Questões de Concurso
Para professor - língua portuguesa
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A colocação do pronome "LHES" antes do verbo ("pôde") justifica-se pela presença de:
I. O geólogo analisou a PEDRA encontrada na expedição.
II. O professor afirmou: "Você será a PEDRA fundamental desta nova escola."
Quanto ao sentido da palavra "PEDRA", é correto afirmar que:
"Amor é fogo que arde sem se ver; / é ferida que DÓI, e NÃO SE SENTE; / é um contentamento DESCONTENTE; / é dor que desatina sem doer."
A definição do amor pela coexistência de impossibilidades lógicas (como "doer e não se sentir" e "contentamento descontente") configura qual figura de pensamento?
(__) O(A) professor(a) é um sujeito leitor, portanto, tem sua própria leitura do texto. No contexto da sala de aula, cabe a ele(a) antecipar as dificuldades dos estudantes, mediar o compartilhamento das diversas leituras dos estudantes, incentivá-los a levantar hipóteses e a chegar a interpretações aceitáveis e coerentes, mas sem renunciar a particularidades de sua leitura pessoal, que deverá prevalecer na conclusão dos trabalhos.
(__) Na escolha das obras literárias, são reflexões importantes a serem feitas pelo(a) professor(a): a diversidade genérica das obras, transitando desde gêneros mais clássicos a gêneros mais novos; a diversidade histórica, escolhendo desde obras canônicas e clássicas da literatura até obras contemporâneas; a diversidade geográfica, oportunizando que os estudantes leiam obras nacionais e estrangeiras já consagradas, como também de autores locais, regionais, negros, indígenas, etc., e a diversidade temática.
(__) O contexto de leitura é importante para a formação de sujeitos leitores. Pensando no contexto da sala de aula, são mobilizados tanto domínios cognitivos quanto afetivos, logo, um ambiente acolhedor, em que há confiança, respeito e escuta mútuos, é crucial na formação leitora e humana desses sujeitos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I. As habilidades de produção textual não devem ser desenvolvidas de forma genérica e descontextualizada, mas por meio de situações efetivas de produção de textos pertencentes a gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana.
II. O trabalho com a produção textual compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos, como: produzir um almanaque que retrate as práticas culturais da comunidade e descrever, avaliar e recomendar (ou não) um game em uma resenha, gameplay ou vlog.
III. O tratamento das práticas de produção de textos compreende dimensões inter-relacionadas às práticas de uso e reflexão, como estabelecer relações de intertextualidade para explicitar, sustentar e qualificar posicionamentos, construir e referendar explicações e relatos, fazendo usos de citações e paráfrases, devidamente marcadas e para produzir paródias e estilizações.
É correto o que se afirma em:
I. Os conhecimentos sobre os gêneros, os textos, a língua, a norma-padrão, as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens.
II. As capacidades de leitura, de produção e de tratamento das linguagens devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas.
III. Cabe ao componente Língua Portuguesa proporcionar aos estudantes experiências que contribuam para a ampliação dos letramentos, de forma a possibilitar a participação significativa e crítica nas diversas práticas sociais permeadas/constituídas preferencialmente pela escrita.
É correto o que se afirma em:
I. Refletir sobre os fenômenos de mudança e de variação linguística inerentes a qualquer sistema linguístico, uma vez que as línguas, incluindo a portuguesa, não são estanques, mas devem ter como parâmetro a gramática normativa para que, criticamente, definam o que é aceitável ou não no uso da língua.
II. Conhecer algumas das variedades linguísticas do português do Brasil e suas diferenças fonológicas, prosódicas, lexicais e sintáticas, avaliando seus efeitos semânticos.
III. Discutir, no fenômeno da variação linguística, variedades prestigiadas e estigmatizadas e o preconceito linguístico que as cerca, questionando suas bases de maneira crítica.
É correto o que se afirma em:
(Antonio Candido, O direito à literatura. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011, p. 180.)
"[...] Minha mãe diz que comecei a ler aos dois anos de idade, embora eu ache que quatro deva estar mais próximo da verdade. Eu me tornei leitora cedo, e o que lia eram livros infantis britânicos e americanos.
Também me tornei escritora cedo. Quando comecei a escrever, lá pelos sete anos de idade — textos escritos a lápis com ilustrações feitas com giz de cera que minha pobre mãe era obrigada a ler —, escrevi exatamente o tipo de história que lia: todos os meus personagens eram brancos de olhos azuis, brincavam na neve, comiam maçãs e falavam muito sobre o tempo e sobre como era bom o sol ter saído.
Escrevia sobre isso apesar de eu morar na Nigéria. Eu nunca tinha saído do meu país. Lá, não tinha neve, comíamos mangas e nunca falávamos do tempo, porque não havia necessidade. Meus personagens também bebiam muita cerveja de gengibre, porque os personagens dos livros britânicos que eu lia bebiam cerveja de gengibre. Não importava que eu não fizesse ideia do que fosse cerveja de gengibre. [...]
Como eu só tinha lido livros nos quais os personagens eram estrangeiros, tinha ficado convencida de que os livros, por sua própria natureza, precisavam ter estrangeiros e ser sobre coisas com as quais eu não podia me identificar. Mas tudo mudou quando descobri os livros africanos. [...] Percebi que pessoas como eu, meninas com pele cor de chocolate, cujo cabelo crespo não formava um rabo de cavalo, também podiam existir na literatura. [...]
Eu amava aqueles livros americanos e britânicos que lia. Eles despertaram minha imaginação. Abriram mundos novos para mim, mas a consequência não prevista foi que eu não sabia que pessoas iguais a mim podiam existir na literatura. O que a descoberta de escritores africanos fez por mim foi isto: salvou-me de ter uma história única sobre o que são os livros. [...]
É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem parar, e é isso que esse povo se torna."
(Chimamanda Ngozi Adichie, O perigo de uma história única. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)
A partir da leitura dos excertos e de seus conhecimentos a respeito de letramentos literários, do ensino de literatura e das legislações e documentos que estruturam a educação básica no Brasil, analise as sentenças a seguir:
I.O ensino de literatura deve organizar-se a partir das obras canônicas, uma vez que há, no cânone, uma presença diversa de autores contemplando a diversidade étnico-racial que compõe o país. Desse modo, tem-se representatividade na literatura afro-brasileira a partir de escritores consagrados, como Machado de Assis, Lima Barreto e o poeta catarinense Cruz e Souza.
II.O ensino de literatura tem papel relevante dentro do contexto multicultural que forma o Brasil. A experiência literária nos permite saber da vida por meio da experiência, do olhar e da cultura do outro, assim como vivenciar essa experiência, ou seja, por meio da literatura é possível encontrar olhares diversos sobre a sociedade, a cultura e o próprio indivíduo representado, corroborando a construção de uma sociedade organizada horizontalmente em valores que abrangem todas as camadas sociais culturais.
III.Enquanto objeto de estudo das aulas de literatura, é importante que a diversidade cultural seja vista sob uma ótica teórico-crítica, reconhecendo-a como um objeto de valor e não como uma produção excêntrica. Portanto, é preciso sair das produções sobre os negros e indígenas para uma produção dos negros e dos indígena.
É correto o que se afirma em:
I."Sempre em todos os tempos teve duas línguas, a língua geral e a língua literária, aquela falada e esta escrita. Sei que esta distinção inda pode ser mais especializada e que são mais numerosas ainda as línguas simultâneas duma fala só porém essa divisão primeira me basta pra argumentar. Enfim [...] sucede que a maioria pra escrever veste fraque, alguns casacas e o resto o paletó de domingo, ao passo que eu me dispo até do paletó semanal. E não é falta de educação não. Porque se uma tentativa destas se generaliza toda gente creio que está em condições de compreender que daí em diante, maleducado vai ficar o que veste casaca, fraque ou paletó domingueiro, ao passo que o em mangas de camisa é que fica o que está certo, o que está com todos, o que está na moda. E a linguagem em mangas de camisa é que fica a língua literária, a língua eternizada e a língua nobre duma raça num dos seus períodos".
(Mário de Andrade, A gramatiquinha da fala brasileira (obra póstuma), 2022, p.109. Foi respeitada a redação dada pelo autor em seus manuscritos.)
II."Uma derivação do mito da língua 'primitiva' é a ideia de que as pessoas que não têm educação formal e não se valem das formas linguísticas padronizadas e prescritas pela tradição gramatical falam 'tudo errado'. [...] muitas pessoas das camadas dominantes da sociedade consideram que os pobres, os analfabetos, os habitantes da zona rural (e, em alguns lugares, as mulheres, os jovens, os negros, os judeus, os imigrantes etc.) não sabem falar, têm vocabulário pobre e são incapazes de raciocínio lógico".
(Marcos Bagno, Gramática pedagógica do português brasileiro, 2012, p. 96.)
Apesar da distância que separam os dois textos, é correto afirmar que ambos tecem uma crítica concreta:
Literatura interativa para jovens leitores
"Outras versões de nós", da escritora espanhola Esperanza Luque, é um livro dedicado a reafirmar as possibilidades diversas do amor
Partindo das questões que cercam o "final feliz" das histórias de amor, a escritora espanhola Esperanza Luque convida o público jovem a embarcar em uma narrativa colaborativa pelo passado, presente e futuro de Charlotte, personagem principal de Outras versões de nós, sua obra mais recente.
Publicado no Brasil pela Mood, selo de literatura jovem do grupo Ciranda Cultural, o livro de Luque se apossa do gênero livro-jogo através do conceito de "escolha sua própria aventura". Popularizado nos Estados Unidos durante as décadas de 1980 e 1990, esse tipo de livro permite que os próprios leitores participem ativamente da construção da história através de escolhas que mudam o decorrer da narrativa.
De maneira geral, é bem simples. Após algumas páginas de leitura, o livro lhe dá diferentes escolhas sobre como a trama deve seguir e indica a página que deve ser lida em seguida, com base na sua escolha. Seguindo assim pelas diversas situações, o leitor pode escolher as versões da história de sua preferência, até chegar ao final. Depois, caso deseje, pode ler o livro tomando novas decisões e assim descobrir versões diferentes da anterior.
Em Outras versões de nós, a protagonista é Charlotte, uma artista de coração partido que encontra uma misteriosa vidente que lhe permite mudar decisões tomadas no passado. A partir desse cenário, os leitores podem percorrer até seis diferentes tramas que variam entre comédia romântica, história natalina e enredo escolar. Para somar ainda mais à experiência, fica na mão dos leitores se tudo isso vai se passar na Era Vitoriana, durante a Segunda Guerra Mundial ou outro período temporal.
Através de cada escolha é possível questionar definições e conceitos próprios, permitindo que o livro funcione como um espelho e assim, propor reflexões íntimas. Ao escrever uma obra interativa, Esperanza Luque passa aos seus leitores a mensagem de que não existe apenas um final feliz e sim, diversos caminhos a serem percorridos e vivenciados com autenticidade.
(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/literatura-interat iva-para-jovens-leitores. Acesso em: 30 out. 2025.)
Os fatores de coesão textual são aqueles que dão conta da estruturação da sequência superficial do texto, não se tratando de princípios meramente sintáticos, mas de uma espécie de semântica da sintaxe textual, ou seja, dos mecanismos formais de uma língua que permitem estabelecer entre os elementos linguísticos do texto, relações de sentido. A coesão não constitui condição necessária nem suficiente para que um texto seja um texto, porém, o uso de elementos coesivos dão ao texto maior legibilidade.
Tendo essa definição como referência, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Um dos recursos coesivos mais eficientes na construção de um texto é a progressão realizada por meio de expressões nominais. Um exemplo disso está nas expressões "literatura interativa" (no título), "narrativa colaborativa" (1º parágrafo), "esse tipo de livro" (2º parágrafo), "o livro" (3º parágrafo). Eles retomam o mesmo macro assunto (o gênero literário) e possibilitam, além da articulação das ideias, a progressão delas, apresentando ao leitor informações novas, mas retomando o que já fora tratado.
(__)No 5º parágrafo, a expressão "Ao escrever uma obra interativa" retoma não o gênero literário livro-jogo, mas a obra específica de Esperanza Luque, Outras versões de nós. Desse modo, é possível ao leitor saber quando o texto trata do gênero e quando trata da obra em si.
(__)No 3º parágrafo, a expressão "De maneira geral, é bem simples" tem papel importante no texto: estabelecer uma progressão sequencial, usando o recurso do parafraseamento, isto é, o autor do texto explica ou esclarece para o leitor algo que foi dito anteriormente. Nesse caso, o autor amplia o conceito ou a explicação do que seja gênero livro-jogo, tratado introdutoriamente no parágrafo anterior.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
A respeito da definição apresentada no excerto, ela se refere a:
I."De repente um traço ligeiro rasgara o céu para os lados da cabeceira do rio, outros surgiram mais claros, o trovão roncava perto, na escuridão da meia-noite rolaram nuvens cor de sangue." (Graciliano Ramos)
II.Inimigo de tanta gente na faixa dos 40 a 50 anos, o colesterol já não pode ser considerado a causa principal de problemas cardíacos.
III."Não só por observação direta e pessoal como por entreouvir comentários de parentes e amigos, fiquei sabendo que a Farmácia Brasileira ia de mal a pior." (Erico Veríssimo)
O uso ou não da vírgula foi corretamente empregado em:
Primeira coluna: regras
1.Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio.
2.Emprega-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.
3.Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas (com ou sem formas de ligação).
Segunda coluna: exemplos
(__)Rio-Niterói; teoria-prática; ensino-aprendizagem.
(__)bem-me-quer; abóbora-menina; erva-doce; cobra-d´água.
(__)anos-luz; afro-asiático; segunda-feira; conta-gotas; amor-perfeito.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Leia o texto a seguir:


Analise as sentenças a seguir, tendo como referência a leitura da tirinha:
I.O sentido não está no texto, ele é construído a partir da interação autor-texto-leitor. Essa interação acontece tanto pela materialidade linguística, e no caso da tirinha, também pelo texto não verbal, apresentados pelo autor, quanto pelos conhecimentos prévios que o leitor mobiliza.
II.No processo de construção dos sentidos em um texto, o autor pode lançar mão de diversos recursos, entre eles as figuras de linguagem, construindo sentidos distintos do literal. Na tirinha, há uma metáfora e uma personificação, respectivamente nos 2º e 7º quadrinhos.
III.Na tirinha, Armandinho deixa explícito que não pode sujar o uniforme nas poças de lama. Na sequência de quadros, o leitor é convocado, como parte do processo de construção de sentidos, a identificar um pressuposto a partir das falas dos personagens: está implícito no texto que criança não resiste a uma poça de lama. Esse pressuposto é estabelecido ou posto pela construção linguística "Eu não consegui".
É correto o que se afirma em:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:
I.A leitura e a escuta precisam considerar as dimensões social e verbal dos gêneros do discurso, contemplando questões contextuais, em sentido mais amplo, tanto quanto aspectos referentes à materialidade textual, uma vez que a atenção do sujeito leitor para os recursos linguísticos empregados pelo autor do texto é fundamental na ampliação das vivências com o ato de ler. Isso reflete um movimento de autoria nos processos de compreensão.
II.Na produção textual, vinculada tanto à oralidade quanto à escrita, deve-se criar condições para que os sujeitos revelem aquilo que têm a dizer, a partir da sua realidade, projetando a relação entre o local e o global e possibilitando que assumam a posição de autores de seus próprios textos; são oportunidades, entre outras, de "dar voz", de os alunos assumirem posições, de ampliarem a atuação social, tendo em vista que isso potencializa uma inserção mais efetiva deles na diversidade de espaços sociais em que as práticas de linguagem têm papel central.
III.Tanto na compreensão quanto na produção, a oralidade deve ocupar um lugar secundário, ainda que seja uma prática que contribua efetivamente para a inserção dos estudantes nas diferentes interações sociais. Isso se deve ao fato de que, no ambiente escolar, há "diferentes vozes", mas nem todos os estudantes estão aptos ou confortáveis a se expor oralmente, produzindo textos de gêneros típicos da oralidade. Forçá-los não favorece sua constituição como sujeitos da cidadania.
É correto o que se afirma em:
Partindo desse pressuposto e relacionando-o ao processo ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Não há como dissociar as manifestações linguísticas dos seus contextos de uso, da cultura de cada comunidade de falantes, pois os usos da língua se vinculam diretamente à identidade de um povo. Nessa perspectiva, em se tratando do ensino de línguas, é importante marcar o alinhamento ao plurilinguismo e à heterogeneidade linguística, pois no Brasil coexistem línguas indígenas, de imigração, de fronteira, de sinais, crioulas e afro-brasileiras, além do português e de suas variedades.
(__)Ao se considerar as línguas faladas, ao lado do português, pelas diferentes comunidades como um bem e um patrimônio cultural imaterial do próprio estado, muitas vezes, de pouco prestígio e estigmatizadas na sociedade em geral, torna-se crucial promover uma educação (pluri)linguística que valorize o conhecimento das línguas que compartilham esse mesmo território, acolhendo a todos na escola.
(__)Parte-se de uma ancoragem teórica e epistemológica que toma a interação social como central, compreendendo como papel da educação criar condições para a ampliação do repertório cultural e para um percurso formativo que possibilite aos(às) estudantes a compreensão crítica de si, do outro e do mundo, por meio dos usos da língua.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
É um documento fundamental das instituições de ensino. Serve como plano global, coletivo e participativo que orienta a prática educativa da escola. Sistematiza as ações pedagógicas, sociais e administrativas, definindo a identidade, as diretrizes e as metas da escola para garantir a qualidade do processo educativo e formar cidadãos críticos e atuantes na sociedade. Deve ser construído com a participação da comunidade escolar e é um instrumento dinâmico, que se aperfeiçoa ao longo do tempo. Esse documento é o(a):