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Ano: 2025 Banca: NUCEPE Órgão: SEDUC-PI Provas: NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Administrador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Civil | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Eletricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fisioterapeuta (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Direito | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Contador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrônomo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrimensor | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Terapeuta Ocupacional | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicoterapeuta | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicografista Braille | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicomotricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Analista de Dados | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Bibliotecário | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Intérprete de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Instrutor de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Assistente Social | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Profissional de Apoio Escolar | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Arquiteto | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Técnico Ambiental |
Q3656472 Geologia
“O Piauí é apontado pelos sites nacionais especializados em mineração como a nova fronteira do minério. Essa afirmação é confirmada com os números do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão vinculado ao Ministério das Minas e Energia que mostram o Estado como o segundo do Nordeste e entre os dez maiores do país com incidência de minérios.”
Disponível em: https://ibram.org.br/noticia/piaui-e-apontado-como-a-nova-fronteira-da-mineracao-do-pais . Acesso em: 10/03/2025.

Sobre o potencial mineral do Piauí, assinale a alternativa que traz a afirmação CORRETA.
Alternativas
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Q3656466 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do texto, em 2, mantém a pontuação correta.

I. 1 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. 2 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que, a tão comum entre os humanos redução do número de amigos com a idade pode não ser exclusiva da nossa espécie.

II. 1 - Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais. 2 - Macacos também passariam aparentemente, por processo semelhante em suas redes de contatos sociais

III. 1 - Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...]. 2 - Todavia outros especialistas defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...].

IV. 1 - Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. 2 - Na verdade, uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo.



Estão corretas APENAS
Alternativas
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Q3656465 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
No último parágrafo do texto, as formas verbais no futuro do pretérito “teriam”, “seriam” e “escolheriam” expressam que os resultados das pesquisas são
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Q3656464 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
No trecho “Durante muito tempo se especulou que esse ‘encolhimento’ social em humanos seria, na verdade, [...]”, as aspas no substantivo em destaque tem a seguinte justificativa: 
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Q3656462 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Assinale a alternativa em que se identifica uma manifestação da subjetividade do autor:
Alternativas
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Q3656461 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
“Durante muito tempo se especulou que esse ‘encolhimento’ social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento.” A forma verbal destacada equivale semanticamente a
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Q3656460 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Avalie as seguintes afirmações e assinale a alternativa CORRETA.

I. Ao abordar o tema, o autor expõe dados comprovados que explicam de forma indiscutível, o motivo que leva pessoas mais velhas a preferirem diminuir os contatos sociais.

II. A comparação do comportamento humano com o de uma espécie de macacos, conforme o texto, se justifica dentro de uma determinada teoria sobre a espécie humana.

III. De acordo com o exposto, não há um consenso entre os especialistas acerca dos fatores que influenciam a redução do número de amigos com o avanço da idade.

IV. Segundo o texto, a redução de amigos à medida que avançam na idade traz problemas de saúde para os idosos.


Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas de acordo com o texto:
Alternativas
Q3410208 Libras
Sobre os conceitos de cultura e comunidade, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3410207 Libras
“Ser surdocego é mais do que uma dificuldade. É um desafio. À começar que para aprender toda e qualquer coisa precisamos nos comunicar, e é justamente neste momento que o surdocego encontra sua principal complicação.”

https://www3.seduc.mt.gov.br/-/surdocego-a-lingua-desinais-tatil-como-comunicacao-e-inclusao

Em relação à atuação do tradutor e intérprete de Libras com pessoas surdocegas, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Q3410206 Libras
As representações da surdez influenciam diretamente as práticas educacionais, sociais e políticas voltadas à pessoa surda.
Sobre as principais perspectivas teóricas da surdez, analise as afirmativas:

I. A visão clínico-patológica compreende a surdez como uma deficiência sensorial que deve ser corrigida ou compensada, priorizando a reabilitação auditiva e a oralização do sujeito.
II. A visão sócio-antropológica entende a surdez como uma diferença cultural e linguística, valorizando a Libras e a identidade surda como expressões legítimas de uma comunidade.
III. Na perspectiva sócio-antropológica, o sujeito surdo é considerado um paciente que precisa de tratamento contínuo para se adaptar à sociedade ouvinte.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410205 Linguística
Considerando as abordagens teóricas sobre aquisição e aprendizagem de línguas, analise as afirmativas a seguir:

I. A aquisição da L1 ocorre de maneira espontânea, no contexto de interações sociais, sem necessidade de instrução explícita, como defendido por teóricos como Chomsky e Vygotsky.
II. A aprendizagem da L2, em contextos formais, geralmente envolve processos conscientes, instrução gramatical explícita e pode ser influenciada por fatores como motivação e idade.
III. Tanto na aquisição da L1 quanto da L2, não há interferência entre os sistemas linguísticos, já que o cérebro processa cada língua de forma isolada.

Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410204 Pedagogia
A presença do Tradutor e Intérprete de Libras-Língua Portuguesa nas instituições de ensino é um direito dos estudantes surdos e uma condição essencial para garantir o acesso à educação bilíngue. No entanto, o exercício dessa função exige o cumprimento de parâmetros éticos, técnicos e legais.

Considerando as atribuições e os limites da atuação desse profissional no contexto educacional, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410203 Libras
A concepção dos surdos como minoria social desloca a compreensão da surdez do campo exclusivamente biomédico para o campo sociocultural. Essa perspectiva reconhece que os sujeitos surdos compartilham uma identidade linguística, cultural e histórica própria, distinta da maioria ouvinte.

Com base nessa abordagem, analise as afirmativas abaixo:

I. A definição dos surdos como minoria social implica o reconhecimento da Libras como língua natural, essencial para a construção da identidade surda e para o exercício pleno da cidadania.
II. A surdez é tratada exclusivamente como deficiência dentro da abordagem da minoria social, reforçando o papel da medicina na centralidade da inclusão.
III. Os surdos, enquanto minoria linguística e cultural, reivindicam direitos coletivos, como acesso à educação bilíngue, ao uso da Libras e à representatividade cultural.
IV. O enquadramento dos surdos como minoria social desconsidera as barreiras comunicacionais, priorizando apenas o combate ao preconceito social.
V. A categoria de minoria social reconhece as especificidades da comunidade surda, compreendendo que a exclusão vivida por esses sujeitos está relacionada à falta de acessibilidade e reconhecimento cultural.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410202 Pedagogia
De acordo com a legislação brasileira e as diretrizes educacionais, a formação do tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa deve atender a critérios específicos.

Sobre essa formação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3410201 Sociologia
“Em linhas gerais, ao se fazer referência à identidades surdas, faz-se referência aos modos de pessoas surdas compreenderem a surdez e a si próprias nesse contexto, concepções que impactam sua postura e comportamento. A identidade surda é heterogênea, havendo desde os surdos que se posicionam politicamente em favor dos direitos dos surdos e que vivem e valorizam a cultura surda até os que se comportam de modo a tentar se apropriar da cultura ouvinte e vivenciá-la no seu modo de participar do meio. “

https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-pordentro/diferentes-identidades-entre-os-sujeitos-surdos

A construção da identidade da pessoa surda é um processo influenciado por múltiplos fatores, como o contexto familiar, a convivência com outros surdos e a exposição à Libras e à cultura surda.

Com base nos estudos sobre identidades surdas, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3410200 Pedagogia
“Em vários países há tradutores e intérpretes de língua de sinais. A história da constituição deste profissional se deu a partir de atividades voluntárias que foram sendo valorizadas enquanto atividade laborai na medida em que os surdos foram conquistando o seu exercício de cidadania. A participação de surdos nas discussões sociais representou e representa a chave para a profissionalização dos tradutores e intérpretes de língua de sinais. Outro elemento fundamental neste processo é o reconhecimento da língua de sinais em cada país. À medida em que a língua de sinais do país passou a ser reconhecida enquanto língua de fato, os surdos passaram a ter garantias de acesso a ela enquanto direito lingüístico. Assim, conseqüentemente, as instituições se viram obrigadas a garantir acessibilidade através do profissional intérprete de língua de sinais.”

O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa – Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos.


De acordo com a história da língua brasileira de sinais, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3410199 Libras
“O código de ética é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação. 0 intérprete está para intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas. Nestas interações, o intérprete tem a responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações. Assim, ética deve estar na essência desse profissional.”

-Código de ética

Sobre os princípios fundamentais do profissional intérprete, assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3410198 Direito do Trabalho
A Federação Brasileira das Associações de Profissionais Tradutores, Intérpretes e Guia-Intérpretes de Língua de Sinais (FEBRAPILS) é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como finalidade representar e fortalecer a atuação dos profissionais de TILS no Brasil.

Com base nas informações acima e nos princípios que regem entidades representativas de classe, assinale a alternativa CORRETA:

( ) A FEBRAPILS é uma entidade sindical autorizada a negociar acordos coletivos e definir o piso salarial da categoria.
( ) A FEBRAPILS é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que atua para promover, fortalecer e defender a categoria de tradutores, intérpretes e guia-intérpretes de Libras no Brasil.
( ) A principal função da FEBRAPILS é fiscalizar e aplicar penalidades aos tradutores e intérpretes de Libras que descumprirem o código de ética.
( ) A FEBRAPILS é uma entidade pública federal vinculada ao Ministério da Educação, responsável por regulamentar a profissão de intérprete de Libras.

Assinale a alternativa que represente a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3410197 Libras
A Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010, regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Essa legislação estabelece as diretrizes para o exercício profissional desses especialistas, definindo as atribuições e competências necessárias para atuar na tradução e interpretação da Libras. Além disso, a lei determina a exigência de formação específica e adequada para garantir a qualidade dos serviços prestados, reconhecendo a importância desses profissionais na promoção da acessibilidade e inclusão das pessoas surdas na sociedade.

Considerando a regulamentação da profissão de Tradutor e Intérprete de Libras prevista na Lei nº 12.319/2010 assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3410196 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Com base no Capítulo IV da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, sobre acessibilidade em edifícios públicos ou de uso coletivo, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
341: B
342: C
343: A
344: D
345: A
346: C
347: B
348: B
349: D
350: A
351: D
352: C
353: A
354: D
355: C
356: B
357: C
358: A
359: C
360: B