Questões de Concurso Para médico pediatra

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Q4265325 Direito Ambiental
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Terra Boa-PR, de quem é a competência para controlar a poluição ambiental? 
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Q4265324 Matemática
Um produto custava R$ 80,00 e passou a custar R$ 68,00. O decréscimo no preço foi correspondente a:  
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Q4265323 Matemática
Uma pesquisa foi realizada com os 20 alunos do 6º ano sobre as atividades extra escolares que realizam. 12 alunos praticam esportes; 5 fazem cursos de idiomas e 3 não realizam nenhuma atividade extra escolar. Qual a probabilidade de escolher um aluno que não pratica esporte?  
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Q4265322 Matemática
Um automóvel, trafegando em uma rodovia à velocidade constante de 90 km/h, realiza uma viagem em 4 horas. Na volta, a viagem é feita a uma velocidade constante de 80 km/h. Qual é o tempo de duração da viagem de volta? 
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Q4265321 Matemática
Um reservatório de água tem o formato de um prisma quadrangular. Sabendo que a medida do lado da base é igual a 1,20 m e que o reservatório tem altura de 6 metros, qual a capacidade em litros que comporta o reservatório, quando está completamente cheio? (Use 1 litro = 1 dm3) 
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Q4265320 Matemática
Na multiplicação do polinômio P(x) = x2 − 3x + 5 pelo polinômio Q(x) = 2x2 − 10, o resultado obtido é o polinômio:
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Q4265319 Português

Leia o texto para responder as questões.


A falácia da "Supermulher"


Por Tijana Jankovic


    Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?


    Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.



    Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.



    E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.



    [...]



Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml

O título do artigo diz “A falácia da supermulher”, sendo assim, após ter lido o texto, assinale a alternativa que apresenta a melhor definição de falácia para este contexto. 
Alternativas
Q4265318 Português

Leia o texto para responder as questões.


A falácia da "Supermulher"


Por Tijana Jankovic


    Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?


    Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.



    Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.



    E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.



    [...]



Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml

Assinale a alternativa que apresenta o tipo de sujeito do trecho a seguir: “a mulher solteira, sem filhos, ‘pura carreirista’, tem ainda menos direito de falhar.”
Alternativas
Q4265317 Português

Leia o texto para responder as questões.


A falácia da "Supermulher"


Por Tijana Jankovic


    Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?


    Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.



    Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.



    E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.



    [...]



Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml

De acordo com o texto, é possível afirmar que 
Alternativas
Q4265316 Português

Leia o texto para responder as questões.


A falácia da "Supermulher"


Por Tijana Jankovic


    Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?


    Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.



    Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.



    E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.



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Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml

Analise: “Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências.” E assinale a alternativa correta sobre as vírgulas deste trecho. 
Alternativas
Q4265315 Português

Leia o texto para responder as questões.


A falácia da "Supermulher"


Por Tijana Jankovic


    Você já acordou no meio da noite e não conseguiu mais dormir, pensando em todas as tarefas importantes do dia seguinte (que não cabem nas horas úteis)? Já entrou na primeira reunião, às 9h, atrasada, um pouco descabelada, maquiada pela metade e com a sensação de que um caminhão passou por cima de você? Já tentou várias metodologias, tipo "O Clube das 5 da manhã", "7 hábitos de pessoas eficientes", convencida a encontrar um jeito de dar conta de tudo? Vive diariamente uma relação de amor e ódio com a babá dos seus filhos, porque não consegue imaginar a sua vida sem ela, mas detesta os momentos que ela passa com eles, pois deveriam ser seus?


    Se você respondeu sim para uma ou mais situações descritas acima - Atenção! Você pode estar sofrendo da síndrome de "Supermulher" - condição altamente contagiosa e de caráter crônico. Diferentes tratamentos estão em fase de testes, porém nada muito resolutivo.



    Enquanto celebramos as conquistas de liberdade intelectual, sexual e financeira feminina, pela qual duramente anos lutamos - e reconhecemos quanto chão ainda tem por andar - é importante refletir também sobre a mecânica de como chegamos lá. No fim das contas, a "matemática" é muito mais sobre adição de responsabilidades, do que substituição. Na prática, não deixamos de ser cobradas para sermos mães presentes, boas esposas e por cuidar do lar, como as "CEOs do lar". Agora, além de tudo, precisamos ser excelentes profissionais, musas fitness, fazer cursos e pós-graduações, estar a par de novas tendências. Também não temos o direito de ser "básicas": é necessário sempre surpreender, praticar pelo menos um hobby, o que vai nos tornar mais interessantes.



    E, a partir disso, não sei o que me traz mais pavor: a caixa de e-mails com 3 dígitos de e-mails não lidos, o grupo do WhatsApp das mães da escola, que estão mais engajadas do que consigo ser, ou o bom e velho FOMO ("fear of missing out" - medo de estar perdendo algo) do Instagram, mostrando amigos espalhados pelo mundo vivendo aventuras incríveis. E não falo unicamente do velho problema de conciliação entre maternidade e carreira executiva ou empreendedorismo. Vejo amigas e colegas solteiras sofrendo a mesma pressão - às vezes, até pior - porque, enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, "pura carreirista", tem ainda menos direito de falhar. Se não escolheu o matrimônio ou a maternidade, precisa ter uma vida social nos níveis de Sex & the City, estar disponível 24x7 para todos e compensar o seu "dever com a sociedade", por exemplo, com trabalho humanitário/social para não parecer egoísta.



    [...]



Disponível em https://epocanegocios.globo.com/colunas/malabarista/coluna/2023/09/a-falacia-da-supermulher.ghtml

Analise: “enquanto mulheres que ocupam a função de mães estão parcialmente perdoadas por perderem eventos sociais do trabalho ou atrasos devido a emergências familiares, a mulher solteira, sem filhos, ‘pura carreirista’, tem ainda menos direito de falhar.” E assinale a alternativa que apresenta a classificação da oração sublinhada. 
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Q4195125 Nutrição
Na classificação do estado nutricional de crianças de 0 a 5 anos, utilizando os indicadores antropométricos P/I, P/E, E/I e IMC para a idade e a correlação dos referenciais antropométricos em percentil e escore z, segundo o manual de nutrição da Sociedade Brasileira de Pediatria, é correto afirmar:
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Q4195124 Medicina
Menino, 7 meses de idade, apresenta coriza, espirros, obstrução nasal, um pico febril de 37,9 ºC há 3 dias. Hoje está tossindo e com respiração mais rápida, aceita alimentação com pouca redução. Ao exame está corado, hidratado, FC = 120 bpm, FR = 26 mrm, SatO2 92%, tiragem subcostal leve. A ausculta pulmonar apresenta roncos transmitidos da via aérea superior e sibilos esparsos. Ao chorar e tossir, há diminuição dos roncos. O diagnóstico foi de bronquiolite viral aguda.
A conduta adequada ao quadro é
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Q4195123 Medicina
Menino, 2 anos e 6 meses de idade, apresenta choro persistente no dia de hoje. A mãe refere que a criança só dorme na cama dos pais e acorda se colocada no berço. Na noite anterior, caiu da cama, sem perda de consciência, chorou e se acalmou no colo. Está mais quieta, fica sentada ou deitada no chão, nega febre ou outras alterações. Ao exame está consciente, com choro forte ao ser despida, sem hematomas em face ou couro cabeludo, FC = 130 bpm, FR = 20 mrm, SatO2 93%; na ausculta pulmonar, há diminuição do murmúrio vesicular à esquerda, fígado e baço não palpáveis. Realizada radiografia de tórax, há opacificação em base esquerda e fratura linear em 2 costelas dorsais.
O diagnóstico e a conduta adequados ao quadro são, respectivamente:
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Q4195122 Medicina
Menina, 12 anos de idade, em acompanhamento clínico e laboratorial, tem estatura de 1,59 m, 105 cm de circunferência abdominal e IMC no percentil 90. No controle laboratorial: HDL-c 25 mg/dL, triglicérides 280 mg/dL e HbA1c 8%. No acompanhamento, foi orientada para a prática de atividades físicas e mudança alimentar em quantidade e qualidade.
A conduta indicada nesse momento é iniciar
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Q4195121 Medicina
Adolescentes com diagnóstico de anemia falciforme (Hb SS) devem ser orientados sobre o uso de álcool, maconha, cocaína e outras drogas, por terem maior risco de ter como complicação
Alternativas
Q4195120 Nutrição
O comportamento alimentar de crianças de 2 a 6 anos é imprevisível, variável e transitório. De acordo com os hábitos alimentares da família e a disponibilidade de alimentos, a promoção de alimentação saudável inclui o hábito de realizar as refeições em família.
Assinale a alternativa que apresenta uma ou mais orientações positivas para a promoção da alimentação saudável.
Alternativas
Q4195119 Noções de Primeiros Socorros
Menino, 13 anos de idade, caiu sobre gradil enquanto praticava skate e foi atendido no local pelo resgate. Chegou à sala de emergência em maca, com colar cervical, Glasgow 12. No exame primário, foi mantido o alinhamento cervical, avaliada a permeabilidade de vias aéreas, realizada aspiração de cavidade oral. Na avaliação da ventilação, a expansibilidade do hemitórax direito era normal, baixa mobilidade e ausência de murmúrio vesicular à esquerda. Foi observada perfuração no 5o espaço intercostal.
A conduta indicada a seguir é
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Q4195118 Medicina
Menina, 9 anos de idade, tem diagnóstico de hepatite A há 5 dias. A mãe notou piora da icterícia, e a criança está irritada, repetindo palavras. Ao exame colabora pouco, tem tremor nas mãos e reflexo patelar aumentado bilateralmente. No hemograma Hb 12 g/dL, Htc 39%, GB 5300 (35% N; 3% E; 52% L; 10% M), 80000/mm3 plaquetas, INR 1,8 e TP 30 segundos. Em aguardo dos demais exames, está indicada a
Alternativas
Q4195117 Medicina
 Menino, 7 anos de idade, queixa-se de dor abdominal, náuseas e diminuição do volume urinário há 2 dias. Há 1 mês recebe ibuprofeno por sinovite de quadril. Ao exame está corado, hidratado, FC = 100 bpm, FR = 28 mrm, PA 130/90 mmHg. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. Em observação, o fluxo urinário foi 0,4 mL/kg/hora em 6 horas, proteinúria, creatinina sérica 2,2 mg/dL e ureia 52 mg/dL. Foi feita a hipótese diagnóstica de insuficiência renal aguda estrutural, KDIGO 2, provavelmente por
Alternativas
Respostas
2841: A
2842: D
2843: B
2844: C
2845: D
2846: A
2847: C
2848: A
2849: A
2850: D
2851: B
2852: C
2853: B
2854: E
2855: A
2856: D
2857: D
2858: B
2859: E
2860: A