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1. Dimensão concreta.
2. Dimensão gerencial.
3. Dimensão socioeconômica.
4. Dimensão ideológica.
5. Dimensão simbólica.
( ) Abrange os aspectos subjetivos da relação de cada indivíduo com o trabalho, seus valores e sua cultura.
( ) Abrange a articulação entre o modo de realizar o trabalho e as estruturas sociais, econômicas e políticas no plano macro da sociedade.
( ) Refere-se à tecnologia com a qual se pode contar para realizar o trabalho e às condições materiais e/ou ambientais em que se realiza.
( ) Refere-se ao modo como o trabalho é gerido segundo e exercício das funções de planejar, organizar, dirigir e controlar.
( ) Consiste no discurso elaborado e articulado sobre o trabalho, no nível coletivo e societal, justificando o entrelaçamento das demais dimensões, especialmente as relações de poder.
I. o primeiro se relaciona com a explicitação de princípios e valores ético‐políticos.
II. o segundo se refere à matriz teórico‐metodológica em que se ancora.
III. o terceiro emana da crítica radical à ordem social vigente – a da sociedade do capital – que produz e reproduz a miséria ao mesmo tempo em que exibe uma produção monumental de riquezas.
IV. o quarto se manifesta nas lutas e posicionamentos políticos acumulados pela categoria através de suas formas coletivas de organização política em aliança com os setores mais progressistas da sociedade brasileira.
Todos esses elementos constitutivos têm em sua base os componentes que lhe dão materialidade. Ou seja, aqueles elementos se objetivam e se expressam na realidade – podemos dizer: ganham visibilidade social – por meio de determinados componentes construídos pelos(as) próprios(as) assistentes sociais. Sobre tais componentes, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A produção de conhecimentos no interior do Serviço Social.
( ) As instâncias político-organizativas da profissão.
( ) A efetivação integral do projeto ético-político.
( ) A dimensão jurídico-política da profissão.
I. Esse referencial vai permear as ações voltadas à formação de assistentes sociais na sociedade brasileira (o currículo de 1982 e as atuais diretrizes curriculares); os eventos acadêmicos e aqueles resultantes da experiência associativa dos profissionais, como suas Convenções, Congressos, Encontros e Seminários; está presente na regulamentação legal do exercício profissional e em seu Código de Ética.
II. Sob sua influência ganha visibilidade um novo momento e uma nova qualidade no processo de recriação da profissão na busca de sua ruptura com seu histórico conservadorismo e no avanço da produção de conhecimentos, nos quais a tradição marxista aparece hegemonicamente como uma das referências básicas.
III. Obviamente, este processo de construção da hegemonia de novos referenciais teórico‐ metodológicos e interventivos, a partir da tradição marxista, para a profissão ocorre em um amplo debate em diferentes fóruns de natureza acadêmica e/ou organizativa, além de permear a produção intelectual da área. Trata‐se de um debate plural, que implica na convivência e no diálogo de diferentes tendências, mas que supõe uma direção hegemônica.
I. A profissão assume as inquietações e insatisfações deste momento histórico e direciona seus questionamentos ao Serviço Social crítico através de um amplo movimento, de um processo de revisão global, em diferentes níveis: teórico, metodológico, operativo e político.
II. Este movimento de renovação que surge no Serviço Social na sociedade latino‐americana impõe aos assistentes sociais a necessidade de construção de um novo projeto comprometido com as demandas das classes subalternas, particularmente expressas em suas mobilizações.
III. É no bojo deste movimento, de questionamentos à profissão, não homogêneos e em conformidade com as realidades de cada país, que a interlocução com o marxismo vai configurar para o Serviço Social latino-americano a apropriação de outra matriz teórica: a teoria social de Marx, embora essa apropriação se efetive em tortuoso processo.
I. Em 1932, é criado o Centro de Estudos e Ação Social (CEAS), entidade que seria fundadora e mantenedora da primeira Escola de Serviço Social do país. O Centro surge após um curso intensivo de “formação social para moças”, organizado pelas Cônegas de Santo Agostinho de 1º de abril a 15 de maio de 1932.
II. Nesse momento, a "questão social" é vista a partir do pensamento social da Igreja, como questão econômica e cultural, como um conjunto de problemas sob a responsabilidade coletiva do Estado, embora situados dentro de relações capitalistas.
III. Os referenciais orientadores do pensamento e da ação do emergente Serviço Social brasileiro têm sua fonte na Doutrina Social da Igreja, no ideário francobelga de ação social e no pensamento de São Tomás de Aquino.
I. A reprodução das relações sociais é entendida como a reprodução da totalidade da vida social, o que engloba não apenas a reprodução da vida material e do modo de produção, mas também a reprodução espiritual da sociedade e das formas de consciência social através das quais o homem se posiciona na vida social.
II. A reprodução das relações sociais é a reprodução de determinado modo de vida, do cotidiano, de valores, de práticas culturais e políticas e do modo como se produzem as ideias nessa sociedade.
III. Segundo a tradição marxista, o conceito de reprodução social se refere ao modo como são produzidas e reproduzidas as relações sociais na sociedade capitalista.
I. Os espaços ocupacionais do assistente social têm lugar no Estado – nas esferas do poder executivo, legislativo e judiciário –, em empresas privadas capitalistas, em organizações da sociedade civil sem fins lucrativos e na assessoria a organizações e movimentos sociais.
II. As incidências do trabalho profissional na sociedade não dependem apenas da atuação isolada do assistente social, mas do conjunto das relações e condições sociais por meio das quais ele se realiza.
III. Nesses espaços ocupacionais, esses profissionais realizam assessorias, consultorias e supervisão técnica; contribuem na formulação, gestão e avaliação de políticas, programas e projetos sociais; atuam na instrução de processos sociais, sentenças e decisões, especialmente no campo sociojurídico; realizam estudos socioeconômicos e orientação social a indivíduos, grupos e famílias, predominantemente das classes subalternas; impulsionam a mobilização social desses segmentos e realizam práticas educativas; formulam e desenvolvem projetos de pesquisa e de atuação técnica, além de exercerem funções de magistério, direção e supervisão acadêmica.
( ) A norma estabelece as diretrizes para a iluminação de ambientes de trabalho, definindo as exigências mínimas de iluminância, uniformidade e qualidade visual para garantir a segurança e o conforto dos trabalhadores.
( ) A norma considera diversos fatores que influenciam nas exigências de iluminação do ambiente, tais como o tipo de tarefa a ser realizada, a idade dos trabalhadores e a cor das paredes e do teto.
( ) A norma define critérios para a escolha das fontes de luz, a posição e distribuição dos pontos de iluminação, e a manutenção do sistema de iluminação visando contribuir para a redução de erros e acidentes, o aumento da produtividade e a economia de energia elétrica.
( ) A NBR ISO/CIE 8995-1:2013 é aplicável apenas em ambientes de trabalho de indústrias e fábricas, não sendo relevante para escritórios, hospitais e laboratórios.
I. A resistência ao fogo e o isolamento acústico são medidas opostas, ou seja, um elemento com alta resistência ao fogo tem baixa capacidade de atenuar o som, e vice-versa.
II. O isolamento acústico e a absorção acústica são medidas diferentes, sendo que a primeira se refere à capacidade do elemento de bloquear a passagem do som entre dois ambientes, enquanto a segunda se refere à capacidade de absorver sons em sua superfície.
III. A resistência ao fogo é medida em graus Celsius, indicando a temperatura máxima que o elemento construtivo pode suportar sem inflamar.
IV. A absorção acústica é medida em decibéis, indicando a capacidade do elemento de absorver sons em sua superfície.
I. Frank Lloyd Wright e Walter Gropius.
II. Louis Sullivan e Mies Van Der Rohe.
III. Le Corbusier e Lina Bo Bardi.
IV. Oscar Niemayer e Villanova Artigas.
( ) A abscissa representa a coordenada horizontal em um sistema de coordenadas cartesianas.
( ) Um diedro é uma região definida pela interseção de dois semiplanos perpendiculares.
( ) Um plano bissetor divide um diedro ou um quadrante ao meio, formando um ângulo de 45 graus, e contém a linha do solo dentro de si.
( ) A épura é uma técnica utilizada em geometria descritiva e desenho técnico para representar entidades geométricas em um plano através de projeções ortogonais.