Questões de Concurso Comentadas para assistente - apoio administrativo

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Q699421 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O projeto de lei vetado pelo Prefeito Municipal deverá ser:
Alternativas
Q699420 Regimento Interno
São comissões permanentes da Câmara de Vereadores as que:
Alternativas
Q699416 Direito Constitucional
Sobre a organização das funções e competências do Município, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q699415 Direito Constitucional
Acerca da liberdade religiosa em face do município, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q699410 Noções de Informática
São exemplos específicos de um navegador da internet e uma ferramenta de correio eletrônico, respectivamente:
Alternativas
Q699406 Noções de Informática

Analise as seguintes afirmativas sobre os atalhos de teclado do LibreOffice Writer 5.2, versão português:

I – “Ctrl+N” aplica a formatação “Negrito” ao texto selecionado.

II – “Ctrl+U” aplica a formatação “Sublinhado” ao texto selecionado.

III – “Ctrl+I” aplica a formatação “Itálico” ao texto selecionado.

Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q699402 Noções de Informática

Analise as seguintes afirmativas sobre os atalhos de teclado do Windows Explorer do Microsoft Windows 7, versão português:

I – “Ctrl+A” pode ser utilizado para selecionar todo o conteúdo de uma pasta.

II – “Ctrl+Y” pode ser utilizado para desfazer a última operação realizada.

III – “Ctrl+Z” pode ser utilizado para repetir a última operação realizada.

Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q699249 Regimento Interno
A Câmara de Vereadores é legalmente representada por:
Alternativas
Q699248 Regimento Interno
Sobre as reuniões da Câmara de Vereadores, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q699247 Regimento Interno
NÃO constitui função da Câmara de Vereadores:
Alternativas
Q699244 Direito Constitucional
Compete ao Município a prestação dos seguintes serviços:
Alternativas
Q699243 Direito Constitucional
São poderes independentes e harmônicos no âmbito do Município:
Alternativas
Q699242 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Compete ao Município, conforme sua Lei Orgânica:
Alternativas
Q699241 Noções de Informática

Em relação às ferramentas de mídias sociais, correlacione as colunas a seguir:

Ferramenta de mídia social 

I. Facebook            

II. Instagram         

III. Twitter             .

IV. Linkedin   

  

Característica

( ) Rede social da categoria microblog.

( ) Rede social fundada por Mark Zuckerberg.

( ) Rede social de negócios, voltada principalmente para fins profissionais

( ) Rede social focada principalmente no compartilhamento de fotos e vídeos.

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:


Alternativas
Q699239 Noções de Informática
Função do LibreOffice Calc 5.2, versão português, que retorna a soma de todos os argumentos:
Alternativas
Q699238 Noções de Informática
São opções disponíveis no menu “Inserir” do LibreOffice Calc 5.2, versão português, EXCETO:
Alternativas
Q699237 Noções de Informática

Em relação às opções disponíveis na barra de ferramentas “Padrão” do LibreOffice Calc 5.2, versão português, correlacione as colunas a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:

Alternativas
Q699234 Noções de Informática
São opções disponíveis no menu “Ferramentas” do LibreOffice Writer 5.2, versão português, EXCETO:
Alternativas
Q699226 Português
DOIS COLUNISTAS E A NORMA CULTA
Sírio Possenti
Publicado em 17 de março de 2016 

Não me lembro de ter ouvido ou lido alguma coisa de Tostão sobre língua, gramática. Esses troços de que os que não são do ramo falam tanto. Mas, salvo engano, andou emitindo juízo bem precário sobre a expressão “correr atrás do prejuízo”, que considerou errada (“ninguém corre atrás do prejuízo” sentenciou, se bem que, como psicanalista, deve ter visto muito disso por aí) e que Cipro Neto comemorou (achei no Google). 
Está lá: “No último domingo, Tostão fez deliciosa “análise crítica de clichês do futebol”. Um deles (“Vamos correr atrás do prejuízo”) recebeu a seguinte observação: “Se o time está perdendo, tem de correr atrás do lucro”. Já vi muita gente boa defender a legitimidade dessa construção (“correr atrás do prejuízo”), com o argumento de que o uso lhe dá razão. O estranho é que ninguém diz que corre atrás do fracasso, do insucesso, da tristeza. O que se diz é que o time corre atrás da medalha, da vitória, da classificação. Por que diabos, então, correr atrás do prejuízo?”.
Idiomatismos, Pasquale! Os idiomatismos e expressões feitas não têm sentido literal. São como os provérbios ou outras expressões do tipo “enfiar o pé na jaca” ou a “a vaca vai pro brejo”. E “risco de vida”, que muita gente corrigiu para “de morte”, sob empurrões da Globo. 
Tostão quis corrigir a cultura. Comentou outras expressões (como “marcar sob pressão”), que podem cansar, mas não veiculam doutrinas erradas. Aliás, por que todos deveriam correr atrás do lucro? Nem Tostão faz isso, que se saiba. Tais expressões exigem boa interpretação: corre-se atrás do prejuízo não para ficar com ele, para aumentá-lo, mas para acabar com ele, para caçá-lo, para anulá-lo.
Mas, em outro domínio, Tostão fornece bons dados para os analistas. No dia 13/03/2016, escreveu: “O amigo e médico Ciro Filogeno sugere, o que concordo…” e, logo depois, “… que nos empates por 0 a 0 os dois times não deveriam ganhar pontos, o que discordo…”. 
Um professor meio cego e pouco lido diria que Tostão errou. O argumento é sempre o mesmo: se é “concordo com”, então é “com o que (ou “com quem”) concordo”; e se é “discordo de”, então é “de que discordo”. Mas isso não é verdade. Tostão apenas escreveu segundo outra regra (uma hora dessas vou ficar de caderninho na mão e anotar todos os casos de novas adjetivas que ouço em rádio e TV, já que ninguém mais usa as antigas, especialmente com “cujo”). 
As frases de Tostão atestam uma tendência poderosa do português, que é a de fazer orações adjetivas sem a preposição (tem sido chamada de cortadora): num dos casos aqui mencionados saiu “com”, no outro, saiu “de”. 
Tostão é obviamente uma pessoa culta, representante no português culto falado e escrito no Brasil, que, entre outras instituições, a escola deveria encampar. (Isso não significa que não se pode ou não se deve empregar a forma tradicional, ou mesmo que ela não seja ensinada. Sem emprego pode ser um bom índice de escrita mais consciente, ou monitorada, o que é bom. É bom, mas não é a única alternativa correta). 
Já Ferreira Gullar, ferrenho defensor da gramática (mas eu duvido que a estude!) que a professorinha lhe ensinou (devia ser bem fraquinha), como repetidamente insiste em dizer, escreveu no mesmo dia em sua coluna “que preferem abrir o jogo do que pagar a culpa…” (está avaliando as delações premiadas como o faria um taxista ouvinte da CBN). 
Não quero dizer que a escrita de Ferreira Gullar tem problemas (pelo contrário: este é seu lado bom), como provavelmente diriam os que repetem “se é concordo com, então é com o que concordo”. Quando eu estava no então quinto ano, antes do então ginásio, já estudava uma lista de palavras que incluíam “preferir a” em vez de “preferir (mais) do que”. Pois a construção dita “errada” está cada vez mais viva e é cada vez mais empregada por pessoas cultas (vou tentar ouvir o Merval Pereira, por mais difícil que isso seja). Portanto, é cada vez mais “normal”. 
As relativas de Tostão (que são de todos, aliás) e a regência de Ferreira Gullar não deveriam mais implicar perda de pontos nas redações, nem serem objeto de provas “objetivas”.
PS 1 – a famosa coluna de Tostão que Pasquale comentou está em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0201200009.htm. Tostão questiona, de fato, uma lista grande de clichês. Vejam o segundo da lista: “Empatar fora de casa é bom.” Em um campeonato que a vitória vale três pontos, empatar é sempre ruim. Repararam em “Em um campeonato que a vitória…”? Também aqui “falta” uma preposição. É sempre a mesma regra! Claro que ninguém critica a gramática de Tostão (nem o fez Pasquale, que vivia disso). Um indício de que (“que”, diria o colunista) pertence à “elite intelectual”, cuja gramática é, portanto, culta. Ele diria “cuja”? Duvido.
PS 2 – Da tira Júlio & Gina de segunda, dia 14/03 (Folha de S. Paulo): – Você não odiava TV? – Achei uma coisa que eu gosto. Lá se foi mais uma preposição numa relativa. Minha aposta é que ninguém percebe.
Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/page/2/ [adaptado]
Quando eu estava no então quinto ano, antes do então ginásio, já estudava uma lista de palavras que incluíam “preferir a” em vez de “preferir (mais) do que”. A qual norma gramatical o autor se refere?
Alternativas
Respostas
2321: E
2322: C
2323: D
2324: A
2325: A
2326: A
2327: C
2328: A
2329: C
2330: C
2331: D
2332: B
2333: B
2334: D
2335: B
2336: D
2337: B
2338: C
2339: B
2340: C