Questões de Concurso Para arquivista

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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Arquivista |
Q3363480 Arquivologia

Uma das grandes preocupações dos arquivistas sempre foi a formação das massas documentais acumuladas. No entanto, essa realidade também está sendo observada nos sistemas de negócio que as instituições vêm adotando para a produção, a tramitação e o armazenamento de seus documentos. Para evitar esse cenário, é preciso que as instituições:



I- possuam um Programa de Gestão de Documentos instituído.


II- possuam, obrigatoriamente, um Repositório Arquivístico Digital Confiável.


III- possuam um arquivista à frente da administração técnica do sistema de negócio.


IV- possuam, obrigatoriamente, um sistema de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED).



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Arquivista |
Q3363479 Arquivologia

No ambiente digital, a organização dos documentos é feita com base: 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Arquivista |
Q3363478 Arquivologia

De acordo com a Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados, consideram-se arquivos:

Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Arquivista |
Q3363477 Arquivologia

São competências da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), tendo como base a legislação federal, a legislação estadual e as resoluções do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ):



I- Realizar e orientar o processo de identificação, análise, avaliação e seleção dos documentos de arquivo produzidos, recebidos e acumulados pela UEPB que sejam destituídos de valor secundário, destinando-os para a eliminação.


II- Elaborar e atualizar o Plano de Classificação de Documentos e a Tabela de Temporalidade de Documentos, decorrentes do exercício das atividades-fim da UEPB.


III- Submeter as listagens de eliminação de documentos para a aprovação do titular do Arquivo Nacional.


IV- Coordenar o processo de recolhimento de documentos ao Arquivo Público do Estado, quando for o caso.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3363476 Português

Observe a imagem abaixo e analise as assertivas que seguem quanto ao emprego do acento gráfico.  



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: acervo da banca (2025). 



I- A palavra “liquído” é uma palavra proparoxítona e deveria ter recebido acento na antepenúltima sílaba.


II- A palavra “liquído” recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em “o”.


III- A palavra “liquído” não deveria ter sido acentuada, pois não se deve acentuar as palavras paroxítonas terminadas em “o”.



É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q3363475 Português

Observe o post abaixo e assinale a alternativa que contém a justificativa CORRETA para o emprego da crase no enunciado: “Cidades do Brasil têm pior ar do mundo: os prejuízos ao corpo e à mente e como se proteger”.



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.instagram.com/p/C_vQT3ItS-B/. Acesso em: 10 mar. 2025. 

Alternativas
Q3363474 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Sobre a reescrita do fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§), assinale a alternativa cuja redação está gramaticalmente CORRETA.

Alternativas
Q3363473 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Analise o fragmento que segue e assinale a alternativa que apresenta a afirmação CORRETA em relação ao conteúdo concordância nominal e verbal.


“Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza” (4º§).

Alternativas
Q3363472 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Considere o fragmento “Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” (5º§) e analise as assertivas que seguem.



I- O fragmento “que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano” corresponde a uma oração coordenada.


II- O núcleo do sujeito da oração principal é “estudo”.


III- O termo “estimou” é classificado morfologicamente como advérbio.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3363471 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

No fragmento “Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão” (2º§), o conectivo “mas” pode ser substituído por:

Alternativas
Q3363470 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Nos fragmentos “Microplásticos estão por toda parte” (1º§), e “cientistas na China descobriram uma possível solução” (2º§), os termos “microplástico” e “possível” receberam, respectivamente, acentuação gráfica pela mesma regra de acentuação aplicada às palavras:

Alternativas
Q3363469 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA em relação aos mecanismos de coesão textual observados no primeiro parágrafo do Texto I. 

Alternativas
Q3363468 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Avalie as assertivas que seguem com base na leitura do Texto I.



I- Aesponja ainda não foi testada e sua eficácia ainda não foi comprovada.


II- Aprodução da esponja requer materiais caros e de difícil obtenção, o que limita sua aplicação em larga escala.


III- Aesponja pode transferir microplásticos de um ecossistema para outro caso o descarte não seja feito corretamente.


IV- O estudo concluiu que a esponja não é eficaz para remover microplásticos.


V- Aesponja elimina os microplásticos da água, mas libera resíduos químicos que podem ser prejudiciais.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3363467 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA de acordo com as ideias apresentadas no Texto I.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270097 Arquivologia
Em 2024, o Arquivo Nacional atualizou, por meio da Portaria AN/MGI nº 174/2024, os instrumentos de gestão de documentos das atividades-meio da administração pública federal do poder executivo, sendo eles o código de classificação e a tabela de temporalidade dos documentos. Como a Ufopa é obrigada a aplicar os referidos instrumentos de gestão de documentos, para os documentos produzidos pelas atividades-meio da instituição, deverão ser consideradas determinadas subclasses. Em relação a essas subclasses, analise as apresentadas abaixo.

I. 010 – Gestão de Pessoal
II. 020 – Gestão de Materiais
III. 030 – Organização e funcionamento
IV. 040 – Gestão de Patrimônio
V. 050 – Gestão Orçamentária e Financeira
VI. 060 – Gestão da Documentação e da Informação
VII. 070 – Gestão dos Serviços Postais e de Telecomunicações
VIII. 080 – Pessoal Militar

Entre as subclasses elencadas, está(ão) correta(s) 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270096 Arquivologia
De acordo com a Portaria Interministerial nº 11, de 25 de novembro de 2019, publicada pelos Ministério da Justiça e Segurança Pública e Ministério da Economia, os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, para controle e registro dos documentos e processos, devem utilizar uma codificação composta por dezessete dígitos, que são divididos em quatro grupos: o primeiro com cinco dígitos identificando a unidade protocolizadora; o segundo com seis dígitos representando o registro sequencial reiniciado anualmente; o terceiro com quatro dígitos indicando o ano de atribuição; e o quarto com dois dígitos verificadores. Essa codificação recebe o nome de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270095 Arquivologia
O Projeto InterPARES (Internacional Research on Permanent Authentic Records in Electronic Systems), criado em 1999, e que continua em atividade sob coordenação de Luciana Duranti, tem desenvolvido um conhecimento teórico metodológico indispensável para a Arquivologia, no que se refere à preservação de documentos arquivísticos digitais autênticos, em longo prazo. Uma das fases deste projeto buscou desenvolver uma compreensão teórica dos documentos arquivísticos digitais gerados por sistemas experienciais, interativos e dinâmicos, de seu processo de criação, e de seu uso presente e potencial no meio artístico, científico e setores governamentais. Nesta fase, surgiram dois termos e conceitos relacionados:

I. Componente digital (ou componentes digitais) usado para manifestar um ou mais documentos arquivísticos, o qual inclui os dados de forma e conteúdo, bem como as regras para processá-los (dados de composição); e
II. Visualização ou apresentação do documento arquivístico de uma forma compreensível para uma pessoa ou outro sistema.

Assinale a alternativa que apresenta os termos referentes aos conceitos acima.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270094 Arquivologia
As diferentes tradições jurídicas e administrativas dos países tiveram e ainda têm substancial influência nos modelos teóricos metodológicos da Arquivologia, o que, para Jardim (2015), caracteriza que o conhecimento arquivístico não se desenvolve como um projeto universalizante, mas, sobretudo, como um conjunto de respostas ao Estado nacional emergente. Nesse sentido, o conceito de uma Arquivologia Integrada, em que o ciclo vital dos documentos é compreendido como um processo a ser gerenciado de forma global pelo arquivista, surge na tradição da arquivologia
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270093 Arquivologia
Quanto ao acesso de terceiro aos documentos de guarda permanente com dado pessoal, a Resolução nº 54, do CONARQ, estabelece a aceitação de condições de uso, que deverá ser firmado por meio de termo que contenha determinados critérios. Em relação a esses critérios, considere os itens seguintes.

I. Comprovação da identidade.
II. Finalidade e destinação, que fundamentam a autorização.
III. Responsabilização sobre a guarda segura dos dados.
IV. Impossibilidade de compartilhamento não autorizado dos dados.
V. Observância de novas práticas que venham a ser implementadas pelo controlador.
VI. Eliminação de dados, sempre que houver solicitação do titular em relação ao tratamento realizado.

Estão corretos
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UFOPA Prova: CEPS-UFPA - 2025 - UFOPA - Arquivista |
Q3270092 Direito Digital
Com o avanço da regulação da proteção de dados pessoais que são tratados pelas entidades públicas e privadas, o Conselho Nacional de Arquivos publicou a Resolução nº 54, de 8 de dezembro de 2023, que estabelece diretrizes e regras para a aplicação da Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), aos arquivos permanentes custodiados por pessoa física ou jurídica de direito público ou privado.
De acordo com a resolução supramencionada, para o tratamento de dados pessoais em arquivos permanentes, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
1081: E
1082: C
1083: D
1084: B
1085: A
1086: B
1087: B
1088: E
1089: C
1090: B
1091: A
1092: A
1093: E
1094: D
1095: A
1096: D
1097: B
1098: C
1099: A
1100: C