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Q3406671 Segurança e Saúde no Trabalho
A NR-07 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional estabelece que: 
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Q3406670 Segurança e Saúde no Trabalho
Na modalidade de SESMT individual, caso a organização possua mais de um técnico de segurança do trabalho, conforme dimensionamento previsto na NR-04, as escalas de trabalho devem ser estabelecidas de forma a garantir o atendimento por, pelo menos, um desses profissionais em cada turno que atingir cinquenta ou mais trabalhadores, sem implicar em acréscimo no número de profissionais, para a atividade de grau de risco
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Q3406669 Segurança e Saúde no Trabalho
O profissional responsável por emitir o Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho (LTCAT) é o
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Q3406668 Matemática
Uma indústria de pequeno porte possui 40 trabalhadores, sendo que cada um trabalha uma quantidade diferente de horas por mês, conforme apresentado na tabela a seguir.


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Com base nos dados apresentados, o cálculo de horas-homem de exposição ao risco é igual a
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Q3406667 Segurança e Saúde no Trabalho
A Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
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Q3406665 Noções de Informática

Um Técnico de TI de um Tribunal foi solicitado a organizar os arquivos e programas utilizados por uma equipe para facilitar o acesso e melhorar a eficiência. Ele decidiu criar uma estrutura de pastas no Windows 11, que está instalado e funcionando em condições ideiais, e configurar os programas mais utilizados para serem executados automaticamente ao iniciar o sistema.

 

As ações corretas para atingir esse objetivo são:

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Q3406664 Segurança da Informação
Um funcionário de um Tribunal acessou um link enviado por e-mail que parecia ser de uma rede social corporativa. Ao clicar, ele foi direcionado para um site falso que solicitava suas credenciais de login. Após fornecer as informações, ele percebe que era um golpe.

Para evitar que esse problema ocorra novamente, a medida essencial que o Tribunal deve adotar é
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Q3406663 Administração Pública
No contexto da política de transparência e acesso à informação, a modalidade de transparência ativa,
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Q3406662 Administração Pública
A governança pública envolve a capacidade de
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Q3406656 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Considerando-se, para os efeitos do Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis nº 10.048/2000 e 10.098/2000, pessoa com mobilidade reduzida aquela que,
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Q3406651 Português

Os deuses da cidade

 

    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vé-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

 

       A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios).

 

       Mais do que com a maquina, e a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

 

       Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.

 

(Adaptado de Calvino, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo:

Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)

É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade.
  Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:
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Q3406649 Português

Os deuses da cidade

 

    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vé-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

 

       A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios).

 

       Mais do que com a maquina, e a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

 

       Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.

 

(Adaptado de Calvino, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo:

Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q3406648 Português

Os deuses da cidade

 

    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vé-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

 

       A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios).

 

       Mais do que com a maquina, e a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

 

       Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.

 

(Adaptado de Calvino, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo:

Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)

A expressão deuses da cidade, presente no título, deve-se à informação histórica manifesta neste segmento:
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Q3406647 Português

Os deuses da cidade

 

    Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vé-la, todas as ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona.

 

       A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios).

 

       Mais do que com a maquina, e a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como, ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual.

 

       Os antigos representavam o espírito de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses.

 

(Adaptado de Calvino, Ítalo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo:

Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim)

Para fundamentar sua comparação da cidade com um organismo vivo, o autor se vale da convicção de que em ambos os casos
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Q3406645 Comunicação Social
Julgue o item que se segue, referente a fake news e jornalismo.

Segundo estudiosos da área jornalística, o termo fake news, traduzido como notícias falsas, deve ser evitado, porque a palavra notícia pressupõe uma informação verificável de interesse público; logo, conteúdos que não atendem a esses padrões não devem ser considerados notícias.
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Q3406644 Comunicação Social
Julgue o item que se segue, referente a fake news e jornalismo.

No jornalismo, o termo desinformação só deve ser usado para se referir a ataques de hackers.
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Q3406643 Jornalismo
Julgue o item que se segue, em relação aos impactos da comunicação na Internet e ao link como elemento do jornalismo digital.

Os links, elementos-chave da escrita hipertextual, são disponibilizados por meio de recursos gráficos típicos do jornalismo digital, como botões, agulhas, pisca-alertas, mapas e barras.
Alternativas
Q3406642 Jornalismo
Julgue o item que se segue, em relação aos impactos da comunicação na Internet e ao link como elemento do jornalismo digital.

Os links proporcionam acesso a bases de dados cujas informações podem ser acionadas por qualquer usuário.



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Q3406641 Jornalismo

No que diz respeito às novas tecnologias de comunicação e ao jornalismo jurídico, julgue o item seguinte. 


No que se refere à sua arquitetura informacional, uma rede social como o X, antigo Twitter, caracteriza-se como uma micromídia, na qual há limitação do espaço textual. 

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Q3406640 Jornalismo
Julgue o item que se segue, no que diz respeito às novas tecnologias de comunicação e ao jornalismo jurídico.
A interatividade no jornalismo, característica marcante da comunicação digital, já existia antes do advento da Internet, e exemplo são as seções de cartas aos jornais e dos telefonemas para programas de rádio.
Alternativas
Respostas
781: A
782: B
783: C
784: E
785: A
786: A
787: E
788: A
789: D
790: C
791: C
792: A
793: E
794: B
795: C
796: E
797: E
798: C
799: C
800: C