Questões de Concurso
Para psicólogo
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I. Trata-se de uma ação impulsiva, desempenhada inconscientemente, como uma maneira de substituir uma verbalização, um pensamento e uma recordação.
II. Consiste em um ato no qual o inconsciente alivia a tensão mental e acarreta descargas parciais de impulsos repelidos.
III. Refere-se a um processo em que o indivíduo elabora simbolicamente suas experiências ao transformar conteúdos inconscientes em pensamento.
IV. Pode ser compreendido como um fenômeno em que a catexia é deslocada das memórias reprimidas para o presente, possibilitando a descarga de energias psíquicas.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. O pensamento simbólico e pré-conceitual.
2. O pensamento intuitivo.
3. As operações concretas.
4. As operações formais.
Coluna 2
( ) Adquire seu pleno desenvolvimento durante a adolescência.
( ) Inicia-se entre 1 ano e 6 meses e 2 anos, estendendo-se até cerca de 4 anos.
( ) Constitui-se entre os 4 e os 7-8 anos.
( ) Organiza-se entre os 7-8 anos até os 11-12 anos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A advertência, ainda que possa ser aplicada, não é considerada uma penalidade em caso de infração disciplinar na prática profissional da Psicologia.
( ) Uma das advertências válidas é a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.
( ) Multa e censura pública são penalidades possíveis em caso de infração disciplinar na prática profissional da Psicologia.
( ) Prestação obrigatória de serviços comunitários é uma penalidade possível em caso de infração disciplinar na prática profissional da Psicologia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
(__)Subordinação e obediência
(__)Assiduidade/pontualidade e disciplina.
(__)Eficiência e eficácia.
(__)Responsabilidade e relacionamento.
A sequência CORRETA, de cima para baixo,
I.A emigração europeia esteve relacionada a crises sociais e econômicas no continente de origem.
II.A ocupação da região ocorreu sem qualquer relação com políticas de acesso à terra no Brasil.
III.O deslocamento de colonos incluiu movimentos internos a partir do Rio Grande do Sul.
IV.A busca por novas áreas produtivas contribuiu para a expansão territorial.
Está CORRETO o que se afirma em:
Assinale a alternativa CORRETA quanto às regras estabelecidas pelo Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à identificação dos vícios de linguagem.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação do predicado na oração.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso do acento indicativo de crase no termo destacado.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise dos termos da oração destacada.
Rinite: por que não existe cura e o que dá pra fazer para melhorar
O que começou como um comentário bem-humorado
nas redes sociais — questionando por que ainda não
existe cura para a rinite — revela uma dúvida comum
sobre uma condição que atinge uma parcela significativa
da população. A rinite alérgica, caracterizada por nariz
entupido, espirros frequentes, coceira e dificuldade
respiratória, tende a se intensificar em determinadas
épocas do ano e está associada a agentes como poeira,
pelos de animais, ácaros e pólen.
Apesar dos avanços no tratamento ao longo das últimas décadas, ainda não há cura definitiva para a rinite, e muitos especialistas consideram improvável que ela venha a existir. O problema está relacionado ao próprio funcionamento do sistema respiratório, que atua como um filtro contra partículas potencialmente nocivas. Quando um agente estranho entra nas vias nasais, o organismo desencadeia uma resposta inflamatória para eliminá-lo, produzindo secreção, inchaço e espirros.
Na rinite alérgica, no entanto, essa reação ocorre diante de substâncias que, em geral, não são perigosas. O contato com partículas como ácaros, poeira ou pólen provoca uma resposta exagerada do sistema de defesa, intensificando os sintomas. Esse quadro tende a se agravar em períodos mais frios ou secos, quando as pessoas permanecem em ambientes fechados e a mucosa nasal se torna mais sensível.
Embora os mecanismos envolvidos na doença sejam conhecidos, a busca por uma cura enfrenta obstáculos relevantes. A resposta imunológica associada à rinite é complexa e envolve diferentes células de defesa que liberam substâncias responsáveis pelos sintomas, como coceira e inflamação. Além disso, trata-se de uma condição ligada a múltiplos fatores genéticos, o que dificulta a criação de intervenções capazes de atuar de forma definitiva.
Outro entrave está no próprio processo de desenvolvimento de medicamentos, que exige tempo, altos investimentos e apresenta elevado índice de falhas. Soma-se a isso o fato de a rinite, apesar de incômoda, raramente evoluir para quadros graves, o que reduz sua prioridade em pesquisas científicas.
Ainda assim, existem diversas estratégias eficazes para o controle da doença. O primeiro passo envolve mudanças no ambiente doméstico, como manter os espaços ventilados, realizar limpezas frequentes, evitar o acúmulo de poeira e reduzir a presença de itens que favorecem a concentração de alérgenos. Esses cuidados são especialmente importantes no quarto, onde se passa grande parte do tempo.
A higienização das vias nasais também é recomendada, pois ajuda a remover impurezas e a manter a mucosa hidratada. Além disso, medicamentos podem ser utilizados conforme a intensidade e a frequência dos sintomas, variando desde tratamentos pontuais até abordagens preventivas com o uso de anti-inflamatórios específicos.
Outra possibilidade terapêutica é a imunoterapia, que consiste na administração gradual das substâncias responsáveis pela alergia, com o objetivo de reduzir a sensibilidade do organismo.
Assim, embora a rinite alérgica não tenha cura, há recursos capazes de controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8wln0n3rwo.adaptado.
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
(__)O desenvolvimento na velhice, segundo a perspectiva do ciclo de vida, envolve perdas cognitivas, mas também ganhos em aspectos como a inteligência cristalizada e a sabedoria.
(__)O conceito de plasticidade cerebral indica que o potencial de mudança e adaptação do sistema nervoso encerra-se após a maturação biológica ocorrida na adolescência.
(__)O apego seguro na infância, conforme a teoria de John Bowlby, estabelece uma base de confiança que influencia a qualidade das relações interpessoais na vida adulta.
(__)A adolescência é caracterizada por mudanças estruturais no córtex pré-frontal, o que impacta as funções executivas, o controle de impulsos e o julgamento social do jovem.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: