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Q3985763 Noções de Informática
Os softwares utilitários são programas que auxiliam o usuário na manutenção, segurança, otimização e gerenciamento de recursos do computador. Assinale a alternativa que NÃO apresente a um software utilitário.
Alternativas
Q3985762 Noções de Informática
Em uma sala de aula, um técnico administrativo precisa projetar a tela do computador em um telão para que todos os participantes possam visualizar o conteúdo. O dispositivo escolhido para receber o sinal de vídeo do computador e apresentar o resultado em uma superfície maior foi o projetor. O projetor é corretamente classificado como um periférico de 
Alternativas
Q3985761 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta sobre a estrutura do texto de apoio. 
Alternativas
Q3985760 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta quanto à ortografia e às relações semânticas entre as palavras do texto.
Alternativas
Q3985759 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Considere o seguinte excerto e, a respeito dos termos e das expressões destacados, assinale a alternativa correta.
“O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).”
Alternativas
Q3985758 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito dos processos de formação de palavras dos vocábulos em destaque.
Alternativas
Q3985757 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta quanto à acentuação e à pontuação em excertos do texto.
Alternativas
Q3985756 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


A respeito da concordância e da regência verbais e nominais em excertos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3985755 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa cuja função do termo destacado é a mesma do vocábulo sublinhado em: “Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras.”. 
Alternativas
Q3985754 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito de vocábulos do texto. 
Alternativas
Q3985753 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta em relação à colocação pronominal no texto. 
Alternativas
Q3985752 Português
Por que o trema foi abolido da língua portuguesa?

Por padronização: o Brasil era o único país lusófono
que ainda usava esse sinal, abandonado em Portugal
em 1945. Ele era útil, porém. E a saudade
permanece.


Bruno Vaiano

     Por padronização, de maneira muito resumida. Portugal abandonou esse sinal diacrítico em 1945 e ele não aparecia com frequência nos textos de nenhum país lusófono – com exceção do Brasil, é claro.
    Com o acordo ortográfico mais recente, ratificado em 2008, a maioria se impôs e ficamos sem “lingüiça”, “seqüestro” e “cinqüenta”. Era mais fácil nós pararmos de usar o “ü” do que os outros países se acostumarem a usá-lo.
    Antes de mais nada, vale explicar o trema para os mais novos, alfabetizados após a abolição do dito-cujo. Esse sinal avisava que o falante deveria pronunciar a letra “u” depois de um “q” ou “g”. Portanto, “agüentar”, “pingüim” e “tranqüilo” carregavam um casal de pontinhos em cima do “u”, mas “queijo”, “caiaque” e “enfoque”, não.
    Pode parecer uma minúcia, mas o trema era útil na hora de ler uma palavra que você nunca havia ouvido ninguém pronunciar. Por exemplo: o correto é dizer “quinquênio” com as duas letras “u”, algo que todo mundo saberia caso esse palavrão exótico ainda fosse escrito “qüinqüênio”, como era regra no Brasil até 2008. 
    O trema se tornou obrigatório aqui em Pindorama no chamado Formulário Ortográfico de 1943. Ou seja: nós abraçamos esse sinal diacrítico apenas dois anos antes de Portugal abandoná-lo para todo o sempre. Faltou comunicação transatlântica (na época, claro, o mundo estava passando pela 2ª Guerra, Brasil e Portugal eram ditaduras e os países africanos lusófonos ainda eram colônias).
    Na época, muitos linguistas brasileiros ficaram insatisfeitos com a abolição do trema (e com vários outros aspectos do acordo mais recente), argumentando que os pontinhos eram perfeitamente úteis e que sua ausência dificulta a leitura. 
    O gramático Gladstone Chaves de Melo, morto em 2001, já considerava a abolição do trema um “absurdo” desde muito antes do acordo entrar em vigor, já que as mudanças já estavam pautadas desde 1990.
    Edmílson Monteiro Lopes, da Universidade Federal do Ceará (UFCE), escreveu: “Queiram ou não os mentores da inoportuna reforma, o trema é útil, necessário para a pronúncia e conservação de grande número de palavras. Sem ele, com o tempo, muitas se deformariam.”
    Para Lúcia Fulgêncio e Mário A. Perini, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “A eliminação do trema representa um afastamento entre a escrita e a fala; não gera dificuldades para a escrita, mas sim para a pronúncia. (…) Temos que concluir que a ortografia de 1971 é superior à de 2009 neste particular”. 
    Eles admitem que o sinal é desnecessário para quem já sabe pronunciar as palavras. Mas explicam que, “Aqui, o inconveniente afeta mais os estrangeiros, que não conhecem a pronúncia, e os falantes do português apenas quando se trata de uma palavra desconhecida, ou uma daquelas que a gente só conhece pela escrita.”
    Ou seja: se você sente saudade do trema, você não está sozinho. Em nome da padronização internacional, o Brasil ficou sem seus pontinhos de estimação. 

Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/por-que-o-tremafoi-abolido-da-lingua-portugue-sa/. Acesso em: 15 out. 2025. 


Assinale a alternativa correta a respeito do texto de apoio. 
Alternativas
Q3845387 Administração Geral
Em negócios, MVP é a sigla para "Minimum Viable Product (Produto Mínimo Viável)", tendo por objetivo construir a versão mais simples e enxuta de um produto, empregando o mínimo possível de recursos para entregar a principal proposta de valor da ideia. É um recurso que permite coletar dados importantes e possibilita a identificação dos pontos de melhorias que devem ser trabalhados. Entre os tipos de MVP, um corresponde a um formato que oferece uma solução altamente personalizada para um pequeno grupo de consumidores, servindo para reforçar a ideia de um atendimento exclusivo que, mais tarde, também deverá ser reforçado pela automatização.
Esse tipo de MVP é conhecido por: 
Alternativas
Q3845386 Arquitetura de Software
Com a arquitetura "Cloud Native" , os desenvolvedores podem criar, testar e implantar rapidamente serviços novos e atuais, o que permite lançar produtos e serviços com mais rapidez e reduzir o risco de implantações. A "Cloud Native" oferece diversos benefícios e casos de uso que impulsionam a inovação e melhoram a experiência dos usuários. Ao adotá-la, as empresas podem acelerar o desenvolvimento de novos recursos e trazer produtos ao mercado mais rapidamente. Uma vantagem dessa arquitetura refere-se ao uso de contêineres e a orquestração, que otimizam o consumo de recursos, reduz custos operacionais e evita desperdícios.
Essa vantagem pode ser resumida de acordo com a opção:
Alternativas
Q3845385 Auditoria
A auditoria de sistemas é definida como um processo que analisa a conformidade dos sistemas de informação de uma empresa, tendo por objetivo verificar se os sistemas estão em conformidade com a legislação vigente, com as melhores práticas e com os protocolos de segurança. Entre os tipos de auditoria uma é conceituada como interna e corresponde a um tipo realizado por profissionais da própria empresa auditada, que na maioria dos casos são funcionários da área contábil, mas que também podem ser de outras áreas dependendo do ramo de atuação da empresa. Uma das modalidades de auditoria está relacionada ao fato de que grande parte do crescimento, prosperidade e sucesso das empresas nos tempos atuais pode ser atribuído à adoção de softwares de gestão. Atenta a essa nova realidade, a auditoria não poderia deixar de avaliar a eficiência e o desempenho das soluções tecnológicas adotadas pela empresa. O emprego de soluções de Escrituração Contábil Fiscal (ECF), por exemplo, diminui em muito a possibilidade de ocorrência de inconsistências fiscais.
Essa modalidade é definida como auditoria de: 
Alternativas
Q3845384 Engenharia de Software
No contexto de desenvolvimento de software, qualidade pode ser entendida como um conjunto de características a serem satisfeitas, de modo que o produto de software atenda às necessidades de seus usuários. Entretanto, tal nível de satisfação nem sempre é alcançado de forma espontânea, devendo ser continuamente construído. Nesse sentido, há diversos atributos que visam garantir a qualidade de software e, enquanto um é definido como a capacidade do produto de software de ser compreendido, aprendido, operado e atraente ao usuário, quando usado sob condições especificadas, outro é conceituado como a capacidade do produto de software de apresentar desempenho apropriado, relativo à quantidade de recursos usados, sob condições especificadas.
Esses dois atributos são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3845383 Sistemas de Informação
A sigla ERP, cujo significado é "Planejamento de Recursos Empresariais", constitui um sistema de software que ajuda as organizações a otimizar seus principais processos de negócios, incluindo finanças, RH, produção, cadeia de suprimentos e vendas, com uma visão unificada da atividade. Um sistema ERP tem quatro tipos comuns de implementação, sendo que cada um deles tem seus benefícios e desvantagens, e as empresas devem identificar qual opção de implementação melhor atende às suas necessidades. Um dos tipos de implantação corresponde ao modelo tradicional de software ERP, permitindo maior nível de controle, no qual o software é geralmente instalado no centro de dados da empresa. Dessa forma, embora o controle total seja certamente um benefício, ele também vem com as responsabilidades de instalação e manutenção contínua. No segundo tipo de implantação, o software reside em um servidor remoto de terceiros, que pode ser acessado pela Internet como um serviço de assinatura (SaaS), com o fornecedor de software cuidando da manutenção, das atualizações e da segurança em nome da empresa. Atualmente, é o método de implementação de ERP mais popular, com custos iniciais mais baixos, maior escalabilidade, inovação mais rápida e integração mais fácil.
Esses dois tipos de implantação ERP são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3845382 Legislação Federal
Os graus de classificação de informação e seus respectivos prazos máximos de restrição de acesso estão previstos na legislação vigente no Brasil. Enquanto um dos graus estabelece 5 anos, sem possibilidade de prorrogação, outro prevê 25 anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período, apenas pela Comissão Mista de Reavaliação de Informações.
Esses graus são conhecidos, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3845381 Engenharia de Software
A metodologia ágil representa uma forma de gerir projetos, em que se busca a otimização dos processos. Em vez de seguir um plano rígido, como na gestão tradicional, na metodologia ágil, pode-se fazer ajustes e melhorias ao longo do desenvolvimento de projetos, significando identificar e corrigir falhas rapidamente, garantindo resultados mais efetivos. Entre os métodos empregados nessa metodologia, dois são caracterizados a seguir.
I.Emprega um framework ágil que tem por objetivo facilitar a colaboração, a adaptação e a entrega de valor de forma iterativa e incremental, com base em três pilares fundamentais: transparência, inspeção e adaptação. Nesse esquema, o trabalho é dividido em iterações chamadas de Sprints, que geralmente têm duração de duas a quatro semanas e utiliza artefatos como o Product Backlog e o Sprint Backlog, além de reuniões de planejamento, revisão e retrospectiva. Com um enfoque na auto-organização e na colaboração da equipe, essa metodologia promove uma abordagem flexível para lidar com mudanças e busca maximizar o valor entregue ao cliente.
II.Emprega um esquema que enfatiza a visualização e a limitação do trabalho em progresso ou Work In Progress (WIP), além da melhoria contínua do processo. Essa metodologia utiliza um quadro, no qual as tarefas são representadas em cartões e movidas pelas diferentes etapas do fluxo de trabalho.
Os métodos descritos são conhecidos, respectivamente, como:
Alternativas
Q3845380 Redes de Computadores
TCP/IP é uma arquitetura constituída por um conjunto de regras padronizadas que permitem aos computadores se comunicarem em uma rede, como a internet. A camada de aplicação está localizada no topo da arquitetura, onde são realizadas as requisições para execução de tarefas na rede, a comunicação entre os programas e os protocolos de transporte, sendo responsável por tudo que está relacionado aos serviços de comunicação que visam a interação junto ao usuário.
Nesse contexto, três protocolos que operam na camada de aplicação são: 
Alternativas
Respostas
1181: E
1182: D
1183: C
1184: B
1185: E
1186: A
1187: B
1188: C
1189: C
1190: B
1191: C
1192: C
1193: C
1194: A
1195: A
1196: B
1197: D
1198: B
1199: D
1200: C