Ao longo da história das ciências da saúde, diferentes
modelos foram utilizados para explicar o processo de
adoecimento. Durante muito tempo, predominou uma
perspectiva centrada nos aspectos orgânicos do corpo,
priorizando alterações fisiológicas e intervenções médicas
como principais formas de compreensão e tratamento das
doenças. Contudo, avanços nas áreas da Psicologia da
Saúde, da Medicina e das ciências sociais passaram a
destacar que o sofrimento humano não pode ser
compreendido apenas a partir de alterações biológicas. Na
contemporaneidade, observa-se uma ampliação dessa
compreensão, reconhecendo que condições de vida, relações sociais, experiências subjetivas, emoções e
modos de enfrentamento também participam da produção
e manutenção do sofrimento psíquico e das condições de
saúde.
Essa perspectiva corresponde ao chamado modelo:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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