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Q3545905 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Lei federal 13.146/2015 destina-se a assegurar e, a promover em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, é correto afirmar que a deficiência é:
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Q3545904 Pedagogia
A inclusão escolar não é apenas uma questão de acesso à educação, mas também de participação e sucesso na aprendizagem. Trata-se de oportunizar a todos, inclusive crianças e adolescentes com deficiência, acesso à educação em uma instituição de ensino regular, a fim de favorecer a sociabilidade, reduzir as desigualdades e o preconceito. Conforme defende Mantoan (2006), a inclusão escolar contribui para o sucesso na aprendizagem quando:
Alternativas
Q3545903 Pedagogia
A LDB estabelece que a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando em seus mais variados aspectos humanos. Sendo assim, NÃO é uma das finalidades da educação básica promover:
Alternativas
Q3545902 Pedagogia
A LDB estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Portanto, conforme estabelecido nessa lei, a elaboração e implementação do currículo é de responsabilidade:
Alternativas
Q3545901 Pedagogia
A LDB estabelece que a educação básica pode ser organizada em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. O nome dado a essa forma de organização do ensino é:
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Q3545900 Pedagogia
Considerando os trechos abaixo responda a questão que segue.
         "Denúncias de violência contra crianças e adolescentes sobem 24% no Brasil”
As denúncias de violações a crianças e adolescentes aumentaram 24% no primeiro semestre deste ano em comparação com mesmo período de 2022, segundo dados do Disque 100, canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, divulgados pelo G1 nessa segunda-feira 26/06/2023.
        […]
        Também houve um crescimento de 53% nas violações, considerando que cada denúncia pode levar ao reconhecimento de mais de um caso. Foram identificadas 560.080 violações, contra 365.890 no mesmo período do ano anterior.
        Entre as violações estão consideradas as violências físicas, psicológicas e sexuais, além de violência patrimonial, negligência e trabalho infantil.
(Fonte:https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/denuncias-de-violacoescontra-criancas-e-adolescentes-crescem-24-no-brasil/.).
Violência contra crianças e adolescentes no Brasil
Denúncias:
        Em todo o primeiro semestre de 2023, foram registradas 97.341 denúncias de violência contra crianças e adolescentes no país.
1º semestre de 2023: 97.341 denúncias
1º semestre de 2022: 78.248 denúncias
Como uma denúncia pode levar a descoberta de mais de um tipo de violação, também houve uma alta de 53% nessas violações.
Violações:
1º semestre de 2023: 560.080 violações
1º semestre de 2022: 365.890 violações
Tipos de violência:
        Entre os tipos de violências estão a física, psicológica ou sexual.” (Fonte:https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/06/26/denuncias-deviolencia-contra-criancas-e-adolescentes-sobem-24percent-no-brasil.ghtml).
As reportagens destacadas acima revelam dados estarrecedores sobre a violência e os abusos contra crianças e adolescentes. Conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente. Considerando a recente reportagem acima, é fundamental que os educadores estejam preparados para identificar e agir diante de possíveis situações de violência.
Qual dentre as seguintes ações elencadas, NÃO está de acordo com as diretrizes para a proteção e combate à violência contra crianças e adolescentes?
Alternativas
Q3545899 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O ECA estabelece que é direito da criança e do adolescente ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu desenvolvimento integral. Dentre as formas de família substituta previstas no ECA temos: 
Alternativas
Q3545898 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O ECA foi o resultado de uma ampla discussão da sociedade brasileira no final dos anos de 1980, envolvendo diversos setores sociedade civil, entidades nacionais e internacionais, órgão governamentais e não-governamentais, classe política e instituições privadas. O resultado desse documento ao ser promulgado na forma de lei é o de assegurar na sua plenitude:
Alternativas
Q3545527 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Juntamente à leitura do texto, analise a charge a seguir para responder à questão.
Imagem associada para resolução da questão (Fonte: http://apugssind.com.br/wp-content/uploads/2017/05/chargecongresso.jpg).

A charge apresentada mantém relação intertextual com o texto de Aldo Paviani, o que pode ser comprovado, principalmente, pela alternativa: 
Alternativas
Q3545526 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Os pronomes são importantes elementos de coesão textual e atuam na manutenção temática, já que sua função referencial permite ao autor evitar a repetição desnecessária de palavras ou expressões.
Assinale a alternativa em que o referente do pronome destacado está corretamente indicado entre parênteses.
Alternativas
Q3545525 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
“Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia.”
A inserção de vírgulas após “trabalhadores” e antes de “e”, acarretaria:
Alternativas
Q3545524 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é mero conectivo, ou seja, não possui função sintática, nem apresenta valor semântico.
Alternativas
Q3545523 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Observe:
         “Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade”.
Desprezando-se o sentido obtido, assinale a única alternativa em que a reescrita do trecho apresentado NÃO respeita os preceitos da norma culta para a concordância verbal. 
Alternativas
Q3545522 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Os pronomes destacados nos trechos a seguir são partículas apassivadoras, ou seja, fazem parte de uma voz passiva pronominal, EXCETO em:
Alternativas
Q3545521 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Releia:
        “Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou...”
Todas as alternativas a seguir apresentam expressões que poderiam substituir o termo destacado no trecho, EXCETO: 
Alternativas
Q3545520 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
        “Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável.”
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo sinônimo da palavra destacada no trecho. 
Alternativas
Q3545519 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A partir análise dos recursos utilizados na construção do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3545518 Português
As cidades que nos abrigam

Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes, as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos, e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.

Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade, o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento nuclear.

Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar "engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.

Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade.

No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.

Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários equipamentos e instituições para servir seus habitantes.

Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.

Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras. Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem. 

(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Analise as afirmações feitas a respeito do texto lido e assinale a alternativa correta.
I – Brasília se diferencia da maioria das grandes cidades brasileiras por, entre outros fatores, não seguir a tendência histórica de se construírem cidades em regiões litorâneas ou próximas a grandes fontes de água.
II – Segundo o autor, a posição geográfica de Brasília configura-se uma vantagem para a população local, já que a distância do mar protege a cidade da hecatombe iminente no século.
III – É possível inferir que o “favelamento” é um sinal de exclusão da população mais carente, que não possui acesso a serviços e bens de consumo na região em que residem.
Alternativas
Q3487850 Pedagogia
Sobre a Gestão Democrática na escola. Todas as alternativas estão corretas exceto:
Alternativas
Q3487849 Pedagogia
Sobre a finalidade da implementação do Base Nacional Comum Curricular. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
1121: A
1122: B
1123: D
1124: C
1125: C
1126: C
1127: D
1128: B
1129: A
1130: C
1131: B
1132: D
1133: A
1134: C
1135: D
1136: A
1137: C
1138: B
1139: D
1140: B