Foram encontradas 141 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A qual fase de um ciclo de vida padrão de construção está vinculado o plug-in ear cujo objetivo é generate-application-xml?
Para que um pacote (package) cujo nome é pk01 possa ser publicado no registro npm (registry npm), ele deve conter um arquivo chamado
def contagem(s):
if len(s)==0: return 0
return len(s[0])+contagem(s[1:])
txt = [ 'hoje', [ ['é', 'dia', 'de', 'prova' ] ], 'eu', [ [ 'vou', 'me', 'sair' ] ], [ 'bem' ] ]
print(contagem(txt))
O valor que será exibido no console quando esse código for executado é
a = [1, 4, 8]
b = [-1, 6, 2]
c = a*2+b*0
print(c)
O que será exibido no console quando esse programa for executado?
Admita que as instâncias dessas classes sejam representadas por conjuntos não vazios e cujos nomes sejam iguais aos nomes das classes que representam.
Nessas condições, qual equação é sempre verdadeira?
Uma das boas práticas associadas à validação de requisitos é
Nessas condições, será adotado o seguinte procedimento:
Uma das finalidades desse sistema é
Em consequência, para atender à necessidade descrita e importante do contrato, a empresa contratada precisará adotar, dentre os princípios do COBIT 5, aquele que
Uma forma de tratar esse risco, com uma abordagem de prevenção, é
Nesse caso, é necessário aplicar o seguinte processo:
Nesse caso, uma das funções que essa Central de Serviços deve ter é
Trata-se da seguinte modalidade:
Associe as métricas às suas respectivas características.
I - Unidade de Serviço Técnico (UST)
II - Pontos de Função (PF)
III - Níveis de Serviço em Postos de Trabalho
IV - Postos de Trabalho
P - Facilita a estimativa de esforço, por utilizar métrica mais detalhada, em termos de atividades técnicas.
Q - Mede, de forma abstrata, o tamanho funcional do software.
R - Estabelece critérios e expectativas para a qualidade do serviço em ambientes de trabalho.
S - Representa a quantidade de trabalho técnico necessário para realizar uma tarefa específica.
T - Descreve a quantidade de trabalho que uma pessoa ou que uma equipe realiza em um determinado período.
As associações corretas são:
Uma das características mais marcantes da economia brasileira é o seu elevado grau de desigualdade de renda, embora de comportamento variável. De fato, é possível identificar, durante o último quarto de século, três períodos com dinâmicas inteiramente distintas: (a) de 1981 a 1989, em que houve um contínuo crescimento do grau de desigualdade; (b) de 1989 a 1993, caracterizado por uma alta volatilidade e por um pico da desigualdade; e (c) de 1993 a 2005, marcado por um persistente declínio do grau de desigualdade. Nesse último longo período é possível destacar, ainda, o último quinquênio (2001-2005) como um período de nítida aceleração na queda de desigualdade de renda, como mostram pesquisas do Ipea.
FERREIRA, F. et al. Ascensão e queda da desigualdade de renda no Brasil: uma atualização para 2005. In: BARROS, L. et al. (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília, DF: Ipea, v. 1, 2006, p. 359. Adaptado.
No terceiro período mencionado no texto, identifica-se como um fator responsável pela redução da desigualdade de renda a(o)
Texto I
O modelo de desenvolvimento urbano atual tem promovido a mercantilização da cidade que privilegia os grupos financeiros e de investidores em detrimento dos interesses e das necessidades da maioria da população urbana. Os efeitos do padrão de urbanização, tais como a privatização dos espaços públicos e dos serviços básicos, a segregação urbana, a precarização dos bairros da população pobre, o aumento dos assentamentos informais, a utilização de investimentos públicos para promover projetos de infraestrutura que atendem aos interesses econômicos dos negócios imobiliários, apontam que novos caminhos de vida e desenvolvimento nas cidades precisam ser adotados na nova agenda urbana. Por essa razão, a nova agenda urbana deve abraçar uma mudança no padrão predominante, a fim de aumentar a equidade, a inclusão social, a participação política e dar uma vida digna para a população urbana.
SAULE JR., N. O direito à cidade como centro da nova agenda urbana. In: IPEA. Boletim Regional, Urbano e Ambiental. Brasília, DF: Ipea, n. 15, jul.-dez. 2016, p. 73. Adaptado.
Texto II
No contexto específico das áreas centrais das cidades, ao renovar o conjunto da vizinhança e concretizar uma demanda que anteriormente estava reprimida, os novos usos e/ou os novos moradores substituem os moradores anteriores. Para esses antigos moradores valerá mais a pena vender seus imóveis e realizar o lucro com a valorização do bairro, e morar em outra vizinhança que lhes atendam as preferências por amenidades urbanas. Parte do lucro da venda do imóvel valorizado é utilizado na compra de imóvel de menor valor, parte utilizada em outras compras, ou poupança. Ambos os movimentos são mais valorizados pelo antigo morador do que permanecer no centro e usufruir das amenidades urbanas do centro renovado. No caso de moradores de aluguel, a situação é mais precária, pois não conseguirão arcar com os custos dos aluguéis mais altos e não se beneficiarão em nada com a valorização do imóvel.
NADALIN, V. Revitalização das áreas centrais nas cidades brasileiras por meio da mobilização de investimentos privados. Brasília, DF: Ipea, mar. 2023 (Textos para Discussão, n. 2862). Adaptado.
Considerando-se os efeitos do padrão de urbanização, na comparação entre os Textos I e II, conclui-se que
François Perroux desenvolve o conceito de polos de crescimento em 1955, partindo do pressuposto de que o crescimento econômico não é observado em todos os pontos do espaço econômico, mas sim em espaços específicos. Para ele, “o fato, rude, mas verdadeiro, é o seguinte: o crescimento não aparece simultaneamente em toda parte. Ao contrário, manifesta-se em pontos ou polos de crescimento, com intensidades variáveis, expande-se por diversos canais e com efeitos finais variáveis sobre toda a economia”. Em sua teoria, um dos conceitos fundamentais é o de indústria motriz, um dos fatores indutores da polarização do crescimento.
JESUS, J.; SPINOLA, N. Seis décadas da teoria dos polos de crescimento: revisitando Perroux. Revista de Desenvolvimento Econômico, Salvador, ano XVII, n. 2, dez. 2015, p. 939. Adaptado.
Nessa teoria, o conceito de indústria motriz é definido como
O atual estágio da urbanização brasileira, processo horizontal e inacabado, caracteriza-se por transformações expressivas na configuração espacial e na natureza das cidades. Nesse estágio, a metropolização é um processo que apreende na sua essência as dinâmicas de concentração e expansão urbana e seus resultados espaciais mais expressivos. Corresponde a uma etapa avançada da urbanização no atual modelo de acumulação e divisão internacional do trabalho, expresso na forma espacial do crescimento urbano, devido ao rápido e concentrado crescimento econômico, à elevada imigração sobre centros urbanos constituídos, à existência de meios de mobilidade e ao papel do país na economia mundial. Na metropolização contemporânea, todos os artefatos e os sistemas de objetos da globalização provocam a expansão física e a fragmentação do espaço urbanizado para áreas cada vez mais distantes dos antigos limites urbanos, avançando em todo o território nacional.
MOURA, R. et al. Rede urbana brasileira como agenda de pesquisa no Ipea: retrospecto e perspectivas. Relatório de pesquisa. Brasília, DF: Ipea, 2016, p. 9. Adaptado.
O estágio contemporâneo do processo de metropolização brasileiro apresenta a seguinte característica:
Dentre as características desses instrumentos, destaca-se a