Questões Discursivas

Foram encontradas 30.920 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4137361 Português
Leia o texto a seguir.
Frequentemente, tem-se feito referência às habilidades dos falantes para distinguirem entre uma sequência aleatória de palavras e um texto. Parece inteiramente razoável admitir que, mesmo intuitivamente, tal discernimento tem em conta a forma como os elementos linguísticos se dispõem e se organizam na superfície do texto. Ou seja, distingue-se um texto de um nãotexto, também, pela sequência que as palavras assumem.
ANTUNES, Irandé. A coesão como propriedade textual: bases para o ensino do texto. Calidoscópio Vol. 7, n. 1, p. 62-71, jan/abr 2009. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/4855/2113. Acesso em: 28 nov. 2025.
A organização dos elementos na superfície textual e as relações sequenciais que as palavras assumem são a base para a distinção entre um texto e um não-texto. O conceito que define o estabelecimento dessas relações formais e estruturais entre os elementos da superfície de um texto é denominado:
Alternativas
Q4137360 Literatura
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

Rildo Cosson (2020), em "Paradigmas do ensino da Literatura", apresenta seis modelos que marcaram o ensino literário no Brasil, como o Moral-Gramatical e o Histórico-Nacional. No entanto, o autor destaca o paradigma mais contemporâneo, que exige do professor a capacidade de trabalhar com projetos, aprendizagem colaborativa e estratégias de ensino baseadas na interação e na ação. Essa abordagem busca distinguir a literatura da leitura comum ao abordar as suas especificidades e se alinha à valorização dos gêneros do discurso presentes nos documentos oficiais de Língua Portuguesa.

FERREIRA, Isabella Bacha; SILVA, Maurício. Resenha. Eccos - Revista Cientifica, São Paulo, n. 59, p. 1-4, jul./set., 2021. Resenha. COSSON, Rildo. Paradigmas do ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5585/eccos.n59.21062. Acesso em: 28 nov. 2025.
O ensino literário focando no estudo cronológico de escolas, autores e obras canônicas foi e é motivo de discussões sobre o modo como a literatura deve ser abordada na escola. Tal perspectiva, prevaleceu por décadas no ensino brasileiro, tem como principal impacto pedagógico o tratamento do texto literário como mero documento histórico ou ilustração de época. Novas perspectivas do ensino literário, em ressonância com as diretrizes dos documentos oficiais, buscam formar o leitor como agente ativo e crítico, para tanto, rompem com a priorização da história sobre o texto, por considerar que nessa noção 
Alternativas
Q4137359 Pedagogia
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

Rildo Cosson (2020), em "Paradigmas do ensino da Literatura", apresenta seis modelos que marcaram o ensino literário no Brasil, como o Moral-Gramatical e o Histórico-Nacional. No entanto, o autor destaca o paradigma mais contemporâneo, que exige do professor a capacidade de trabalhar com projetos, aprendizagem colaborativa e estratégias de ensino baseadas na interação e na ação. Essa abordagem busca distinguir a literatura da leitura comum ao abordar as suas especificidades e se alinha à valorização dos gêneros do discurso presentes nos documentos oficiais de Língua Portuguesa.

FERREIRA, Isabella Bacha; SILVA, Maurício. Resenha. Eccos - Revista Cientifica, São Paulo, n. 59, p. 1-4, jul./set., 2021. Resenha. COSSON, Rildo. Paradigmas do ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5585/eccos.n59.21062. Acesso em: 28 nov. 2025.
O paradigma do ensino de literatura acolhido pelos documentos que normatizam o ensino da língua portuguesa visa superar as abordagens tradicionais do ensino de literatura. Assim, o paradigma que concebe a literatura como um processo que se inicia antes da escola e continua após ela, instrumentalizando o aluno para a vida social, é
Alternativas
Q4137358 Pedagogia
Leia os textos a seguir.
É enorme o progresso que tem sido feito nos últimos cinquenta anos e hoje sabemos muito mais sobre o que as crianças fazem quando adquirem uma língua. Temos hoje formas cada vez mais sofisticadas de testar o conhecimento linguístico e não linguístico disponível às crianças desde a mais tenra idade.
QUADROS, Ronice Müller de; FINGER, Ingrid. As teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2013.
Costuma-se acreditar que aquisição e aprendizagem são dois processos distintos. Enquanto o primeiro seria um processo natural, espontâneo, o segundo dependeria de uma intervenção planejada, com base em métodos específicos. Assim, o professor assume o papel de um transmissor de conteúdos pré-selecionados e organizados.
SALEH, Pascoalina Bailon de Oliveira. Aquisição de linguagem e ensino de língua materna: um lugar para a subjetividade. Disponível em: Uniletras, Ponta Grossa, v. 30, n. 1, p. 157-172, jan./jun. 2008. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/article/view/192/190. Acesso em: 28 nov. 2025.
Os documentos oficiais para o ensino de língua portuguesa estão assentados em uma perspectiva de língua/linguagem que é diametralmente oposta à concepção que coloca o professor como transmissor da língua a ser aprendida pelo aluno. Embora rechaçada pelas modernas teorias linguísticas, a perspectiva aquisicional da linguagem que ainda se faz presente nas salas de aula voltada para o ensino de língua é
Alternativas
Q4137357 Português
Leia os textos a seguir.
As pesquisas em leitura, principalmente na área da psicologia e da psicolinguística, são unânimes em afirmar que, na leitura proficiente, as palavras são lidas não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas como um todo não analisado, isto é, por reconhecimento instantâneo e não por processamento analítico-sintético.
KATO, Mary. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
Leitura é uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza com base na relação entre o conhecimento que o leitor traz armazenado na memória e as informações veiculadas no texto.
KOCH, I. V.; ELIAS, V. Escrever e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo: Contexto, 2009.
Acerca da atividade de leitura, os textos concebem que a leitura proficiente é dada pela combinação do reconhecimento holístico da palavra com a interação entre texto e leitor. Dentre as diversas estratégias a serem mobilizadas para aumentar a competência leitora dos alunos, o professor de língua portuguesa pode priorizar
Alternativas
Q4137356 Português
Em oposição à perspectiva pedagógica tradicional do ensino de língua portuguesa, a qual ignora o papel dos fatores socioculturais no comportamento linguístico do falante, assim como ignora fatores de ordem histórica, o ensino produtivo da língua deve levar o aluno a compreender a realidade holística do seu idioma. Assim, mais do que ensinar a metalinguagem, é necessário que o aluno compreenda que há
Alternativas
Q4137355 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto.

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
O texto 4 direciona para uma revisão metodológica do ensino da língua portuguesa, de modo que o ensino do idioma se afaste do estudo de unidades descontextualizadas em favor do texto como unidade básica de comunicação. Esse direcionamento, que possui alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tem como meta
Alternativas
Q4137354 Pedagogia
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto.

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
O Texto 4, ao direcionar para a ampliação da competência discursiva do aluno e para a adoção do texto como unidade básica do ensino, alinha-se à concepção sociointeracionista de linguagem. Nessa perspectiva, o instrumento pedagógico que permite ao aluno agir socialmente, dominando as condições de produção e circulação dos enunciados na interlocução, é de
Alternativas
Q4137353 Linguística
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

A importância e o valor dos usos da linguagem são determinados historicamente segundo as demandas sociais de cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas, sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados, são normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva. Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o texto.

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
Tudo o que enunciamos dá-se concretamente na forma de enunciados ou textos, e todo enunciado articula-se em uma forma relativamente estável de enunciar. Nessa perspectiva, as características básicas das formas relativamente estáveis de enunciados são 
Alternativas
Q4137352 Pedagogia
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Muitas e urgentes são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabemos quanto a incompetência atribuída à escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas e míticas acerca do que seja o fenômeno linguístico (cf. Bagno, 1999, 2000). Sabemos quanto nos aflige a seletividade, a manutenção da estrutura de classes e a reprodução da força de trabalho (cf. Carraher, 1986) que, incondicionalmente, decorrem também dessa incompetência e dessas distorções. Sabemos que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política, com desdobramentos sérios e decisivos para o desenvolvimento global das pessoas e da sociedade. Sentimos na pele que não dá mais para "tolerar" uma escola que, por vezes, nem sequer alfabetiza (principalmente os mais pobres) ou que, alfabetizando, não forma leitores nem pessoas capazes de expressar-se por escrito, coerente e relevantemente, para, assumindo a palavra, serem autores de uma nova ordem das coisas. É, pois, um ato de cidadania, de civilidade da maior pertinência, que aceitemos, ativamente e com determinação, o desafio de rever e de reorientar a nossa prática de ensino da língua.

ANTUNES, Irandé. Refletindo sobre a prática da aula de português. In ANTUNES, Irandé Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
À luz das teorias contemporâneas de ensino de língua portuguesa, a crítica que está presente no Texto 3 refere-se à predominância, em sala de aula, de uma prática pedagógica que reduz a língua à concepção de gramática
Alternativas
Q4137351 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3

Muitas e urgentes são as razões sociais que justificam o empenho da escola por um ensino da língua cada vez mais útil e contextualmente significativo. Sabemos quanto a incompetência atribuída à escola está ligada a conflitos com a linguagem (cf. Soares, 1987), a percepções distorcidas e míticas acerca do que seja o fenômeno linguístico (cf. Bagno, 1999, 2000). Sabemos quanto nos aflige a seletividade, a manutenção da estrutura de classes e a reprodução da força de trabalho (cf. Carraher, 1986) que, incondicionalmente, decorrem também dessa incompetência e dessas distorções. Sabemos que a educação escolar é um processo social, com nítida e incontestável função política, com desdobramentos sérios e decisivos para o desenvolvimento global das pessoas e da sociedade. Sentimos na pele que não dá mais para "tolerar" uma escola que, por vezes, nem sequer alfabetiza (principalmente os mais pobres) ou que, alfabetizando, não forma leitores nem pessoas capazes de expressar-se por escrito, coerente e relevantemente, para, assumindo a palavra, serem autores de uma nova ordem das coisas. É, pois, um ato de cidadania, de civilidade da maior pertinência, que aceitemos, ativamente e com determinação, o desafio de rever e de reorientar a nossa prática de ensino da língua.

ANTUNES, Irandé. Refletindo sobre a prática da aula de português. In ANTUNES, Irandé Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 2003.
Ao defender que o ensino da língua deve formar pessoas capazes de assumir a palavra para atuarem como autores de uma nova ordem das coisas, o texto permite inferir uma crítica ao ensino tradicional de língua. Assim, para atender aos objetivos de cidadania e função política citados no texto, o trabalho do professor de língua portuguesa deve fundamentar-se na concepção de linguagem como
Alternativas
Q4136630 Pedagogia
Ao discutir a sociedade da informação e o papel da escola no século XXI, Gadotti (2000) defende uma redefinição das funções escolares e docentes. Assinale a alternativa que expressa corretamente essa concepção teórica. 
Alternativas
Q4136629 Pedagogia
Em uma formação pedagógica, discutiu-se a diferença entre currículo formal, currículo real e currículo oculto. Considerando as definições relacionadas a essas categorias, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4136628 Pedagogia
Em uma escola pública, um professor afirma que tratar igualmente estudantes brasileiros e migrantes significa exigir de todos exatamente as mesmas formas de participação, avaliação e produção escrita, independentemente das diferenças linguísticas e culturais existentes. Com base nas discussões sobre inclusão e direito à educação, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada sobre igualdade escolar.
Alternativas
Q4136627 Pedagogia
 Ao problematizar os impactos da “era digital” sobre os processos educativos, Gómez (2015) sustenta que a escola contemporânea precisa reorganizar sua racionalidade pedagógica. Considerando os fundamentos epistemológicos apresentados pelo autor, assinale a alternativa que expressa corretamente essa reorganização. 
Alternativas
Q4136626 Pedagogia
Ao discutir a transição entre os modelos educacionais 1.0, 2.0, 3.0, 4.0 e 5.0, observa-se que as mudanças ocorridas na educação não correspondem apenas à incorporação de tecnologias, mas à transformação das relações pedagógicas e sociais. Nesse contexto, assinale a alternativa que expressa corretamente a lógica histórica dessas transformações. 
Alternativas
Q4136625 Pedagogia
No que se refere às tendências pedagógicas progressistas, Libâneo (1990) identifica diferenças relevantes entre as concepções libertadora, libertária e crítico-social dos conteúdos. A tendência crítico-social dos conteúdos distingue-se das demais principalmente por: 
Alternativas
Q4136624 Pedagogia
Uma professora do 7º ano observou que muitos alunos apresentavam dificuldades nas avaliações escritas de interpretação textual, embora demonstrassem boa compreensão durante debates e atividades orais. Após analisar os resultados, decidiu manter as notas atribuídas, registrar os erros recorrentes e aplicar uma nova avaliação escrita semelhante, entendendo que isso favoreceria maior comprometimento dos estudantes. Essa prática evidencia que a professora:
Alternativas
Q4136623 Pedagogia
A respeito das relações entre planejamento escolar e prática educativa, analise as assertivas abaixo:

I. O planejamento escolar ultrapassa a simples elaboração de planos de aula, constituindo-se como processo contínuo de reflexão e ação pedagógica.
II. O planejamento educacional deve partir das realidades concretas e das circunstâncias históricas nas quais a ação educativa está inserida.
III. O planejamento escolar requer definição prévia de diretrizes suficientemente estáveis para assegurar coerência institucional e continuidade das práticas pedagógicas, ainda que admita ajustes decorrentes das demandas educacionais.
IV. O planejamento participativo pressupõe integração coletiva na definição de estratégias voltadas à superação de problemas educacionais.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4136622 Pedagogia
Uma professora dos Anos Finais do Ensino Fundamental organizou uma sequência didática em que os estudantes deveriam investigar soluções para problemas de mobilidade urbana no bairro onde vivem. Os grupos produziram podcasts, mapas digitais e protótipos explicativos, articulando conteúdos de Geografia, Matemática e Língua Portuguesa. Durante o desenvolvimento das atividades, a docente observou que alguns estudantes apresentavam dificuldades em relacionar as novas informações aos conhecimentos já adquiridos anteriormente e, por isso, passou a promover momentos sistemáticos de retomada das experiências prévias da turma. A intervenção da professora aproxima-se mais diretamente de qual fundamento teórico?
Alternativas
Respostas
221: A
222: D
223: B
224: C
225: A
226: D
227: B
228: D
229: A
230: D
231: C
232: C
233: D
234: B
235: C
236: B
237: B
238: D
239: C
240: A