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Q3617843 Psicologia
A criança apresenta alguns padrões de desenvolvimento previsíveis, com características marcantes de cada fase. Conhecer as fases e suas características é dever dos profissionais que trabalham neste período de vida do indivíduo para que reconheça quando o desenvolvimento está adequado ou precisa de alguma atenção especial. Baseado no primeiro ano de vida do indivíduo, observe alguns comportamentos característicos desta fase.
I. inicia o movimento de pinça
II. levar os pés a boca
III. manter-se em pé com apoio durante alguns instantes
IV. sentar com apoio
V. rolar
VI. começa engatinhar
VII. sentar sem apoio
VIII. executar a preensão de objetos de forma involuntária
IX. de bruços, elevar a cabeça até 45º
É possível afirmar que por volta do 8º e 9º mês é característico o aparecimento dos seguintes comportamentos:
Alternativas
Q3617842 Psicologia
Os primeiros anos de vida de uma criança são de fundamental importância, pois eles proporcionam a base para o resto da vida, como adolescente e adulto. As crianças que são bem cuidadas podem viver bem e criar sociedades melhores para todos. Investir no desenvolvimento da primeira infância, mesmo com os desafios, só traz benefícios aos indivíduos e sociedade.
Ao atuar nesta fase da vida dos indivíduos, é essencial se pensar e colocar em prática diversos programas visando o desenvolvimento na primeira infância com algumas estratégias e boas práticas que conceda êxito ao objetivo almejado. Dentre as boas práticas, é necessário se considerar:
Alternativas
Q3617841 Psicologia
Nos primeiros meses de vida, a criança permanece num estágio pós-nascimento de uma consolidação do pós-natal, um movimento libidinal narcísico, primário, onde predomina(m):
Alternativas
Q3617840 Psicologia
Haja vista que o Psicólogo Escolar está inserido em um contexto de diversidade, de idades, personalidades, ideias etc, é importantíssimo conhecer a diversidade existente do funcionamento mental, uma vez que as pessoas lidam com tarefas mentais usando diferentes modos de perceber e pensar, sendo singulares. Neste ínterim, é sabido que a inteligência é apenas um dos aspectos do funcionamento mental. Considerando uma outra dimensão relacionada a inteligência, sobre os tipos de estilo cognitivo, julgue os itens abaixo com V para verdadeiro ou F para falso:
( ) as pessoas impulsivas lidam com os problemas apressadamente, sem ponderar muito.
( ) as pessoas reflexivas podem passar horas representando um problema e selecionando táticas para lidar com ele.
( ) as pessoas dependentes do campo podem se concentrar em uma matéria sem ser distraídas pelo contexto.
( ) as pessoas independentes do campo são menos analíticas que as dependentes, porém competentes socialmente.
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3617839 Psicologia
A semiologia médica e psicopatológica, bem como a psicopatologia geral, devem ser vistas como base de sustentação da formação do profissional de saúde mental. Ao considerar as bases metodológicas e os conteúdos da disciplina, podemos afirmar que:
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Q3617838 Psicologia
Todos os processos mentais são importantes e devem ser conhecidos do profissional de Psicologia. Dentre eles, a atenção torna o ser humano capaz de selecionar, filtrar e organizar as informações em unidades controláveis e significativas. Não é um processo unitário, resultante da interação complexa de diversas áreas do sistema nervoso. Algumas anormalidades da atenção são conhecidas, entre elas a alteração mais comum e menos específica da atenção é a diminuição global desta, chamada hipoprosexia, que consiste:
Alternativas
Q3617837 Psicologia
Antes do início das aulas, o Departamento de Educação de Itobi promoveu uma semana de palestras e treinamentos, oferecendo conhecimento a todos os profissionais envolvidos com a rede, com intuito de aperfeiçoar a todos elevando a qualidade do ensino. Como Psicólogo Escolar, você organizou uma palestra sobre a educação escolar, aprendizagem e as relações e interações estabelecidas neste ambiente. Sobre o tema, julgue os itens que seguem:
I. A aprendizagem escolar constitui apenas um processo de oferta de informações pelo professor e de assimilação dessa oferta pelos alunos.
II. A aprendizagem se configura como um processo dinâmico.
III. A aprendizagem pode ser compreendida na perspectiva psicossocial.
IV. A aprendizagem pode ser compreendida na perspectiva sócio-histórica.
V. A interação do sujeito com sua cultura e sua história são entendidas na perspectiva sócio-histórica desvinculadas da aprendizagem.
VI. O aprendiz, na educação escolar, constrói o conhecimento individualmente, se explorando, testando e vivenciando.
Dos itens acima, você não poderia utilizar na palestra, pois está(ão) errado(s):
Alternativas
Q3617836 Psicologia
A área de trabalho do Psicólogo Escolar possui um vasto campo de estudo, fundamentos científicos, limites e contribuições que devem estar clarificados na mente do profissional que atuará no cargo de Psicólogo Escolar. Referente a este campo de atuação, julgue as afirmativas a seguir:
I. A educação é um empreendimento social de caracterização multidisciplinar.
II. O especialista em Psicologia Educacional está preocupado não propriamente com a Educação, mas com áreas tangenciais à ela.
III. Descaracterizando cada uma das disciplinas relacionadas à educação, em prol da abordagem multidisciplinar, é possível atingir o objetivo de melhorar a educação.
IV. A Psicologia da Educação, numa relação permeável com as demais ciências pedagógicas, foca na reconsideração dos objetivos do ato educativo.
V. A Psicologia oferece à Educação contribuição científica e profissional.
Diante do exposto, está(ão) correta(s):
Alternativas
Q3617835 Pedagogia
Alguns enfoques da educação e da linguística, voltam a atenção para questões da escrita e da leitura no âmbito individual, enquanto outros se preocupam com os efeitos que o uso da leitura e da escrita poderiam acarretar, além do indivíduo, nos grupos de pessoas. Fundados nos conhecimentos sobre Alfabetização e Letramento, é possível afirmar que:
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Q3617758 Noções de Informática
Para enviar um email, considerando que o endereço do destinatário esteja corretamente preenchido, estando o campo ‘Assunto” em branco:
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Q3617751 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Segundo a lógica textual contida na passagem “A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência, é correto afirmar que:
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Q3617750 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Podemos substituir, sem alteração significativa de sentido e fazendo-se as adaptações necessárias, o termo em destaque em “uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos” por:
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Q3617749 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
O pronome em destaque em “(...) a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema” recupera, por coesão:
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Q3617748 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Se a sequência em destaque na passagem “(...) consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional” fosse substituída por um pronome de 3ª. pessoa, a fim de construir coesão textual, teríamos, segundo a gramática normativa: 
Alternativas
Q3617747 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

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FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Em “Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional”, a sequência em destaque estabelece ideia de: 
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Q3617746 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Na passagem “(...) de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação (...)”, se o verbo em destaque fosse substituído pelo verbo implicar, fazendo-se as adaptações necessárias, teríamos, segundo a gramática normativa:
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Q3617745 Pedagogia
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Sobre o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3587607 Psicologia
Analise sobre a teoria da personalidade de Sullivan:

(__) - A personalidade se constrói sem relação com o outro;
(__) - Sua teoria teve embasamento inicial em Skinner;
(__) - Enfatizou o papel dos psiquiatras como participantes-observadores na situação clínica, buscando observações objetivas que pudessem lidar com as experiências emocionais do paciente;
(__) - Observava a interação social, definindo a personalidade como sendo o padrão relativo e duradouro de relações interpessoais que caracterizam a vida humana.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência das proposições acima é:
Alternativas
Q3587606 Psicologia
Erik Erikson desenvolveu oito estágios. Não é um deles: 
Alternativas
Q3587605 Psicologia
Sobre o conceito de Luta pela Superioridade de Adler:

(__) - Luta pela superioridade – corresponde ao objetivo superior do homem na sua luta contra os obstáculos: ser agressivo, poderoso superior;
(__) - Superioridade é algo diametralmente antagônico ao conceito de self em Jung, ou ao princípio de autorrealização de Goldstein;
(__) - É um esforço da personalidade no sentido de completar-se;
(__) - É ‘a força que vilipendia a autoestima.

Levando-se em consideração que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, a sequência das proposições acima é:
Alternativas
Respostas
261: C
262: A
263: C
264: D
265: C
266: C
267: D
268: B
269: A
270: C
271: B
272: D
273: C
274: B
275: B
276: C
277: D
278: C
279: E
280: C