Questões de Concurso
Para prefeitura de japaratinga - al
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Considere as afirmativas a seguir sobre os desafios e as abordagens da Gestão Escolar contemporânea e marque (V) para verdadeira ou (F) para falsa:
(__)A gestão democrática eficaz na escola pública implica a superação da dicotomia entre o técnico e o político, integrando as decisões administrativas e pedagógicas em um processo dialógico que legitime as ações e promova a corresponsabilidade pela aprendizagem dos estudantes.
(__)A liderança pedagógica do diretor, para ser transformadora, deve focar na desestabilização de práticas docentes arraigadas e na imposição de inovações curriculares alinhadas a modelos externos de sucesso, visando a acelerar a padronização dos resultados acadêmicos.
(__)A autonomia escolar, embora essencial para a contextualização do currículo e das práticas, confronta-se com a necessidade de prestação de contas aos sistemas externos de avaliação, gerando uma tensão inerente entre a liberdade pedagógica e a exigência de resultados comparáveis.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento normativo de caráter regulatório e orientador, instituído pelo Ministério da Educação com o objetivo de estabelecer direitos de aprendizagem e desenvolvimento a serem assegurados em todas as etapas e modalidades da Educação Básica brasileira. Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS ou FALSAS:
(__)A BNCC redefine o papel do professor e da escola, propondo uma prática docente baseada em avaliação somativa, com foco nos produtos e não apenas no processo de aprendizagem.
(__)A BNCC se ancora em princípios pedagógicos contemporâneos, como a perspectiva sociointeracionista, sobretudo vygotskyana, reconhecendo a aprendizagem como um processo mediado social e culturalmente.
(__)A BNCC propõe um paradigma curricular que rompe com a lógica conteudista e linear, e valoriza uma aprendizagem baseada na articulação entre saberes, na resolução de problemas, no pensamento crítico e na autonomia intelectual e ética.
A sequência CORRETA é
Considere o excerto abaixo:
"Com a reformulação do Ensino Médio, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe uma base comum articulada a itinerários formativos. Essa proposta visa garantir uma formação____, que respeite os interesses e o projeto de vida dos estudantes."
Complete o excerto e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
O texto aborda a evolução histórica e científica das classificações do autismo, destacando como o avanço nos critérios diagnósticos ampliou a compreensão sobre os diferentes perfis incluídos no espectro.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de diagnóstico guarda-chuva que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
Em relação à concordância nominal, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
A evolução das classificações sobre o autismo mostra como o avanço da medicina e da psiquiatria tem ampliado o entendimento sobre os transtornos do neurodesenvolvimento, incluindo variações antes não reconhecidas como parte do espectro.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico.
Em relação à concordância verbal, é correto afirmar que: