Questões de Concurso
Para professor - anos iniciais do ensino fundamental
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Leia o texto para responder à questão.
Retina Negra
Sou preta fujona
Recuso diariamente o espelho
Que tenta me massacrar por dentro
Que tenta me iludir com mentiras brancas
Que tenta me descolorir com os seus feixes de luz
Sou preta fujona
Preparada para enfrentar o sistema
Empino o black sem problema
Invado a cena
Sou preta fujona
Defendo um escurecimento necessário
Tiro qualquer racista do armário
Enfio o pé na porta e entro
SOBRAL, C. Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. Brasília: Ed. Teixeira, 2014.
Leia o texto para responder à questão.
Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.
A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.
Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!
A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.
Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.
Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.
A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.
Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.
Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.
Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.
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Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.
A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.
Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!
A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.
Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.
Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.
A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.
Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.
Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.
Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.
Leia o texto para responder à questão.
Com a promulgação da Lei 15.100/2025, os celulares saem da sala de aula, mas a mediação do professor se torna ainda mais essencial. Talvez agora, com menos atenção voltada aos celulares, outras tecnologias possam voltar para a escola. Podemos redirecionar a forma de usar tecnologias para que continue a ser uma aliada do ensino.
A mudança nos convida a explorar tecnologias que transformam o aprendizado em uma experiência mais envolvente. Em vez de apenas consumir informações de forma passiva, estudantes podem interagir com lousas digitais, explorar programas de modelagem e análise de dados e colocar a ciência em ação com kits experimentais e sensores digitais.
Essas ferramentas não são apenas acessórios modernos, mas portas de entrada para um ensino que privilegia a investigação. Com a mediação do professor, a sala de aula pode retornar como verdadeiro laboratório de ideias, em que testar hipóteses, resolver problemas e fazer descobertas volta a ser o grande destaque do aprendizado. Afinal, ciência é um diálogo entre teoria e prática!
A Lei 15.100/2025, na verdade, cria um terreno fértil para experiências de aprendizado intencional, em que a tecnologia passa a ser guiada pelos professores. Em vez de os alunos ficarem dispersos em buscas individuais no celular, a legislação cria um canal para que sejam incentivadas atividades coletivas, como projetos de pesquisa em plataformas colaborativas.
Em uma aula sobre ecossistemas, por exemplo, a turma pode analisar dados de desmatamento, usando bancos de dados científicos. O professor planeja e medeia a discussão, orienta a interpretação dessas informações e propõe que soluções em grupo sejam formuladas. Essas propostas são novamente pensadas, por todos, e se transformam em formas dinâmicas de entender os conteúdos.
Em simulações interativas, como as que recriam reações químicas em laboratórios virtuais, os alunos testam hipóteses, ajustam variáveis e veem os resultados, sempre com a supervisão docente. Em uma aula sobre física, atividades com simuladores, como o ambiente do PhET (projeto da Universidade de Colorado Boulder que oferece simulações interativas gratuitas de ciências e matemática), podem ser usadas para explorar conceitos de energia e movimento.
A mediação de professoras e professores é essencial sempre, pois devem questionar as escolhas dos estudantes e propor desafios ao conectarem os experimentos virtuais aos fenômenos do mundo. Nesse novo cenário escolar, as tecnologias digitais vão estimular atividades colaborativas que fortaleçam a atenção compartilhada no ensino de ciências.
Imagine uma aula em que os alunos, guiados pelo professor, simulam juntos os impactos do aquecimento global em um ecossistema virtual, ajustando variáveis como temperatura e umidade. Plataformas interativas, como o Padlet, permitem a construção coletiva de mapas conceituais sobre cadeias alimentares ou ciclos biogeoquímicos, enriquecidos com textos, imagens e vídeos.
Ferramentas com inteligência artificial (IA), como a plataforma de jogos Arludo, também ampliam a exploração de conceitos em biologia e ecologia. E sempre haverá um tempinho para debater os benefícios e desafios que a IA traz para as ciências.
Disponível em: https://sl1nk.com/ggEIr. Acesso em: 19 maio 2025.
EF04MA10
Pode-se afirmar que ele se refere à qual disciplina do Ensino Fundamental?
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de _____ competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
A Lei Orgânica do Município dispõe sobre a posse, as atribuições e a substituição do Prefeito e do Vice-Prefeito, bem como sobre as providências adotadas em caso de vacância dos cargos do Poder Executivo Municipal. Considerando tais disposições, analise as assertivas a seguir:
I. O Vice-Prefeito substitui o Prefeito nos casos de impedimento e o sucede nos casos de vacância do cargo.
II. Na vacância simultânea dos cargos de Prefeito e Vice-Prefeito, a eleição será sempre realizada pela Câmara Municipal, no prazo de trinta dias, independentemente do período do mandato.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
No ritmo das lembranças
Às vezes, eu acordo com uma música tocando por dentro, como se alguém tivesse deixado um rádio ligado, esquecido, no último quarto da memória. Hoje comecei o dia com aquela velha sensação de que a música Nada será como antes sussurrava um verso só pra mim, lembrando que nem tudo o que se viveu merece, de fato, ser lembrado. Mas a gente lembra mesmo assim. A cabeça é teimosa e o coração, então, nem se fala. Ele arquiva o que deveria jogar fora e toca, sem parar, aquilo que já não pertence a lugar algum.
Eu caminhava pelas ruas da cidade quando Djavan cantou Azul. Uma espécie de carinho do destino. Porque não estava tudo azul, coisa nenhuma. Mas a música insistia com aquele otimismo que só as canções antigas sabem sustentar, mesmo quando o mundo insiste em armar tempestades. E, como quem atravessa a cena com outra luz, Todo cambia surge como lembrança de que a vida é inconstante: nem tudo o que aconteceu precisa permanecer, e nem tudo o que permanece precisa doer.
No meio da tarde, sem aviso, Voyage, Voyage pulou da memória, aquele clima de viagem inventada, de fuga planejada só dentro da cabeça. Lembrei de verões que não vivi e dos tempos em que quis, ao menos, fingir que vivia, apenas para ter histórias para contar. E, como a vida às vezes começa num compasso de samba, peço socorro à Cartola, afinal, até “as rosas que não falam” parecem entender certos silêncios.
Mas a trilha virou de repente quando ouvi, lá no fundo, Madredeus com Haja o que houver e a melancolia se instalou novamente. A música, que eu não pedi para lembrar, me trouxe um sentimento que também não pedi para sentir. Há canções que são chaves, e basta um verso para abrir uma porta que levamos anos tentando manter fechada.
À noite, quando já parecia que a nostalgia tinha se acalmado, surgiu Love Theme, do filme Blade Runner. Aquele jeito de lembrança insistente batendo à porta, a sensação de que alguém vai voltar e não volta, um truque da mente, um filme repetido, um flash que engana.
E, por fim, quando o silêncio quase venceu, entrou The Boxer, tão calma e tão cheia de força disfarçada. The fighter still remains. Acho que foi aí que entendi. Talvez a minha cabeça toque músicas, ________ ainda estou lutando, não contra alguém, mas por mim mesma, pelos pedaços que quero guardar e pelos que preciso deixar ir embora.
No fim, é sempre assim: cada canção acende uma lembrança, cada lembrança acende uma história, e cada história me devolve um pouco do que fui. Música na cabeça, memória no corpo, Paroles, paroles. E sigo, como quem muda de faixa, mas não perde o ritmo.
Autora: Helô Bacichette – GZH (adaptado).