Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q4176340 Saúde Pública
Segundo a Portaria n.º 2.436/2017 do Ministério da Saúde, que aprovou a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, em relação ao Sistema Único de Saúde (SUS), assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE uma diretriz da Atenção Básica:
Alternativas
Q4176339 Saúde Pública
Acerca das políticas de saúde pública que vigoram no Brasil, assinale a alternativa que indica CORRETA e respectivamente, a sua sigla e a nomenclatura:
Alternativas
Q4176338 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Capítulo II da Lei Orgânica do Município de Pindorama (SP), que trata da organização das competências locais, o Município possui atribuições privativas e concorrentes. Em relação à articulação normativa com as demais esferas da federação, o parágrafo único do Artigo 3° estabelece expressamente que o Município poderá, no que couber: 
Alternativas
Q4176326 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta o significado CORRETO da palavra destacada em “O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera.”
Alternativas
Q4176322 Português

TEXTO




AS OPORTUNIDADES DA AMÉRICA LATINA NA NOVA CORRIDA ESPACIAL



    A nova corrida espacial não é apenas uma competição entre as grandes potências por prestígio e ciência, mas também pelos recursos existentes em asteroides, na Lua e em Marte. Quem estabelecer as primeiras bases fora da Terra definirá as regras do jogo. Nesse tabuleiro, a América Latina não compete para fincar bandeiras em outros astros, mas tem um papel e um potencial que não devem ser subestimados.

    César Bertucci, pesquisador do Instituto de Astronomia e Física do Espaço (IAFE), ligado à Universidade de Buenos Aires (UBA), explica que, na América Latina, “a ‘corrida’ espacial não está inserida na competição entre Estados. O nível de desenvolvimento espacial da região apresenta uma grande diversidade, com países mais e menos avançados”. A cooperação regional existe, mas é limitada e “a exploração espacial, por enquanto, não faz parte dos objetivos”, acrescenta.

    No entanto, juntamente com a exploração espacial tradicional — dominada por agências como a Nasa (EUA), a ESA (Europa) ou a CNSA (China), com grandes orçamentos — surgiu há cerca de 20 anos o chamado NewSpace: empresas privadas que operam no espaço com foco em rentabilidade e com base na Terra. Este é o setor com maior potencial para a região.

    “O NewSpace abre um grande leque de oportunidades. Outra questão é se os países emergentes, especialmente na América Latina, serão capazes ou terão a visão de aproveitá-las”, afirma Gustavo Medina, diretor do Laboratório de Instrumentação Espacial (LINX) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

    Sua equipe lançou em 2024, a partir do Cabo Canaveral, o projeto Colmena 1. E, embora os robôs não tenham conseguido pousar na Lua por problemas externos, “enviamos uma missão além da órbita lunar, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, validando nossa tecnologia. Isso era impossível há 20 anos. Era algo que apenas grandes agências espaciais como Nasa, Jaxa [Japão] ou ESA podiam fazer”, relata. 

    E os planos continuam: para 2028 está prevista a missão Colmena 2, de prospecção mineral lunar com pequenos robôs. O objetivo é “realizar operações de mineração com enxames de microrrobôs e pequenos rovers, mas em grande número e trabalhando de forma cooperativa”, explica Medina.

    A região oferece vantagens logísticas que nenhuma potência ignora. O Brasil, com o Centro Espacial de Alcântara, possui uma das melhores localizações do mundo, próxima da Linha do Equador. Na República Dominicana, a empresa Launch On Demand (LOD) planeja iniciar lançamentos comerciais a partir de 2028. Já os céus do sul do continente — Chile e Argentina — são ideais para a observação do espaço profundo.

    “Não nos limitamos simplesmente a ‘emprestar o céu’ ou o território”, afirma a astrofísica Lauren Flor Torres, professora da Universidade de Antioquia e presidente da Comunidad Colombiana de Astronomia (AstroCo). A infraestrutura instalada deve ser “não apenas uma base para operações estrangeiras, mas também um motor de pesquisa para as instituições nacionais”, destaca.

    Como exemplo, ela cita o Observatório Vera Rubin, no Chile: financiado com capital estrangeiro, mas voltado para beneficiar a comunidade científica local. Assim, afirma, “a América Latina deixa de ser apenas um anfitrião logístico para se consolidar como um centro global de inteligência e desenvolvimento tecnológico”.

    A região atua como uma zona “pendular”, aberta à cooperação tanto com o Ocidente quanto com o Brics. Torres chama isso de um "multilateralismo espacial inteligente", que permite "diversificar riscos tecnológicos e acessar uma gama mais ampla de conhecimentos, priorizando sempre a soberania científica diante de agendas ideológicas externas".

    No entanto, essa neutralidade depende dos governos. “Os países mais avançados na área espacial, Argentina e Brasil, têm estratégias opostas. O Brasil aposta em cooperação que passa fortemente pelo Brics, especialmente com a China, enquanto a Argentina está alinhada com a política que Donald Trump propõe para a Nasa”, aponta Bertucci.

    Para Medina, o NewSpace pode suavizar essa tensão: “o novo setor espacial, mais ligado à indústria — e especialmente quando combinado com ciência — oferece uma oportunidade de atuação mais globalizada”.

    Em 2021 foi criada a Agência Latino-Americana e Caribenha do Espaço (Alce), com sede em Querétaro, no México, e ratificada por pelo menos 11 países em 2024. No entanto, enfrenta desafios importantes: pouca visibilidade e a ausência dos dois principais atores da região. “Infelizmente, países como Brasil e Argentina não fazem parte. Isso já a enfraquece”, afirma Medina.

    “Atualmente, a Alce não é um ator relevante no cenário internacional. O desenvolvimento harmonioso da América Latina na área espacial ainda é uma quimera”, concorda Bertucci.

    O objetivo real da região não é plantar uma bandeira em Marte, mas usar o espaço para resolver problemas terrestres. Nanosatélites — do tamanho de uma caixa de sapato — permitem monitorar incêndios, secas e atividades agrícolas sem depender de grandes potências.

    “A nossa é uma corrida com os pés na Terra. Não precisamos de foguetes gigantes neste momento para provar capacidade; precisamos usar o espaço como ferramenta estratégica para resolver problemas urgentes aqui embaixo”, resume Torres. Medina concorda: “não precisamos de astronautas indo à Lua. Prefiro mil engenheiros capazes de desenvolver uma atividade espacial comercial”.

    A região dispõe de capital humano, mas enfrenta a fuga de cérebros. “A evasão de talentos é historicamente um grande problema na América Latina. Na Argentina foi particularmente grave, e no México também tem impacto”, alerta Medina.

    Segundo Torres, a ciência espacial regional exige “orçamentos estáveis e uma visão de Estado de longo prazo, que vá além de ciclos presidenciais”. “Só se conseguirmos desvincular o investimento em ciência e tecnologia da polarização política poderemos garantir que os projetos espaciais na América Latina não sejam esforços isolados de quatro anos, mas a base de um desenvolvimento econômico e educacional sólido para as próximas gerações”, conclui.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/as-oportunidadespara-a-américa-latina-na-nova-corrida-espacial/a-77298017>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2026. 

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma oração destacada com função de sujeito. 
Alternativas
Q4174666 Enfermagem
Dadas as afirmativas sobre a etapa de cadastramento de famílias,

I. A etapa inicial do trabalho é o cadastramento das famílias de sua microárea - do seu território de atuação - com, no máximo, 750 pessoas.
II. Para realizar o cadastramento, é necessário o preenchimento de fichas específicas.
III. Conhecer o número de pessoas da comunidade por faixа etária e sexo é importante, pois há doenças que acometem mais crianças do que adultos, ou mais mulheres que homens, o que influenciará no planejamento da equipe.
IV. O cadastro requer, contudo, um saber-fazer que se aprende no cotidiano, mas pode e deve se basear em algumas condutas que demonstrem respeito, atenção, valorização, compromisso e ética.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q4174665 Biologia
É uma zoonose comum ao cão e ao homem. É transmitida ao ser humano pela picada de mosquitos flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de "mosquito palha" ou "birigui") e Phlebotomus. Essa definição refere-se à
Alternativas
Q4174664 Saúde Pública
A caderneta de saúde da criança é o principal instrumento de vigilância do crescimento e do desenvolvimento da criança, desde o nascimento até os dez anos de idade. Dentre os registros presentes na caderneta de saúde da criança, está o acompanhamento para
Alternativas
Q4174663 Direito Sanitário
De acordo com o Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, dadas as seguintes definições,

I. Rede de Atenção à Saúde - espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e de serviços de saúde.
II. Portas de Entrada - serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.
III. Mapa da Saúde - descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido, a partir dos indicadores de saúde do sistema.
IV. Região de Saúde - conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q4174662 Saúde Pública
A atuação dos profissionais de saúde na assistência à anticoncepção envolve, necessariamente, as seguintes atividades:

I. atividades educativas;
II. aconselhamento;
III. atividades clínicas.

Dos itens, verifica-se que é(são) atividade(s) que pode(m) ser desenvolvida(s) pelo(s) ACS 
Alternativas
Q4174661 Saúde Pública
O envelhecimento populacional crescente (IBGE, 2010) gera desafios para o cuidado da saúde do idoso na Estratégia Saúde da Família do Brasil, visto que, frequentemente, encontram-se equipes sobrecarregadas com excesso de usuários. Dessa forma, há necessidade de compartilhar o conhecimento do cuidado singular ao idoso com todos da equipe, em especial com os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), articuladores essenciais na integração com a população (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2015). Entretanto, observa-se que o desconhecimento de assuntos atrelados ao envelhecimento por parte desses profissionais contribui para um atendimento inadequado e sem abrangência dos aspectos holísticos dessa fase da vida (ENGROFF et al., 2014).

ANDRADE et al. Capacitação em saúde do idoso para os agentes comunitário de saúde da UBS Citrolândia em Betim-MG: relato de uma prática extensionista, 2017.

Alguns sistemas funcionais devem ser testados nos idosos para avaliar a sua capacidade de autonomia e de independência para executar tarefas normais do cotidiano. Dadas as afirmativas referentes a esses sistemas funcionais, 

I. A comunicação é um conjunto de capacidades mentais que permite ao indivíduo compreender e resolver os problemas do cotidiano.
II. O humor é uma função indispensável à preservação da autonomia do indivíduo, sendo essencial para a realização das atividades da vida diária. A presença de sintomas depressivos é frequente entre os idosos, e, muitas vezes, é negligenciada.
III. A cognição é fundamental à execução das decisões tomadas (independência funcional), sendo responsável pelo deslocamento do indivíduo e da manipulação do meio. A capacidade de deslocamento é avaliada por meio da postura, marcha e transferência.
IV. A mobilidade é a atividade primordial do ser humano. A possibilidade de estabelecer um relacionamento produtivo com o meio, de trocar informações, de manifestar desejos, ideias e sentimentos está intimamente relacionada à habilidade de se comunicar.

verifica-se que está(ão) correta(s) apenas
Alternativas
Q4174660 Medicina
As lesões nas mucosas são mais frequentes no nariz, na boca e na garganta. Quando atinge o nariz, pode ocorrer entupimentos, sangramentos, corizas, aparecimento de crostas e feridas. A sintomatologia citada refere-se à
Alternativas
Q4174659 Saúde Pública
Em situações de emergências em saúde pública, a rede de serviços se organiza de modo especial para dar respostas rápidas e adequadas, visando à proteção da população e à redução de danos à saúde. Sobre essas situações de emergência em saúde pública, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4174658 Saúde Pública
Dadas as afirmativas a respeito dos conceitos básicos da epidemiologia,

I. Os determinantes de saúde são definidos como fatores sociais, econômicos, culturais e ambientais, responsáveis pela manutenção da saúde ou instalação da doença no indivíduo.
II. Indicador de saúde é uma variável que pode ser utilizada no cálculo de inúmeros índices de desenvolvimento social, por refletir o estado de saúde das pessoas dentro de uma comunidade.
III. A existência de fatores de risco está associada ao aumento da probabilidade de ocorrência de alguma enfermidade; entretanto, medidas que os atenuem podem diminuir a ocorrência de doenças.

verifica-se que está (ão) correta(s)
Alternativas
Q4174657 Patologia
Quando o indivíduo não apresenta nenhum sinal ou sintoma (ou apresenta muito pouco), apesar de estar com a doença presente (revelada às vezes somente por meio de exames), temos, nessa condição, uma forma de doença denominada de
Alternativas
Q4174656 Saúde Pública
Dentre as possibilidades de atuação na perspectiva da promoção da saúde, inclui-se:
Alternativas
Q4174655 Saúde Pública
Quando pensamos na Epidemiologia, deparamo-nos com inúmeras terminologias usadas. Quanto às causalidades do processo de adoecimento, dadas as afirmativas,

I. Multicausalidade é o processo pelo qual as inúmeras presenças (fatores, agentes ou determinantes), tendo acesso ao ser humano, interagem e podem provocar determinados agravos. Para que uma doença ou agravo tenha início, nenhum fator será, por si só, capaz de desencadear o processo patológico, essa multiplicidade é a multicausalidade.
II. Relação causal: diz-se de uma associação estatística significativa, quando uma ocorrência pode ser atribuída a determinado fator ou fatores.
III. Relação não causal: diz-se quando uma ocorrência não pode ser atribuída a determinado fator ou fatores, apesar de ter uma associação estatística significativa.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q4174654 Saúde Pública
Saúde e doença, como um processo presença/ausência, é uma forma simplista para algo bem mais complexo. O que se encontra, usualmente, na clínica diária, é um processo evolutivo entre saúde e doença, o qual, dependendo de cada paciente, poderá seguir cursos diversos, sendo que nem sempre os limites entre um e outro são precisos. Essa é a história natural das doenças que, na ausência da interferência médica, pode ser subdividida em quatro fases. Nesse contexto, dadas as afirmativas,

I. Na fase patológica pré-clínica, ainda não há doença, mas, sim, condições que a favoreçam. Dependendo da existência de fatores de risco ou de proteção, alguns indivíduos estarão mais ou menos propensos a determinadas doenças do que outros.
II. Na fase inicial, a doença não é evidente, mas já há alterações patológicas.
III. A fase clínica corresponde ao período da doença com sintomas.
IV. Na fase de incapacidade residual, se a doença não evoluiu para a morte nem foi curada, ocorrem as sequelas, ou seja, aquele paciente passará a apresentar severa limitação funcional.

verifica-se que estão corretas apenas
Alternativas
Q4174653 Saúde Pública
A visita domiciliar é a atividade mais importante do processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS). O estabelecimento de uma relação de confiança com a família o ajudará a construir o vínculo necessário ao desenvolvimento das ações de promoção, de prevenção, de controle, de cura e de recuperação. Nesse contexto, dadas as afirmativas,

I. A visita domiciliar é uma atividade central do processo de trabalho do ACS, devendo ser realizada com uma frequência média, de uma visita família/mês, sendo que as famílias com maior necessidade deverão ser visitadas com mais frequência.
II. Uma baixa proporção de programação conjunta pode indicar a fragmentação do trabalho em equipe no planejamento da principal atividade que compõe o processo de trabalho do ACS.
III. Com relação às atividades realizadas durante as visitas domiciliares, algumas são possíveis de serem desenvolvidas pelos ACS, como: orientar sobre os serviços de saúde; verificar o cartão de vacinação; levantar e acompanhar casos de doenças prevalentes; entregar medicamentos e orientar quanto ao seu uso; pesar as crianças; cadastrar as famílias; verificar as condições ambientais; e realizar busca ativa de faltosos.

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q4174652 Enfermagem
O acompanhamento da saúde de crianças é uma etapa prioritária do trabalho do Agente Comunitário de Saúde; por isso, é importante conhecer aspectos relacionados à saúde infantil para melhor orientar as famílias. Nesse contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
1301: D
1302: B
1303: D
1304: C
1305: A
1306: D
1307: B
1308: A
1309: C
1310: A
1311: B
1312: E
1313: D
1314: E
1315: A
1316: C
1317: E
1318: C
1319: E
1320: D