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Leia atentamente a tirinha abaixo:

Fonte: QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2001
A afirmativa de Manolito, na tirinha acima, revela o sentimento de muitos estudantes público-alvo da educação especial quando estão diante, por exemplo, do processo de aquisição e de consolidação da leitura e da escrita. Estudantes que encontram barreiras de aprendizagem nas áreas da linguagem, independentemente dos diagnósticos possíveis, são desafi os diários para professores das classes comuns nas diferentes disciplinas e níveis de ensino. A necessidade de professores de atendimento educacional especializado alfabetizadores está sendo cada vez mais urgente, visto que, em muitos casos, a defasagem na alfabetização e no letramento dos estudantes da educação especial compromete o sucesso acadêmico desses alunos. Nesse sentido, torna-se necessário que as propostas pedagógicas alfabetizadoras sejam elaboradas e realizadas de maneira articulada tanto aos interesses dos próprios estudantes quanto aos conteúdos e aos temas trabalhados em sala de aula regular, exigindo, portanto, diálogo e parceria contínuos de seus professores da classe comum e professores da educação especial. Uma maneira de realizar o trabalho pedagógico para esse fim seria organizá-lo a partir da seguinte sequência:
No contexto educacional fazer uso da tecnologia assistiva: “[...] é buscar, com criatividade, uma alternativa para que o aluno realize o que deseja ou precisa. É encontrar uma estratégia para que ele possa fazer de outro jeito. É valorizar o seu jeito de fazer e aumentar suas capacidades de ação e interação a partir de suas habilidades”. (Schirmer; Browning; Bersch; Machado, 2007, p. 31, grifo das autoras).
Com base no trecho acima, são considerados como tecnologias assistivas:
“[...] é um problema de aprendizagem causado por má formação neurológica, provavelmente, pode ser adquirida através de herança genética que se manifesta como uma difi culdade no construir conhecimentos dos números e cálculos. Essa defi ciência não é uma defi ciência mental, baixo nível de QI (coefi ciente de inteligência), falha na alfabetização, impedimentos visuais e/ou auditivos, entre outros (Silva; Santos, 2011)”.
O fragmento acima descreve um transtorno de aprendizagem. De acordo com a descrição, ele refere-se à:
Com base no enunciado, é correto afirmar que é preciso
Avalie o que se afirma a respeito da atuação da CAA.
I- Atua como um suporte aumentativo, que irá investigar as competências sociais de quem já não consegue falar oralmente e ser compreendido em todos os momentos.
II- Atua no intuito de proporcionar meios para estabelecer a comunicação para todos os estudantes, indiferente da idade, mantendo as mesmas estratégias.
III- Atua como suporte alternativo que irá viabilizar a ocorrência da comunicação para aqueles que não conseguem se comunicar por meio da fala.
IV- Atua com a compreensão (apoio aos estudantes que não entendem comandos simples ou, em alguns casos, apresentam dificuldades com conceitos mais abstratos, como verbos mentais [acho, penso] e adjetivos mais complexos [rápido, devagar]).
V - Atua como um recurso alternativo quando a fala é uma possibilidade naquele momento.
Está correto apenas o que se afirma em
Com base no que consta, na íntegra, no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), é correto conceituar barreira, no contexto da educação inclusiva, como qualquer