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Q3502387 Noções de Informática
Um Técnico de TI de um Tribunal foi solicitado a organizar os arquivos e programas utilizados por uma equipe para facilitarо acesso e melhorar a eficiência. Ele decidiu criar uma estrutura de pastas no Windows 11, que está instalado e funcionando em condições ideais, e configurar os programas mais utilizados para serem executados automaticamente ao iniciar o sistema. As ações corretas para atingir esse objetivo são:
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Q3502378 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considera-se, para os efeitos do Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis n2 10.048/2000 e 10.098/2000, pessoa com mobilidade reduzida aquela que,
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Q3502372 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade.


Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:

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Q3502371 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Para fundamentar sua comparação da cidade com um organismo vivo (3º parágrafo), o autor se vale da convicção de que em ambos os casos
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Q3502369 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

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Q3502368 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os deuses da cidade



    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. 


    A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milênios).


    Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo саracterísticas que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.


    Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.



(Adaptado de CALVINO, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras. 2006, p. 333-336, passim)

A expressão deuses da cidade, presente no título, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento:
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Q3406765 Engenharia Civil
Segundo o Decreto no 7.983/2013, o valor resultante do somatório dos custos totais de referência de todos os serviços necessários à plena execução da obra ou serviço de engenharia é denominado  
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Q3406764 Engenharia Civil
Na avaliação do custo de um imóvel residencial com área de 200 m2, pelo método da quantificação de custo, preconizado pela NBR 14653, foram considerados os seguintes itens: custo unitário básico da região de R$ 2.500,00/m2, taxa de custos financeiros de 5,0% e taxa de administração de 2,5%. Se o lucro pretendido é 12%, o preço estimado da venda do imóvel é 
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Q3406763 Engenharia Civil
A viga simplesmente apoiada com dois balanços está submetida a quatro cargas concentradas como indica a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Os valores, em módulo, dos momentos fletores máximos, negativo e positivo, em kNm, são, respectivamente,
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Q3406762 Engenharia Civil
Na elaboração de novos projetos arquitetônicos de construção de imóveis do Poder Judiciário da União, conforme a Resolução CNJ no 114/2010, a área máxima permitida para as salas de audiência é 
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Q3406761 Direito Ambiental
Segundo a Lei no 12.305/201 O são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retomo dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de  
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Q3406760 Engenharia Civil
Em urna área sujeita a alagamentos, na qual a intensidade média anual de chuvas é 1 168 mm/ano, deve ser construído um reservatório subterrâneo para o armazenamento de águas pluviais, provenientes de urna bacia hidrográfica com área de 5,40 km2. Se o coeficiente de deflúvio é 0,60, a vazão de águas pluviais que fluirá para o reservatório é  
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Q3406759 Engenharia Civil
Na execução de obras lineares de sistemas de abastecimento de água e drenagem urbana, com a utilização de tubos flexíveis de PVC implantados no leito carroçável das vias, deve-se observar que a distância horizontal mínima entre as redes de água e esgoto é 
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Q3406758 Engenharia Civil
Na execução de sistemas hidráulico-sanitário de redes coletoras de esgoto funcionando em lâmina livre, deve-se prever que os coletores assentados nos passeios das ruas tenham urna camada mínima de recobrimento de 
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Q3406757 Engenharia Civil
Uma viga simplesmente apoiada está submetida a uma força concentrada de 120 kN, aplicada no meio de seu vão de 4 m. A tensão normal admissível na flexão do material da viga é 150 MPa. Considerando que a seção transversal da viga é retangular, com 12 cm de base, então, a altura mínima da viga é
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Q3406756 Engenharia Civil
A treliça de aço da figura a seguir está submetida a duas forças concentradas de 12 kN cada, respectivamente, nos nós B e C. 

Imagem associada para resolução da questão

Se a área da seção transversal das barras é 10 cm2 e o módulo de elasticidade do aço é 200 GPa, o encurtamento da barra AB é    
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Q3406755 Engenharia Civil
A rede PERT-CPM a seguir foi utilizada para planejar a execução da instalação de uma loja em um galpão. Nessa rede as letras representam as atividades, seguidas de suas durações em dias.

Imagem associada para resolução da questão

O tempo previsto para a instalação da loja no galpão é  
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Q3406754 Engenharia Civil
Em uma edificação construída com paredes de alvenaria foram constatadas a presença de fissuras diagonais localizadas nos vértices inferiores das janelas da edificação, como indica a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A causa mais provável para o aparecimento dessas fissuras na alvenaria é  

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Q3406753 Engenharia Civil
No dimensionamento da laje maciça de concreto da figura a seguir, com 10 cm de espessura e armada com barras de aço CA50, foi prevista a utilização de concreto com fck igual a 25 MPa.


Imagem associada para resolução da questão


A armadura mínima principal requerida para resistir ao momento fletor que traciona as fibras inferiores da laje é   
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Q3406752 Engenharia Civil
Para o projeto do sistema elevatório de água de um edifício de 108 apartamentos, com previsão de 4 habitantes por apartamento e consumo diário de 200 litros por habitante, optou-se pela instalação de uma bomba centrífuga com rendimento de 80% para funcionar 6 horas por dia. Considerando que a altura manométrica do sistema elevatório é 75 m, a bomba a ser instalada deve ter potência de 
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Respostas
41: B
42: D
43: D
44: C
45: B
46: A
47: D
48: B
49: E
50: C
51: A
52: D
53: E
54: E
55: B
56: A
57: D
58: C
59: B
60: A