Questões de Concurso Para prefeitura de luiz alves - sc

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Q4037221 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q4037220 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
[...] que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Assinale a alternativa que contenha apenas preposição. 
Alternativas
Q4037219 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
O texto aborda o reconhecimento concedido a três cientistas pelo Prêmio Nobel de Física de 2025, destacando as implicações teóricas e práticas de suas pesquisas em mecânica quântica.

Com base nas informações e nas relações de causa e consequência presentes no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4037218 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
[...] e confirmam a importância do estudo pioneiro dos "laureados" em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

De acordo com o contexto em que aparece no texto, o termo destacado refere-se a: 
Alternativas
Q4037217 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Essas descobertas transformaram "o campo da física aplicada", abrindo caminho para "a criação de dispositivos eletrônicos".

De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são: 
Alternativas
Q4037216 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, "aplicando" conceitos teóricos à prática experimental.

De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q4037215 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Quatro décadas depois, as experiências "que" pareciam apenas teóricas se mostram decisivas.

Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
Alternativas
Q4037214 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso, afirmou Clarke.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q4037213 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos.

De acordo com a classificação dos predicados, é correto afirmar que o predicado da oração apresentada é: 
Alternativas
Q4037212 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O trabalho sobre computadores quânticos que deu Prêmio Nobel de Física a pesquisadores

O Prêmio Nobel de Física de 2025 foi concedido ao britânico John Clarke, ao francês Michel H. Devoret e ao americano John M. Martinis por suas contribuições à mecânica quântica, fundamentais para o avanço de uma nova geração de computadores de altíssimo desempenho. O anúncio foi feito pela Academia Real de Ciências da Suécia, em Estocolmo.

Segundo o comitê do Nobel, não há tecnologia avançada hoje que não dependa da mecânica quântica, incluindo telefones celulares, câmeras e cabos de fibra óptica. Clarke, nascido em Cambridge e atualmente professor na Universidade da Califórnia em Berkeley, declarou-se surpreso com o reconhecimento: "Na época, não imaginávamos que esse trabalho poderia se tornar a base para um Prêmio Nobel."

Os três vencedores dividirão onze milhões de coroas suecas. O prêmio reconhece experimentos realizados nos anos 1980 com circuitos elétricos, que levaram à descoberta do tunelamento macroscópico da mecânica quântica e da quantização de energia em um circuito elétrico.

Essas descobertas transformaram o campo da física aplicada, abrindo caminho para a criação de dispositivos eletrônicos mais eficientes e para o desenvolvimento dos computadores quânticos. "Muitas pessoas trabalham nessa área hoje, e nossa descoberta é, em muitos aspectos, a base de tudo isso", afirmou Clarke.

A mecânica quântica estuda o comportamento de partículas subatômicas, como os elétrons, capazes de atravessar barreiras de energia que a física clássica considerava intransponíveis — fenômeno conhecido como tunelamento quântico. O trabalho dos premiados demonstrou que esse efeito pode ser reproduzido em circuitos elétricos do mundo macroscópico, aplicando conceitos teóricos à prática experimental.

Essa conquista tornou-se fundamental para a produção de chips quânticos modernos e para o desenvolvimento dos chamados supercondutores — unidades básicas do processamento de informações quânticas. A professora Lesley Cohen, do Imperial College London, destacou que o trabalho dos três cientistas estabeleceu as bases para as principais tecnologias de hardware quântico atualmente em uso.

Quatro décadas depois, as experiências que pareciam apenas teóricas se mostram decisivas para o futuro da computação e confirmam a importância do estudo pioneiro dos laureados em unir teoria quântica e engenharia de precisão.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gk5n50kp5o.adaptado. 
Não há tecnologia avançada hoje que não "dependa" da mecânica quântica.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no modo:
Alternativas
Q4037211 Inglês
A translator is adapting an academic English article for publication in Portuguese. The original text uses passive voice, nominalisations, and impersonal tone. Which procedure ensures both textual cohesion and stylistic adequacy in the Portuguese version?
Alternativas
Q4037210 Inglês
Read the passage from A Portrait of the Artist as a Young Man (1916, p. 296):

"The past is consumed in the present and the present is living only because it brings forth the future."

This statement reflects a central feature of Modernist narrative technique by illustrating:
Alternativas
Q4037209 Inglês
In Hard Times (1854), Charles Dickens contrasts two educational philosophies through the characters of Mr. Gradgrind and Sissy Jupe. This contrast primarily serves to:
Alternativas
Q4037208 Inglês
In English lexicology, understanding how words are formed and related is essential for analysing vocabulary expansion and semantic change. When the word "unbelievable" is examined from a morphological perspective, which process best describes its formation and lexical structure? 
Alternativas
Q4037207 Inglês
Read the excerpt from William Wordsworth's Preface to Lyrical Ballads (1802, p.148):

"Poetry is the spontaneous overflow of powerful feelings: it takes its origin from emotion recollected in tranquility: the emotion is contemplated till, by a species of reaction, the tranquility gradually disappears, and an emotion, kindred to that which was before the subject of contemplation, is gradually produced, and does itself actually exist in the mind."

Based on this statement, Wordsworth's conception of poetry emphasizes:
Alternativas
Q4037206 Inglês
In Seamus Heaney's Digging (1966, p.1-2), the poet writes:

"Between my finger and my thumb  
The squat pen rests.
I'll dig with it."

The metaphor of "digging" in this poem primarily conveys:
Alternativas
Q4037205 Literatura
In Things Fall Apart (1958), Chinua Achebe reconfigures the English novel form to represent Igbo culture from within. This strategy exemplifies which key concept of postcolonial theory?
Alternativas
Q4037204 Inglês
When translating from English into Portuguese, certain idiomatic expressions resist literal transfer due to cultural specificity. According to modern translation theory, which strategy best addresses cases where semantic equivalence is impossible, but functional equivalence can be achieved?
Alternativas
Q4037203 Inglês
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

We can learn a lot from Troy's trash

Beneath the epic tales of heroes and gods, Troy's true story is written in something far less glamorous − its rubbish.

When we think of Troy, we imagine epic battles, valiant deeds, cunning tricks and the wrath of gods. Thanks to Homer's Iliad, the city is remembered as a stage for romance and heroism.

But long before Paris stole Helen and Achilles raged on the battlefield, the people of bronze age Troy lived ordinary lives − with extraordinary consequences. They built, cooked, stored, traded and, crucially, threw things away. And they did it right where they lived.

Today, waste is whisked away quickly − out of sight, out of mind. But in bronze age Troy (3000−1000BC), trash stayed close, often accumulating in domestic dumping grounds for generations.

Having spent more than 16 summers excavating and analysing the bronze age layers of Troy, I've learned to read the city's history this waste.

Hundreds of thousands of animal bones from cattle, sheep, fish − even turtles − were found alongside vast quantities of pottery shards, ash, food scraps, and human waste. Sometimes, these layers were reused to level floors or build walls, showing how closely intertwined daily life and refuse management were.

This wasn't laziness or neglect, it was pure pragmatism. In a world without rubbish trucks or sanitation systems, managing refuse was neither chaotic nor careless, but a collective, spatially negotiated − and surprisingly strategic − effort.

The excavations I have worked on as part of the University of Tübingen's Troy Project, which has been going on since 1988, have revealed just how deliberate these routines were. Where people chose to dump, or not to dump, speaks volumes about status, social roles, and community boundaries. Waste is the diary no one meant to write, yet it records the intimate rhythms of daily life with unfiltered clarity.

Far from a nuisance, Troy's waste is an archaeologist's treasure trove.

Over nearly 2,000 years, Troy ended up with 15 meters of built-up debris. Archaeologists can see nine major building phases in it, each made up of hundreds of thin layers, which formed as people lived their everyday lives. These layers act like snapshots, quietly recording how the city changed over time. Some capture hearth cleanings, others record the rebuilding of entire city quarters.

By analysing the layers and their ratios of bones to pottery, ash concentration, presence of storage jars, grinding stones, or production debris, specific spaces of activity become visible: kitchens, workshops, storage areas, rubbish pits. What appears chaotic turns out to be a carefully structured map of everyday routines − showing where meals were prepared, tools made, and discarded objects left behind.

The story these remains tell is one of profound transformation. Troy began as a modest agrarian settlement, shaped by the steady rhythms of farming, herding, and small-scale craft. Over time, it grew into a thriving regional centre.

The archaeological record, rich in refuse, traces this long arc of change. Exotic imports fashioned from stones such as carnelian and lapis lazuli begin to appear, revealing distant trade connections. Specialised metalworking tools emerge alongside monumental architecture. some buildings stretched nearly 30 metres, signalling growing ambitions and expanding capabilities.

This rise unfolded gradually, reflected not just in grander buildings, but in shifting tools, trade, and how people dealt with what they left behind. Waste management became more organised, with designated areas for different types of waste. This reflects broader shifts in how the community structured space and managed its economy. 

Yet this ascent was interrupted. By the mid-third millennium BC, signs that things were becoming smaller appear. Architecture simplifies, household inventories shrink, production debris declines suggesting economic slowdown or political instability.

Still, Troy endured. By the mid-second millennium BC, the city revived. Refined ceramics, luxury imports and evidence of social complexity marked a new chapter of recovery and reinvention. This splendid settlement later became the stage for Homer's Trojan War where Greek warriors faced the daunting task of climbing towering mounds of debris built up over centuries just to reach the palaces.

These insights allow us to see Troy not just as a city of walls and towers, but as a living organism shaped by daily routines, unspoken norms and social negotiation. The waste left behind is a remarkably honest archive of bronze age society − beneath myths, stones, and poetry.

Troy's trash heaps are the bronze age's search history. To know what mattered 4,500 years ago, don't ask poets − ask the garbage. From broken tools to shared meals, from imported luxuries to scraps, this waste reveals the pulse of everyday life and society's evolving structure.

Ironically, these mundane refuse layers preserved the bronze age world for us. Without them, we'd know far less about early Troy's people. Their depth and composition trace changes in economy, technology, and social structure. From scraps to towers of pottery shards, waste archaeology is key to understanding early urban complexity.

So next time you picture Achilles storming Troy's gates, remember: the heroes might have been divine, but their city smelled very human.


https://theconversation.com/we-can-learn-a-lot-from-troys-trash-260613 
Read the following passage:

"Far from a nuisance, Troy's waste is an archaeologist's treasure trove."

The expression "treasure trove" in this sentence most likely refers to:
Alternativas
Q4037202 Inglês
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

We can learn a lot from Troy's trash

Beneath the epic tales of heroes and gods, Troy's true story is written in something far less glamorous − its rubbish.

When we think of Troy, we imagine epic battles, valiant deeds, cunning tricks and the wrath of gods. Thanks to Homer's Iliad, the city is remembered as a stage for romance and heroism.

But long before Paris stole Helen and Achilles raged on the battlefield, the people of bronze age Troy lived ordinary lives − with extraordinary consequences. They built, cooked, stored, traded and, crucially, threw things away. And they did it right where they lived.

Today, waste is whisked away quickly − out of sight, out of mind. But in bronze age Troy (3000−1000BC), trash stayed close, often accumulating in domestic dumping grounds for generations.

Having spent more than 16 summers excavating and analysing the bronze age layers of Troy, I've learned to read the city's history this waste.

Hundreds of thousands of animal bones from cattle, sheep, fish − even turtles − were found alongside vast quantities of pottery shards, ash, food scraps, and human waste. Sometimes, these layers were reused to level floors or build walls, showing how closely intertwined daily life and refuse management were.

This wasn't laziness or neglect, it was pure pragmatism. In a world without rubbish trucks or sanitation systems, managing refuse was neither chaotic nor careless, but a collective, spatially negotiated − and surprisingly strategic − effort.

The excavations I have worked on as part of the University of Tübingen's Troy Project, which has been going on since 1988, have revealed just how deliberate these routines were. Where people chose to dump, or not to dump, speaks volumes about status, social roles, and community boundaries. Waste is the diary no one meant to write, yet it records the intimate rhythms of daily life with unfiltered clarity.

Far from a nuisance, Troy's waste is an archaeologist's treasure trove.

Over nearly 2,000 years, Troy ended up with 15 meters of built-up debris. Archaeologists can see nine major building phases in it, each made up of hundreds of thin layers, which formed as people lived their everyday lives. These layers act like snapshots, quietly recording how the city changed over time. Some capture hearth cleanings, others record the rebuilding of entire city quarters.

By analysing the layers and their ratios of bones to pottery, ash concentration, presence of storage jars, grinding stones, or production debris, specific spaces of activity become visible: kitchens, workshops, storage areas, rubbish pits. What appears chaotic turns out to be a carefully structured map of everyday routines − showing where meals were prepared, tools made, and discarded objects left behind.

The story these remains tell is one of profound transformation. Troy began as a modest agrarian settlement, shaped by the steady rhythms of farming, herding, and small-scale craft. Over time, it grew into a thriving regional centre.

The archaeological record, rich in refuse, traces this long arc of change. Exotic imports fashioned from stones such as carnelian and lapis lazuli begin to appear, revealing distant trade connections. Specialised metalworking tools emerge alongside monumental architecture. some buildings stretched nearly 30 metres, signalling growing ambitions and expanding capabilities.

This rise unfolded gradually, reflected not just in grander buildings, but in shifting tools, trade, and how people dealt with what they left behind. Waste management became more organised, with designated areas for different types of waste. This reflects broader shifts in how the community structured space and managed its economy. 

Yet this ascent was interrupted. By the mid-third millennium BC, signs that things were becoming smaller appear. Architecture simplifies, household inventories shrink, production debris declines suggesting economic slowdown or political instability.

Still, Troy endured. By the mid-second millennium BC, the city revived. Refined ceramics, luxury imports and evidence of social complexity marked a new chapter of recovery and reinvention. This splendid settlement later became the stage for Homer's Trojan War where Greek warriors faced the daunting task of climbing towering mounds of debris built up over centuries just to reach the palaces.

These insights allow us to see Troy not just as a city of walls and towers, but as a living organism shaped by daily routines, unspoken norms and social negotiation. The waste left behind is a remarkably honest archive of bronze age society − beneath myths, stones, and poetry.

Troy's trash heaps are the bronze age's search history. To know what mattered 4,500 years ago, don't ask poets − ask the garbage. From broken tools to shared meals, from imported luxuries to scraps, this waste reveals the pulse of everyday life and society's evolving structure.

Ironically, these mundane refuse layers preserved the bronze age world for us. Without them, we'd know far less about early Troy's people. Their depth and composition trace changes in economy, technology, and social structure. From scraps to towers of pottery shards, waste archaeology is key to understanding early urban complexity.

So next time you picture Achilles storming Troy's gates, remember: the heroes might have been divine, but their city smelled very human.


https://theconversation.com/we-can-learn-a-lot-from-troys-trash-260613 
Regarding the text, judge the statements below.

I. The author employs a multidisciplinary analytical approach to waste archaeology, examining quantitative ratios of bones to pottery, ash concentration levels, and the spatial distribution of artifacts such as storage jars and grinding stones to identify functional areas within the ancient city, thereby transforming seemingly chaotic refuse deposits into structured maps of daily activities including food preparation, craft production, and storage practices.

II. The text demonstrates that exotic imported materials such as carnelian and lapis lazuli found within Troy's refuse layers serve exclusively as indicators of aesthetic preferences and artistic tastes of Bronze Age inhabitants, having no significant implications for understanding trade networks, economic development, or the city's integration into broader regional exchange systems during its transformation from agrarian settlement to regional centre.

III. The archaeological evidence presented suggests that Troy's mid-second millennium BC revival, characterized by refined ceramics, luxury imports, and increased social complexity, represents the same settlement phase that Homer later immortalized in the Iliad, where Greek warriors confronted massive accumulated debris mounds while attempting to reach the palaces during the legendary Trojan War.

The following statement(s) is/are CORRECT:
Alternativas
Respostas
1241: B
1242: C
1243: B
1244: B
1245: C
1246: A
1247: D
1248: C
1249: B
1250: B
1251: B
1252: D
1253: D
1254: C
1255: A
1256: C
1257: A
1258: B
1259: A
1260: C