Outra categoria acrescentada aos manuais foi o transtorno i...
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A ampliação dos critérios diagnósticos do autismo ao longo do tempo
A definição de autismo não permaneceu estática. Os primeiros estudos que descreveram o transtorno surgiram nas décadas de 1930 e 1940, segundo Francesca Happé, professora de neurociência cognitiva no King's College London, que pesquisa o tema desde 1988.
"As descrições originais falavam de crianças com grande necessidade de apoio, geralmente com fala muito tardia", afirma. "Algumas não falavam coisa alguma. E o foco era, principalmente, meninos."
Essa definição foi ampliada nos anos 1990, quando a síndrome de Asperger foi incorporada aos manuais de diagnóstico. Pessoas com Asperger passaram a ser consideradas no espectro autista por apresentarem dificuldades sociais e comportamentos repetitivos, embora tivessem linguagem fluente e inteligência preservada.
Para que alguém receba o diagnóstico de autismo, é necessário apresentar "dificuldades persistentes na vida social e na comunicação social", afirma Ginny Russell, professora associada de psiquiatria na University College London. Ela utiliza os critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como DSM.
O aumento de oito vezes nos novos diagnósticos apontado por Russell inclui os casos de Asperger, considerados um tipo específico de autismo.
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o "transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação" (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de "diagnóstico guarda-chuva" que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
Hoje, os manuais usam o termo transtorno do espectro autista (TEA), que abrange casos anteriormente classificados como Asperger ou PDD-NOS. Ou seja: a rede diagnóstica do autismo foi ampliada intensamente.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce82r6zee0yo.adaptado
Outra categoria acrescentada aos manuais foi o transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação (PDD-NOS, na sigla em inglês), uma espécie de diagnóstico guarda-chuva que também contribuiu para a alta nas estatísticas.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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Comentários
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Alguém me explica a letra D?
Resposta: A
@Frederico Milton, "formando ditongo com a vogal anterior. ", aqui está o erro. Logo, ela n é acentuada por formar ditongo com vogal anterior e sim por ser oxítona terminada em “ão”, e por isso recebe acento.
Regra das oxítonas: levam acento as terminadas em -a(s), -e(s), -o(s), -em, -ens e também em ditongos nasais -ão, -ói, -éu etc.
- "Tudo é possível ao que crê."... Marcos 9:23.
proparoxítono
adjetivo substantivo masculino
- gramática
- diz-se de ou vocábulo cuja acentuação tônica cai na antepenúltima sílaba (p.ex., catadióptrico, ênfase, maiêutica, vendíamos ).
todas as proparoxitona são acentuadas
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