Questões de Concurso
Comentadas para vigia
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A legislação brasileira permite que o vigilante utilize técnicas de imobilização em situações de legítima defesa, desde que respeitados os limites da necessidade e da proporcionalidade.
A obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) é obrigatória para a regularização de edificações junto aos órgãos competentes, sendo imprescindível para a emissão do alvará de funcionamento, a contratação de seguros prediais e a realização de eventos públicos, mas não é exigida para a obtenção de financiamentos.
Os vigilantes devem estar familiarizados com a planta de risco do plano de emergência, que deve ser colocada em local visível e acessível para facilitar a evacuação durante uma emergência.
Em casos de fratura exposta, o vigilante deve tentar realinhar o osso antes de imobilizar a área afetada.
O vigilante deve estar pronto para usar medidas adequadas, como uma arma de choque elétrico, para parar ameaças e proteger a segurança dos clientes. Por exemplo, se um agressor armado com uma faca tentar atacar um cliente, o vigilante pode usar a arma de choque elétrico para imobilizá-lo e evitar ferimentos graves.
Somente edificações comerciais de grande porte precisam se adequar às normas de prevenção e combate a incêndios, excluindo-se as edificações residenciais e pequenas empresas.
Os vigilantes podem ignorar os treinamentos e simulações de evacuação, pois essas atividades são apenas para os funcionários administrativos.
Os vigilantes devem saber identificar os diferentes tipos de construções e ocupações detalhados no plano de emergência, para melhor coordenação em situações de risco.
No caso de uma vítima de engasgo que esteja consciente, o vigilante deve dar-lhe um copo de água para tentar ajudar a desobstruir a via aérea.
Em eventos públicos, vigilantes podem realizar revistas pessoais sem o consentimento dos indivíduos, para garantir a segurança do local.
Durante uma crise convulsiva, o vigilante deve segurar firmemente a vítima para evitar que ela se machuque durante os espasmos.
Provas obtidas por meio de revistas pessoais realizadas por vigilantes são admissíveis em processos judiciais, desde que haja suspeita razoável.
A responsabilidade de garantir que as saídas de emergência estejam desobstruídas não é dos vigilantes, mas exclusivamente do corpo de bombeiros.
O vigilante deve realizar a limpeza de feridas abertas e superficiais com um antisséptico antes de aplicar qualquer tipo de curativo para evitar infecções.
Os vigilantes têm um papel fundamental em detectar violência psicológica contra pessoas idosas, como insultos e ameaças, e devem encaminhar esses casos para os serviços de apoio.
Em casos de abandono de idosos, os vigilantes devem encaminhar a vítima (o idoso) diretamente para um abrigo sem necessidade de acionar os serviços sociais.
De acordo com a legislação brasileira, o vigilante pode agir em legítima defesa própria ou de terceiros para repelir uma agressão injusta.
Os vigilantes são responsáveis por assegurar que todas as saídas de emergência estejam desobstruídas e acessíveis em todos os momentos, conforme indicado no plano de emergência.
A sinalização de emergência pode ser ignorada pelos vigilantes durante uma evacuação, pois as pessoas saberão intuitivamente para onde ir.
Em casos de suspeita de violência física, vigilantes podem tratar as lesões da pessoa com deficiência e não precisam registrar a ocorrência se a vítima parecer bem.