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O desenvolvimento de crianças com altas habilidades pode apresentar descompassos. Sobre a "Síndrome de Disritmia" ou desenvolvimento assincrônico (Terrassier), registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A dissincronia descreve o descompasso entre o desenvolvimento intelectual avançado da criança e seu desenvolvimento afetivo, social ou motor, que podem estar na média ou até abaixo dela, gerando angústia e comportamentos imaturos.
(__) A dissincronia é uma doença neurológica degenerativa que afeta o cerebelo das crianças superdotadas, exigindo medicação para controlar os espasmos musculares.
(__) O conceito de dissincronia alerta os educadores para não esperarem maturidade emocional equivalente à capacidade cognitiva, evitando a cobrança excessiva de comportamento adulto apenas porque a criança é inteligente.
(__) A superdotação garante que todas as áreas do desenvolvimento (físico, emocional, social) estejam avançadas na mesma proporção, sendo a dissincronia um mito sem base científica.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
O Sistema Braille possui uma lógica estrutural baseada na cela de seis pontos. Sobre a formação dos números e sinais exclusivos no Braille, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) No Sistema Braille, não existem caracteres específicos exclusivos para os algarismos de 1 a 0; os números são representados pelas letras de 'a' a 'j' (1ª série de sinais) precedidas pelo sinal de número (ble), que modifica o significado da letra seguinte para numeral.
(__) O sinal de número (ble) é formado pelos pontos 3, 4, 5 e 6 preenchidos na cela, sendo indispensável para diferenciar, por exemplo, a letra 'a' (ponto 1) do número '1' (sinal de número + ponto 1).
(__) A cela Braille é numerada de cima para baixo e da esquerda para a direita: coluna da esquerda pontos 1, 2, 3 e coluna da direita pontos 4, 5, 6.
(__) Os números no Braille são representados pelos pontos da parte inferior da cela (pontos 2, 3, 5, 6) para evitar confusão com as letras, não necessitando de nenhum sinal prefixo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
A Lei Federal n° 9.394/1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, segundo Art. 4º, inciso XI, sem considerar jurisprudência, doutrina ou outras fontes, que o dever do Estado com educação escolar pública deve ser efetivado mediante a garantia de alguns requisitos indispensáveis para a efetivação dos direitos e objetivos de aprendizagem e para o desenvolvimento dos indivíduos ao longo da educação básica. Sobre esse assunto, julgue e identifique os requisitos a seguir:
I. Capacitação gradual para a leitura.
II. Alfabetização plena.
III. Capacitação técnica para a escrita.
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?
O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.
O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.
Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.
O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.
Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.
O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.
A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.
O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?
O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.
O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.
Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.
O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.
Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.
O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.
A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.
Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.
A principal característica definidora no contexto educacional é:
Analise as afirmativas abaixo levando em consideração os motivos para tal mudança terminológica em publicações importantes (como o DSM-5 e documentos da AAIDD).
1. O reconhecimento de que o termo “Retardo Mental” havia adquirido conotação pejorativa e a busca por uma linguagem mais respeitosa, precisa e focada nas capacidades adaptativas.
2. A constatação de que o Retardo Mental era uma condição exclusivamente de origem genética.
3. A necessidade de classificar separadamente os casos leves dos casos severos de comprometimento cognitivo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Assinale a alternativa que representa corretamente uma causa pós-natal de Deficiência Intelectual.
Nesse sentido, qual é a implicação central do Construtivismo para o processo de alfabetização em sala de aula?
Assinale a alternativa que configura corretamente discriminação em razão da deficiência, no contexto escolar, conforme a LBI.
Assinale a alternativa que indica corretamente o princípio fundamental e o objetivo central da Educação Inclusiva.