitações individuais.

Alternativas
Q3812697 Veterinária

À luz da Portaria CRMV/GO nº 107/2023, julgue o item seguinte.


O conflito de interesses classificado como potencial é aquele em que, embora não haja ou não possa haver conflito real, a situação apresentada aparenta gerá‑lo, podendo suscitar dúvidas quanto à correção da conduta do diretor, conselheiro, empregado ou colaborador

Alternativas
Q3812696 Veterinária
A respeito da Portaria CRMV/GO nº 17/2023, julgue o item a seguir.
A Política Antifraude e Anticorrupção, no âmbito do CRMV/GO, tem sua abrangência limitada aos conselheiros efetivos e suplentes.
Alternativas
Q3812695 Veterinária

Acerca da Resolução CFMV nº 591/1992, que aprova o Regimento Interno Padrão (RIP) dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMV), julgue o item seguinte.


Compete ao secretário‑geral do CRMV substituir o vice‑presidente e o tesoureiro em suas faltas ou impedimentos eventuais, além de exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas.

Alternativas
Q3812694 Veterinária

Acerca da Resolução CFMV nº 591/1992, que aprova o Regimento Interno Padrão (RIP) dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMV), julgue o item seguinte.


A diretoria executiva do Conselho Regional de Medicina Veterinária reunir‑se‑á, sempre que necessário, mediante convocação do presidente.

Alternativas
Q3812693 Veterinária

Acerca da Resolução CFMV nº 591/1992, que aprova o Regimento Interno Padrão (RIP) dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMV), julgue o item seguinte.


O conselheiro suplente do Conselho Regional de Medicina Veterinária poderá participar das sessões e discutir as matérias postas, com direito a voto, mesmo quando não estiver substituindo conselheiro efetivo.

Alternativas
Q3812692 Veterinária

Com base na Lei nº 5.517/1968, que regulamenta o exercício da profissão de médico‑veterinário e institui os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, julgue o item a seguir.


A pena de advertência será aplicada ao profissional infrator mediante publicação na imprensa oficial.

Alternativas
Q3812691 Veterinária

Com base na Lei nº 5.517/1968, que regulamenta o exercício da profissão de médico‑veterinário e institui os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, julgue o item a seguir.


A responsabilidade administrativa no CFMV cabe ao seu presidente, inclusive para o efeito da prestação de contas.

Alternativas
Q3812690 Veterinária

Com base na Lei nº 5.517/1968, que regulamenta o exercício da profissão de médico‑veterinário e institui os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, julgue o item a seguir.


 Na eleição dos membros do Conselho Federal de Medicina Veterinária, cada Conselho Regional terá direito a seis delegados.

Alternativas
Q3812689 Veterinária

Com base na Lei nº 5.517/1968, que regulamenta o exercício da profissão de médico‑veterinário e institui os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, julgue o item a seguir.


O Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária atuarão como órgãos de consulta dos governos da União, dos estados, dos municípios e dos territórios, em matérias referentes à profissão de médico‑veterinário ou vinculadas, direta ou indiretamente, à produção e à indústria animal. 

Alternativas
Q3812688 Governança de TI

Acerca da infraestrutura de datacenters e servidores, da solução em nuvem AWS e da manutenção preventiva de equipamentos de TI, julgue o item seguinte.


Para equipamentos críticos, é recomendável adiar atualizações de firmware e patches, até que se confirme a ocorrência de uma falha ou vulnerabilidade explorada em produção, já que aplicar atualizações preventivamente aumenta o risco de regressões e downtime induzido.

Alternativas
Q3812687 Governança de TI

Acerca da infraestrutura de datacenters e servidores, da solução em nuvem AWS e da manutenção preventiva de equipamentos de TI, julgue o item seguinte.


O serviço Amazon S3 (Simple Storage Service) é projetado para armazenamento de objetos, não sendo indicado para bancos de dados relacionais transacionais, pois não oferece bloqueios ou controle de concorrência entre registros.

Alternativas
Q3812686 Governança de TI

Acerca da infraestrutura de datacenters e servidores, da solução em nuvem AWS e da manutenção preventiva de equipamentos de TI, julgue o item seguinte.


O serviço Amazon EC2 (Elastic Compute Cloud) da AWS oferece apenas instâncias Linux, sendo necessário o uso do serviço AWS Lambda para executar workloads com base em Windows Server

Alternativas
Q3812685 Governança de TI

Acerca da infraestrutura de datacenters e servidores, da solução em nuvem AWS e da manutenção preventiva de equipamentos de TI, julgue o item seguinte.


Em um datacenter com alta disponibilidade, a redundância em nível de energia elétrica deve contemplar sistemas de nobreak (UPS), geradores e caminhos elétricos independentes, caracterizando a classificação Tier III, segundo o Uptime Institute.

Alternativas
Q3812684 Governança de TI

Acerca da infraestrutura de datacenters e servidores, da solução em nuvem AWS e da manutenção preventiva de equipamentos de TI, julgue o item seguinte.


Em servidores de missão crítica, a utilização de RAID 0 é recomendada por proporcionar redundância total de dados e maior tolerância a falhas, sendo amplamente adotada em ambientes corporativos que exigem alta disponibilidade.

Alternativas
Q3812683 Direito Administrativo

Acerca da biblioteca ITIL, do COBIT 2019 e da Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), julgue o item a seguir.


Na Lei nº 14.133/2021, o pregão eletrônico deixou de ser modalidade obrigatória para aquisição de bens e serviços comuns de TI, passando a ser opcional a critério do gestor público.

Alternativas
Respostas
1081: X
1082: B
1083: D
1084: E
1085: C
1086: E
1087: E
1088: C
1089: C
1090: E
1091: E
1092: C
1093: E
1094: C
1095: E
1096: C
1097: E
1098: C
1099: E
1100: E