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Analise as afirmativas a seguir, referentes aos temas porcentagem, média simples, razão, proporção, máximo divisor comum e mínimo múltiplo comum. Em seguida, assinale a alternativa correta:
I. A média simples de 8 valores que somam 200 é igual a 25.
II. Se dois números estão na razão 3:5, então o primeiro corresponde a 75% do segundo.
III. 15 é 25% de 60.
IV. O MMC(9, 12) dividido pelo MDC(18, 27) é igual a 12.
Analise as assertivas abaixo, referentes a porcentagens, e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F). Em seguida, assinale a alternativa correta.
( ) 78,3 é 18% de 435.
( ) O resultado ao aumentar 45% sobre o valor de 800, será 1.200.
( ) O resultado ao reduzir 25% sobre o valor de 70, será 50.
( ) O valor 20 é obtido ao aplicar dois descontos sucessivos de 60% sobre o valor inicial de 100.
Preencha as lacunas abaixo com as formas adequadas de "anexo" e suas flexões em gênero e número. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Seguem ______, para sua apreciação, as intimações recebidas pelo advogado.
- Todos os dados necessários para a compra vão _______ ao seu formulário.
- Assim que a ficha cadastral estiver __________ ao processo, vamos dar início à sessão.
"Quem não vê bem uma palavra não pode ver bem uma alma." (Fernando Pessoa)
A forma verbal destacada no pensamento acima apresenta:

CAZO. Aumenta o número de detentos inscritos no
ENEM. Disponível em
<https://blogdoaftm.com.br/charge-aumentao-numero-de-detentos-inscritos-no-enem/>.
Nas falas dos personagens na charge acima, é correto afirmar que:
"Aquela empresa multinacional ficará muito satisfeita caso _________."
Assinale a alternativa em que ambas as formas propostas preenchem adequadamente a lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
"Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo"
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nem salvação nem apocalipse: a IA como uma terceira inteligência
Toda semana a conversa volta. No grupo de WhatsApp, no corredor da feira, naquele almoço com colegas: a inteligência artificial vai acabar com os autores, vai acabar com os tradutores, vai acabar com o trabalho intelectual, vai acabar com o livro. Do outro lado da mesa, alguém igualmente convicto responde que a IA vai resolver tudo, escrever tudo, traduzir tudo, e que daqui a pouco a editora roda sozinha.
Calma.
Quem trabalha de verdade com inteligência artificial, todos os dias, com as mãos no código e no texto, sabe que nenhuma das duas histórias se sustenta. (...)
Por isso quero trazer aqui uma abordagem que me ajudou a colocar esse debate num lugar mais sóbrio. É a tríade das inteligências, formulada pelo cientista da computação Silvio Meira (...).
Sempre tivemos pelo menos duas inteligências convivendo.
A primeira é a inteligência individual, a sua, a minha: a capacidade de aprender, raciocinar, resolver problemas e se adaptar. (...).
A segunda é a inteligência social, que é a capacidade de grupos de pessoas aprenderem e resolverem juntos o que ninguém resolveria sozinho. (...).
E agora chega a terceira: a inteligência artificial, a capacidade de máquinas e sistemas de aprender, raciocinar (de forma limitada, é bom lembrar), resolver problemas e analisar volumes de dados numa escala que nós não alcançamos. A diferença de origem é o ponto que Meira faz questão de marcar. As duas primeiras são fruto da evolução biológica а е cultural. A terceira é feita de algoritmos, dados e processamento. Ela não nasceu, foi construída.
Se a história parasse em “existem três tipos de inteligência”, seria só mais uma classificação elegante para encher slide de palestra. O que dá força à ideia é a interação.
Meira diz que a IA não é só uma ferramenta nova. Ela é uma nova dimensão da inteligência. E o erro mais comum das empresas, inclusive das editoras, é pegar o processo como ele já existe e enfiar a IA dentro dele, esperando que tudo continue igual só que mais rápido. Não é assim que funciona. A graça está em fazer as três conversarem. (...)
TAVARES, Fernando. Nem salvação nem apocalipse: a
IA como uma terceira inteligência. Publishnews.
Disponível em:
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/06/15/
nem-salvacao-nem-apocalipse-a-ia-como-uma-terceirainteligencia?mc_cid=f366af804d&mc_eid=e2d3652b8a>
I.O LDAP é um protocolo utilizado para consultar e atualizar informações armazenadas em serviços de diretório, permitindo que aplicações localizem objetos como usuários, grupos e computadores.
II.O Active Directory organiza informações sobre usuários, computadores e outros recursos da rede, possibilitando a aplicação centralizada de políticas e o gerenciamento de autenticação em ambientes Windows.
III.Em um domínio baseado em Active Directory, a criação de grupos de usuários facilita a atribuição de permissões a conjuntos de pessoas, reduzindo a necessidade de configurar individualmente cada conta quando diversos usuários necessitam do mesmo nível de acesso.
IV.Serviços de Terminal e mecanismos de Administração Remota restringem sua utilização ao acesso físico ao equipamento administrado, razão pela qual não são empregados para gerenciamento de computadores por meio da rede.
V.A associação de um usuário a determinado grupo implica, por si só, a concessão de acesso a todos os recursos existentes no domínio, independentemente das permissões configuradas em cada recurso.
VI.Em atividades de suporte técnico, ferramentas de administração remota podem ser utilizadas para executar procedimentos de manutenção e configuração em computadores conectados à rede, desde que existam as permissões necessárias.
VII.No gerenciamento de usuários em um domínio, a definição de direitos de acesso pode considerar tanto permissões atribuídas diretamente ao usuário quanto aquelas recebidas por meio de sua participação em grupos.
Assinale a alternativa correta:
Analise as afirmativas a seguir:
I.As VPNs permitem estabelecer canais de comunicação protegidos entre redes ou dispositivos remotos por meio de mecanismos de criptografia, contribuindo para a proteção dos dados transmitidos.
II.Firewalls têm como finalidade principal identificar vulnerabilidades em aplicações instaladas nos computadores clientes, desempenhando papel semelhante ao de ferramentas voltadas à proteção do tráfego de rede.
III.Sistemas IDS e IPS apresentam funcionamento semelhante, sendo empregados predominantemente para registrar eventos de segurança relacionados ao tráfego analisado.
IV.O controle de acesso em redes limita-se à autenticação dos usuários, sendo a definição de permissões realizada por processos que não integram os mecanismos de controle de acesso.
V.A utilização de VPN elimina a necessidade de adoção de mecanismos adicionais de autenticação e de políticas de controle de acesso para usuários remotos.
Assinale a alternativa correta: